A sexta-feira (4) terá variação de nebulosidade e possibilidade de chuva em parte do litoral do Nordeste. No interior da região, a previsão indica predomínio de muitas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 29°C. A condição de chuva também alcança áreas do oeste baiano, enquanto no centro do estado há predomínio de céu com menor nebulosidade.
Em Sergipe, Aracaju terá muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 29°C. A possibilidade de chuva fica concentrada principalmente em áreas próximas ao litoral.
Em Alagoas, Maceió registra temperaturas entre 22°C e 30°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A mesma condição ocorre principalmente no leste alagoano.
Em Pernambuco, Recife terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, também com possibilidade de chuva isolada. As precipitações ficam concentradas sobretudo na Zona da Mata e no litoral.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 31°C. A instabilidade se concentra principalmente no leste paraibano.
No Rio Grande do Norte, Natal registra mínima de 23°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A condição também pode ocorrer no leste potiguar.
No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 32°C. No restante do estado, predomina o tempo com nebulosidade variável.
No Piauí, Teresina terá mínima de 22°C e máxima de 38°C, com muitas nuvens. A maior parte do estado permanece sem indicação de chuva significativa.
No Maranhão, São Luís registra temperaturas entre 25°C e 33°C, com muitas nuvens. No interior maranhense, também predomina a nebulosidade, enquanto áreas do oeste do estado podem registrar pancadas isoladas.
O QUE É PRECIPITAÇÃO?
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira de tempo frio e úmido com máxima de 20°C em Curitiba
Inmet alerta para ventos costeiros e declínio de temperatura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná
A Região Sul enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro de 2026, dominada pelo ar frio e úmido trazido por um sistema de alta pressão de origem polar na costa do país. A nebulosidade densa e os ventos do quadrante sul mantêm a sensação térmica baixa, exigindo agasalhos nas serras e no planalto. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Declínio de Temperatura e Ventos Costeiros para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Em Curitiba (PR), o dia será frio com chuva isolada: a mínima fica em 15°C e a máxima não supera os 20°C, sob umidade entre 55% e 95%. Em Florianópolis (SC), o litoral catarinense terá variação de nuvens e vento frio, com mínima de 18°C e máxima de 24°C. Em Porto Alegre (RS) e no interior gaúcho, o dia será de poucas a muitas nuvens, com ventos de até 50 km/h na costa, registrando mínima de 16°C e máxima de 27°C.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Litoral do RS, SC e PR, e áreas de serra/planalto.
Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.
Principais riscos: Ventos fortes no litoral, mar agitado, pistas escorregadias e queda de temperatura de até 5°C.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
O TEMPO E A TEMPERATURA: alerta de tempestades e calor de 37°C atinge o Centro-Oeste na sexta (6)
Inmet publica aviso de perigo potencial para tempestades em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
A Região Centro-Oeste enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro, com elevado dinamismo atmosférico. O forte aquecimento da tarde atua como combustível para a formação de núcleos de tempestades isoladas por toda a região. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Tempestades (Alerta Amarelo de Perigo Potencial) válido para Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. As pancadas de chuva virão acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas e rajadas de vento entre 40 e 60 km/h.
Em Cuiabá (MT) e no Pantanal, o dia será abafado e quente: a mínima fica em 28°C e a máxima encosta nos 37°C, com umidade entre 60% e 70% e pancadas com trovoadas no período vespertino. Em Campo Grande (MS), o tempo varia de muitas nuvens a tempestades isoladas, registrando mínima de 24°C e máxima de 34°C, com umidade atingindo 100% no amanhecer. Em Goiânia (GO) e no interior goiano (como Rio Verde e Jataí), a temperatura varia entre 25°C e 33°C, sob pancadas com trovoadas. No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 20°C e máxima de 30°C, sob nuvens carregadas e chuva forte localizada à tarde.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Todo DF, GO, MT e MS.
Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.
Principais riscos: Rajadas de vento fortes, queda de pequenos galhos, risco de corte temporário de energia elétrica e alagamentos rápidos em áreas urbanas.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Chuva acelera plantio da soja em MT e GO, mas prejudica trigo e arroz no Sul, aponta Conab
Boletim de monitoramento divulgado no último dia 23 mostra condições favoráveis às lavouras de verão no Centro-Oeste e efeitos negativos do excesso de umidade nas culturas de inverno da Região Sul
No Centro-Oeste, a recuperação da umidade do solo favoreceu os cultivos de verão. Em Mato Grosso, a semeadura da soja avança em todas as macrorregiões e já ultrapassou 60% da área prevista, com os produtores aproveitando as condições favoráveis para acelerar o trabalho. Em Goiás, as condições variam: no sudoeste, o plantio avança e deve terminar em outubro; no sul, alguns municípios intensificaram os trabalhos, enquanto outros pararam porque o solo secou rápido após o preparo.
Em Mato Grosso do Sul, a situação foi diferente: a alta umidade do solo obrigou a paralisação temporária da semeadura da soja na maior parte das regiões produtoras. A exceção foi o norte e o nordeste do estado, onde a chuva mais esparsa permitiu a continuidade dos trabalhos.
Sul: excesso de chuva prejudica trigo e atrasa outras lavouras
Na Região Sul, o excesso de umidade teve efeito negativo sobre as lavouras de inverno. No Paraná, a colheita do trigo chegou a 75% da área plantada, mas a qualidade foi prejudicada pelo excesso de chuva, com peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado.
A soja, já plantada, tem boa aparência na maior parte das lavouras, mas o excesso de umidade pode causar falhas de germinação, plantas daninhas, pragas e doenças. Em lavouras de milho primeira safra, granizo e ventos causaram desfolha em pontos específicos, e aumentou a presença de pragas como lagartas e tripes.
No Rio Grande do Sul, a colheita do trigo está lenta por causa da chuva intensa e da menor luminosidade, e a maior parte das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fase sensível a doenças da espiga. Os produtores de soja aguardam a redução do encharcamento e dias secos para acelerar o plantio.
O arroz tinha cerca de 40% da área prevista semeada na primeira quinzena de outubro, com chuva forte e solo saturado elevando custos e prejudicando o desenvolvimento inicial. Mais de 80% da área de milho primeira safra já foi plantada, mas a nebulosidade persistente, as temperaturas amenas e a alta umidade aumentam a pressão de doenças.
Em Santa Catarina, o segundo maior produtor nacional de arroz, a semeadura chegou a pouco mais da metade da área prevista, com o clima atrapalhando o plantio e o crescimento inicial. A chuva contínua também aumenta o risco de doenças fúngicas no trigo, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, principalmente nas lavouras mais adiantadas.
Outras regiões
Em São Paulo, a qualidade do trigo colhido está abaixo do padrão da indústria moageira em boa parte do grão, e o excesso de umidade dificulta o acesso das máquinas às lavouras. Em Minas Gerais, a semeadura da soja avança em áreas de sequeiro. Em partes do Norte e do Nordeste, a chuva baixa atrasou o plantio da soja. Segundo a Conab, os índices de vegetação estão acima da média histórica em todas as regiões monitoradas.
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