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Economia

Café hoje: confira as cotações para esta quarta-feira (29)

Preços do café arábica e açúcar apresentam queda

Café hoje: confira as cotações para esta quarta-feira (29)

O preço do café arábica abre esta quarta-feira (29) em baixa de 0,51%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.774,88 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
28/04/2026 1.774,88 -0,51% -5,98% 356,40
27/04/2026 1.784,03 -2,58% -5,50% 358,24
24/04/2026 1.831,26 0,77% -2,99% 366,33
23/04/2026 1.817,26 2,67% -3,74% 362,80
22/04/2026 1.770,08 -0,32% -6,24% 355,94

O café robusta por sua vez, teve valorização de 1,29%, sendo comercializado a R$ 953,19.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
28/04/2026 953,19 1,29% -1,30% 191,40
27/04/2026 941,05 -1,47% -2,56% 188,97
24/04/2026 955,12 1,43% -1,10% 191,06
23/04/2026 941,63 0,91% -2,50% 187,99
22/04/2026 933,13 2,58% -3,38% 187,64

Açúcar

O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve queda de 1,06% e é cotada a R$ 97,66.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO 

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
28/04/2026 97,66 -1,06% -7,40% 19,61
27/04/2026 98,71 -0,95% -6,40% 19,82
24/04/2026 99,66 3,75% -5,50% 19,94
23/04/2026 96,06 -3,01% -8,91% 19,18
22/04/2026 99,04 -0,35% -6,09% 19,92

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização. A alta foi de 2,35%, e a commodite é negociada a R$ 104,51 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL – SANTOS (FOB) 

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
28/04/2026 104,51 2,35% -8,40% 20,95
27/04/2026 102,11 -0,53% -10,51% 20,54
24/04/2026 102,65 2,43% -10,04% 20,50
23/04/2026 100,21 0,12% -12,17% 20,23
22/04/2026 100,09 0,86% -12,28% 20,16

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, continua sendo vendida a R$ 66,67, após estabilidade no preço.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA 

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
28/04/2026 66,67 0,00% -5,26% 13,39
27/04/2026 66,67 0,06% -5,26% 13,39
24/04/2026 66,63 0,41% -5,31% 13,33
23/04/2026 66,36 0,03% -5,70% 13,25
22/04/2026 66,34 -0,17% -5,73% 13,34

Os valores são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.  
 

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Economia

Ibovespa fecha o último pregão aos 173.885 pontos, após queda de 0,65%

Ações dos bancos pressionaram o principal índice da Bolsa brasileira, enquanto a Petrobras amenizou as perdas com a alta do petróleo

Ibovespa fecha o último pregão aos 173.885 pontos, após queda de 0,65%

O Ibovespa fechou o último pregão aos 173.885 pontos, após queda de 0,65%.

O principal índice da Bolsa brasileira foi pressionado pelo desempenho negativo das ações dos bancos, influenciadas pela alta dos juros futuros e pela repercussão dos resultados corporativos do setor financeiro.

Por outro lado, as ações da Petrobras avançaram, acompanhando a valorização dos preços do petróleo no mercado internacional, o que ajudou a reduzir as perdas do índice.

Os investidores também acompanharam a expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, além dos desdobramentos do cenário político no Brasil.

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Azevedo & Travassos SA Pfd. (AZEV4F) +16,54%

  • Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) +14,29%

Ações em queda no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TKOY3) −21,62%

  • Grupo Toky SA  (TKOY3F) −21,05%

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

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Economia

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,10, após queda de 0,12%

Moeda norte-americana recuou com a valorização do petróleo, enquanto o mercado acompanhou a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve.

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,10, após queda de 0,12%

O dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,10, após queda de 0,12%.

A desvalorização da moeda norte-americana foi influenciada pela alta dos preços do petróleo no mercado internacional. Como o Brasil é um importante exportador da commodity, o avanço das cotações tende a fortalecer o real frente ao dólar.

