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Gastronomia

Aline Müller prepara lançamento do curta-metragem “Dias Melhores”; de atriz a produtora e roteirista

Aline Müller prepara lançamento do curta-metragem “Dias Melhores”; de atriz a produtora e roteirista

Aline Müller vem trilhando uma trajetória brilhante no universo da dramaturgia brasileira, expandindo suas habilidades além da atuação para se tornar uma produtora e roteirista promissora. Fundadora da Loba Guará Filmes, Aline não apenas estrela, mas também escreveu o roteiro do inspirador curta-metragem “Dias Melhores“. Este projeto, realizado em colaboração com a Tower Filmes, não só destaca seu talento como atriz, mas também sua capacidade de contar histórias envolventes.

“Dias Melhores”, dirigido por Marcoz Gomez, é mais do que um filme; é uma narrativa de superação, onde Aline interpreta Cristina, uma personagem complexa que enfrenta desafios pessoais profundos em busca de redenção. Complementando sua atuação, o filme conta com a participação de renomados artistas como Thelmo Fernandes e Aline Menezes, cada um trazendo sua própria profundidade às telas.

Quando li a sinopse, fiquei encantada com a essência dela [minha personagem]. Ela é moradora do Vidigal, posso dizer que o desafio maior foi esse. Nunca morei em comunidade, tenho amigos que moram, já frequentei muitas vezes, mas representar uma moradora é o meu maior desafio. Estou feliz demais em poder viver essa experiência“, disse Aline Menezes em entrevista ao site imprensa.br.

Atualmente em fase de pós-produção, “Dias Melhores” está programado para estrear no Festival de Cinema Fest Cine Pedra Azul em setembro, prometendo encantar o público com sua mensagem emotiva e técnica cinematográfica de alta qualidade. Além deste projeto, Aline Muller já tem outros de curta e longa-metragem em desenvolvimento, reforçando seu compromisso com a criação de conteúdos que emocionam e inspiram.

Aline também tem deixado sua marca na televisão brasileira com participações memoráveis em séries aclamadas como “Dom”, “Sob Pressão”, “Arcanjo Renegado” e outras, como “Bom dia, Verônica”, que se tornou um sucesso internacional. Recentemente ela fez uma participação na novela “Família é Tudo”, contracenando com o ator Gabriel Godoy, que interpreta o personagem “Chicão”.  Sua capacidade de dar vida a personagens complexos e emocionantes é um testemunho de seu talento versátil e dedicação à arte da interpretação.

A arquiteta que se tornou modelo e atriz, Aline Müller mostra-se talentosa em todos os aspectos de sua carreira em constante evolução. Com sua força criativa nos bastidores do cinema nacional e seu compromisso com a qualidade e profundidade das histórias que conta, ela promete continuar a cativar audiências por muitos anos.

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Entretenimento

Buteko 43: O Destaque Gastronômico de Goianésia Recebe Reconhecimento Regional

Buteko 43: O Destaque Gastronômico de Goianésia Recebe Reconhecimento Regional

No coração de Goianésia, no estado de Goiás, há um lugar onde a boa comida, bebida e entretenimento se encontram em perfeita harmonia: o Buteko 43. Este charmoso bar e restaurante ganhou destaque não apenas localmente, mas também em toda a região Centro-Oeste, recebendo recentemente uma distinção especial do aplicativo de delivery Aiqfome.

Durante o mês de março, o “Março em Dobro” promovido pelo Aiqfome agitou a região, e o Buteko 43 emergiu como líder de vendas, sendo reconhecido como o destaque de vendas na região Centro-Oeste. Essa premiação é um testemunho não apenas da qualidade dos pratos e drinks servidos no Buteko 43, mas também do compromisso da equipe em oferecer uma experiência excepcional aos clientes.

Por trás desse sucesso, estão os dedicados proprietários, Eliane Cordeiro e Fernando Morais. Com uma visão compartilhada de criar um espaço acolhedor e de alta qualidade, eles têm trabalhado incansavelmente para tornar o Buteko 43 um ponto de referência na cena gastronômica de Goianésia e além.

Para aqueles que já conhecem o Buteko 43, seu renome como um dos melhores pontos de encontro e gastronomia de Goianésia não é surpresa. No entanto, agora, sua fama se estende além das fronteiras da cidade, destacando-se como um verdadeiro ícone regional.

Uma das características marcantes do Buteko 43 é sua atmosfera acolhedora e vibrante, onde os clientes podem desfrutar de apresentações de música ao vivo com talentosos cantores locais. É o local ideal para uma noite descontraída entre amigos ou para uma refeição memorável com a família.

