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Economia

Demanda mundial deve se recuperar em 2023

A estimativa da entidade é que neste ano a demanda por aço recue 2,3%, e cresça 1% no próximo ano, para 1,814 milhões de toneladas

Demanda mundial deve se recuperar em 2023

A worldsteel atualizou o Short Range Outlook (SRO) para os anos de 2022 e 2023. A estimativa da entidade é que neste ano a demanda por aço atinja 1,796 milhões de toneladas, um recuo de 2,3%, e cresça 1% no próximo ano, para 1,814 milhões de toneladas. A demanda por aço registrou seu melhor desempenho em 2021, quando houve alta de 2,8%.

A previsão atual representa uma revisão para baixo em relação a 2021, refletindo a repercussão da alta da inflação e do aumento das taxas de juros globais. “A economia global é afetada pela inflação persistente, aperto monetário dos Estados Unidos, desaceleração econômica da China e as consequências da invasão da Ucrânia pela Rússia. Preços de energia elevados, taxas de juros crescentes e confiança em queda levaram a uma desaceleração nas atividades dos setores que utilizam o aço. Como resultado, nossa previsão atual para o crescimento da demanda global por aço foi revisada para baixo em comparação com a anterior”, disse Máximo Vedoya, CEO da Ternium e Presidente do Comitê de Economia do worldsteel.

Segundo Máximo, a perspectiva para o próximo ano depende do impacto do aperto das políticas monetárias e da capacidade dos bancos centrais de ancorar as expectativas de inflação. “Particularmente, as perspectivas da União Europeia estão sujeitas a mais riscos de queda devido à alta inflação e à crise de energia que foram exacerbadas pela guerra Rússia-Ucrânia”.

No âmbito global, o ambiente econômico deteriorou-se significativamente em 2022, à medida que o risco de inflação se materializou, juntamente com outros percalços como a guerra Rússia-Ucrânia e os bloqueios da China. A guerra Rússia-Ucrânia aumentou a pressão inflacionária desencadeada pelos desequilíbrios de oferta e demanda pós-bloqueio, à medida que a guerra interrompeu o fornecimento de energia e alimentos e interveio na normalização das cadeias de suprimentos.

Na Europa, onde a dependência do fornecimento de gás russo é alta, as atividades econômicas, bem como a confiança, são fortemente afetadas pela crise energética. Junto a isso, os aumentos das taxas de juros e o dólar forte do FED impulsionaram os riscos de recessão norte-americana e terão um efeito cascata para o resto do mundo por meio de saídas de capital nas economias emergentes.

Os problemas da cadeia de suprimentos diminuíram um pouco em 2022, mas continuaram a restringir as atividades de produção à medida que surgiram novas interrupções. Caso a guerra não termine em breve e a China continue mantendo sua rígida política de contenção da COVID por enquanto, os gargalos de oferta não se dissiparão completamente, apesar da desaceleração da demanda. Entre os principais riscos que podem ser gerados estão o efeito do aperto monetário, a continuação da inflação, a direção da economia chinesa e sua política de COVID, a potencial crise de abastecimento de gás na Europa e o agravamento da guerra russo-ucrânia com consequências inesperadas.

Na China, a recuperação da demanda por aço no final de 2021 foi revertida no segundo trimestre de 2022, pois os repetidos bloqueios da COVID levaram a um arrefecimento drástico da economia chinesa. O investimento em infraestrutura está se recuperando devido às medidas do governo e fornecerá algum suporte à demanda por aço no final de 2022 e 2023. No entanto, enquanto o setor imobiliário permanecer deprimido, a demanda por aço na China caiu 6,6% até agosto de 2022. Para todo o ano, a demanda por aço deve cair 4% com o baixo efeito base do segundo semestre de 2022.

Em 2023, novos projetos de infraestrutura e uma leve recuperação no mercado imobiliário podem evitar uma maior contração da demanda por aço.

Nas economias avançadas, a recuperação da demanda por aço sofreu um grande revés em 2022 devido à inflação sustentada e aos gargalos duradouros do lado da oferta. A guerra na Ucrânia deu mais impulso às questões de inflação e cadeia de suprimentos, principalmente no Bloco Europeu, que enfrenta condições económicas difíceis com inflação elevada e crise energética.

A demanda de aço na UE deverá cair 3,5% em 2022. Com a falta de perspectiva de uma melhoria imediata na situação do fornecimento de gás, a demanda de aço na UE continuará em baixa no próximo ano, com um risco significativo de queda em caso de inverno rigoroso ou novas interrupções no fornecimento de energia. Há também possíveis consequências de longo prazo para a estrutura da economia e, portanto, para a demanda de aço, se as restrições econômicas continuarem no nível atual. Por outro lado, se a guerra Rússia-Ucrânia terminar mais cedo do que o esperado, há um potencial positivo.