O mercado também acompanhou a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos. A possibilidade de manutenção das taxas e de um discurso mais cauteloso em relação à inflação permaneceu no radar dos investidores.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1954 0,1700 0,1458 31,9322 0,1591 0,2744 0,2803
    USD 5,1174 1 0,8722 0,7481 163,41 0,8147 1,4042 1,4384
    EUR 5,8824 1,1464 1 0,8577 187,30 0,9332 1,6097 1,6485
    GBP 6,8399 1,3365 1,1659 1 218,37 1,0877 1,8769 1,9218
    JPY 0,0313 0,0061 0,0053 0,0046 1 0,4982 0,0086 0,0088
    CHF 6,2859 1,2284 1,0711 0,9192 200,79 1 1,7253 1,7668
    CAD 3,6438 0,7121 0,6210 0,5328 116,35 0,5797 1 1,0239
    AUD 3,5682 0,6953 0,6064 0,5201 113,61 0,5658 0,9765 1

Os dados são da Investing.com
 

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Economia

Gasto Brasil: Sudeste já registra R$ 322,4 bilhões em despesas públicas em 2026

Com informações sobre despesas primárias da União, estados, Distrito Federal e municípios, plataforma da CACB e da ACSP busca ampliar a transparência das contas públicas

Gasto Brasil: Sudeste já registra R$ 322,4 bilhões em despesas públicas em 2026

As despesas públicas primárias dos estados da região Sudeste somaram R$ 322,4 bilhões entre 1º de janeiro e 22 de julho de 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

No Espírito Santo, as despesas públicas alcançaram R$ 18,4 bilhões no período. O total corresponde a 8,76% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual de 2025, estimado em R$ 209,8 bilhões, e equivale a uma despesa per capita de aproximadamente R$ 4,8 mil, considerando uma população de 3,8 milhões de habitantes.

Em Minas Gerais, as despesas somaram R$ 72,9 bilhões, o equivalente a 7,5% do PIB estadual de 2025 (R$ 972 bilhões). A despesa per capita foi de aproximadamente R$ 3,5 mil, com base em uma população de 20,5 milhões de habitantes.

No Rio de Janeiro, os gastos alcançaram R$ 65,9 bilhões, valor equivalente a 5,6% do PIB estadual de 2025 (R$ 1,17 trilhão). A despesa per capita foi de cerca de R$ 4,1 mil, considerando uma população de 16 milhões de habitantes.

.
Em São Paulo, as despesas públicas chegaram a R$ 165,2 bilhões entre janeiro e julho de 2026. O montante corresponde a 4,8% do PIB estadual de 2025 (R$ 3,4 trilhões) e representa uma despesa per capita de aproximadamente R$ 3,7 mil, com base em uma população de 44,4 milhões de habitantes.

Para o presidente da CACB, ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, acompanhar as despesas públicas é fundamental para aprimorar a gestão. Segundo ele, o país precisa avançar em medidas como reforma administrativa, planejamento, controle fiscal e definição de critérios para investimentos públicos.

“Há 20 anos criamos o Impostômetro, que é uma forma de você mostrar para a sociedade quanto estamos pagando de impostos. Então criamos o Gasto Brasil, que é uma ferramenta para que a população tomasse conhecimento de onde e como estavam sendo gastas as despesas da União, estados e municípios.”

 

O diretor financeiro da CACB e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues, afirma que a plataforma amplia a transparência das contas públicas. “Essa iniciativa da CACB, de mostrar de forma clara, através do Gasto Brasil, é muito importante, porque nós precisamos ter transparência, nós precisamos informar, porque a informação  de qualidade faz com que as pessoas tenham mais preparo para analisar e entender os rumos que elas querem para o país.”

 

De acordo com a presidente da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), Sandra Brandani, é preciso gestão pública, foco na eficiência para que o Brasil ande melhor. “Para que o país promova um gasto público com maior eficiência, o Brasil já gasta muito. O problema é que ele gasta mal. E para virar essa chave, precisa de três pilares: transparência, mais regra e mais gestão. Se tivermos total transparência, o cidadão consegue ver e consegue cobrar. Então, se não tem transparência, não consegue cobrar.”

 

Painel ganha novas funcionalidades

 

A CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançam, no dia 11 de agosto, na Câmara dos Deputados, novas funcionalidades do Painel Gasto Brasil. A atualização incluirá recortes econômicos, detalhamento dos gastos por população, índice de qualidade das informações e novos indicadores para ampliar a transparência das despesas públicas.

 

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