Além disso, o crescimento contínuo do Buteko 43 é evidente em seu quadro de funcionários altamente qualificados, dedicados a oferecer o melhor em termos de comida, bebida e atendimento ao cliente. Os clientes podem esperar uma seleção excepcional de pratos tradicionais e contemporâneos, bem como uma variedade de drinks cuidadosamente elaborados que tornam o Buteko 43 uma referência em Goianésia.

Para os turistas que visitam Goianésia, o Buteko 43 é uma parada imperdível. Além de saborear a culinária local e desfrutar da animada atmosfera do bar, os visitantes têm a oportunidade de explorar as festividades e a rica cultura da cidade, tornando sua visita uma experiência verdadeiramente inesquecível.

Em resumo, o Buteko 43 é mais do que apenas um bar e restaurante – é um destino gastronômico e cultural que se destaca como um dos melhores da região Centro-Oeste. Com sua recente premiação pelo aplicativo Aiqfome e seu compromisso contínuo com a excelência, o Buteko 43 continua a atrair clientes de toda a cidade e além, deixando uma marca indelével na cena gastronômica de Goianésia e arredores, graças à visão e dedicação de Eliane Cordeiro e Fernando Morais.

Conheça o Buteko 43 pelo instagram @buteko43.

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Gastronomia

Após um mês, desdobramentos de 8 de janeiro ainda estão longe do fim

Operação que busca identificar golpistas já está na 5ª fase

Após um mês, desdobramentos de 8 de janeiro ainda estão longe do fim

O ataque de vândalos e golpistas aos prédios-sede dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) completa hoje (8) um mês. Os desdobramentos do quebra-quebra de 8 de janeiro, contudo, parecem longe do fim.

Ontem (7), a Polícia Federal (PF) realizou a quinta fase da chamada Operação Lesa Pátria. Deflagrada em 20 de janeiro, a operação busca identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram a invasão e a depredação do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com autorização do STF, pelo menos 20 pessoas já foram detidas no âmbito da Lesa Pátria. Elas são suspeitas de participar dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; tentativa de golpe de Estado; dano qualificado; associação criminosa; incitação ao crime, destruição, deterioração ou inutilização de bens protegidos. Só a Câmara dos Deputados estima que o prejuízo na Casa Legislativa, sem considerar o Senado, chega a R$ 3,3 milhões.

Acampamento

Além das detenções ocorridas no âmbito da Lesa Pátria, mais 920 pessoas que participaram do acampamento montado por cerca de dois meses em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, continuam custodiadas em duas unidades prisionais do Distrito Federal.

Segundo a Secretaria Distrital de Administração Penitenciária (Seape), 614 homens estão detidos no Centro de Detenção Provisória da Penitenciária da Papuda e 306 mulheres permanecem à disposição da Justiça na Penitenciária Feminina, a Colmeia. Mais 459 suspeitos foram liberados, mas devem utilizar tornozeleiras eletrônicas e cumprir uma série de restrições judiciais.

As 1.379 detenções foram feitas na esteira do desmonte do acampamento que pessoas que não aceitam o resultado das últimas eleições montaram em frente ao QG do Exército, em Brasília, e em várias outras cidades. O acampamento foi montado no dia seguinte ao anúncio da vitória do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Com o objetivo de impedir a posse de Lula em 1º de janeiro, manifestantes também bloquearam rodovias em diferentes pontos do país.

No relatório sobre os 23 dias em que atuou como interventor federal na segurança pública do Distrito Federal, o secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, mostrou que os aglomerados de barracas que “pequenos grupos” instalaram diante das unidades militares logo se transformaram em uma estrutura organizada, “crucial para o desenvolvimento das ações de perturbação da ordem pública”.

No documento disponível no site do ministério, Cappelli sustenta que as ações antidemocráticas que culminaram com o 8 de Janeiro começaram com atos concentrados em frente aos quartéis (único local onde os participantes do movimento afirmavam estar seguros para se manifestar), mas que logo extrapolaram o perímetro militar, tornando-se violentas e ameaçando a vida de pessoas.

Dois episódios ocorridos na capital federal, ainda em dezembro, sustentam a tese do ex-interventor. No dia 12, um grupo tentou invadir a sede da Polícia Federal, na área central de Brasília, em protesto contra a prisão, horas antes, de José Acácio Serere Xavante, um dos indígenas acampados diante do quartel do Exército. Reprimido, o grupo ocupou as vias próximas, bloqueando o trânsito, incendiando ao menos oito veículos, incluindo ônibus, e depredando três viaturas do Corpo de Bombeiros.

