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SENAI e BNDES destinam R$ 22,2 milhões para impulsionar a inovação industrial em 12 UFs brasileiras

Chamada Smart Factory seleciona 50 projetos de tecnologias industriais voltados ao aumento da produtividade de micro, pequenas e médias indústrias

SENAI e BNDES destinam R$ 22,2 milhões para impulsionar a inovação industrial em 12 UFs brasileiras

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovaram 50 projetos de desenvolvimento de tecnologias industriais (veja lista abaixo) que receberão um aporte total de R$ 22,2 milhões por meio da chamada Smart Factory

A iniciativa integra o programa Brasil Mais Produtivo (B+P), na modalidade de transformação digital, e tem como objetivo oferecer apoio técnico e financeiro a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) que contribuam para o aumento da produtividade de micro, pequenas e médias indústrias (MPMEs)

Os R$ 22,2 milhões disponibilizados pelo BNDES e o SENAI correspondem a 70% dos custos dos projetos, enquanto os outros 30% serão financiados pelas empresas desenvolvedoras de tecnologia. Além dos recursos não reembolsáveis, o SENAI também disponibilizará especialistas dos Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia, que irão apoiar o desenvolvimento e a implementação das soluções em 1.290 MPMEs industriais

Para a gerente de Operações de Inovação e Tecnologia do SENAI, Patricia Garcia Martins, a iniciativa permite que as empresas validem projetos tecnológicos diretamente em seus processos produtivos.

“Isso permite que essas empresas modernizem as suas operações, aumentem a sua produtividade e que elas tenham acesso a tecnologias que elas não tinham conhecimento ou que achavam que poderia ser muito distante da realidade delas”, ressalta.

Os projetos terão duração de até 12 meses, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses. 

Projetos e empresas aprovadas

Segundo a gerente do SENAI, a ideia é que as empresas mantenham as tecnologias desenvolvidas em seus processos produtivos e estejam cada vez mais inseridas na transformação digital. 

“Tem tecnologias de inteligência artificial e machine learning que são usadas para fazer diagnóstico de manutenção, otimizar processo, planejar produção, fazer análise preditiva e qualquer tipo de sistema que seja mais inteligente em geral. Tecnologia de visão computacional aplicada para controle de qualidade, monitoramento de instrumentação, classificação automática de produtos. Tecnologias de automação e robótica que são mais voltadas para fazer automação de processo, como robôs”, detalha.

Confira os projetos e as empresas aprovadas

Ceará – 11 projetos

  • LegalAI Industrial: Inteligência Jurídica para a Indústria – Klisi Digitais Inovacoes Ltda
  • Sistema Inteligente de Acionamento E Monitoramento de Periféricos Industriais – Romazi Comercio E Industria De Plasticos Ltda
  • Metaltrack 4.0 – Galvao Construtora Ltda
  • Smart Flow AI – Frota Inteligente – Ocalco Systems Ltda
  • Ortusolis 4.0 – Ortusolis – Tecnologia, Industria E Comercio Ltda
  • Vertere Mind: Automação Da Execução De Planos De Melhoria Industrial – Vertere Inteligencia Artificial E Consultoria Empresarial Ltda
  • Supportdesk Pro – Josinaldo Da Silva Batista
  • Stoqfy – Lightkorp Servicos Em Consultoria E Projetos Ltda
  • Lubconsulta Inteligente – Inovauto Info Startup Ltda
  • Smartkitchen – Lucas & Braga Promocoes De Eventos Ltda
  • Quality Vision – Molidax Tecnologia E Inovacao Ltda

Distrito Federal – 7 projetos

  • Inteligência Energética Para A Indústria – Energia Digital LTDA
  • Manu – Agente De Diagnóstico Para Manutenção – CLICAR.Ai Inova Simples (I.S.)
  • Poliborda 4.0 – Polimento De Bordas De Rochas Naturais E Superfícies – Pedra Nobre Mármores E Granito Ltda
  • Creditshield Brasil – Investdrive Ltda
  • Taurus Ai – Thora Construção E Premoldados Ltda
  • Marceneiro Moderno – Lc7 Ambientes Planejados Ltda
  • Bizz – Sistema Inteligente De Apoio À Administração Industrial – Spin Engenharia De Automação

Espírito Santo – 1 projeto

  • Maximização Da Produtividade Industrial Via Monitoramento Energético Ubíquo – Zaruc Tecnologia S.A

