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Economia

Soja e trigo hoje: confira as cotações para esta sexta-feira (20)

A soja apresenta alta no Paraná e baixa em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

Soja e trigo hoje: confira as cotações para esta sexta-feira (20)

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (20) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve valorização de 1,25% e é negociado a R$ 122,56; na segunda, a mercadoria teve valorização de 1,66% e é cotada a R$ 129,38.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
19/03/2026 122,56 1,25% 1,54% 23,50
18/03/2026 121,05 0,23% 0,29% 23,15
17/03/2026 120,77 -1,23% 0,06% 23,20
16/03/2026 122,28 -0,78% 1,31% 23,38
13/03/2026 123,24 0,26% 2,10% 23,20

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
19/03/2026 129,38 1,66% 2,01% 24,81
18/03/2026 127,27 0,12% 0,35% 24,34
17/03/2026 127,12 -1,73% 0,23% 24,42
16/03/2026 129,36 -0,65% 1,99% 24,73
13/03/2026 130,20 -0,51% 2,66% 24,51

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,16% no Paraná e de 1,03% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.251,18, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.101,12.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
19/03/2026 1.251,18 0,16% 6,21% 239,92
18/03/2026 1.249,19 2,03% 6,04% 238,94
17/03/2026 1.224,33 0,07% 3,93% 235,18
16/03/2026 1.223,46 0,29% 3,85% 233,93
13/03/2026 1.219,92 0,22% 3,55% 229,61

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
19/03/2026 1.101,12 1,03% 0,22% 211,14
18/03/2026 1.089,90 -0,06% -0,80% 208,47
17/03/2026 1.090,60 -0,05% -0,74% 209,49
16/03/2026 1.091,17 -0,17% -0,69% 208,64
13/03/2026 1.093,06 0,00% -0,52% 205,73

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 175.939 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ 22.326.898.671, em meio a 2.934.292 negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 175.939 pontos

O Ibovespa fechou em alta de 1,88% nesta quinta-feira (30), aos 177.158 pontos.

A calmaria na política monetária americana e a virada positiva no setor de inovação internacional abrem espaço para um dia de ganhos na bolsa do país. 

Esse movimento externo favorável, no entanto, é parcialmente neutralizado pelo peso da agenda de negócios das companhias locais, que restringe o avanço dos negócios nesta sessão. 

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Marfrig (MRBF3) +7,80%

  • Totvs S.A (TOTS3) +5,74%

Ações em queda no Ibovespa

  • Paranapanema S.A. (PMAM3) −14,29%

  • Cia. de Fiacao e Tecidos Cedro e Cachoeira Pfd (CEDO4) −13,07%

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

 

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,06

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,85

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,06

O dólar fechou esta quinta-feira (30) cotado a R$ 5,06. O dólar registrou queda moderada, após recuar cerca de 1% nas primeiras horas do dia. 

O recuo foi motivado pelo PCE, o índice de inflação americano, que veio abaixo das expectativas e reforçou a resiliência da economia estadunidense. 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 100,68 pontos. 
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,85.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1976 0,1709 0,1463 31,5404 0,1591 0,2770 0,2803
USD 5,0597 1 0,8677 0,7428 159,60 0,8050 1,4015 1,4235
EUR 5,8514 1,1525 1 0,8560 183,93 0,9282 1,6153 1,6403
GBP 6,8139 1,3463 1,1682 1 214,92 1,0841 1,8869 1,9162
JPY 0,0317 0,0063 0,0054 0,0047 1 0,5046 0,0088 0,0089
CHF 6,2838 1,2419 1,0774 0,9225 198,17 1 1,7404 1,7680
CAD 3,6105 0,7135 0,6191 0,5300 113,90 0,5746 1 1,0158
AUD 3,5660 0,7027 0,6095 0,5218 112,14 0,5658 0,9844 1

 

Os dados são da Investing.com
 

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Economia

Gasto Brasil: despesas no país superam a marca de R$ 3,2 trilhões

Painel da CACB e ACSP reúne gastos da União, estados, DF e municípios com base em dados do Tesouro Nacional e ganhará novas funcionalidades em agosto

Gasto Brasil: despesas no país superam a marca de R$ 3,2 trilhões

O levantamento de gastos do governo federal, estados, Distrito Federal e municípios desde 1ª de janeiro até a última segunda-feira (27), feito pela plataforma Gasto Brasil, atingiu R$ 3,2 trilhões. É como se as despesas públicas tivessem crescido no ritmo de cento e setenta e oito reais e 92 centavos por segundo.

O cálculo considera o valor exato de R$ 3,2 trilhões divididos pelo total de segundos transcorridos desde o primeiro dia de 2026 até o dia 27, o que totaliza 207 dias e, portanto, 17,9 milhões de segundos.

A maior parte dos gastos está concentrada no governo federal, com mais de R$ 1,44 trilhão (46% do total), enquanto estados, DF (R$ 886,7 bilhões) e os municípios (R$ 870,2 bilhões) dividem o restante.

Desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o painel apresenta os gastos públicos primários de todas as esferas de governo. Ou seja, aquilo que foi realmente pago pelas administrações públicas. 

“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. É o desequilíbrio das contas públicas. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, alertou Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP).

De forma acessível, integrada e gratuita, o sistema fornece informações das despesas com pessoal, previdência, encargos sociais e investimentos, como obras, inversões financeiras em aquisição de imóveis, entre outros gastos de todos os poderes. Os indicadores contabilizam automaticamente informações a partir da base de dados da Secretaria do Tesouro Nacional ao longo do ano.

Cláudio Queiroz, coordenador do Gasto Brasil e consultor da CACB, destaca que o objetivo é ampliar a transparência das contas públicas brasileiras e facilitar a tomada de decisões baseada em evidências e não fazer uma análise qualitativa desses gastos

“É uma ferramenta que vem para unificar informações. Ela vem de base oficial, onde nós pegamos informações específicas e trazemos uma informação um pouco mais ‘clean’ para que qualquer cidadão consiga entrar e navegar no nosso Gasto Brasil e possa visualizar como está o governo federal, os estados, o município que ele reside”, afirma o especialista.

Nesse ritmo de gastos, segundo análises da Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI), o Brasil deve completar o 13º ano consecutivo com déficit primário nas contas públicas. Isso significa que, mesmo sem contabilizar o pagamento dos juros das dívidas para investidores, o país fecha o ano com mais despesas do que receitas.

“Isso traz preocupações enormes, porque a dívida pública brasileira cresce em ritmo de bola de neve apontando para um percentual proporcional ao PIB, as riquezas geradas pela sociedade brasileira no ano, muito preocupante para um país emergente. Então, nós temos sintomas claros dessa doença crônica que vai minando a saúde do paciente, no caso, o Brasil. É um orçamento que fica no vermelho, produzindo uma dívida crescente, engessado e com baixíssimo nível de investimento”, avaliou Marcus Pestana, diretor-executivo da IFI.

Novidades

Como resultado de uma parceria entre a CACB e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o “Painel Gasto Brasil”, em funcionamento desde 2025, será lançado nacionalmente na Câmara dos Deputados para potencializar a divulgação das informações. A iniciativa busca estimular o debate sobre responsabilidade fiscal.

A solenidade está marcada para 11 de agosto, quando serão divulgadas novas funcionalidades na plataforma para aumentar ainda mais o nível de transparência de dados para a população, com recortes econômicos, valores mais detalhados por população e índice de qualidade da informação.

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