O concurso 3754 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (05/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 375, que será realizado na quinta-feira, 06 de agosto de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Pesquisa inédita do MTur vai mapear perfil de turistas em 50 municípios
Levantamento do Ministério do Turismo e do Itaipu Parquetec prevê 22,5 mil entrevistas presenciais e deve reunir dados sobre hábitos, gastos e avaliação dos visitantes para apoiar formulação de políticas públicas no setor
Turistas de diferentes regiões do país estão sendo entrevistados para ajudar a traçar um perfil dos viajantes e entender como eles planejam e avaliam suas viagens. Realizada pelo Ministério do Turismo (MTur) e pelo Itaipu Parquetec, a Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) já começou em 50 municípios das cinco regiões brasileiras (veja lista abaixo). A previsão é realizar cerca de 22,5 mil entrevistas presenciais até 3 de outubro. Os resultados devem ser disponibilizados até abril de 2027.
O levantamento vai reunir informações para apoiar o desenvolvimento do turismo nacional. A pesquisa vai analisar os seguintes aspectos:
Motivos das viagens;
Planejamento do deslocamento;
Fontes de informação usadas na escolha do destino;
Avaliação da experiência vivida.
O questionário é padronizado para todos os municípios participantes. As perguntas abordam informações como meios de transporte, hospedagem, tempo de permanência, composição dos grupos de viagem, atividades realizadas e gastos durante a estadia.
Além da dimensão dos padrões de comportamento dos turistas, a pesquisa também deve apontar a percepção dos visitantes sobre infraestrutura, qualidade dos serviços, acessibilidade, segurança, conectividade e preços.
Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a pesquisa ocorre em um momento de expansão do setor e pode ajudar o governo a formular políticas públicas com base em informações atualizadas.
“A pesquisa vem num momento oportuno, porque o turismo no Brasil tem crescido bastante e um dos nossos desafios à frente do ministério é poder fazer com que esse crescimento se torne permanente e a gente possa avançar cada vez mais. E a pesquisa se dá exatamente para que a gente possa, recolhendo os dados mais apurados e fiéis do momento turístico que nós estamos fazendo, implementar políticas públicas consistentes para desenvolver o turismo em todas as regiões do Brasil”, afirma.
Municípios
A escolha dos 50 municípios foi baseada no Mapa do Turismo Brasileiro e em indicadores relacionados à atividade turística, como o Índice Geral dos Municípios – ranking que categoriza os destinos a partir da análise de 70 indicadores, distribuídos em dez dimensões relacionadas ao turismo.
O ministro destaca que a abrangência nacional da pesquisa busca considerar as diferenças entre os destinos brasileiros.
“A gente leva em consideração os indicadores que nós temos nos Índices Gerais dos Municípios e a participação na atuação turística. Então, é importante destacar que é uma pesquisa nacional. O Brasil é um país continental, com várias demandas, belezas naturais, vários tipos de turismo, então é uma pesquisa bastante abrangente. Muito vai ser discutido e cinquenta municípios do nosso país estão sendo escolhidos nesse momento”, ressalta.
A seleção reúne cidades das cinco regiões e inclui destinos como Ananindeua (PA), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Conforme o MTur, a expectativa é ampliar a participação dos municípios posteriormente.
Pesquisa
A pesquisa integra as ações do Observatório Nacional de Turismo Sustentável e é coordenada pela Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT), que é responsável pelo planejamento metodológico, coordenação da coleta de dados e consolidação dos resultados.
A expectativa do MTur é de que os dados contribuam para identificar padrões de comportamento dos visitantes e orientar ações voltadas ao desenvolvimento dos destinos.
Também estão previstos workshops nas cinco regiões do país e uma conferência nacional até o primeiro semestre de 2027. O objetivo será apresentar a metodologia e compartilhar conhecimentos relacionados ao levantamento.
A proposta é que informações sobre o perfil e o comportamento dos visitantes possam ajudar a direcionar investimentos e estratégias para o setor, com impactos sobre pequenas e grandes empresas, além dos trabalhadores que integram a cadeia produtiva do turismo.
