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Apagão cibernético global afeta serviços essenciais e expõe vulnerabilidades

Serviços bancários, viagens aéreas, hospitais, trânsito e transmissões de TV são impactados pelo apagão cibernético desta sexta-feira.

Apagão cibernético global afeta serviços essenciais e expõe vulnerabilidades

Atrasos em voos, problemas para acessar serviços bancários e interrupção de transmissão de emissoras de TV são alguns dos problemas causados por um apagão cibernético que afetou diversos países ao redor do mundo nesta sexta-feira (19). Informações preliminares indicam que o “caos” está relacionado a uma companhia que fornece serviços de segurança digital.

A empresa em questão seria a CrowdStrike, que realiza serviços de cibersegurança para algumas das maiores companhias do mundo, buscando encontrar falhas em sistemas digitais e evitar ataques de hackers. O apagão que afetou inúmeros serviços nesta manhã teria se originado em sistemas da CrowdStrike que utilizam o sistema operacional Windows, da Microsoft. Reinaldo Boesso, especialista em tecnologia e CEO da TMB explica a causa dessa falha. 

“O problema gerado hoje não tem muita relação com o próprio Windows, é  uma atualização de software de um sistema de segurança que a Microsoft usa. É um fornecedor da Microsoft e esse fornecedor provavelmente fez algumas atualizações de software, não relacionadas ao Windows, mas uma atualização de software de segurança, um procedimento aparentemente padrão, até o que sabemos no momento, e que isso causou uma falha. E causando a falha nesse sistema, e o sistema da Microsoft, utilizando esse produto, ele acabou falhando nos servidores da Microsoft, que são os servidores que hospedam a maioria dos aplicativos, sistemas de viagem, controle de tráfego aéreo do mundo, e aí gerando um impacto global” pontua.

Em um comunicado, a CrowdStrike confirmou que está ciente de falhas no sistema operacional Windows relacionadas ao sensor Falcon. Aparentemente, não há indícios de que o problema tenha sido causado por um ataque hacker.

No Brasil, usuários têm feito reclamações de que os aplicativos de bancos estariam fora do ar, impossibilitando transações financeiras e o acesso a contas. Nos Estados Unidos, as principais companhias aéreas – American Airlines, United e Delta – paralisaram todos os seus voos, causando longas filas e cancelamentos de última hora. A JetBlue conseguiu manter as operações normalmente, mas outras companhias pelo mundo também relataram problemas semelhantes.

Hospitais enfrentaram dificuldades com sistemas de prontuários eletrônicos e agendamento de consultas, levando ao adiamento de alguns procedimentos devido à falta de acesso a informações críticas dos pacientes. Emissoras de TV interromperam transmissões, afetando a cobertura de notícias e programas ao vivo. 

Diego Cruz, engenheiro da computação, especialista em software, tecnologia, segurança digital e IA, comenta sobre o impacto do apagão e como os cidadãos podem se proteger em meio a essas falhas. 

“O que a gente tem que por mais controverso que pareça, é manter os nossos softwares sempre atualizados, nossos aplicativos atualizados, e estar ciente dessa instabilidade. Levando em conta essa possível instabilidade, que pode afetar algumas empresas e outras não, uma estratégia de segurança é a gente sempre trabalhar com mais de uma origem, mais de uma fonte. Por exemplo, utilizar dois bancos, utilizar dois fornecedores de rede social e outras tecnologias nesse sentido. ” explica Diego Cruz. 

Enquanto a CrowdStrike trabalha para resolver as falhas, resta aos usuários manterem-se informados sobre novas atualizações e medidas de proteção. Com a implementação dessas práticas, espera-se que os cidadãos possam minimizar os riscos e protegerem suas informações pessoais em meio a crises cibernéticas. 

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Conta de luz: consumidor pagará quase R$ 1 tri a mais com medidas aprovadas nos últimos quatro anos, diz levantamento

Decisões do Executivo e Legislativo, entre janeiro de 2023 e maio de 2026, provocarão custos extras estimados em cerca de R$ 985 bilhões até 2050, aponta Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE)

Conta de luz: consumidor pagará quase R$ 1 tri a mais com medidas aprovadas nos últimos quatro anos, diz levantamento

Um levantamento da Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) aponta que medidas aprovadas pelo Governo Federal e pelo Congresso Nacional entre janeiro de 2023 a maio de 2026 provocarão custos extras de quase R$ 1 trilhão na conta de luz dos brasileiros. A estimativa é de que o valor seja pago pelos consumidores até 2050. 

Conforme o estudo, entram na conta os custos criados por medidas provisórias, novas leis, leilões de energia, violação de tratados internacionais, como o de Itaipu, acordos com empresas e “jabutis” – emendas ou artigos inseridos em projetos de lei ou medidas provisórias que não têm nenhuma relação com o tema original do texto.

A FNCE informa que as medidas devem resultar em custos extras de cerca de R$ 985 bilhões até 2050, que devem impactar os consumidores de forma ampla, como disse a entidade, em nota.

“O valor impactará o custo de energia de todos os consumidores, incluindo residenciais, comércio e indústria, tanto no mercado livre quanto para quem é atendido por distribuidoras, excluindo-se o público de baixa renda inscrito no Cadastro Único”, afirmou, em nota, a FNCE, que reúne organizações dos segmentos de consumo de energia no Brasil e discute principalmente temas ligados ao setor elétrico do país.

Reforma setorial

Na avaliação da FNCE, o excesso de contratações e de novos custos impactam a sustentabilidade do sistema elétrico. Para a Frente, o cenário requer uma reforma setorial  urgente e ampla. 

“Para além de medidas pontuais e descoordenadas implementadas recentemente, o setor necessita de uma revisão de suas bases regulatórias para atender a todas as transformações que têm ocorrido no âmbito do planejamento, operação, comercialização e consumo”, ressaltou a FNCE.

