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Economia

Soja e trigo: confira os preços dos grãos para esta quinta-feira (22)

Soja e trigo registram queda nos preços no Paraná e no Rio Grande do Sul

Soja e trigo: confira os preços dos grãos para esta quinta-feira (22)

A saca de 60 quilos da soja inicia a terça-feira (20) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No interior paranaense, o grão apresenta recuo de 0,83%, com a saca negociada a R$ 152,13. Em Paranaguá, desvalorização de 1,46%, levando a cotação para R$ 146,18.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/10/2026 146,18 -1,46% -5,64% 29,07
20/10/2026 148,34 0,20% -4,24% 29,54
19/10/2026 148,04 -0,49% -4,43% 29,33
16/10/2026 148,77 0,04% -3,96% 29,31
15/10/2026 148,71 -0,03% -4,00% 29,17

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/10/2026 152,13 -0,83% -5,84% 30,26
20/10/2026 153,40 -0,54% -5,05% 30,55
19/10/2026 154,24 -0,24% -4,53% 30,56
16/10/2026 154,61 -0,06% -4,30% 30,47
15/10/2026 154,70 0,27% -4,25% 30,35

 

Trigo

Preço do trigo recua no Rio Grande do Sul e no Paraná. 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.560,04. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.473,40.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL

  Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
21/10/2026 1.473,40 -0,12% 1,57% 293,04
20/10/2026 1.475,23 0,00% 1,70% 293,81
19/10/2026 1.475,23 -0,51% 1,70% 292,30
16/10/2026 1.482,72 1,56% 2,21% 292,16
15/10/2026 1.459,99 -0,39% 0,65% 286,38

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
21/10/2026 1.560,04 -0,21% 1,02% 310,27
20/10/2026 1.563,34 -0,12% 1,23% 311,36
19/10/2026 1.565,19 -0,38% 1,35% 310,12
16/10/2026 1.571,18 -0,19% 1,74% 309,59
15/10/2026 1.574,15 0,24% 1,93% 308,78

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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Economia

Tarifaço dos EUA afeta 1.135 municípios, aponta estudo da CNM

Dados da Confederação Nacional de Municípios mostram que 271 cidades chegaram a zerar vendas para o mercado norte-americano; prejuízos chegam a R$ 66,8 bi para os municípios, com maiores retrações em cadeias produtivas do petróleo, café, suco de laranja, ferro-gusa e silvicultura

Tarifaço dos EUA afeta 1.135 municípios, aponta estudo da CNM

O tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros afetou as exportações de 1.135 municípios entre agosto de 2025 e julho de 2026, com prejuízos estimados em R$ 66,8 bilhões para as economias locais. Os dados integram um  levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) que aborda os efeitos do tarifaço americano nas exportações das cidades nos últimos 12 meses. 

A entidade afirma que o período registrou o menor nível de exportações brasileiras para o mercado norte-americano desde 2021. Entre os setores mais afetados estão as cadeias produtivas do petróleo, café, suco de laranja, ferro-gusa e silvicultura.

Segundo o estudo, 271 municípios chegaram a zerar as vendas para os Estados Unidos. Antes do anúncio das tarifas, a entidade pontua que essas localidades registravam receitas de R$ 588 milhões com as exportações para o país. Outros 864 municípios também sofreram impactos, com queda média de 30% no valor exportado.

O levantamento aponta ainda que 657 municípios, o equivalente a 58% do total afetado, não conseguiram compensar a perda de negócios com os norte-americanos por meio de outros parceiros comerciais. Os impactos mais severos foram registrados, principalmente, em municípios de pequeno porte, que enfrentam maiores dificuldades para substituir os mercados compradores.

Setores mais afetados

Entre as cadeias produtivas analisadas, os cinco segmentos com maiores impactos acumulados registraram perdas que somam US$ 1 bilhão, conforme o levantamento.

No setor petrolífero, a redução das receitas foi acompanhada por uma queda de 28% no volume exportado. No caso do café, o volume embarcado diminuiu 43% no período analisado.

Já as exportações de suco de laranja apresentaram uma redução de 33,7% no preço médio, apesar do crescimento de 13,6% na quantidade exportada. As cadeias do ferro-gusa e da silvicultura também registraram retrações, tanto nas quantidades comercializadas quanto nos preços médios dos produtos.

Diversificação comercial

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, os efeitos das barreiras comerciais podem se prolongar e comprometer a arrecadação municipal e a manutenção dos empregos. Ele defende a diversificação dos mercados como estratégia para reduzir a dependência das exportações destinadas a um único país.

“O protecionismo, as barreiras sanitárias e as tensões geopolíticas globais tendem a gerar efeitos duradouros. Para proteger a arrecadação e garantir a manutenção dos empregos locais, é necessário reduzir a dependência de um único comprador, fortalecendo a diversificação produtiva e comercial no mercado interno e com novos parceiros internacionais”, avalia.

Na avaliação de Ziulkoski, essa estratégia pode contribuir para ampliar a resiliência dos municípios, especialmente daqueles mais vulneráveis às oscilações nas exportações.
 

