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Premiação da ApexBrasil e Revista Exame reconhece melhores empresas exportadoras de 2025; confira as vencedoras

Ao todo, 19 empresas foram homenageadas. Entre elas estão UNEM, Marfrig, Plot Kids, Cooperacre, Guaxupé, Intelbras, Grupo 3 Corações e Abicalçados

Premiação da ApexBrasil e Revista Exame reconhece melhores empresas exportadoras de 2025; confira as vencedoras

Empresas brasileiras dos mais variados setores foram reconhecidas pela relevância da atuação no mercado global ao conquistarem o Prêmio ApexBrasil-Exame: Melhores dos Negócios Internacionais 2025. Ao todo, 19 categorias foram analisadas.

O evento, realizado no Teatro B32, em São Paulo, contou com a presença de empresários, gestores públicos e investidores. A celebração foi realizada na quarta-feira (3) e organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Revista Exame.

Além de reunir lideranças empresariais e especialistas em comércio exterior, o evento também contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; e do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, que enalteceu o trabalho desempenhado pelos empreendedores.

“Nós tivemos mais de 350 empresas inscritas, graças também a essa sinergia criada com quem trabalha, com as empresas, com os empreendedores, com o Brasil voltando a ter protagonismo no mundo. A ApexBrasil talvez seja a métrica de que as coisas aconteceram. A Apex nunca trabalhou com 20 mil empresas por ano. Ano passado alcançamos, mas este ano, antes do ano terminar, já temos quase 21 mil empresas apoiadas”, pontuou.

Confira a lista completa das empresas premiadas por categoria

  • Empresa Exportadora do Ano (Micro, Pequenas ou Médias Empresas) – 100% Amazônia
  • Empresa Exportadora do Ano (Grandes Empresas) – Marfrig
  • Promoção da Sociobiodiversidade – Ybyrá Biodesign da Amazônia
  • Desenvolvimento Regional – Cooperativa Mista dos Apicultores da Microrregião de Simplício Mendes (Comapi)
  • Liderança e Diversidade – Plot Kids
  • Cooperativismo de Pequeno e Médio Porte – Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre)
  • Cooperativismo de Grande Porte – Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé
  • Indústria (Micro, Pequenas ou Médias Empresas) – Vasap Design
  • Indústria (Grandes Empresas) – Intelbras
  • Comerciais Exportadoras – MasterInt Group
  • Serviços (Micro, Pequenas ou Médias Empresas) – Capyba
  • Serviços (Grandes Empresas) – Stefanini Group
  • Agro (Micro, Pequenas ou Médias Empresas) – Zebuembryo
  • Agro (Grandes Empresas) – Grupo 3 Corações
  • Promoção Digital – Diagnext
  • Startup – Twiggy
  • Investimento Estrangeiro – Engie
  • Projeto Setorial Agro – União Nacional do Etanol de Milho (Unem)
  • Projeto Setorial Indústria e Serviços – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados)

De acordo com a ApexBrasil, a premiação concentrou iniciativas nacionais com elevado grau de maturidade institucional, arquitetura técnica robusta e impacto mensurável sobre a inserção global dos setores representados.

Entre as companhias premiadas, está a União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), que conquistou o Prêmio na categoria Destaque Projeto Setorial Agro. A diretora de Relações Internacionais e Comunicação da UNEM, Andréa Veríssimo, agradeceu pelo reconhecimento e afirmou que a premiação é um incentivo à manutenção do trabalho feito pela companhia.

“A recente continuidade da nossa parceria com a ApexBrasil, agora com um investimento 40% maior, evidencia o quanto a agência valoriza a relevância desse setor para a segurança energética e alimentar do Brasil e do mundo. Esse novo ciclo abre perspectivas de desenvolvimento contínuo para um segmento em plena expansão, que já contribui de forma significativa para a bioeconomia brasileira”, destacou.

A categoria Destaque Projeto Setorial Agro é exclusiva para entidades setoriais e reuniu projetos voltados à promoção comercial, construção de reputação internacional e abertura de mercados para o agronegócio brasileiro.

Parceria desde 2023

A trajetória que levou à conquista do prêmio pela UNEM parte da assinatura, em 2023, de um convênio de lançamento do Projeto Setorial de Promoção das Exportações de Farelo de Milho DDG/DDGS – 2023-2025.

O intuito dessa parceria era promover o farelo de milho, chamado de “Brazilian Distillers Grains” no exterior. Trata-se de um coproduto da cadeia de etanol de milho e componente com valor nutricional da alimentação animal.

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Por meio do convênio, foi possível estruturar ações para ampliar as exportações, com o alcance de 27 mercados importadores de DDG/DDGS. Entre 2017 e 2024, o valor das exportações aumentou de aproximadamente US$3,5 milhões para mais de US$190 milhões.

Renovação do convênio

Em novembro de 2025, a ApexBrasil inaugurou um novo escritório em Cuiabá (MT). No evento de inauguração, foi formalizada a renovação do convênio com a UNEM como parte de um pacote de acordos que somaram R$42,62 milhões.

O acordo também integra a Associação Brasileira dos Produtos de Algodão (ABRAPA) e o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE). O valor será aplicado na promoção de exportações e inteligência de mercado para cadeias estratégicas do agronegócio.

Menção honrosa

Durante o evento, ainda foi destacada uma Menção Honrosa a outras duas empresas. A InputPost recebeu o reconhecimento pela promoção da diversidade racial nos negócios internacionais. Já a Lotus foi premiada pela excelência de concepção e implementação do projeto Lotus 903, premiado pelo Iconis Awards 2025 e German Design Awards 2025.
 

