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MICSUL 2026: confira os empreendedores culturais e criativos habilitados para integrar a delegação brasileira

63 habilitados representam diferentes segmentos da Economia Criativa e todas as regiões do país.

MICSUL 2026: confira os empreendedores culturais e criativos habilitados para integrar a delegação brasileira

O resultado final da fase de habilitação do Chamamento Público nº 08/2026 para o Mercado das Indústrias Culturais do Sul (MICSUL 2026), já está publicado. Foram selecionados 65 empreendedores culturais e criativos para integrar a delegação brasileira, dos quais dois proponentes desistiram na etapa de habilitação e foram substituídos pelos suplentes.

Os habilitados representam diferentes segmentos da Economia Criativa e todas as regiões do país.

Confira a lista dos habilitados

Proponente

Empreendimento representado

Ado Viana

Mobox Produções Ltda.

Alex Lima

FILO – Festival Internacional de Londrina / Usina Cultural

Alina Maria do Amaral Lima Tenorio

Alina Amaral

Ana Cristina Dias

ELA – Encontro Latinoamericano de Teatro de Minas Gerais

Ana Laura Meneses Canedo

Shiva Cultural Ltda.

Ana Luiza Gern

Ana Gern: Design feito à mão

Anair Lima Gonçalves

ÍNARU ÉYAWA

Andrey do Amaral

Pergunta Fixar Editora Produtora de Arte, Educação e Cultura LTDA-ME

Armênia Rocha

Iara G R Viana Luminarias ME

Arthur Moura

Coletivo Cida – Coletivo Independente Dependente de Artistas

Bruno Zanoni dos Santos

Grupo Stenna

Caio Hudson Morais Silva

Itsy Bitsy Game Studio

Camila Loren dos Santos Galvão

Atelier Camila Loren

Camila Nunes

Lanterna Mágica: Festival Internacional de Animação de Goiânia

Camilla da Rocha Campos

Fundação Eva Klabin Rapaport para Fins Culturais

Carolina Herszenhut

Aborda Produções Culturais Ltda.

Dane Nazareno

Cacuri Cultural

Danielle Pampolha Roveré

Editora Azul de Saturno

Dannoelly Chistinnny Silva Cardoso

Danno Artes

Dayana Silva Rodrigues Cabral

Nalimo

Diego Coiro Tortorelli

Mapa Produtora

Ester Menezes

Coletivo Moingobé

Felipe Fiuza

Felipe Fiuza Cardoso

Fernando Stefano

Alopra Estudio Ilustrações e Animações Ltda. – ME

Gilmar Kaminski

Súbita Companhia de Teatro

Gislaine Vieira da Silva

Artesã.kaingang

Giusy De Luca

Mucha Tinta

Guilherme Haenisch

NAT20 Games Ltda.

Gustavo Macedo Freitas

Saturno Cultural

Hulda Rode Alves Amaral

Escreva Editora e Livraria Ltda.

Iassonara de Oliveira Veríssimo

APORI – Associação dos Povos Originários

Janaina Lobo Gonçalves

JUNTA Festival – Dança e Contemporaneidade

Jeft Dias

Instituto Psica

José Lucio Mattos da Gama

Ikone Soft Programas de Computador Ltda. (ICON Games)

Juliana Bordallo

Bordallo Cultural

Kaji Waurá

Arte Kamaluhai Yerupoho

Karla Alessandra Florencio Suarez

ColetivA DELAS

Leda Simone da Costa Alves

Rome Feiras e Produções Ltda.

Lídia Abrahim

SEIVAMAZON Design

Luana Kayodè

AfrontArt – Quilombo Digital de Artes

Lucimar Maldonado Silva

FIBRA MORENA

Mabelly Venson

Toma Aí Um Poema

Márcio Melo da Silva Muhlstedt

FESEEE – Federação Sergipana do Estado de Sergipe de Esporte Eletrônico

Maria de Fatima Pontes

Grande Circo Arraial – Escola Pernambucana de Circo

Marina Anderle Giongo

CÓS Costura Consciente e Design Sustentável

Marina Bigardi

Leste

Marlice Machado de Oliveira

Marlice Machado de Oliveira

Marlone Santana

Serigy Comics

Matheus José da Silva

Editora Vecchio

Nadia Maria Ferreira de Sousa

Mercúrio – Gestão, Produção e Ações Colaborativas

Paulo Zé Barcellos Filho

Festival Morrostock – Nomad Produções Ltda.