Goiás – 9 projetos

  • Despacho Energético Inteligente Para Mpmes Com Biogás – Mwe Bioenergia Ltda
  • Biodigestão Em Rota Seca Com Automação Digital Para Agroindústrias – Ynni Bioenergia Ltda
  • Avyra Platform – Moove Service Ltda
  • Transformação Digital Na Calibração De Válvulas De Segurança Para MPMEs – Competec Maquinas Industria E Comercio Ltda
  • BITLOG: Monitoramento Inteligente De Condições Ambientais Logísticas Para Mpmes – Bit Eletronics
  • Plataforma Lis – Hd Editar E Inovar Ltda 
  • Rurax: A Sua Plataforma De Agronegócios – RX Plataforma Tecnologica Ltda
  • Smartstability: Predição Inteligente De Estabilidade Em Suplementos Alimentares – Predict Ai For Industry Ltda
  • Sistema De Gerenciamento E Decisão Automatizada Da Produção Industrial – 3R Indústria Ltda

Mato Grosso – 2 projetos

  • Data Hub Industrial – Futurai
  • Vision Box Para Aplicação Em Mpmes Industriais – TCX CREATIVE SOLUTIONS S.A.

Pará – 1 projeto

  • Robô Construtor – Raic – Rapid Artificial Intelligence Construction Ltda

Paraíba – 2 ´projetos

  • Jollity – Revigoradamente Tecnologia E Servicos Ltda
  • Medsyn Industrial: Saúde Inteligente Para Produtividade Industrial – Medsyn

Paraná – 5 projetos

  • Plataforma Inteligente Para Otimização Energética Na Intralogística Industrial – Cobe Tecnologia Ltda
  • Oxímetro Inteligente – Trevisan Equipamentos Agro-industriais LTDA
  • Genossensor Integrado À IA Para Detecção De Contaminação Microbiológica – Resiquant Industria Quimica Ltda 
  • Processos Na Indústria Alimentícia Com Bioinsumos De Arroz E Algoritmos – Big Brasil Innovation Global Pesquisa E Desenvolvimento Industria Comercio Serviços Importação E Exportação LTDA
  • Sistema Supervisório Para Gestão De Recursos E Parâmetros Em Processos De Sol. – Qs Engenharia E Gestão

Rio de Janeiro – 1 projeto

  • Fluviex: Monitoramento Não Invasivo De Instrumentação Por Visão Computacional – Controlar – Engenharia E Automacao Ltda

Rio Grande do Sul – 1 projeto

  • Sistema P&F De Controle De Produtividade – PEF Industria Eletronica Ltda

Santa Catarina – 3 projetos

  • Sistema Inteligente E Autônomo Para O Planejamento Da Produção Nas Indústrias – OPTIMIZA TECNOLOGIA LTDA
  • Tegra Sistema De Classificação Automática De Carcaças Bovinas – MONTINI TECNOLOGIA LTDA
  • Método Rápido Para Detecção De Salmonella Spp – DUO PHADEDX XAP LTDA

São Paulo – 7 projetos

  • Quality Global Sense – Sistema De Monitoramento – Quality Global Peças E Serviços Ltda
  • Embrastec – Smartshield Energy – Embrastec Industria E Comercio De Equipamentos Eletronicos Ltda 
  • Datawake – Sistema De Localização Indoor Em Tempo Real – Datawake Digital Ltda 
  • Gholias – Dispositivo IOT Multiprotocolos – Gholias Tecnologia Industrial S.A
  • NCAM – Motor De Cálculo Para Estimativa De Custos Em Manufatura Sob Demanda – NCAM – Neo Consulting Servicos De Engenharia E Em Manufatura Avancada Ltda 
  • FESTOR PRO – Plataforma Digital Para Rastreamento Operacional De Equipes De Campo – Spedroso Soluções
  • Iotnest – Modelo De IA Para Sugestão Otimização De Processos De Injeção Plástico – Qoobo Tecnologia Ltda

Histórico de chamadas e alcance nacional

O SENAI já conduziu 10 chamadas Smart Factory, sendo cinco delas com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o BNDES, três com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e duas com o BNDES.

Ao todo, foram aprovados 302 projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias industriais, com 7,3 mil validações em MPMEs, em 16 Unidades da Federação.

