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Construtora e Incorporada Tenda: Agilidade , Organização e Desburocratização

Construtora e Incorporada Tenda: Agilidade , Organização e Desburocratização

Em julho, a Construtora Tenda, uma das principais construtoras e incorporadoras com foco em habitação popular no Brasil, conquistou um grande feito no mercado imobiliário e registral do país. A empresa conseguiu efetivar o registro do Memorial de Incorporação do Empreendimento Reserva Carioca em apenas quatro dias!

Esse feito envolveu três atos, além do Registro do Memorial do empreendimento, que é composto por 500 unidades habitacionais. A intenção agora é replicar esse sucesso em outros empreendimentos e cartórios do Rio de Janeiro. No entanto, é importante destacar que o prazo de 4 dias foi um caso específico e que pode variar conforme o empreendimento e o cenário.

Luiza Cavazza, advogada responsável pelos escritórios da Tenda no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, gerenciou o trabalho em conjunto com a empresa Metro Regularização Imobiliária e Fundiária, sediada na capital fluminense, e com o apoio do Cartório do 12º Ofício de Registro de Imóveis do Rio de Janeiro, liderado pelo Oficial Sergio Avila.

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Investimentos no Agronegócio 2026: Navegando entre Margens Apertadas e Oportunidades Tecnológicas

Investimentos no Agronegócio 2026: Navegando entre Margens Apertadas e Oportunidades Tecnológicas

Marcelo Berlinck Mariano Costa, sócio e CEO da PICREDI Administração de Ativos, afirma que o agronegócio brasileiro,
pilar da economia nacional, aproxima-se de 2026 em um cenário de perspectivas moderadas, porém resilientes.
Embora o setor deva enfrentar o desafio de margens de lucro mais apertadas e de uma economia global mais lenta,
a demanda externa por alimentos segue firme e a inovação tecnológica no campo abre novas frentes de investimento.

O Cenário Econômico e os Desafios para 2026

Após um ano recorde de safra em 2025, as projeções iniciais para 2026 indicam uma leve retração na produção de grãos.
O IBGE estima uma colheita de 332,7 milhões de toneladas, queda de 3,7% em relação ao ciclo anterior.
Paralelamente, o setor deverá enfrentar alguns pontos de atenção:

  • Margens de lucro sob pressão: custos de produção, como insumos e crédito mais restrito, tendem a comprimir as margens dos produtores.
  • Crédito e inadimplência: o acesso ao crédito rural exige gestão estratégica mais apurada por parte do produtor.
    A expectativa é de que a inadimplência do setor comece a recuar a partir do primeiro trimestre de 2026.
  • Volatilidade climática: eventos climáticos continuam sendo fator de risco significativo, exigindo atenção constante
    ao planejamento da safra, especialmente em regiões-chave como o Mato Grosso.

Apesar desses desafios, o governo federal lançou o Plano Safra 2025/2026 com um volume expressivo de recursos,
na ordem de R$ 516,2 bilhões, para impulsionar o setor, o que deve mitigar parte das dificuldades de financiamento.

Oportunidades e Tendências de Investimento

Marcelo Berlinck Mariano Costa, diz que apesar do cenário de cautela, o agronegócio continua a ser um campo fértil para investimentos estratégicos:

  • Tecnologia e Inovação (Agro 4.0): a busca por eficiência e produtividade é constante.
    Investimentos em tecnologia de precisão, agricultura digital e bioeconomia despontam como tendências fortes para 2026.
    Programas de fomento à inovação tecnológica, como o INOVAGRO, aparecem como importantes vias de financiamento.
  • Sustentabilidade e Governança (ESG): a agenda ambiental, social e de governança ganha peso nas decisões
    de compra, financiamento e investimento. Adotar práticas sustentáveis e transparentes deixa de ser apenas tendência
    para se tornar diferencial competitivo, possibilitando inclusive melhores condições de crédito.
  • Proteína animal: o segmento de proteína animal, incluindo aves e suínos, deve manter um panorama positivo,
    com o Brasil ampliando sua presença global, segundo análises de mercado como as do Rabobank.
  • Mercado de capitais: para o investidor que busca liquidez, os Fiagros (Fundos de Investimento nas Cadeias
    Produtivas do Agronegócio) e as ações de empresas do setor listadas na B3 permanecem como opções viáveis, permitindo
    diversificação e acesso a grandes players do mercado.

Estratégia do Investidor para 2026

Em um ano que se desenha com margens mais apertadas, a palavra de ordem para o investidor e para o produtor rural é
gestão estratégica.