Rafael dos Reis Fernandes

Quafá Produções

Rafael Fernandes

Maniva Studio

Rafael Vieira Bragança

Instituto dos Sonhos

Raphael Gustavo da Silva

É Nóis Ki Tá Produções

Renée Chalu

Se Rasgum Produções

Shirlei Arara

IS KARO

Tainah Fagundes

Da Tribu

Taís Rocha Ribeiro

Aimotech Game Studio

Tathi Carla Almeida

Abebe Films CO Ltda.

Tiago Alchuffi

Thear

Vanderley Pinheiro

Associação dos Artistas Circenses do Amazonas

Valtemir Cedro

Sem Fronteiras Cultura Viva Ltda.

Walter Luiz Jardim Rodrigues

Editora Itacaiúnas

Wes Gama

Wes Gama Ltda.

Preparação para o MICSUL

Antes da realização do mercado, os integrantes da delegação brasileira participarão de atividades de preparação promovidas pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Economia Criativa.

A primeira reunião da delegação está prevista para a próxima semana, em formato on-line. A partir da segunda quinzena de outubro, serão iniciadas as capacitações prévias, com conteúdos voltados à participação no mercado internacional, incluindo negociação, apresentação de portfólio, estratégias de comercialização, formação de redes e cooperação internacional.

Sobre o MICSUL

O Mercado das Indústrias Culturais do Sul (MICSUL) 2026 será realizado de 19 a 22 de novembro, em Assunção, no Paraguai.

O evento reúne empreendedores culturais e criativos de diferentes países em atividades de formação, intercâmbio, networking e negócios. A programação inclui conferências, palestras, painéis, pitchings, oficinas, rodadas de negócios e showcases.

A delegação brasileira participará das atividades formativas e das rodadas de negócios, ampliando as possibilidades de intercâmbio e circulação internacional de bens e serviços culturais.

Acompanhe os chamamento público para o MICSUL 2026

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Ancine adota Malha Fina como modelo permanente de análise de prestações de contas

Modelo reconhecido pelo TCU como boa prática de gestão se consolida e entra em sua 3ª fase

Ancine adota Malha Fina como modelo permanente de análise de prestações de contas

Ancine aprovou a institucionalização do Malha Fina como modelo permanente de análise de prestações de contas de projetos audiovisuais financiados com recursos públicos geridos pela Agência. Em conjunto com a análise manual, o modelo passa a integrar de forma permanente os procedimentos de análise da Ancine, com avaliação anual dos ciclos e dos conjuntos de projetos a serem submetidos à metodologia.

A decisão também autoriza a aplicação do Malha Fina no ciclo 2025-2026, dando continuidade à estratégia de modernização e aumento da eficiência das análises.

O novo ciclo de aplicação do Malha Fina alcança 499 projetos, correspondentes a aproximadamente R$ 710 milhões em recursos captados ou contratados.

Desenvolvido pela Ancine em parceria com a Controladoria-Geral da União – CGU, o Malha Fina adota uma abordagem híbrida, combinando critérios de materialidade, análise de riscos, trilhas automatizadas, modelo preditivo e análises individualizadas, de acordo com as características dos projetos.

O modelo preserva tanto a verificação do cumprimento do objeto quanto os controles sobre a execução financeira, combinando procedimentos automatizados e análises individualizadas e mantendo a capacidade da Ancine de identificar irregularidades e adotar, quando cabíveis, as medidas de responsabilização.

O aprimoramento dos procedimentos de análise e fiscalização também integra a Agenda Regulatória da Ancine, a exemplo da revisão do procedimento de análise do cumprimento do objeto dos projetos audiovisuais.

Consolidação de resultados

Os resultados acumulados demonstram a dimensão da transformação. Entre 2024 e 2026, aproximadamente 6,1 mil prestações de contas foram analisadas e concluídas, permitindo superar cerca de 90% do passivo histórico. A mudança de metodologia representou uma redução equivalente a mais de 40 anos de trabalho manual, quando comparada aos modelos anteriores, e uma economia estimada superior a R$ 1,5 bilhão em custos administrativos evitados.

O passivo ativo foi reduzido para 619 processos, com estimativa de conclusão em pouco mais de três anos.