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Indústria defende menos burocracia no acesso a recursos públicos para inovação

Documento entregue aos pré-candidatos à Presidência propõe editais em fluxo contínuo, flexibilização das garantias e maior previsibilidade dos investimentos públicos

Indústria defende menos burocracia no acesso a recursos públicos para inovação

Em 2026, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) prevê destinar mais de R$ 17 bilhões ao financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) no Brasil. Apesar do volume inédito de recursos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a redução da burocracia para que esse dinheiro chegue às empresas com a agilidade necessária

A recomendação consta no documento “Construindo o Brasil 2050: a indústria na agenda dos presidenciáveis” — agenda de propostas voltadas à retomada do crescimento sustentável da economia entregue aos pré-candidatos à Presidência da República.

Segundo a entidade, as micro e pequenas empresas (MPEs) enfrentam os maiores entraves para acessar instrumentos públicos de apoio à inovação, principalmente por causa das exigências de garantias reais — como bens, aplicações financeiras e recebíveis — e da complexidade dos processos de financiamento

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, a burocracia para acessar instrumentos de fomento é um dos fatores que ampliam o Custo Brasil — conjunto de entraves burocráticos, estruturais e econômicos que encarece a produção e a realização de negócios no país. 

“Devemos enfrentar as amarras estruturais que encarecem a produção no país. O Custo Brasil drena a capacidade de investimento das empresas, afasta o capital produtivo e aumenta os preços dos produtos e serviços consumidos pelos brasileiros”, afirma. 

O que dizem os industriais

Pesquisa da CNI mostra que 36% dos empresários industriais apontam o excesso de burocracia como o principal obstáculo para acessar políticas públicas de incentivo à inovação

O problema é mais intenso no Nordeste, onde 48% dos industriais identificam a burocracia como a principal barreira. O Sudeste é a região com menor impacto, onde o percentual é de 32%

Outros entraves citados pelos empresários são:

  • risco de glosa e penalidades futuras (5%);
  • dificuldade de compreender as regras dos programas (5%);
  • lentidão na análise dos processos (5%);
  • baixa previsibilidade (3%).

O levantamento também revela que 42% dos industriais sequer tentaram acessar instrumentos públicos de apoio à inovação. O índice chega a 45% no Nordeste e a 44% no Sudeste, enquanto Norte e Centro-Oeste registram o menor percentual, de 29%

Desburocratização e crédito mais acessível

Para reverter esse cenário, a CNI propõe uma desburocratização radical nas linhas de financiamento e a modernização dos processos de instituições como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e as agências estaduais de fomento. O objetivo é destravar o dinheiro já disponível — mas que permanecem represados em longos trâmites administrativos — especialmente para startups e micro e pequenas empresas. 

Segundo a CNI, atualmente o intervalo entre a aprovação de um projeto e a liberação dos recursos pode chegar a 18 meses — prazo considerado incompatível com o ritmo da inovação tecnológica. Por isso, a entidade defende a aceleração das análises e dos desembolsos

Outra proposta é reduzir ou flexibilizar as exigências de garantias reais, substituindo-as pelo uso de fundos garantidores de crédito. A intenção é que a concessão de financiamento passe a considerar principalmente o mérito técnico e o potencial tecnológico dos projetos, e não apenas o patrimônio da empresa. 

Modelos mais flexíveis de financiamento

A CNI também afirma que os atuais mecanismos de fomento à inovação são excessivamente padronizados e pouco adaptados às diferenças regionais, o que reduz sua efetividade. 

Na avaliação da entidade, MPEs, startups e empresas de base tecnológica (deep techs) enfrentam grandes dificuldades para captar recursos destinados ao desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, mesmo quando existem linhas de financiamento disponíveis. Entre os principais gargalos estão editais lentos, juros elevados e incompatíveis com projetos de maior risco, além das exigências excessivas de garantias

A CNI também aponta limitações no alcance da Lei do Bem (nº 11.196/2005) — mecanismo do Governo Federal que concede incentivos fiscais a empresas brasileiras que investem em PD&I. Por estar atrelada ao regime de Lucro Real, mais de 90% das indústrias brasileiras em outros regimes não podem utilizá-la.

Além disso, o benefício não pode ser aproveitado em anos de prejuízo fiscal e o saldo remanescente não pode ser compensado em períodos posteriores, reduzindo o alcance da política. 

Compartilhamento do risco tecnológico

Para ampliar o acesso aos recursos, a CNI propõe que o governo e as instituições de fomento compartilhem parte do risco tecnológico dos projetos, por meio da criação de fundos garantidores de crédito voltados às micro e pequenas empresas. 