A recuperação dos Estados Unidos está próxima de terminar graças à atuação do FED, que busca aumentos agressivos de juros para conter a inflação. Espera-se que as atividades manufatureiras esfriem acentuadamente graças ao ambiente econômico fraco, dólar forte e mudança de gastos de bens para serviços. No entanto, o setor automotivo deve continuar em alta devido à demanda reprimida e ao alívio das restrições da cadeia de suprimentos. O setor de construção enfrentará dificuldades devido à flexibilização do boom imobiliário e à recuperação atrasada do setor não residencial devido ao aumento do custo dos materiais e às altas taxas de juros. A nova Lei de Infraestrutura, no entanto, impulsionará fortemente o investimento em infraestrutura, e o aumento do investimento no setor de energia apoiará o crescimento da demanda por aço, apesar do enfraquecimento da economia.

No Japão, a recuperação da demanda de aço enfraqueceu, pois o aumento do custo dos materiais e a escassez de mão-de-obra levaram a atrasos na construção. No entanto, com o apoio dos setores de construção e máquinas não residenciais, a demanda por aço continuará sua recuperação moderada em 2022. O crescimento na indústria automotiva com o alívio das restrições da cadeia de suprimentos permitirá uma recuperação contínua da demanda de aço em 2023. Já na Coreia do Sul, a perspectiva sobre a demanda do aço piorou e deve cair este ano, devido à contratação de investimentos e construção de instalações.

A recuperação em 2023 será liderada pela flexibilização dos gargalos da cadeia de suprimentos de automóveis e uma perspectiva aprimorada para entregas e construção de navios. No entanto, a recuperação da manufatura será limitada devido à fraca economia global.

Os dois países asiáticos enfrentam riscos negativos devido à piora das perspectivas econômicas globais, já que seus setores que usam aço têm uma alta exposição às exportações. A demanda por aço no mundo desenvolvido cairá 1,7% e se recuperará 0,2% em 2022 e 2023, respectivamente, após se recuperar 16,4% em 2021 da queda pandêmica de 12,3%.

Muitas economias em desenvolvimento, especialmente as importadoras de energia, estão experimentando inflação mais aguda e ciclos de aperto monetário que começaram antes das economias desenvolvidas. Ainda assim, as economias asiáticas em desenvolvimento de rápido crescimento, como a Índia e a ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático), manterão um alto crescimento, sustentado pela força estrutural da economia doméstica.

A demanda por aço da Índia mostrará um alto crescimento devido ao forte consumo urbano e gastos com infraestrutura, o que também impulsionará a demanda por bens de capital e automóveis, entre outras coisas.

Na região da ASEAN , a demanda por aço teve um início lento de recuperação da pandemia, com a recuperação da construção atrasada. No entanto, em 2022, a demanda por aço da região vem apresentando forte crescimento à medida que os governos estão pressionando por projetos de infraestrutura. Prevê-se um crescimento particularmente forte na demanda de aço na Malásia e nas Filipinas.

Por outro lado, países da América do Sul e Central terão uma grande desaceleração na demanda de aço, uma vez que a região enfrenta desafios de um ambiente de alta inflacionária. Após uma recuperação excepcional em 2021, a demanda por aço em muitos países da América do Sul e Central sofrerá uma contração em 2022, com significativa desestocagem e desaceleração da construção.

Na região MENA , a demanda por aço continua resiliente devido aos países exportadores de petróleo se beneficiarem dos altos preços do petróleo e dos megaprojetos de infraestrutura no Egito. No entanto, os altos preços do petróleo não levaram a um grande aumento nos novos projetos de construção nos países do GCC, já que os governos estão tentando construir amortecedores fiscais.

Na Turquia , a depreciação da lira e a alta inflação estão prejudicando suas atividades de construção, levando a uma contração da demanda por aço em 2022 e apenas uma recuperação limitada em 2023.

Apesar das pesadas sanções impostas à Rússia, a demanda por aço deverá contrair menos do que o previsto no início da guerra, principalmente devido aos altos preços do petróleo e às medidas de apoio do governo à construção. No entanto, os setores automobilístico e de máquinas sofreram uma forte contração devido à sua alta dependência de peças e componentes importados. Em 2023, espera-se que a demanda por aço tenha uma contração mais profunda à medida que as sanções se tornam mais fortes ao longo do tempo. A demanda por aço na Ucrânia assolada pela guerra contraiu mais de 50% em 2022, mas espera-se uma recuperação parcial em 2023 devido às atividades de reconstrução.