O quebra-quebra ocorreu no mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diplomou Lula e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, cumprindo uma das exigências legais para empossar os dois em seus respectivos cargos.

Menos de duas semanas depois, um artefato explosivo foi localizado junto a um caminhão-tanque estacionado próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília. Três suspeitos de fabricar e deixar a bomba no local foram identificados e estão presos: Alan Diego dos Santos Rodrigues; Wellington Macedo de Souza e George Washington de Oliveira Sousa. Eles são acusados de colocar em risco a vida e a integridade física e patrimonial de terceiros por meio de explosão. Washington, que também foi denunciado por porte ilegal de arma de fogo, confessou à polícia que o crime foi planejado no acampamento e que a intenção era “causar o caos” na véspera do Natal, promovendo a instabilidade política no país. Na ocasião, o ministro da Justiça, Flávio Dino, disse, entre outras coisas, que os acampamentos diante dos quarteis tinham se tornado uma “incubadora de terroristas”.

Capitólio

Somados às ocorrências registradas em outros estados – como o ataque a jornalistas no acampamento montado diante do quartel do Exército em Belo Horizonte -, os fatos de 12 e de 24 de dezembro, em Brasília, deixaram autoridades em estado de alerta. Principalmente devido à proximidade da cerimônia de posse presidencial, em 1º de janeiro.

Um forte esquema foi montado para garantir a segurança da população e dos chefes de Estado que prestigiaram a posse de Lula e de Alckmin. Nenhum incidente grave foi registrado, embora milhares de pessoas tenham lotado a Esplanada dos Ministérios.

O que aconteceu na semana seguinte é objeto das investigações da PF, das polícias do Distrito Federal e de outros órgãos públicos que atuam para esclarecer o que permitiu que a manifestação do 8 de Janeiro, mesmo reunindo um número de pessoas inferior àquela com a qual as forças de segurança locais estão acostumadas a lidar, resultasse no ataque ao Estado de Direito. As imagens correram o mundo, fazendo lembrar episódio semelhante, de janeiro de 2021, quando o Congresso dos Estados Unidos foi invadido por apoiadores do ex-presidente norte-americano, Donald Trump.

Cappelli, nomeado interventor da segurança pública no Distrito Federal no momento em que poucos agentes públicos tentavam conter a ação de vândalos e golpistas, conclui, em seu relatório, que faltou comando às forças de segurança locais, responsáveis pelo patrulhamento ostensivo. Segundo ele, representantes de vários órgãos do DF se reuniram no dia 6 de janeiro e apontaram o “potencial lesivo da manifestação” agendada para dali a dois dias, antecipando que o ato poderia resultar em ações violentas, inclusive com a tentativa de invasão de prédios públicos.

“Pode-se concluir que não houve falta de informações e alertas sobre os riscos da manifestação”, afirmou o então interventor em seu relatório, no qual cita a chegada de ônibus lotados, procedentes de várias partes do país, como um fato que deveria ter despertado a atenção das autoridades distritais. “Não houve a elaboração do Planejamento Operacional. Não foi identificado nenhum documento que demonstre a determinação prévia do número exato de PMs empregados na Esplanada dos Ministérios”, concluiu Cappelli no documento. Ele destacou que, enquanto parte do comando das forças de segurança estava de folga, férias ou licença, policiais militares que sequer tinham concluído o curso de formação eram empregados na linha de frente, para tentar controlar os manifestantes.

Falhas

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro Anderson Torres, que assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal no dia 2 de janeiro, garante que um plano operacional foi traçado no dia 6 e que, na ocasião, não havia indícios de que “ações radicais” estivessem programadas para o dia 8. Apesar de estar há poucos dias no cargo e de já ter feito algumas substituições na linha de comando da segurança pública, Torres decidiu manter sua programação e viajar para os Estados Unidos, de férias, com a família.

Para Torres, o que aconteceu naquele domingo resultou de “falhas graves” na execução do protocolo que estabelecia, entre outras coisas, que cabia a PM planejar e executar as ações necessárias à preservação da ordem pública, mantendo inclusive todas as tropas especializadas de prontidão.

Com o Distrito Federal sob intervenção federal, o governador Ibaneis Rocha exonerou Torres, que tinha viajado para os EUA, de férias, no dia 6. O ex-ministro e ex-secretário foi preso no dia 14 de janeiro, quando retornou ao Brasil.

