O preço do boi gordo apresenta alta de 0,93% nesta segunda-feira (5). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 369,90.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
Data
Valor R$*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$*
02/10/2026
369,90
0,93%
1,54%
70,90
01/10/2026
366,50
0,60%
0,60%
70,24
30/09/2026
364,30
0,34%
5,78%
70,42
29/09/2026
363,05
0,86%
5,42%
69,60
28/09/2026
359,95
0,32%
4,52%
68,97
Preço do frango congelado e frango resfriado
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,33 e o do resfriado a R$ 8,34.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP
Data
Valor R$
Var./Dia
Var./Mês
02/10/2026
8,33
0,36%
0,36%
01/10/2026
8,30
0,00%
0,00%
30/09/2026
8,30
-0,12%
13,39%
29/09/2026
8,31
0,00%
13,52%
28/09/2026
8,31
0,00%
13,52%
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP
Data
Valor R$
Var./Dia
Var./Mês
02/10/2026
8,34
0,36%
0,36%
01/10/2026
8,31
0,00%
0,00%
30/09/2026
8,31
0,36%
13,99%
29/09/2026
8,28
0,00%
13,58%
28/09/2026
8,28
0,00%
13,58%
Preço da carcaça suína especial e suíno vivo
A carcaça suína especial apresenta baixa de 1,65% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,36.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Rio Grande do Sul, onde o animal é comercializado a R$ 5,33.
O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
Diferenças entre frango congelado e frango resfriado
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Soja e trigo: confira os preços dos grãos para esta segunda-feira (5)
Soja abre a semana em queda no interior do Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo registra alta no Sul do país
A saca de 60 quilos da soja inicia a segunda-feira (5) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta leve baixa de 0,16%, com a saca negociada a R$ 154,10. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,60%, levando a cotação para R$ 159,94.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ
Data
Valor R$*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$*
02/10/2026
154,10
-0,16%
-0,52%
29,54
01/10/2026
154,35
-0,36%
-0,36%
29,58
30/09/2026
154,91
0,66%
2,38%
29,95
29/09/2026
153,90
0,27%
1,71%
29,51
28/09/2026
153,49
-0,58%
1,44%
29,41
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ
Data
Valor R$*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$*
02/10/2026
159,94
-0,60%
-1,00%
30,66
01/10/2026
160,90
-0,41%
-0,41%
30,84
30/09/2026
161,56
0,18%
1,33%
31,23
29/09/2026
161,27
0,52%
1,15%
30,92
28/09/2026
160,43
-0,35%
0,62%
30,74
Trigo
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.553,71. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.454,52.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Setor de vinhos e espumantes mira novos mercados para ampliar exportações
ApexBrasil promove rodada de negócios com cerca de 20 empresas nacionais e oito compradores internacionais durante a ProWine São Paulo 2026; exportações cresceram 23,73% no primeiro semestre
As exportações brasileiras de vinhos e espumantes somaram US$ 6,79 milhões no primeiro semestre de 2026, uma alta de 23,73% em relação ao mesmo período de 2025. Os produtos chegaram a 79 países, e a ampliação das oportunidades no mercado internacional estará em pauta na ProWine São Paulo 2026, que será realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, no Expo Center Norte.
Cerca de 20 empresas brasileiras participarão de reuniões com oito compradores internacionais. Os representantes vêm da China, Reino Unido, Suécia, Países Baixos, Angola, Rússia, México e Paraguai.
As empresas brasileiras selecionadas incluem produtores, cooperativas e exportadoras de diferentes portes e regiões do país. A proposta é aproximar os negócios brasileiros de potenciais parceiros comerciais e ampliar as oportunidades de venda em outros mercados.
Setor em expansão
O número de vinícolas registradas no Brasil cresceu 41,5% entre 2020 e 2025. De acordo com o Anuário do Vinho 2026, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o país passou de 682 para 965 estabelecimentos no período. As vinícolas estão distribuídas por 327 municípios.
O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos estabelecimentos, com 600 vinícolas. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 102, e São Paulo, com 86.
O crescimento do número de vinícolas acompanha a expansão das exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, as exportações de vinhos somaram US$ 5,61 milhões, alta de 24,66% em relação ao mesmo período de 2025. Já os espumantes alcançaram US$ 1,18 milhão, crescimento de 19,50%.