O avanço alcançado pela Ancine também foi registrado pelo Tribunal de Contas da União – TCU. No Acórdão nº 726/2026-TCU-Plenário, o Tribunal reconheceu o Malha Fina como boa prática de gestão e destacou a combinação do modelo preditivo de aprendizado de máquina, da priorização por materialidade financeira e dos controles por trilhas automatizadas como uma abordagem moderna, transparente e baseada em risco. O TCU registrou, ainda, que a Agência analisou, em 2024 e 2025, mais processos do que nos 15 anos anteriores somados.

A institucionalização estrutura o Malha Fina, inicialmente concebido para o enfrentamento do passivo histórico, como modelo permanente de análise das prestações de contas da Ancine, em conjunto com a análise manual e em constante avaliação e aprimoramento. Novos conjuntos de projetos serão tratados periodicamente com base em risco e materialidade, e os resultados de cada ciclo serão utilizados para avaliar o desempenho dos instrumentos empregados e subsidiar ajustes nos ciclos seguintes.

A medida consolida uma mudança estrutural na gestão das prestações de contas da Ancine: o uso de tecnologia, dados e análise de riscos para ampliar a capacidade de controle, reduzir o tempo de análise e concentrar o esforço técnico nos processos que demandam maior aprofundamento.

Transparência

A Ancine disponibiliza um painel interativo com informações detalhadas sobre o andamento e os resultados do Malha Fina, permitindo consultas públicas com filtros específicos e reforçando seu compromisso com a transparência e a governança.

Consulte o painel do Malha Fina.

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CNIC aprova 153 projetos culturais e autoriza captação de R$ 522,8 milhões pela Lei Rouanet

376ª reunião ordinária ocorreu em formato virtual e também abordou ações de sustentabilidade ambiental no setor cultural

CNIC aprova 153 projetos culturais e autoriza captação de R$ 522,8 milhões pela Lei Rouanet

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) aprovou, nesta quinta-feira (15), 153 projetos culturais e autorizou a captação de R$ 522,8 milhões por meio da Lei Rouanet. As propostas contemplam iniciativas de diferentes segmentos culturais, como música, audiovisual, patrimônio histórico e festivais. Realizada em formato virtual pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), a 376ª reunião ordinária do colegiado também abordou ações de sustentabilidade ambiental no setor cultural.

Entre as propostas aprovadas, está a quinta edição do Brasília Moto Festival, evento gratuito que reúne apresentações musicais, performances artísticas, exposições e oficinas de artesanato durante quatro dias na capital federal. A programação busca ampliar o acesso à cultura, valorizar artistas e produtores locais e estimular a economia criativa do Distrito Federal.

Na área musical, o colegiado aprovou o projeto Concertos para Uberlândia – Temporada 2026, em Minas Gerais, que prevê apresentações de músicos nacionais e internacionais, atividades educativas, palestras e aulas de aperfeiçoamento para estudantes e jovens instrumentistas. A iniciativa também contempla apresentações adaptadas para pessoas com deficiência auditiva e ações beneficentes destinadas a instituições sociais do município.

Outra proposta contemplada foi a 22ª edição do Festival Internacional de Música de Santa Catarina (Femusc), em Jaraguá do Sul (SC). Considerado um dos principais festivais-escola de música erudita da América Latina, o evento oferece formação musical gratuita em diferentes níveis de aprendizagem, além de concertos abertos ao público em teatros, hospitais, praças e outros espaços. A programação abrange música orquestral, canto lírico, quartetos de cordas, música popular brasileira e iniciação musical para crianças e adolescentes.

Na área do patrimônio cultural, a CNIC autorizou o projeto de reparo e manutenção da Igreja do Espírito Santo, em Blumenau (SC), tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A proposta prevê serviços de conservação preventiva e pequenos reparos destinados à preservação das características históricas da edificação, além da realização de concertos musicais gratuitos e acessíveis no templo.

O audiovisual também esteve representado entre as aprovações, com a 6ª Mostra de Cinema Contemporâneo do Nordeste, prevista para Feira de Santana (BA). O evento terá seis dias de programação gratuita, com exibição de curtas e longas-metragens produzidos na região, seminários, oficinas voltadas a estudantes da rede pública e atividades de orientação para a elaboração de roteiros cinematográficos.

