O concurso 3724 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (01/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Três apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 597.615,34.Os bilhetes premiados foram adquiridos em Juiz de Fora (MG) e Marabá (PA).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3725, que será realizado na quinta-feira, 2 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Estados e municípios recebem mais de R$ 5,3 bilhões em royalties do petróleo
ANP finaliza repasses referentes à produção de abril de 2026, considerando os regimes de concessão, cessão onerosa e partilha
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a operacionalização da distribuição de royalties referentes à produção de abril de 2026 nos contratos sob o regime de concessão, cessão onerosa e partilha.
Os repasses totalizaram R$ 2,35 bilhões para os estados e R$ 3,02 bilhões para os municípios, beneficiando 945 cidades e dez unidades da Federação. Com a operação, foram concluídos todos os pagamentos relativos à produção do período.
Além dos estados e municípios, parte dos royalties foi destinada à União e ao Fundo Especial, de acordo com a legislação vigente.
Considerando os três regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção —, o total distribuído em royalties referente à produção de abril alcançou R$ 8,91 bilhões, destinados à União, aos estados e aos municípios.
Os valores detalhados por beneficiário, bem como as séries históricas dos repasses, estão disponíveis na página Royalties da ANP. As informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e serão publicadas em breve.
Cabe à ANP calcular, apurar e distribuir os royalties de acordo com as regras estabelecidas pelas Leis nº 7.990/1989 e nº 9.478/1997, além dos decretos que regulamentam a divisão dos recursos.
Embora não exista uma data fixa para os depósitos, a agência informa que busca dar celeridade ao processo de distribuição. Os beneficiários podem consultar valores, datas de pagamento e demais informações no portal do Banco do Brasil, na opção “ANP – Royalties da ANP”.
Resultado da lotofácil 3726: sorteio de sexta-feira (03/07/2026)
O sorteio da Lotofácil 3726 ocorre na noite desta sexta-feira (03), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
Índice
O concurso 3726 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (03/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal;
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3727, que será realizado no sábado, 4 de julho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
CNI: 97% dos industriais preveem impactos com redução da jornada de trabalho
Pesquisa mostra que 73% dos empresários rejeitam a redução da jornada por lei e alertam para aumento de custos, perda de competitividade e queda na produção
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Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 97% das indústrias brasileiras seriam impactadas por uma eventual redução da jornada de trabalho. Além disso, 73% dos empresários do setor são contrários à adoção da medida por lei.
Entre as principais preocupações apontadas pelas empresas estão o aumento dos custos, a perda de competitividade e a redução da capacidade produtiva.
Segundo a pesquisa, a jornada semanal de 44 horas é praticada por 85% das indústrias. Outras 12% adotam jornadas entre 40 e 44 horas, enquanto apenas 2% operam com jornadas de 36 a 40 horas. O restante (1%) utiliza outros modelos para os trabalhadores diretamente envolvidos na produção.
Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, esses dados mostram que uma eventual mudança na legislação teria efeitos significativos sobre a organização das cadeias produtivas, com reflexos para toda a economia.
“Esses custos tendem a se espalhar pela cadeia produtiva, afetando fornecedores, investimentos e a competitividade das empresas. E perda de competitividade significa menor capacidade de disputar mercados, produzir e crescer, o que vai se refletir na economia do país e na vida do consumidor”, alerta.
Maioria rejeita mudanças na legislação
A sondagem também investigou a percepção dos industriais sobre propostas em discussão no Congresso Nacional. Os resultados mostram ampla resistência às mudanças.
Três em cada quatro indústrias (73%) são contrárias à redução da jornada semanal de 44 para 40 horas;
Seis em cada dez empresas (57%) rejeitam o fim da escala 6×1.
Negociação coletiva
O levantamento também destaca o papel da negociação coletiva na definição da jornada de trabalho. Em 37% das empresas, a duração da jornada semanal é estabelecida por acordos entre empregadores e trabalhadores. Esse percentual chega a 40% nas médias empresas e a 39% nas grandes.
Segundo a pesquisa, 62% das indústrias avaliam que a redução da jornada ou a proibição da escala 6×1 podem comprometer benefícios previstos nesses acordos coletivos. Apenas 20% discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto os demais adotam posição neutra.
Debate técnico com responsabilidade
Ricardo Alban defende que a discussão sobre a redução da jornada e o fim da escala 6×1 seja conduzida com profundidade, responsabilidade e com base em dados técnicos, para que eventuais mudanças gerem benefícios para trabalhadores, empresas e para o país.
“Todo o setor produtivo também tem interesse que isso seja uma conquista. Também tem interesse que o nosso trabalhador possa ter mais tempo, até mesmo para consumir. Mais tempo para a sua família, mais tempo para o seu lazer, mais tempo para a sua cultura”, afirma.
O presidente da CNI ressalta que o debate deve considerar o atual cenário econômico e geopolítico para evitar efeitos adversos sobre a atividade produtiva.
“Não estamos nas mesmas variáveis que existiam quando foi reduzido de 48 horas para 44. As variáveis econômicas e a conjuntura geopolítica são outras. Então nós temos que trabalhar com responsabilidade para que essa conquista aconteça da forma certa, no tempo certo”, pondera.
Segundo Alban, a CNI tem levado a visão da indústria aos diferentes fóruns de debate e diálogo sobre o tema.
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