Fonte: Brasil61

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Economia

Novas regras para MEIs e nanoempreendedores exigem atenção dos municípios, alerta CNM

Mudanças ampliam o limite de faturamento dos microempreendedores individuais e alteram procedimentos fiscais e regras de compras públicas

Novas regras para MEIs e nanoempreendedores exigem atenção dos municípios, alerta CNM

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que as novas regras para microempreendedores individuais (MEIs) e nanoempreendedores exigem atenção das administrações municipais. As mudanças foram estabelecidas pela Lei Complementar nº 238/2026 e pelo Decreto Federal nº 13.140/2026, publicados em 21 de outubro, e envolvem limites de faturamento, benefícios tributários, compras públicas e emissão de documentos fiscais eletrônicos.

Uma das principais alterações é a ampliação gradual do limite de faturamento anual do MEI. O teto, atualmente de R$ 81 mil, passará para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028. A legislação também permite que o microempreendedor contrate até dois funcionários, desde que sejam respeitadas as condições previstas na lei. Além disso, a norma estabelece a remissão de determinados débitos de responsabilidade da União para os empreendedores que atenderem aos requisitos legais.

Segundo a CNM, as mudanças podem afetar a arrecadação municipal e a distribuição de receitas do Simples Nacional. A entidade ressalta que o perdão de dívidas previsto na legislação federal não significa o cancelamento automático de débitos municipais, como o Imposto sobre Serviços (ISS), quando devido.

As novas regras também alteram as condições de participação de pequenos negócios nas compras públicas. A legislação prevê situações em que licitações poderão ser exclusivas para microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, conforme os limites e critérios estabelecidos. Por isso, os setores responsáveis pelas compras e contratações das prefeituras precisam considerar as mudanças na elaboração de editais e no planejamento das aquisições.

Outra novidade envolve os nanoempreendedores. O Decreto Federal nº 13.140/2026 prevê a dispensa de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e de emissão de documentos fiscais eletrônicos pela União, desde que sejam atendidas as condições legais. No caso das obrigações relacionadas ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a medida terá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2029 e dependerá de manifestação favorável do Comitê Gestor do tributo.

O decreto também prevê a possibilidade de utilizar a Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI) como documento fiscal eletrônico em vendas de mercadorias e prestações de serviços destinadas a consumidores finais. A aplicação depende das deliberações previstas na legislação do Simples Nacional e não representa a substituição automática de todas as notas fiscais de serviços.

Diante desse cenário, a CNM orienta os municípios a acompanharem as regulamentações complementares e as orientações técnicas sobre documentos fiscais eletrônicos. A entidade recomenda ainda que as administrações avaliem possíveis impactos na arrecadação, na fiscalização tributária, nos cadastros e nos sistemas municipais de emissão de Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e).

A orientação é que as prefeituras evitem mudanças antecipadas em seus procedimentos administrativos e sistemas fiscais antes da definição das regras complementares. O objetivo é garantir segurança jurídica e adequação às novas normas sem comprometer a arrecadação e a gestão tributária local.

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Perdão de dívidas do MEI: quem tem direito e como funcionará a medida

Lei Complementar 238/2026 prevê cancelamento de débitos tributários federais de microempreendedores individuais constituídos até 13 de outubro de 2026; benefício será automático, mas exige pagamento em dia das guias mensais nos seis primeiros meses de vigência

Perdão de dívidas do MEI: quem tem direito e como funcionará a medida

O perdão de dívidas tributárias com a União para microempreendedores individuais (MEIs) poderá beneficiar mais de 3,6 milhões de empreendedores brasileiros, segundo estimativa do governo federal. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de outubro (Lei Complementar 238/26) e prevê o cancelamento de mais de R$ 18,7 bilhões em débitos. O benefício será automático e entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027.

A economista e planejadora financeira Myrian Lund salienta que o perdão abrange determinados tipos de débitos, sendo os tributários federais, inscritos ou não na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.

“O que vai ser perdoado ou remissão da dívida é relativo ao que está na Receita Federal e o que está na Procuradoria Geral já para execução. Então, o benefício abrange a contribuição previdenciária mensal do MEI, o valor principal, multa, juros, encargos legais”, destaca a especialista.