O ministério também aponta a pesquisa como instrumento para apoiar o desenvolvimento econômico dos destinos e a preservação do patrimônio natural e cultural do país.
A coleta da Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) é realizada por pesquisadores capacitados e identificados por crachá, em pontos de circulação e concentração de visitantes. Estão aptos a participar do estudo turistas brasileiros e estrangeiros com 18 anos ou mais. É necessário não ser residente do município pesquisado e ter realizado ou pretendido realizar ao menos uma pernoite no destino durante a viagem.
Lista dos municípios onde as pesquisas serão aplicadas
Funarte: conheça história e atuação da Fundação Nacional de Artes
Vinculada ao Ministério da Cultura, a instituição trabalha com artes visuais, circo, dança, música e teatro
A Fundação Nacional de Artes, a Funarte, atua há cinco décadas no desenvolvimento das artes brasileiras. Vinculada ao Ministério da Cultura, a instituição trabalha com artes visuais, circo, dança, música e teatro.
Sua trajetória começou em 1975, com a missão de incentivar e apoiar as atividades artísticas em todo o país. Inicialmente, a atuação estava concentrada principalmente na música e nas artes plásticas, hoje compreendidas no campo das artes visuais.
Ao longo do tempo, a Fundação passou por mudanças administrativas e ampliou suas áreas de atuação. Hoje, a Funarte realiza chamadas públicas, apoia a circulação de obras e promove atividades de formação e intercâmbio.
Também mantém teatros, espaços culturais e acervos, além de desenvolver ações de cooperação internacional.
O Centro de Documentação e Pesquisa da Fundação reúne mais de um milhão de itens relacionados às artes e à história da instituição.
Em 2026, o centro ganhou uma sede própria em um casarão tombado no Rio de Janeiro.
Na formação artística, a Funarte mantém a Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha, criada em 1982.
A escola oferece um curso técnico de dois anos, com bolsas de estudo, em parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro.
Entre as iniciativas da Fundação está o Programa Funarte de Difusão Nacional, voltado à circulação de produções e ao intercâmbio entre diferentes territórios.
Já o Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas contempla grupos, coletivos, espaços e eventos que desenvolvem atividades regulares.
A Fundação também coordena a implementação da Política Nacional das Artes, instituída em 2026.
A política busca ampliar o acesso e promover o direito da população às artes.
Suas diretrizes incluem a diversidade cultural, a liberdade de criação, a inclusão e a acessibilidade.
As chamadas públicas, os serviços e as informações sobre os espaços culturais estão disponíveis em gov.br/funarte.
Ofício das Baianas de Acarajé mantém vivos saberes de matriz africana transmitidos entre gerações
Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2005, o ofício reúne conhecimentos sobre o preparo dos alimentos, a religiosidade, as roupas tradicionais e a venda em tabuleiro
O Ofício das Baianas de Acarajé mantém vivos saberes de matriz africana transmitidos entre gerações. Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2005, o ofício reúne conhecimentos sobre o preparo dos alimentos, a religiosidade, as roupas tradicionais e a venda em tabuleiro.
Preparado com feijão-fradinho e frito no azeite de dendê, o acarajé tem origem na África Ocidental. Os conhecimentos sobre seu preparo chegaram ao Brasil com africanos escravizados. Esses saberes foram preservados principalmente por mulheres negras.
O alimento também mantém vínculos com as religiões de matriz africana e com práticas do candomblé.
Nas ruas, praças, feiras e festas populares, os tabuleiros reúnem acarajé, abará, cocadas, mingaus e outras preparações da culinária afro-brasileira.
Cada elemento faz parte dessa tradição, da escolha dos ingredientes à organização do tabuleiro.
O aprendizado acontece entre familiares e também na troca de conhecimentos com outras baianas.
Em 2022, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou a revalidação do título. A decisão também ampliou a abrangência do registro para todo o território nacional, onde a prática tenha sido ou venha a ser identificada. As ações de salvaguarda buscam apoiar a continuidade do ofício e a transmissão dos conhecimentos às próximas gerações.
A participação das próprias baianas faz parte desse processo de preservação.
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