Cultura e clima

A reunião abordou ainda os trabalhos do Grupo de Trabalho (GT) Cultura e Clima, que atua na elaboração de um repertório de ações climáticas voltadas aos projetos culturais. A iniciativa busca identificar práticas que contribuam para a redução dos impactos ambientais, a adaptação às mudanças climáticas e o fortalecimento da sustentabilidade no setor cultural. Entre os aspectos considerados estão a gestão de resíduos, o uso eficiente de recursos naturais, a mobilidade sustentável e a educação ambiental. O levantamento, ainda em desenvolvimento, considera as diferentes características e etapas de execução dos projetos culturais, com o objetivo de subsidiar futuras orientações para a incorporação de práticas sustentáveis nas atividades financiadas por mecanismos de fomento à cultura.

Sobre a CNIC

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) é um órgão colegiado de caráter consultivo que integra a estrutura de gestão da Lei Rouanet. Formada por representantes do poder público, do setor cultural e de entidades da sociedade civil, a comissão analisa projetos culturais submetidos ao mecanismo de incentivo fiscal e emite pareceres técnicos que subsidiam as decisões do Ministério da Cultura.

A atuação do colegiado também compreende a avaliação do enquadramento das propostas nas regras do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme os critérios estabelecidos pela legislação. A aprovação dos projetos autoriza os proponentes a buscar patrocínios e doações incentivados, sem representar a transferência automática dos valores aprovados. Para a execução das iniciativas, os responsáveis devem captar os recursos junto a pessoas físicas e jurídicas, observadas as condições previstas na Lei Rouanet.

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ApexBrasil aproxima produtoras brasileiras de parceiros internacionais na Mostra de Cinema de São Paulo

Espaço promoverá encontros comerciais entre empresas nacionais e representantes de outros países para estimular negócios e parcerias no VI Encontro de Ideias Audiovisuais

ApexBrasil aproxima produtoras brasileiras de parceiros internacionais na Mostra de Cinema de São Paulo

Empresas brasileiras do setor audiovisual poderão negociar projetos e prospectar parcerias internacionais durante a 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, realizada de 14 a 29 de outubro. Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  organizou o ApexBrasil Business Hub, espaço voltado a reuniões de negócios e ao contato com delegações estrangeiras, como parte da programação do VI Encontro de Ideias Audiovisuais.

O intuito da iniciativa é ampliar as oportunidades de negócios em áreas como produção, distribuição, coprodução e prestação de serviços especializados. De acordo com a Agência, estão previstas delegações do Reino Unido, da China, da Argentina e da França, que poderão conhecer projetos e empresas brasileiras.

A diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, enfatiza que a expectativa é que as produtoras brasileiras sejam contempladas com negócios internacionais.

“Queremos transformar a presença de profissionais internacionais na mostra em oportunidades concretas para o audiovisual brasileiro. Nosso objetivo é criar um ambiente em que as empresas possam apresentar seus projetos, identificar parceiros e estabelecer conexões que resultem em novos negócios”, afirma.

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A Mostra reúne filmes de diferentes países e promove discussões sobre tendências, narrativas e mudanças no setor cinematográfico. O VI Encontro de Ideias Audiovisuais, por sua vez, terá atividades voltadas ao mercado e à criação de novas parcerias.

Audiovisual também movimenta exportações de serviços

A programação contará ainda com um painel da ApexBrasil sobre a contribuição do audiovisual para a balança comercial brasileira. A Agência destaca que o setor não se limita à venda de filmes e séries, já que também envolve serviços de distribuição, coprodução, tecnologia, locações e infraestrutura para filmagens. Essas atividades, segundo a ApexBrasil, podem gerar empregos qualificados e receitas provenientes do exterior.

“O audiovisual é uma indústria criativa, mas também é uma indústria de serviços, tecnologia e negócios internacionais. Quando uma produção estrangeira encontra no Brasil profissionais, infraestrutura, locações e empresas capazes de atender às suas necessidades, estamos falando também de exportação de serviços e de geração de valor para a economia brasileira”, afirma Maria Paula.

A participação na mostra faz parte da estratégia da ApexBrasil para ampliar a presença da economia criativa brasileira no mercado internacional. O intuito é fortalecer a atuação do país tanto na produção de conteúdo quanto no desenvolvimento de parcerias para projetos audiovisuais em âmbito global.
 

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