Como prevê o perdão automático das dívidas, não há necessidade de solicitação pelo empreendedor à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Segundo a PGFN, o perdão será aplicado mesmo que a dívida esteja parcelada, transacionada, negociada, garantida ou suspensa. A remissão também alcança o saldo devedor de parcelamentos em andamento, mas não dá direito à restituição de valores que já foram pagos.

“Exceto aqueles que têm processos judicializados. Nesse caso não é automático, vai sair uma declaração da Procuradoria Geral de quem entrou na Justiça. Então, para quem não tá na Justiça, vai ser tudo automático. Não precisa fazer cadastro. A própria Receita Federal e a Procuradoria Geral já têm a relação”, menciona Lund.

A medida não se aplica aos impostos estaduais e municipais (ICMS e ISS), que continuarão sendo cobrados, mesmo que seus valores estejam incluídos no mesmo documento de arrecadação (DAS) que a contribuição perdoada. 

A lei integra o Prospera MEI – pacote lançado pelo governo federal com o objetivo de reduzir o endividamento, facilitar o acesso a recursos para investimentos e simplificar a rotina de MEIs.

Manutenção do benefício

Para manter o benefício, o MEI deverá seguir exigências como o pagamento em dia do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) nos seis primeiros meses de vigência da norma.

“Então, o descumprimento provocará o cancelamento do perdão”, afirma Lund.

Além disso, o microempreendedor também deve cumprir as demais condições previstas na legislação para a remissão dos débitos e observar as exigências aplicáveis caso existam ações judiciais relacionadas às dívidas.

A planejadora financeira Myrian Lund destaca, ainda, que a medida pode ajudar os MEIs a regularizar a situação fiscal e recuperar o equilíbrio financeiro, ao reduzir as dívidas tributárias e abrir espaço para a reorganização das contas do negócio.

“O objetivo maior do governo não é só eliminar o endividamento passado, mas criar condições para que o microempreendedor tenha um negócio financeiramente sustentável. Então, vai ser a grande oportunidade para os microempreendedores darem um salto, mudarem de nível”, avalia Lund.

Prospera MEI

A nova legislação também amplia gradualmente o limite anual de faturamento da categoria, atualmente fixado em R$ 81 mil. 

A proposta também permite a contratação de até dois empregados no lugar de apenas um. O teto de faturamento está desatualizado desde 2018.
 

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Economia

Café, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (28)

Café arábica recua 1,06% em São Paulo, enquanto robusta, açúcar cristal e milho registram alta; açúcar tem queda em Santos

Café, açúcar e milho: confira cotações para esta quarta-feira (28)

O preço do café arábica abre esta quarta-feira (28) em baixa de 1,06%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.610,19 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve valorização de 1,40%, sendo comercializado a R$ 967,97.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
27/10/2026 1.610,19 -1,06% 2,11% 301,76
26/10/2026 1.627,46 1,59% 3,21% 301,77
23/10/2026 1.601,95 -1,11% 1,59% 320,90
22/10/2026 1.619,85 -0,07% 2,73% 321,72
21/10/2026 1.620,92 0,67% 2,79% 322,38

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
27/10/2026 967,97 1,40% -1,78% 181,40
26/10/2026 954,64 1,91% -3,13% 177,02
23/10/2026 936,73 -0,58% -4,95% 187,65
22/10/2026 942,15 -2,76% -4,40% 187,12
21/10/2026 968,87 0,09% -1,68% 192,69

 

O preço do açúcar cristal apresenta alta de 1,33% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 128,74. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/10/2026 128,74 1,33% 6,29% 24,13
26/10/2026 127,05 1,28% 4,90% 23,56
23/10/2026 125,44 -0,43% 3,57% 25,13
22/10/2026 125,98 0,31% 4,01% 25,02
21/10/2026 125,59 0,06% 3,69% 24,98

 

Em Santos (SP), houve desvalorização de 2,65%, e a mercadoria é negociada a R$ 135,24 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal – Santos (FOB)

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/10/2026 135,24 -2,65% 7,66% 25,35
26/10/2026 138,92 3,50% 10,59% 25,25
23/10/2026 134,22 0,25% 6,85% 26,64
22/10/2026 133,88 -1,10% 6,58% 26,57
21/10/2026 135,37 -0,30% 7,76% 26,93

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,87 após leve alta de 0,98%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
27/10/2026 64,87 0,98% -5,53% 12,16
26/10/2026 64,24 -0,05% -6,45% 11,91
23/10/2026 64,27 0,05% -6,41% 12,87
22/10/2026 64,24 -0,09% -6,45% 12,76
21/10/2026 64,30 -0,06% -6,36% 12,79

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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