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Economia

Dólar recua após fala de dirigente do Fed sobre juros

Moeda chegou a R$ 5,24 durante o pregão, mas perdeu força após declaração de John Williams

Dólar recua após fala de dirigente do Fed sobre juros

O dólar encerrou a sessão em baixa de 0,16%, cotado a R$ 5,19, após chegar a R$ 5,24 na máxima do dia.

A moeda perdeu força durante a tarde depois de declarações de John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, que indicou não haver urgência para um novo ajuste nos juros dos Estados Unidos. A fala levou o mercado a reduzir as expectativas de uma alta da taxa na reunião de outubro.

Segundo dados do FedWatch, a probabilidade de uma elevação de 0,25 ponto percentual na reunião de 28 de outubro caiu de cerca de 71% na segunda-feira para aproximadamente 51,5% nesta terça-feira.

Para analistas, o comportamento da moeda também refletiu um dia de tensão no exterior, marcado pela alta dos rendimentos dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos.

No cenário doméstico, o mercado continua acompanhando o espaço para mudanças nos juros brasileiros, levando em consideração a atividade econômica e a evolução do ajuste fiscal.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,90.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1924 0,1693 0,1451 30,2628 0,1604 0,2729 0,2749
USD 5,2019 1 0,8817 0,7559 157,32 0,8340 1,4187 1,4313
EUR 5,9006 1,1342 1 0,8574 178,38 0,9458 1,6086 1,6236
GBP 6,8813 1,3228 1,1664 1 208,13 1,1033 1,8767 1,8937
JPY 3,30439 0,635607 0,56059 0,480469 1 0,5301 0,90177 0,91000
CHF 6,2336 1,1991 1,0570 0,9064 188,66 1 1,7015 1,7170
CAD 3,6642 0,7048 0,6213 0,5329 110,90 0,5878 1 1,0090
AUD 3,6392 0,6984 0,6160 0,5281 109,84 0,5825 0,9907 1

Os dados são da Investing.com. 
 

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Economia

Bolsa Família: pagamentos para beneficiários com NIS terminado em 9 começam nesta terça-feira (29)

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Bolsa Família: pagamentos para beneficiários com NIS terminado em 9 começam nesta terça-feira (29)

A CAIXA inicia nesta terça-feira (29), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
 

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Economia

Boi gordo hoje: confira cotações para esta terça-feira (29)

Boi gordo, frango e suíno registram alta e sustentam preços firmes no mercado carnes

Boi gordo hoje: confira cotações para esta terça-feira (29)

O preço do boi gordo apresenta alta de 0,32% nesta terça-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 359,95.

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
28/09/2026 359,95 0,32% 4,52% 68,97
25/09/2026 358,80 0,17% 4,18% 69,13
24/09/2026 358,20 0,22% 4,01% 68,99
23/09/2026 357,40 0,37% 3,77% 69,17
22/09/2026 356,10 0,41% 3,40% 69,78

 

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,31 e o do resfriado a R$ 8,28.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
28/09/2026 8,31 0,00% 13,52%
25/09/2026 8,31 -0,12% 13,52%
24/09/2026 8,32 0,00% 13,66%
23/09/2026 8,32 0,00% 13,66%
22/09/2026 8,32 0,12% 13,66%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
28/09/2026 8,28 0,00% 13,58%
25/09/2026 8,28 -0,24% 13,58%
24/09/2026 8,30 -0,60% 13,85%
23/09/2026 8,35 0,00% 14,54%
22/09/2026 8,35 0,12% 14,54%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta alta de 2,79% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,47. 