  • Análise criteriosa: é fundamental avaliar custos, viabilidade econômica e estratégias de proteção de preços
    (hedge) para navegar na volatilidade das commodities.
  • Diversificação: distribuir os investimentos em diferentes elos da cadeia produtiva ou por meio de fundos
    diversificados ajuda a mitigar riscos.
  • Foco na eficiência: produzir mais com menos recursos, otimizar o uso de água, energia e insumos e reduzir
    desperdícios será essencial para preservar a rentabilidade.

O agronegócio em 2026 continuará sendo um setor vital e cheio de oportunidades, mas exigirá do investidor uma abordagem
mais analítica, com foco em eficiência e inovação. O ciclo médio de liquidação dos ativos administrados pela PICREDI gira
entre 90 e 100 dias, oferecendo uma rentabilidade mensal estimada entre 1,3% e 1,7% a.m.
números considerados expressivos para investidores do segmento agropecuário.

Mais Informações

Mais informações sobre investimentos no agronegócio:

E-mail: marcelo@picredi.com.br

Site: www.picredi.com.br

WhatsApp: +55 11 91424-7595

Por Redação PICREDI Administração de Ativos

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Artigos

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Entrevista exclusiva da Brasil em Destaque com a Clínica de Recuperação Casoto sobre internação de dependentes químicos e tratamento de alcoolismo.

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Em uma conversa exclusiva, a Brasil em Destaque entrevistou a equipe da Clínica de Recuperação Casoto, uma das referências nacionais quando o assunto é reabilitação de dependentes químicos e alcoólatras. A entrevista aborda os desafios atuais, o tempo de internação e as perspectivas de futuro para o setor.

Brasil em Destaque: Quais são os principais desafios que a sociedade enfrenta hoje em relação à dependência química?

Clínica de Recuperação Casoto: O maior desafio é compreender que a dependência química é uma doença crônica e precisa de tratamento adequado. Muitas famílias ainda enfrentam preconceito e dificuldade de acesso a uma clínica de recuperação especializada. É necessário ampliar o debate e fortalecer as políticas públicas para dar suporte aos pacientes e seus familiares.

Brasil em Destaque: Quanto tempo, em média, dura a internação de um dependente químico?

Clínica de Recuperação Casoto: A internação não tem um prazo único, pois cada paciente responde de forma diferente ao processo terapêutico. Em média, programas de internação de dependentes químicos duram entre 90 e 180 dias. Casos mais graves, com histórico de recaídas, podem exigir períodos mais longos, chegando a até um ano.

Brasil em Destaque: E quanto ao alcoolismo, como funciona o tratamento?

Clínica de Recuperação Casoto: O tratamento de alcoolismo segue protocolos que incluem desintoxicação supervisionada, acompanhamento psiquiátrico, terapias individuais e coletivas, além do apoio familiar. O tempo médio de internação é semelhante ao da dependência química, mas cada paciente precisa de um plano individualizado.

Brasil em Destaque: Qual o papel da família durante a internação?

Clínica de Recuperação Casoto: A família é parte fundamental do processo. Oferecemos encontros terapêuticos e orientações para que os familiares compreendam a doença e aprendam a lidar com ela. O acolhimento e o suporte familiar aumentam muito as chances de sucesso no tratamento.

Brasil em Destaque: Como a Clínica Casoto se diferencia no atendimento?

Clínica de Recuperação Casoto: Nosso diferencial é o cuidado humanizado aliado a uma equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e conselheiros. Trabalhamos com foco na reintegração social do paciente, preparando-o para retomar sua vida com dignidade e equilíbrio.

Brasil em Destaque: Quais os próximos passos para fortalecer o tratamento no Brasil?

Clínica de Recuperação Casoto: O futuro do tratamento para dependência química no Brasil passa pelo fortalecimento das redes de apoio, ampliação das unidades terapêuticas, qualificação de profissionais e, principalmente, pela conscientização da sociedade de que a dependência química não é uma falha de caráter, mas uma doença que precisa de tratamento sério e responsável.


Para saber mais sobre tratamentos especializados, acesse Instituto Recomeçar, Clínica Casoto e Rede Clínicas de Recuperação. Cuidar da saúde mental e combater o vício é um passo essencial para transformar vidas.

