Novas regras de check-in e check-out valem para hotéis e pousadas em todo o país
Portaria do Ministério do Turismo garante permanência mínima de 21 horas por diária e define padrões de limpeza. Estabelecimentos terão até dezembro para se adequar
Os meios de hospedagem do Brasil, como hotéis, pousadas, resorts, flats e hostels, terão que se adaptar às novas regras de entrada e saída de hóspedes estabelecidas pela Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo. A norma, publicada em setembro e em vigor a partir da segunda quinzena de dezembro, padroniza a forma como devem ser informados os horários de check-in e check-out, assegura que a diária tenha duração de 24 horas, com até três horas destinadas à higienização do quarto, e reforça serviços mínimos de arrumação e troca de roupas de cama e toalhas.
Na prática, isso significa que os hóspedes terão garantida uma permanência mínima de 21 horas. Por exemplo, se o check-in começar às 15h, o check-out não poderá ser exigido antes do meio-dia. A medida vale tanto para hotéis de grande porte quanto para pequenas pousadas.
Para o advogado especialista em direito do consumidor, Daniel Feitosa Naruto, a medida representa um avanço nas relações entre hóspedes e estabelecimentos. “A nova portaria garante mais transparência e segurança ao consumidor. A diária passa a ter, de fato, 24 horas, com a possibilidade de o hotel reservar até três horas desse período para a limpeza do quarto, sem custo extra. Além disso, o hóspede tem direito a ser informado de forma clara sobre os horários de check-in e check-out já no momento da reserva”, explica.
Outro ponto de destaque é a obrigatoriedade de informar previamente, de forma clara, os horários e condições de hospedagem, tanto nos canais diretos quanto em agências de turismo e plataformas online.
O especialista destaca que a mudança atinge também pousadas e pequenos hotéis, que passam a ter mais responsabilidade na comunicação com os clientes. O descumprimento das novas regras poderá resultar em autuações por parte do Ministério do Turismo e de órgãos de defesa do consumidor. “Eles continuam tendo liberdade para definir seus próprios horários, mas agora precisam comunicar isso de forma transparente em seus canais de venda. A regra das “até três horas para a limpeza” exige planejamento, o que pode ser um desafio para estabelecimentos menores, mas ao mesmo tempo ajuda a reduzir conflitos, custos e padroniza expectativas”, completa.
Além das regras sobre permanência mínima e limpeza, o Ministério do Turismo também incentiva a adoção de tecnologias, como o pré-check-in digital por meio da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes eletrônica (FNRH Digital), já disponível, mas ainda de adesão facultativa.
Serviços como o Airbnb não entram na categoria oficial de meios de hospedagem, portanto, não precisam seguir diretamente as novas regras. Ainda assim, essas plataformas seguem submetidas às normas do direito do consumidor.
Naruto lembra que o consumidor deve acionar canais de defesa caso os estabelecimentos descumpram as novas exigências. “Se o hotel ou a pousada não cumprir a portaria, o primeiro passo é tentar resolver diretamente com o estabelecimento. Caso não haja solução, o consumidor pode registrar queixa no Procon e também acionar a ouvidoria do Ministério do Turismo. Persistindo o problema, o hóspede pode procurar o Juizado Especial Cível para pedir reembolso ou indenização. E quando o descumprimento foi repetido e atingiu muitos consumidores, o caso pode até chegar ao Ministério Público para medidas coletivas”, orienta.
Economia do setor hoteleiro
O setor hoteleiro tem peso relevante na economia brasileira e movimenta bilhões de reais por ano, impulsionado pelo turismo de lazer e de negócios. Segundo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), estão previstos R$ 8,4 bilhões em investimentos até 2028, com a abertura de novos empreendimentos, em diferentes estados. Isso inclui 137 novos contratos de hotéis, somando cerca de 21.800 quartos.
Além disso, a taxa de ocupação registrou crescimento em 2024, puxada principalmente pelas regiões Norte e Nordeste, enquanto capitais e destinos turísticos registraram picos de quase 90% em feriados e grandes eventos. No Rio de Janeiro, por exemplo, a rede hoteleira registrou média de 87% de ocupação no período de carnaval, entre os dias 10 a 14 de fevereiro de 2024, superando o esperado. Algumas cidades do interior desse estado ultrapassaram 90% de ocupação.
De acordo com o Ministério do Turismo, entre 2023 e 2024, a diária média nacional subiu cerca de 10,6%, com destaque para a Região Norte (16,5%), seguida por Centro-Oeste (13,8%), Sudeste (10,9%), Nordeste (10%) e Sul (5,2%). A receita por quarto disponível (RevPAR) cresceu cerca de 11,9%.
Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta quinta-feira (30), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)
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O concurso 3002 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira(30/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 6 dezenas e levou para casa o premio de R$ 127.017.606,25. O bilhete premiado foi adquirido em Curitiba (PR). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital paranaense possui cerca de 1.773.733 habitantes. A cidade consolidou-se como uma das metrópoles mais organizadas e inovadoras da América Latina, apresentando paisagens icônicas como o Jardim Botânico, a Ópera de Arame e o Museu Oscar Niemeyer (MON).