A recomendação da entidade é de que a reforma ocorra a partir do início do ano que vem. Na avaliação da Frente, caso medidas não sejam tomadas, há possibilidade de um colapso do sistema elétrico.

Novos custos para o consumidor 

Para realizar a análise, o estudo considerou os atos dos poderes Executivo e Legislativo que ocorreram entre janeiro de 2023 e maio de 2026. 

A projeção não considera os impostos PIS, Cofins e ICMS nem novas despesas que foram aprovadas no período, mas não são mandatórias e não estão contratadas – ou seja, só devem ocorrer em caso de necessidade. Segundo a Frente, são enquadrados nas exclusões alguns contratos de usinas de biomassa, custos com combustíveis para usinas contratadas em leilões, entre outros. 

O levantamento também excluiu do cálculo a ampliação da Tarifa Social, que redistribuiu custos do setor entre diferentes grupos de consumidores.
 
Confira os custos adicionados à conta de luz entre janeiro 2023 e março de 2026:

  • MP 1212 (R$ 112,5 bi em 25 anos): prorrogou por 36 meses os benefícios tarifários para projetos de energia renovável, antecipou recursos da privatização da Eletrobras para reduzir reajustes na conta de luz e criou medidas para conter aumentos tarifários;
  • Despesas não previstas no Tratado de Itaipu (R$ 21,1 bi em 4 anos): criadas despesas extras após os governos brasileiro e paraguaio violarem o tratado de Itaipu. Despesas terão que ser pagas pelos consumidores das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste;
  • MP 1.232 (R$ 14 bi em 15 anos); custo das flexibilizações previstas para a recuperação da Amazonas Energia;
  • Acordo consensual sobre PCS (R$ 9 bi em 8 anos): acordo entre Ministério de Minas e Energia (MME) e empresas de energia no Procedimento Competitivo Simplificado (PCS), com apoio do Tribunal de Contas da União (TCU), que permitiu a essas empresas evitar multas por descumprimento de contrato e manter uma receita anual por oito anos;
  • “Jabutis” das eólicas offshore (R$ 197 bi em 25 anos): Congresso derrubou trechos do veto presidencial na lei que regula a produção de energia eólica em alto-mar, prorrogou o incentivo a fontes renováveis (Proinfa), obrigou a contratação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a contratação compulsória de hidrogênio a partir do etanol do Nordeste e energia eólica no Sul;
  • MP 1300 + MP 1304 (R$ 114,58 bi em 25 anos): MP 1304 foi convertida na lei 15.269/2025 e agregou determinações da MP 1300, que prevê contratação de térmicas a carvão, usinas de até 50 MW e cria a compensação dos geradores renováveis afetados pelo curtailment;
  • 2º LRCAP – 2026 (R$ 515,7 bi por até 15 anos): contratação de hidrelétricas, térmicas a gás, biometano e carvão para reserva de capacidade por períodos que variam entre 10 e 15 anos a depender do contrato;
  • 3º LRCAP – 2026 (R$ 978,6 milhões por até 10 anos): contratação de térmicas a óleo combustível, óleo diesel e biodiesel para serviço de reserva de capacidade por períodos entre 3 e 10 anos a depender do contrato.

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Resultado da lotofácil 3728: sorteio de sábado (06/07/2026)

O sorteio da Lotofácil 3728 ocorre na noite desta segunda-feira (06), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

Resultado da lotofácil 3728: sorteio de sábado (06/07/2026)

concurso 3728 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (06/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.919.054,20. O bilhete premiado foi adquirido no Rio de Janeiro (RJ).

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3728, que será realizado na terça-feira, 7 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3728

01 – 02 – 03 – 06 – 07 – 08 – 10 – 11 – 16 – 17 – 19 – 21 – 22 – 23 – 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3728

  • 15 acertos – 1 aposta ganhadora, R$ 1.919.054,20
  • 14 acertos – 128 apostas ganhadoras, R$ 3.143,61
  • 13 acertos – 5659 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos – 80438 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos – 465377 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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Estados e municípios recebem mais de R$ 5,3 bilhões em royalties do petróleo

ANP finaliza repasses referentes à produção de abril de 2026, considerando os regimes de concessão, cessão onerosa e partilha

Estados e municípios recebem mais de R$ 5,3 bilhões em royalties do petróleo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a operacionalização da distribuição de royalties referentes à produção de abril de 2026 nos contratos sob o regime de concessão, cessão onerosa e partilha.

Os repasses totalizaram R$ 2,35 bilhões para os estados e R$ 3,02 bilhões para os municípios, beneficiando 945 cidades e dez unidades da Federação. Com a operação, foram concluídos todos os pagamentos relativos à produção do período. 

Além dos estados e municípios, parte dos royalties foi destinada à União e ao Fundo Especial, de acordo com a legislação vigente.

Considerando os três regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção —, o total distribuído em royalties referente à produção de abril alcançou R$ 8,91 bilhões, destinados à União, aos estados e aos municípios. 

Os valores detalhados por beneficiário, bem como as séries históricas dos repasses, estão disponíveis na página Royalties da ANP. As informações referentes ao mês corrente ainda estão em fase de consolidação e serão publicadas em breve. 

Cabe à ANP calcular, apurar e distribuir os royalties de acordo com as regras estabelecidas pelas Leis nº 7.990/1989 e nº 9.478/1997, além dos decretos que regulamentam a divisão dos recursos. 
Embora não exista uma data fixa para os depósitos, a agência informa que busca dar celeridade ao processo de distribuição. Os beneficiários podem consultar valores, datas de pagamento e demais informações no portal do Banco do Brasil, na opção “ANP – Royalties da ANP”. 

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