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Tratamento para Dependentes Químicos: Conheça os Tipos e Abordagens Utilizadas no Brasil

Tratamento para Dependentes Químicos: Conheça os Tipos e Abordagens Utilizadas no Brasil

O avanço da dependência química no Brasil continua sendo um desafio para autoridades de saúde, famílias e instituições. Com o aumento do consumo de drogas lícitas e ilícitas, cresce também a busca por tratamentos especializados que possam oferecer reais chances de recuperação a dependentes químicos. Mas afinal, quais são os tipos de tratamento disponíveis? E como eles funcionam na prática?

Especialistas afirmam que a dependência química é uma doença crônica, progressiva e com possibilidade de controle. A abordagem terapêutica varia conforme o perfil do paciente, o tipo de substância consumida, o grau de dependência e fatores sociais e psicológicos associados.

Tratamento ambulatorial: alternativa para casos leves e moderados

O tratamento ambulatorial é recomendado para casos em que o paciente ainda mantém parte de sua autonomia e consegue cumprir com rotinas externas. Nessa modalidade, o usuário realiza consultas periódicas com psicólogos, psiquiatras e terapeutas, sem necessidade de internação.

As sessões podem envolver terapias individuais, em grupo ou familiares, além de suporte medicamentoso para controlar sintomas como ansiedade, insônia e compulsão. Segundo especialistas, esse formato tem boa resposta quando o paciente possui uma rede de apoio familiar sólida.

Internação voluntária: acolhimento em ambiente terapêutico

Para quadros mais graves, a internação voluntária é uma das modalidades mais utilizadas. Nesse modelo, o próprio paciente reconhece a necessidade de ajuda e aceita ser acolhido em uma clínica especializada.

Durante o período de internação, que geralmente varia entre 90 e 180 dias, o indivíduo passa por desintoxicação supervisionada, terapias comportamentais, atendimento médico e reintegração social progressiva. O foco é oferecer um ambiente controlado e seguro para que o paciente consiga interromper o ciclo de uso.

Internação involuntária: opção legal e respaldada por laudo médico

A internação involuntária é aquela solicitada por familiares quando o dependente não aceita tratamento, mas apresenta riscos à própria vida ou à de terceiros. Esse tipo de internação é respaldado por lei e exige a emissão de laudo médico que comprove a necessidade da medida.

“Em casos de surto psicótico, tentativas de suicídio ou uso contínuo com risco iminente, a internação involuntária pode ser a única forma de salvar uma vida”, explica a psiquiatra Ana Lúcia Meirelles, especialista em saúde mental e dependência química.

Internação compulsória: decisão judicial em situações extremas

Diferente da internação involuntária, a compulsória é determinada por um juiz, após avaliação técnica e solicitação do Ministério Público ou da família. Trata-se de uma medida excepcional, utilizada quando esgotadas todas as outras alternativas.

Embora controversa, a internação compulsória tem sido usada em grandes centros urbanos para combater o avanço do uso de drogas em espaços públicos e em situações de vulnerabilidade social extrema.

Terapias complementares e espiritualidade como aliados

Além das abordagens tradicionais, muitos centros terapêuticos incorporam atividades complementares, como meditação, arteterapia, musicoterapia e práticas religiosas ou espiritualizadas. Segundo estudos recentes, essas práticas ajudam na recuperação emocional e no reforço da autoestima.

Programas baseados nos 12 passos dos Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA) também são amplamente utilizados como ferramenta de manutenção da sobriedade.

Importância do apoio familiar e acompanhamento pós-tratamento

Independente do tipo de tratamento escolhido, a participação da família e o suporte contínuo após a alta são determinantes para o sucesso da recuperação. Muitos centros oferecem acompanhamento psicológico a familiares e incentivam visitas regulares durante a internação.

Além disso, a manutenção de atividades ocupacionais, a reintegração ao mercado de trabalho e o suporte psicoterapêutico de longo prazo são fundamentais para evitar recaídas.

Dados do Ministério da Saúde reforçam a importância da assistência

Segundo levantamento mais recente do Ministério da Saúde, o Brasil possui mais de 3 mil unidades que oferecem algum tipo de atendimento a dependentes químicos, entre CAPS AD (Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), comunidades terapêuticas e clínicas particulares. A procura por internações e suporte psicológico aumentou 27% nos últimos três anos.

Para especialistas, a informação e o acesso facilitado aos serviços são os principais aliados na prevenção e no tratamento. A dependência química não escolhe classe social, idade ou região — e, por isso, requer uma resposta ampla e coordenada entre sociedade e poder público.

As clínicas de recuperação Grupo Sobriedade, contam com tratamento especializado em todo Brasil, através de um programa personalizado.

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