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Jefferson Gomes, reforça a necessidade da simplificação do acesso aos incentivos, preservando a continuidade dos investimentos públicos em inovação. Segundo ele, a previsibilidade desses recursos é essencial para que empresas e pesquisadores possam planejar projetos de longo prazo

“É fundamental que o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico seja mantido ao longo do tempo para que possamos aumentar a complexidade de produtos e, assim, podermos ter uma indústria mais forte com produtos com maior valor agregado”, recomenda. 

Entre as propostas da entidade está a substituição dos editais tradicionais por modelos de fluxo contínuo, permitindo que projetos sejam apresentados e analisados de forma permanente, sem depender da abertura de chamadas específicas. 

Outra recomendação é descentralizar o financiamento da inovação por meio da criação de fundos regionais abastecidos com recursos provenientes de royalties e de outras obrigações regulatórias. Segundo a CNI, a medida permitiria reinvestir parte da riqueza gerada pela exploração de recursos naturais no desenvolvimento das vocações tecnológicas de cada região do país

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BAHIA: MCom expande conexão à internet em áreas rurais e acesso à TV digital em Juazeiro

Cidade receberá 23 novas torres de telefonia móvel para localidades rurais, novos canais públicos de televisão; mumcu também deve receber reforço de R$ 650 mil para ações de capacitação

BAHIA: MCom expande conexão à internet em áreas rurais e acesso à TV digital em Juazeiro

Serão implantadas 23 estações de telefonia móvel no município de Juazeiro (BA). A infraestrutura vai possibilitar o acesso ao sinal de telefonia e internet móvel em 24 localidades rurais do município. O anúncio foi feito pelo Ministério das Comunicações (MCom) e a medida tem o objetivo de ampliar o acesso da população a serviços essenciais, educação, saúde, oportunidades de negócios e comunicação.

O município de Juazeiro concentra o maior volume de investimentos do programa de telefonia rural na Bahia.  Ao todo, estão previstos R$ 39,1 milhões para levar sinal de telefonia e internet às comunidades rurais do município.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou a importância de fortalecer a inclusão digital no estado da Bahia. Ele ressaltou, ainda, como o investimento em tecnologia digital pode gerar resultados positivos, como o estímulo à comercialização dos produtos da agricultura de forma digital.

“Levar conectividade é ampliar a oportunidade para o jovem, para o idoso, aproximar as pessoas que podem continuar na zona rural. Aqui tem uma grande expertise que é a fruticultura. Nós sabemos sabe que quando investimos na infraestrutura digital, a ideia é fortalecer o mercado eletrônico. Através das suas redes, o produtor poderá comercializar os seus produtos. E esse é o objetivo do nosso ministério: gerar condições e gerar alternativas que só a força do governo poderá fazer”, destacou o ministro.

A iniciativa integra o programa de expansão da conectividade rural do Governo do Brasil. No estado baiano, 81 torres de telefonia móvel  já foram instaladas em localidades rurais, beneficiando 37 municípios. 

No total, o investimento total na Bahia chega a R$ 137,7 milhões, sendo R$ 74,8 milhões já executados e outros R$ 62,9 milhões programados até o fim do ano.

TV digital 

Além da conectividade móvel, os municípios baianos de Juazeiro e Paulo Afonso passam a contar com novos canais digitais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e da Rede Legislativa.

A expansão do acesso ao sinal digital é realizada por meio do Programa Brasil Digital e amplia o acesso da população à programação educativa, cultural, informativa e institucional em sinal aberto e digital. 

Em Juazeiro, o sistema recebeu investimento federal de cerca de R$ 885 mil, já Paulo Afonso recebeu aproximadamente R$ 590 mil.

Novos investimentos em capacitação 

Junto com o anúncio de investimento em conectividade, também foram celebrados os 10 anos de atuação do Centro de Recondicionamento de Computadores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). A unidade, que promove a  capacitação profissional de jovens, é considerada uma referência nacional em inclusão digital e sustentabilidade. O centro já doou 3.266 computadores recondicionados para 376 Pontos de Inclusão Digital (PIDs) e capacitou 6.972 pessoas. 

Durante a cerimônia, foi assinado um termo aditivo no valor de R$ 650 mil para fortalecer as atividades do centro de capacitação.

