O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (3) em alta no interior do Paraná, como também no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve reajuste de 0,48% e é negociado a R$ 136,04; na segunda, o ajuste foi de 0,19%, com a mercadoria cotada a R$ 142,02.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ
Data
Valor R$*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$*
02/12/2025
136,04
0,48%
-0,02%
25,51
01/12/2025
135,39
-0,50%
-0,50%
25,26
28/11/2025
136,07
0,10%
1,86%
25,52
27/11/2025
135,93
0,14%
1,76%
25,39
26/11/2025
135,74
0,04%
1,62%
25,44
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ
Data
Valor R$*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$*
02/12/2025
142,02
0,19%
0,06%
26,64
01/12/2025
141,75
-0,13%
-0,13%
26,45
28/11/2025
141,94
0,03%
1,47%
26,62
27/11/2025
141,90
0,14%
1,44%
26,50
26/11/2025
141,70
0,44%
1,30%
26,55
Trigo
O preço do trigo, por sua vez, registra recuo de 0,51% no Paraná e levíssima alta de 0,09% no Rio Grande do Sul.No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.186,84, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.029,57.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ
Data
Valor R$/t*
Var./Dia
Var./Mês
Valor US$/t*
02/12/2025
1.186,84
-0,51%
-0,61%
222,59
01/12/2025
1.192,98
-0,10%
-0,10%
222,61
28/11/2025
1.194,15
-0,31%
0,05%
223,96
27/11/2025
1.197,89
-0,21%
0,36%
223,74
26/11/2025
1.200,39
0,07%
0,57%
224,96
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Inadimplência das empresas segue em nível recorde e dívidas alcançam R$ 229,9 bilhões
Levantamento da Serasa Experian mostra que mais de 9 milhões de empresas estavam negativadas em maio
Índice
O número de empresas inadimplentes no Brasil permaneceu em patamar recorde em maio de 2026, segundo o mais recente Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Divulgado no início do mês de julho, o levantamento revela que mais de 9 milhões de CNPJs estavam negativados no quinto mês do ano, enquanto o estoque de dívidas atingiu R$ 229,9 bilhões, o maior volume da série histórica.
Os dados mostram que cada empresa inadimplente acumulava, em média, 7,3 dívidas, com dívida média de R$ 25.494,08 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,52 por débito. Em comparação com maio de 2025, quando havia 7,7 milhões de empresas negativadas, o número avançou para 9 milhões, evidenciando o agravamento da inadimplência empresarial ao longo de um ano.
Além do aumento no número de empresas com restrições, o total de dívidas negativadas também cresceu, passando de 56 milhões, em maio de 2025, para 65,4 milhões em maio deste ano.
Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o cenário revela uma mudança na dinâmica da inadimplência. “O dado chama atenção não apenas pela manutenção da inadimplência em um patamar recorde, mas também pelo avanço do volume financeiro das dívidas. Isso mostra que o desafio das empresas não está apenas em evitar a negativação, mas principalmente em conseguir reduzir o passivo acumulado.”
Ela explica que a combinação entre juros elevados, crédito restritivo e desaceleração da atividade econômica dificulta a recomposição do caixa das empresas e compromete a capacidade de pagamento.
Serviços lideram entre as empresas inadimplentes
O setor de serviços concentrou a maior parcela das empresas negativadas em maio, respondendo por mais da metade dos casos.
Participação por setor:
Serviços: 55,6%
Comércio: 32,3%
Indústria: 8,1%
Setor primário: 0,9%
Demais segmentos: participação residual.
Para Camila Abdelmalack, a desaceleração econômica passou a afetar também a geração de receitas das empresas. “Até recentemente, a principal pressão vinha da estrutura de custos e das condições de financiamento. Agora, começamos a observar também um ambiente menos favorável para a geração de receita, o que torna a regularização financeira ainda mais lenta.”
Origem das dívidas
O levantamento mostra que as pendências financeiras estão distribuídas entre diferentes segmentos da economia, indicando dificuldades na manutenção das operações e do capital de giro.
Origem das dívidas negativadas:
Serviços: 31,5%
Bancos e cartões: 19,5%
Cooperativas: 8,6%
Utilities (água, energia e gás): 6,9%
Telefonia: 5,7%
Outros segmentos: 27,8%
Sudeste concentra maior número de empresas negativadas
Regionalmente, o Sudeste segue liderando o número de empresas inadimplentes, reflexo da elevada concentração de negócios na região.
Os estados com maior quantidade de CNPJs negativados foram:
São Paulo: 3.094.295 empresas
Minas Gerais: 887.261
Rio de Janeiro: 869.138
Paraná: 593.565
Rio Grande do Sul: 522.521
Micro e pequenas empresas seguem como maioria
As micro e pequenas empresas continuam representando a maior parte da inadimplência empresarial no país.
Em maio, o segmento somou:
8,5 milhões de empresas negativadas;
59 milhões de dívidas;
R$ 198,8 bilhões em débitos.
Na média, cada empresa desse grupo acumulava 6,9 contas em atraso, com dívida média de R$ 23.177,51 e ticket médio de R$ 3.369,41.
Para Camila Abdelmalack, o acúmulo de diversas pendências financeiras dificulta a recuperação desse segmento, que possui menor capacidade de acesso ao crédito e menor folga de caixa.
Cenário exige atenção
Os números reforçam que a inadimplência empresarial permanece como um dos principais desafios da economia brasileira em 2026. Embora o total de empresas negativadas tenha se estabilizado em torno de 9 milhões desde abril, o crescimento contínuo do volume financeiro das dívidas indica que a regularização das pendências ainda ocorre de forma lenta.
Na avaliação da Serasa Experian, a combinação entre juros elevados, crédito mais seletivo e atividade econômica moderada continua pressionando principalmente os pequenos negócios, responsáveis pela maior parcela das empresas inadimplentes no país.
O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.298.261.936, em meio a 3.119.382 negócios
Índice
O principal índice da bolsa brasileira (Ibovespa) fechou a segunda-feira em queda de 0,93%, cotado aos 172.448 pontos.
O recuo foi apenas um movimento natural de investidores vendendo ações para garantir lucros, e não uma mudança de rumo do mercado.
A bolsa segue sem grandes novidades para engrenar uma alta desde o fim de maio.
Essa estabilidade ocorre por conta da expectativa de juros estáveis nos Estados Unidos e da aproximação das eleições.
Maiores altas e quedas
Ações em alta no Ibovespa
Grupo Toky SA (TOKY3F) +33,33%
Sequoia Logística e Transportes SA (SEQL3) +16,67%
Ações em queda no Ibovespa
Gafisa S.A. (GFSA3) −31,00%
Gafisa S.A. (GFSA3F) −28,71%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.292.907.250, em meio a 3.119.382 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após queda de 0,07%
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88
Índice
O dólar fechou a segunda-feira em queda de 0,7%, cotado a R$ 5,13. Com esse recuo, a moeda americana atingiu o seu menor valor em duas semanas e meia, interrompendo uma sequência de altas recentes.
A desvalorização da moeda foi motivada pelo otimismo do mercado após o Boletim Focus revisar para baixo as projeções de inflação no Brasil, o que sinaliza uma melhora na economia doméstica.
No fim da tarde, o índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, operava estável aos 100,87 pontos.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
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