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Economia

Projeto permite que pequenos municípios inadimplentes mantenham convênios com a União

A proposta, que aguarda análise no Plenário da Câmara dos Deputados, altera a Lei de Responsabilidade Fiscal e abrange cidades com menos de 50 mil habitantes que ultrapassarem os limites de gastos com pessoal ou de endividamento

Projeto permite que pequenos municípios inadimplentes mantenham convênios com a União

Pequenos municípios com pendências fiscais poderão continuar firmando convênios com o governo federal, mesmo que estejam inadimplentes. É o que prevê o Projeto de Lei Complementar (PLP) 190/2019, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000). A proposta aguarda análise do Plenário da Câmara dos Deputados, após passar pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Segundo o especialista em orçamento público Cesar Lima, a medida diferencia a assinatura dos convênios do recebimento dos recursos financeiros. Na prática, a inadimplência não impediria a formalização do acordo, mas os repasses ficariam condicionados à regularização das pendências.

“Ele permite que o ente subnacional formalize um instrumento, contudo, condiciona que as parcelas financeiras oriundas desse instrumento só sejam repassadas ao ente no momento em que ele regularizar a sua situação de inadimplência. Alguns órgãos já vêm tomando esse entendimento como padrão e outros não. Então, se aprovado, vai uniformizar esse entendimento”, explica.

Manutenção de convênios

O projeto estabelece regras específicas para municípios com menos de 50 mil habitantes que ultrapassarem os limites legais de despesa com pessoal ou de dívida consolidada. O objetivo é evitar que essas cidades percam a oportunidade de firmar convênios e executar obras ou projetos por causa de restrições fiscais.

VEJA MAIS:

Lima explica que, pelas regras atuais, a impossibilidade de celebrar um convênio pode fazer com que o município perca definitivamente o acesso a recursos previstos em um orçamento anterior, mesmo que regularize sua situação posteriormente.

“Hoje, se um ente subnacional fica impedido de conveniar por uma situação de inadimplência, vamos supor que vire o ano e ele perca aquele recurso que ele poderia ter conseguido para a realização de algum projeto, alguma obra no seu território, ele vai ter uma penalização perpétua, porque ele não consegue mais aquele recurso, uma vez que era de um orçamento passado. Então, esse PLP faz com que essa penalização não mais ocorra. O município pode conveniar e fica condicionado o recebimento dos recursos financeiros ao ajuste dessas inadimplências”, enfatiza Lima.

Entre as medidas previstas, o texto estabelece um prazo de um ano antes da inscrição do pequeno município no Cadastro Único de Convênios (Cauc), caso sejam ultrapassados os limites relativos à despesa total com pessoal ou à dívida consolidada. Durante esse período, também fica vedada a suspensão das transferências voluntárias da União para o município inadimplente.
 

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Economia

Café, açúcar e milho: confira cotações para esta quinta-feira (22)

Café arábica e robusta registram alta, enquanto açúcar cristal e milho apresentam queda nos preços

Café, açúcar e milho: confira cotações para esta quinta-feira (22)

O preço do café arábica abre esta quinta-feira (22) em alta de 0,67%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.620,92 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve valorização de 0,09%, sendo comercializado a R$ 968,87.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
21/10/2026 1.620,92 0,67% 2,79% 322,38
20/10/2026 1.610,14 0,20% 2,11% 320,68
19/10/2026 1.606,94 0,36% 1,91% 318,39
16/10/2026 1.601,25 1,52% 1,55% 315,52
15/10/2026 1.577,21 0,38% 0,02% 309,38

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
21/10/2026 968,87 0,09% -1,68% 192,69
20/10/2026 967,97 -0,54% -1,78% 192,78
19/10/2026 973,27 1,04% -1,24% 192,84
16/10/2026 963,28 -0,50% -2,25% 189,81
15/10/2026 968,10 -0,47% -1,76% 189,90

 

O preço do açúcar cristal apresenta leve baixa de 0,06% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 125,59. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/10/2026 125,59 0,06% 3,69% 24,98
20/10/2026 125,52 -0,08% 3,63% 25,00
19/10/2026 125,62 -0,10% 3,72% 24,89
16/10/2026 125,74 0,85% 3,81% 24,78
15/10/2026 124,68 0,60% 2,94% 24,46

 

Em Santos (SP), houve desvalorização de 0,30%, e a mercadoria é negociada a R$ 135,37 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal – Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/10/2026 135,37 -0,30% 7,76% 26,93
20/10/2026 135,78 -1,11% 8,09% 27,08
19/10/2026 137,30 -0,87% 9,30% 27,15
16/10/2026 138,50 -0,10% 10,25% 27,25
15/10/2026 138,64 0,89% 10,36% 27,44

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,30 após desvalorização de 0,06%.
 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/10/2026 64,30 -0,06% -6,36% 12,79
20/10/2026 64,34 -0,62% -6,31% 12,81
19/10/2026 64,74 -0,17% -5,72% 12,83
16/10/2026 64,85 0,06% -5,56% 12,78
15/10/2026 64,81 -0,95% -5,62% 12,71

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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