O evento também marcou o avanço do projeto de Robótica Educativa, que já conta com investimentos que superam os R$ 2,5 milhões. A iniciativa implantou laboratórios de robótica em Juazeiro, Campo Formoso (BA) e São Raimundo Nonato (PI), além de um laboratório móvel, com previsão de formar 50 professores especialistas e emitir 1.500 certificações.

Investimentos na Bahia

As entregas em Juazeiro integram ações do Ministério das Comunicações para ampliar a inclusão digital e a conectividade no estado. Os programas diretamente executados pela pasta somam cerca de R$ 262,3 milhões em investimentos na Bahia. Os recursos foram distribuídos entre conectividade em escolas, expansão da telefonia móvel e inclusão digital.

Confira os principais resultados:

  • R$ 123,9 milhões destinados ao programa Escolas Conectadas;
  • R$ 74,8 milhões já investidos na expansão da telefonia móvel rural;
  • R$ 62,9 milhões previstos para novas etapas do programa de telefonia móvel;
  • R$ 700 mil em ações do programa Computadores para Inclusão.
     

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PERNAMBUCO: 13 comunidades rurais de Petrolina passam a ter acesso à telefonia móvel e internet 5G

Iniciativa do Ministério das Comunicações leva conectividade a áreas que antes não contavam com sinal de celular; investimento soma R$ 20,4 milhões

PERNAMBUCO: 13 comunidades rurais de Petrolina passam a ter acesso à telefonia móvel e internet 5G

Moradores de 13 comunidades rurais de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, passaram a contar com sinal de telefonia móvel e internet 5G. A iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) instalou 12 estações de telefonia móvel na região, ampliando o acesso à conectividade em localidades que antes enfrentavam dificuldades para realizar chamadas, acessar serviços digitais e utilizar a internet. O investimento chega a R$ 20,4 milhões

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que o movimento proporciona o acesso à tecnologia de qualidade para o Sertão. Segundo ele, a conectividade antena representa oportunidades que antes não existiam. 

Para Siqueira Filho, a iniciativa garante que os moradores do  interior do país tenham acesso às mesmas oportunidades digitais disponíveis nos centros urbanos. “Então, esse é o propósito do nosso governo, é levar mais inclusão digital para que as pessoas possam se inserir nesse mundo”, afirmou o ministro das Comunicações.

Durante o evento, foram apresentados os benefícios da expansão da conectividade no local. Além de possibilitar o pagamento à distância, teleconsultas e acesso aos aplicativos do Governo Federal, agora a população também não vai mais enfrentar problemas de comunicação para emergências – como ligar para o SAMU, pelo 192.

A iniciativa integra o programa de expansão da conectividade rural do Governo do Brasil. Em Petrolina, foram beneficiadas as comunidades de N.S.1, Pau Ferro, NS 2, Caititu, Agrovila Nossa Senhora de Fátima, Tapera, Uruás, Cristália, Cruz De Salinas, Bancada, Pedrinhas, Nova Descoberta e Serrote Do Urubu.

Conectividade nas rodovias

No estado de Pernambuco, o programa já instalou 267 torres de telefonia móvel em localidades rurais, beneficiando 114 municípios. Ao todo, o estado pernambucano já recebeu R$ 453,9 milhões em investimentos no setor, sendo R$ 345,1 milhões já executados e outros R$ 108,8 milhões programados até o final de 2026.

Além disso, as rodovias de Pernambuco também estão sendo conectadas com a tecnologia 4G. Já foram instaladas 5 torres de telefonia móvel, garantindo a cobertura de 133 km da BR-232 – que liga Recife a Parnamirim. A previsão é de que os investimentos para  cobrir todo o trajeto da rodovia cheguem a R$ 12,8 milhões.

Investimentos em Pernambuco

As entregas em Petrolina fazem parte de um conjunto de ações do Ministério das Comunicações voltadas a ampliar a inclusão digital e a conectividade no estado. 

Apenas nos programas diretamente executados pela pasta, o estado pernambucano acumula cerca de R$ 508,2 milhões em investimentos. O montante foi distribuído entre conectividade em escolas, expansão da telefonia móvel e inclusão digital.

Confira os principais resultados:

  •  R$ 39,4 milhões destinados ao programa Escolas Conectadas;
  •  R$ 345,1 milhões já investidos na expansão da telefonia móvel rural;
  •  R$ 108,8 milhões previstos para novas etapas do programa de telefonia móvel;
  •  R$ 12,8 milhões para o programa de telefonia móvel em rodovias;
  •  R$ 2,1 milhões em ações do programa Computadores para Inclusão.
     

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