Segundo o Wines of Brazil, 19 vinícolas exportadoras apoiadas pelo projeto responderam por 60,81% das empresas brasileiras que exportaram produtos do setor no primeiro semestre de 2026. Entre as empresas exportadoras de espumantes, essa participação foi de 65,83%.
O levantamento também aponta que a produção declarada de vinho ultrapassou 300 milhões de litros em 2025. No mesmo ano, o setor registrou 7.361 empregos diretos.
Confira a agenda da ProWine São Paulo 2026
06/10 | Terça-feira
13h00 -18h00 – Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil – ProWine 2026 – Expo Center Norte – São Paulo (SP)
18h00-19h00 – Visita à ProWine – Expo Center Norte – São Paulo (SP)
07/10 | Quarta-feira
13h00-18h00 – Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil – ProWine 2026 – Expo Center Norte – São Paulo (SP)
18h00-19h00 – Visita à ProWine – Expo Center Norte – São Paulo (SP)
08/10 | Quinta-feira
13h00-18h00 – Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil – ProWine 2026 – Expo Center Norte – São Paulo (SP)
Dia da Micro e Pequena Empresa: mulheres abrem cada vez mais negócios, mas enfrentam desafio para mantê-los
Empreendedoras representam 41,7% das novas empresas e 44,6% das que encerraram atividades em 2025, segundo Sebrae
Neste Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado em 5 de outubro, o cenário do empreendedorismo brasileiro ganha um alerta: as mulheres estão à frente de 41,7% dos pequenos negócios abertos no Brasil, mas representam 44,6% dos empreendimentos que encerram as atividades.
Os dados de 2025, levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostram um desafio que vai além da entrada das mulheres no mercado: a capacidade de manter e fazer crescer seus negócios.
No ano passado, foram 4,96 milhões de pequenos negócios abertos no país. Entre os 2,79 milhões que fecharam, a participação feminina foi proporcionalmente maior. Para Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a diferença reforça a necessidade de discutir as condições de permanência das mulheres no mercado.
“Não basta incentivar a abertura das empresas pelas mulheres, é preciso olhar para o que acontece depois que elas abrem seus negócios. Como essa empreendedora consegue crédito, se capacita, melhora a gestão e enfrenta os primeiros desafios”, afirma.
Acesso ao crédito
Uma das principais dificuldades para a continuidade dos negócios é o acesso ao crédito. Segundo o Sebrae, dos R$ 109 bilhões concedidos em crédito às micro e pequenas empresas, 29,4% foram destinados a negócios liderados por mulheres. O país tinha 10,4 milhões de mulheres empreendedoras no quarto trimestre de 2024.
A presença feminina também não se distribui de forma homogênea entre os diferentes estágios dos negócios. As mulheres têm participação relevante entre os pequenos empreendedores, mas sua presença diminui à medida que as empresas avançam em porte e estrutura, segundo levantamentos do Sebrae.
Para Ana Cláudia, o debate sobre empreendedorismo feminino precisa mudar de foco. Em vez de concentrar esforços apenas na abertura de empresas, é preciso criar condições para que elas atravessem os primeiros anos, tenham acesso a financiamento e possam crescer.
“Empreender exige capital, acesso a crédito e um ambiente de negócios que permita planejar e investir. A mulher já mostrou que quer empreender. O próximo passo é garantir condições para que seu negócio sobreviva e cresça”, afirma.
Para a presidente do CMEC, cabe ao Congresso Nacional colocar essa questão na agenda econômica e discutir medidas que deem às pequenas empresas mais condições para se manter e crescer.
Ao comentar o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, o presidente da CACB, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, destaca a importância dos pequenos negócios para a economia brasileira, apesar das dificuldades.
“Vamos sempre valorizar muito os empreendedores. Que esse dia seja registrado como um dia importante, sempre com os agradecimentos de toda a sociedade civil do Brasil pelo seu trabalho, seu empenho e pelo empreendedorismo brasileiro”.
Conheça as ações do CMEC para apoiar e fortalecer o empreendedorismo feminino no portal cmecmulher.com.br.
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