O próximo sorteio está marcado para sábado (2), com prêmio estimado em R$ 3.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
Números sorteados Mega-Sena 3002
04 – 27 – 51 – 52 – 54 – 58
Prêmios do concurso 3002
Sena (6 acertos): 1 aposta ganhadora, R$ 127.017.606,25
Quina (5 acertos): 113 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 34.683,44
Quadra (4 acertos): 6.556 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 985,39
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Como jogar na Mega-Sena
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
Probabilidades de acerto
Números apostados
Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números
1 em 50.063.860
7 números
1 em 7.151.980
8 números
1 em 1.787.995
9 números
1 em 595.998
10 números
1 em 238.399
15 números
1 em 10.003
Bolão
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Resultado da lotofácil 3674 de quinta-feira (30/04/2026)
O sorteio da Lotofácil 3674 ocorre na noite desta quinta-feira (30), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
Índice
Oconcurso 3674 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (30/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número3675, que será realizado no sábado, 2 de abril de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Banco da Amazônia fecha parceria de US$ 627 milhões para transição energética na Amazônia Legal
Projeto com Banco Mundial prevê expansão de energia limpa, com substituição de geradores a diesel, além da redução de custos
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Cerca de 2,7 milhões de moradores da Amazônia Legal ainda dependem de energia cara e instável proveniente de sistemas isolados movidos a diesel. Nesse cenário, o Banco da Amazônia firmou uma parceria com o Banco Mundial para investir US$ 627,75 milhões na substituição desses geradores por fontes renováveis, como a energia solar. A medida busca reduzir custos e ampliar o acesso à eletricidade na região.
Os recursos serão destinados a ampliar o acesso à energia limpa e à transição da matriz energética na Amazônia Legal. A iniciativa integra a estratégia de finanças sustentáveis da instituição, com foco no desenvolvimento regional.
A gerente de sustentabilidade do Banco da Amazônia, Samara Farias, destacou a importância da cooperação.
“Esta parceria com o Banco Mundial consolida o Banco da Amazônia como o principal indutor da economia de baixo carbono na região. Nosso foco não é apenas o aporte financeiro, mas assegurar que cada dólar investido respeite as diretrizes da Agenda ASG e gere um impacto real na qualidade de vida das populações mais vulneráveis, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e promovendo uma inclusão energética genuína”, disse.
Em nota, o Banco da Amazônia afirma que o projeto pretende reduzir os custos energéticos, especialmente em localidades atendidas por sistemas isolados, com geração a diesel, além de criar condições para atrair investimentos e dinamizar a economia.
O projeto prevê aportes em geração de energia renovável, com destaque para sistemas solares e soluções híbridas. Também há previsão da substituição gradual de fontes térmicas movidas a diesel, ainda predominantes em áreas isoladas. Além disso, devem ser realizados investimentos em eficiência energética e modernização da infraestrutura.
Segundo o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, o desempenho reflete a demanda dos municípios da região por novos projetos e o compromisso do Banco em fomentar o desenvolvimento regional.
“O destaque é a carteira de crédito, que apesar desse ano diverso, nós tivemos um crescimento substancial, provando a nossa capacidade de fazer negócio aqui na Região Norte, e mais do que isso, a demanda crescente e pujante da região, que vem crescendo em termos de novos projetos, desenvolvimento do agronegócio e desenvolvimento das cidades”, ressalta Lessa.
A iniciativa abrange todos os nove estados da Amazônia Legal. No entanto, a aplicação dos recursos será orientada por critérios técnicos e deve priorizar territórios mais vulneráveis, como aqueles com maior dependência de sistemas isolados, custos elevados de geração e menor acesso a serviços básicos.
Sistemas elétricos isolados na Amazônia Legal
O investimento ocorre em um cenário de desafios estruturais. Na Amazônia Legal, milhões de pessoas vivem em localidades desconectadas do Sistema Interligado Nacional (SIN) e são atendidas por sistemas isolados (Sisol).
As estruturas isoladas operam de forma independente e dependem majoritariamente de combustíveis fósseis, como diesel, resultando em maiores emissões de CO₂ e custos mais altos para os consumidores – conforme o relatório elaborado pela Envol Energy Consulting para a Frente Nacional dos Consumidores de Energia.
A publicação revela que cerca de 2,7 milhões de pessoas vivem em comunidades atendidas por esses sistemas e enfrentam dificuldades no acesso à energia confiável e de baixo custo. Em muitos casos, o fornecimento é intermitente ou restrito a poucas horas por dia, devido ao alto custo do diesel e à complexidade logística.
O estudo também aponta que cerca de 1 milhão de pessoas de regiões remotas da região ainda não têm acesso formal à eletricidade. Ou seja, não possuem acesso algum aos sistemas elétricos, o que evidencia o desafio estrutural de universalização do serviço.
Nesse contexto, o projeto do Banco da Amazônia busca sanar os gargalos de acesso, custo e emissão de carbono.
Estratégia sustentável
Segundo o banco, o projeto foi estruturado em alinhamento com diretrizes ambientais, sociais e de governança (ASG) e com as estratégias nacionais de transição energética. A modelagem inclui critérios socioambientais e climáticos para fortalecer uma carteira de projetos voltada à economia de baixo carbono.
A iniciativa deve contribuir para consolidar um novo ciclo de desenvolvimento na Amazônia, baseado em soluções energéticas mais sustentáveis e adaptadas às características da região.
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