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,09.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
28/09/2026 8,47 2,79% 15,87%
25/09/2026 8,24 1,48% 12,72%
24/09/2026 8,12 0,00% 11,08%
23/09/2026 8,12 0,87% 11,08%
22/09/2026 8,05 1,39% 10,12%

 

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
28/09/2026 MG – posto 5,82 4,68% 15,94%
28/09/2026 PR – a retirar 5,21 3,99% 16,04%
28/09/2026 RS – a retirar 5,18 3,39% 14,10%
28/09/2026 SC – a retirar 5,09 2,00% 11,38%
28/09/2026 SP – posto 5,68 2,71% 17,60%

 

Os dados são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

 

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Economia

Entidades de Santa Catarina e do Paraná cobram urgência na correção dos limites do Simples Nacional

Presidentes de entidades em Lages (SC) e Maringá (PR) defendem correção dos tetos, congelados desde 2018. Movimento liderado pela CACB reúne mais de 1,5 mil associações em defesa do reajuste do MEI e demais faixas

Entidades de Santa Catarina e do Paraná cobram urgência na correção dos limites do Simples Nacional

Presidentes de entidades empresariais do Sul do país reforçaram a cobrança à atualização dos limites do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). A Associação Empresarial de Lages (ACIL), de Santa Catarina, e a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), no Paraná, fazem parte das mais de 1,5 mil federações e associações em todo o país que assinaram o manifesto “Um Brasil que não pode ser esquecido“, liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).

Para Antonio Wiggers, presidente da ACIL, o prejuízo de não corrigir os limites de faturamento vai além da arrecadação. “Não existe nenhum benefício social mais importante e mais duradouro do que o emprego. Os pequenos negócios são o motor de qualquer comunidade, sua expansão está diretamente ligada a esse aumento de limites do MEI e do Simples. Todos no Brasil inteiro aguardam por esta decisão há muito tempo”, afirmou.

Já José Carlos Barbieri, da ACIM, destaca que os limites estão sem correção desde 2018, período em que preços, salários e custos subiram, fazendo empresas mudarem de faixa e pagarem mais tributos sem terem crescido de fato. “Reconhecemos a preocupação fiscal do governo, mas os pequenos negócios são 24 milhões de empresas, 95% do total, 26,5% do PIB e 80% dos empregos gerados em 2025. Corrigir a tabela não é privilégio, é preservar o critério original do regime”, pontuou.

A carta foi formalmente encaminhada aos candidatos à Presidência da República — Augusto Cury, Flávio Bolsonaro, Lula, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado — e a ministérios responsáveis pelo tema, como o da Fazenda e o do Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, além do Sebrae Nacional e dos órgãos estaduais, 

Proposta

O Simples Nacional é o regime tributário simplificado destinado a microempresas e empresas de pequeno porte, unificando o pagamento de tributos e reduzindo a burocracia para quem empreende. A última atualização das faixas foi aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional, mas só passou a valer dois anos depois. Os limites vigentes são de R$ 81 mil para o MEI, R$ 360 mil para a microempresa e R$ 4,8 milhões para a empresa de pequeno porte.

Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 discute hoje o reajuste do teto do MEI para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027 — valores mais baixos do que os defendidos pelas entidades. As entidades patronais pressionam para que a atualização das demais faixas do Simples Nacional seja incluída, e o relatório do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) deve atender ao pedido.

A CACB defende a atualização imediata dos tetos em cerca de 83%: o do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa iria para R$ 869,4 mil, e o da empresa de pequeno porte subiria para R$ 8,69 milhões, além de uma regra permanente de correção automática pela inflação, prevista em lei. 

“No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação”, destacou Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O impasse tem raiz fiscal: o Ministério da Fazenda estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas caso todas as faixas de enquadramento do Simples sejam contempladas, e a equipe econômica calcula custos de R$ 8,1 bilhões aos cofres públicos até 2029 apenas com o aumento do teto do MEI. Diante da falta de acordo, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar a votação do PLP 108/2021 para depois das eleições.

A tramitação já teve o regime de urgência aprovado pela Câmara, o que permitiria votação direta em plenário, mas os parlamentares optaram por instalar uma comissão especial para aprofundar o debate antes da decisão final. Depois de eventual aprovação na Câmara, o projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal.

Enquanto o Congresso não define o texto final, associações como a ACIL e a ACIM seguem reforçando, junto à CACB, que corrigir o Simples Nacional não é conceder privilégio, mas reparar uma defasagem que penaliza quem gera trabalho e renda — e que o pequeno empreendedor precisa estar no centro da agenda econômica do país, não apenas lembrado em ano eleitoral.

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