A iniciativa Carreta Digital, criada em 2024 pelo Ministério das Comunicações, em parceria com a Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), encerrou 2025 com 9,8 mil jovens formados em cursos básicos de tecnologia. O programa, que funciona em um caminhão adaptado e percorre regiões com pouca oferta de formação tecnológica, registrou mais de 8 mil certificações só no ano passado.
A expansão do programa em 2026 está prevista para superar 20 mil capacitações e aumentar o número de cidades atendidas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa tem papel importante no campo profissional brasileiro. “Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade”.
Lançado inicialmente como um projeto piloto, a carreta passou pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Maranhão e, mais recentemente, Pernambuco, onde 85 jovens concluíram o curso antes do recesso de dezembro.
A estrutura utiliza um espaço conhecido como Espaço Maker, equipado para aulas presenciais. Todos os cursos priorizam atividades práticas e aproximam os estudantes das demandas reais do mercado de trabalho.
A coordenadora nacional do projeto, Aline Marcon, destaca que a proposta atua diretamente na inclusão social e produtiva da juventude.“A RBCIP tem o compromisso de tirar a inovação dos laboratórios e levá-la para onde ela é mais necessária: o coração das comunidades brasileiras. A Carreta Digital não é apenas um laboratório itinerante; é uma ponte direta para o mercado de trabalho e para a cidadania digital”, ressaltou.
Cursos oferecidos
A proposta central é oferecer formação rápida e prática em:
● Robótica
● Manutenção de celulares
● Montagem de computadores de alto desempenho (PC Gamers)
Internet chega a 4 mil das escolas públicas do Distrito Federal
Governo do Brasil prevê contemplar mais quatrocentas escolas no DF ainda em 2026
Quatrocentas escolas públicas de educação básica do Distrito Federal já têm conectividade disponível para professores, alunos e corpo administrativo.
A ação integra o programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), e chegou a 68% das escolas brasileiras em 2025. Para 2026, a previsão é universalizar o acesso tanto no Distrito Federal, chegando a mais 275 escolas; quanto no país, com internet em todas as 138 mil unidades de educação básica.
A iniciativa visa garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que levar internet para dentro das escolas é um projeto prioritário para o Governo do Brasil.
“Entendemos que a inclusão digital é essencial. A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou.
Para além de resultados operacionais, de acordo com Siqueira Filho, a base do programa está no desenvolvimento humano. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, disse o ministro.
Escolas Conectadas
Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet via políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace, consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.
O investimento total previsto para o programa é de cerca de R$9 bilhões, sendo R$6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.
Internet chega a mais de mil escolas públicas do Espírito Santo
Governo do Brasil prevê contemplar mais novecentas escolas no estado ainda em 2026
Mais de mil escolas públicas de educação básica do estado do Espírito Santo já têm conectividade disponível para professores, alunos e corpo administrativo.
A ação integra o programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), e chegou a 68% das escolas brasileiras em 2025. Para 2026, a previsão é universalizar o acesso tanto no estado do Espírito Santo, chegando a mais 953 escolas; quanto no país, com internet em todas as 138 mil unidades de educação básica.
A iniciativa visa garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que levar internet para dentro das escolas é um projeto prioritário para o Governo do Brasil.
“Entendemos que a inclusão digital é essencial. A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou.
Para além de resultados operacionais, de acordo com Siqueira Filho, a base do programa está no desenvolvimento humano. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, disse o ministro.
Escolas Conectadas
Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet via políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace, consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.
O investimento total previsto para o programa é de cerca de R$9 bilhões, sendo R$6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.
Internet chega a quase 3 mil escolas públicas de Goiás
Governo do Brasil prevê contemplar mais seiscentas escolas no estado ainda em 2026
Quase três mil escolas públicas de educação básica do estado de Goiás já têm conectividade disponível para professores, alunos e corpo administrativo.
A ação integra o programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), e chegou a 68% das escolas brasileiras em 2025. Para 2026, a previsão é universalizar o acesso tanto no estado de Goiás, chegando a mais 662 escolas; quanto no país, com internet em todas as 138 mil unidades de educação básica.
A iniciativa visa garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que levar internet para dentro das escolas é um projeto prioritário para o Governo do Brasil.
“Entendemos que a inclusão digital é essencial. A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou.
Para além de resultados operacionais, de acordo com Siqueira Filho, a base do programa está no desenvolvimento humano. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, disse o ministro.
Escolas Conectadas
Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet via políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace, consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.
O investimento total previsto para o programa é de cerca de R$9 bilhões, sendo R$6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.
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