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Estados e municípios recebem mais de R$ 5,3 bilhões em royalties do petróleo

ANP finaliza repasses referentes à produção de abril de 2026, considerando os regimes de concessão, cessão onerosa e partilha

Estados e municípios recebem mais de R$ 5,3 bilhões em royalties do petróleo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a operacionalização da distribuição de royalties referentes à produção de abril de 2026 nos contratos sob o regime de concessão, cessão onerosa e partilha.

Os repasses totalizaram R$ 2,35 bilhões para os estados e R$ 3,02 bilhões para os municípios, beneficiando 945 cidades e dez unidades da Federação. Com a operação, foram concluídos todos os pagamentos relativos à produção do período. 

Além dos estados e municípios, parte dos royalties foi destinada à União e ao Fundo Especial, de acordo com a legislação vigente.

Considerando os três regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção —, o total distribuído em royalties referente à produção de abril alcançou R$ 8,91 bilhões, destinados à União, aos estados e aos municípios. 

Os valores detalhados por beneficiário, bem como as séries históricas dos repasses, estão disponíveis na página Royalties da ANP. As informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e serão publicadas em breve. 

Cabe à ANP calcular, apurar e distribuir os royalties de acordo com as regras estabelecidas pelas Leis nº 7.990/1989 e nº 9.478/1997, além dos decretos que regulamentam a divisão dos recursos. 
Embora não exista uma data fixa para os depósitos, a agência informa que busca dar celeridade ao processo de distribuição. Os beneficiários podem consultar valores, datas de pagamento e demais informações no portal do Banco do Brasil, na opção “ANP – Royalties da ANP”. 

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Resultado da lotofácil 3726: sorteio de sexta-feira (03/07/2026)

O sorteio da Lotofácil 3726 ocorre na noite desta sexta-feira (03), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

Resultado da lotofácil 3726: sorteio de sexta-feira (03/07/2026)

concurso 3726 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (03/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal;

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3727, que será realizado no sábado, 4 de julho de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3726

02 – 05 – 06 – 07 – 10 – 13 – 14 – 17 – 18 – 19 – 20 – 21 – 22 – 24 – 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3726

  • 15 acertos – Não houve acertador
  • 14 acertos – 220 apostas ganhadoras, R$ 1.713,85
  • 13 acertos – 7920 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos – 101025 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos – 558351 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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CNI: 97% dos industriais preveem impactos com redução da jornada de trabalho

Pesquisa mostra que 73% dos empresários rejeitam a redução da jornada por lei e alertam para aumento de custos, perda de competitividade e queda na produção

CNI: 97% dos industriais preveem impactos com redução da jornada de trabalho

Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 97% das indústrias brasileiras seriam impactadas por uma eventual redução da jornada de trabalho. Além disso, 73% dos empresários do setor são contrários à adoção da medida por lei

Entre as principais preocupações apontadas pelas empresas estão o aumento dos custos, a perda de competitividade e a redução da capacidade produtiva

Segundo a pesquisa, a jornada semanal de 44 horas é praticada por 85% das indústrias. Outras 12% adotam jornadas entre 40 e 44 horas, enquanto apenas 2% operam com jornadas de 36 a 40 horas. O restante (1%) utiliza outros modelos para os trabalhadores diretamente envolvidos na produção. 

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, esses dados mostram que uma eventual mudança na legislação teria efeitos significativos sobre a organização das cadeias produtivas, com reflexos para toda a economia. 

Esses custos tendem a se espalhar pela cadeia produtiva, afetando fornecedores, investimentos e a competitividade das empresas. E perda de competitividade significa menor capacidade de disputar mercados, produzir e crescer, o que vai se refletir na economia do país e na vida do consumidor”, alerta.

Maioria rejeita mudanças na legislação

A sondagem também investigou a percepção dos industriais sobre propostas em discussão no Congresso Nacional. Os resultados mostram ampla resistência às mudanças

  • Três em cada quatro indústrias (73%) são contrárias à redução da jornada semanal de 44 para 40 horas;
  • Seis em cada dez empresas (57%) rejeitam o fim da escala 6×1.

Negociação coletiva

O levantamento também destaca o papel da negociação coletiva na definição da jornada de trabalho. Em 37% das empresas, a duração da jornada semanal é estabelecida por acordos entre empregadores e trabalhadores. Esse percentual chega a 40% nas médias empresas e a 39% nas grandes

Segundo a pesquisa, 62% das indústrias avaliam que a redução da jornada ou a proibição da escala 6×1 podem comprometer benefícios previstos nesses acordos coletivos. Apenas 20% discordam total ou parcialmente dessa avaliação, enquanto os demais adotam posição neutra. 

Debate técnico com responsabilidade

Ricardo Alban defende que a discussão sobre a redução da jornada e o fim da escala 6×1 seja conduzida com profundidade, responsabilidade e com base em dados técnicos, para que eventuais mudanças gerem benefícios para trabalhadores, empresas e para o país

Todo o setor produtivo também tem interesse que isso seja uma conquista. Também tem interesse que o nosso trabalhador possa ter mais tempo, até mesmo para consumir. Mais tempo para a sua família, mais tempo para o seu lazer, mais tempo para a sua cultura”, afirma. 

O presidente da CNI ressalta que o debate deve considerar o atual cenário econômico e geopolítico para evitar efeitos adversos sobre a atividade produtiva. 

“Não estamos nas mesmas variáveis que existiam quando foi reduzido de 48 horas para 44. As variáveis econômicas e a conjuntura geopolítica são outras. Então nós temos que trabalhar com responsabilidade para que essa conquista aconteça da forma certa, no tempo certo”, pondera.

Segundo Alban, a CNI tem levado a visão da indústria aos diferentes fóruns de debate e diálogo sobre o tema. 

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