O próprio governador Ibaneis Rocha acabou afastado do cargo por 90 dias, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Em sua decisão, Moraes alegou que, embora as responsabilidades efetivas ainda estejam sendo apuradas, Torres agiu com descaso e Ibaneis foi dolosamente omisso, principalmente ao defender a “livre manifestação política em Brasília, mesmo sabedor, por todas as redes, que ataques às instituições e seus membros seriam realizados”.

Ibaneis e Torres negam as acusações. Os dois foram alvos de mandados de busca e apreensão expedidos por Moraes. Na casa de Torres, foi encontrado o rascunho de um decreto presidencial para que fosse estabelecido estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se colocada em prática, a medida possibilitaria que o resultado das últimas eleições presidenciais fosse invalidado. Em depoimento, Torres desqualificou o documento, dizendo que seu teor não tem “viabilidade jurídica”. Ele também assegurou à PF que não sabe quem redigiu o texto, que recebeu quando era ministro da Justiça.

Intervenção

Decretada pelo presidente no fim da tarde do dia 8, a intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal chegou ao fim no último dia 31. Nesta terça-feira (7), o ex-intervetor, Ricardo Cappelli, disse à Agência Brasil que a iniciativa atingiu seus objetivos.

“A intervenção tinha três objetivos. Os dois primeiros eram restaurar a linha de comando das forças de segurança do DF e estabilizar essas forças, principalmente a Polícia Militar, restabelecendo a confiança da população na instituição e da tropa em relação à Secretaria de Segurança Pública, e eles foram atingidos. O terceiro era esclarecer os passos administrativos, a cronologia dos fatos que levaram ao fatídico dia 8. Isso foi concluído com a entrega do relatório”, afirmou Cappelli, lembrando que seis inquéritos policiais militares foram instaurados para apurar a conduta dos profissionais da área. “Daqui para a frente, a responsabilidade pela condução é da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.”

Anteriormente, Cappelli já tinha dito a veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), incluindo a Agência Brasil, que a intervenção também foi motivada pela “quebra de confiança” em relação à capacidade de o Governo do Distrito Federal (GDF) garantir a segurança dos prédios e dos servidores do Executivo federal, bem como das sedes dos poderes Legislativo e Judiciário. E que o acampamento montado em área militar de Brasília só não tinha sido desmontado antes devido às “ponderações” do Comando do Exército que, segundo ele, em três ocasiões, alegou falta de condições de segurança diante da iminência de ocorrerem confrontos.

Reparação

Para garantir que os responsáveis tenham como ressarcir parte dos prejuízos decorrentes da destruição de instalações públicas e de parte do patrimônio histórico e artístico exposto nos prédios dos Três Poderes, a 8ª Vara da Justiça Federal em Brasília determinou o bloqueio de R$ 18,5 milhões em bens patrimoniais de pessoas e empresas investigadas por supostamente terem ajudado a financiar os ataques de 8 de janeiro.

O valor bloqueado cautelarmente atende a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que, ontem, pediu à Justiça Federal que eleve o montante para R$ 20,7 milhões. O acréscimo se deve ao fato da Câmara dos Deputados ter refeito suas contas e chegado a conclusão de que, só no seu caso, os danos foram da ordem de R$ 3,3 milhões, e não mais os R$ 1,1 milhão, calculado inicialmente.

Até a noite dessa terça-feira, a AGU aguardava a decisão judicial sobre essa que é uma das quatro ações que a União ajuizou contra pessoas suspeitas de financiar ou participar da depredação. No total, a AGU está processando 176 pessoas e ao menos sete empresas que teriam fretado parte dos ônibus que chegaram a Brasília antes do ataque de 8 de janeiro.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC

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Gastronomia

Senado aprova ampliação de prestação de contas da Lei Aldir Blanc

Texto segue para sanção

Senado aprova ampliação de prestação de contas da Lei Aldir Blanc

O plenário do Senado aprovou hoje (15) um projeto de lei que estende até 31 de julho de 2023 o prazo para que estados e municípios prestem contas do uso dos recursos destinado pela Lei Aldir Blanc (PL 2.895/2022). Inicialmente o prazo terminava neste mês. O texto segue para sanção.

Segundo o relator do projeto, Paulo Rocha (PT-PA), a necessidade de aumentar o prazo é necessária devido a “dificuldades administrativas”, principalmente dos municípios.

A Lei Aldir Blanc foi um auxílio financeiro concecido para o setor cultural durante a pandemia de covid-19. Metade do dinheiro disponibilizado pela lei — cerca de R$ 1,5 bilhão — foi destinado a estados, Distrito Federal e municípios, que precisam prestar contas à União.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC

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