O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (19) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,39% e é negociado a R$ 135,44; na segunda, o ajuste foi de 0,60%, com a mercadoria cotada a R$ 141,13.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ
DATA
VALOR R$*
VAR./DIA
VAR./MÊS
VALOR US$*
18/11/2025
135,44
0,39%
1,39%
25,47
17/11/2025
134,92
0,26%
1,00%
25,33
14/11/2025
134,57
0,19%
0,74%
25,39
13/11/2025
134,31
0,28%
0,55%
25,36
12/11/2025
133,94
-0,01%
0,27%
25,30
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ
DATA
VALOR R$*
VAR./DIA
VAR./MÊS
VALOR US$*
18/11/2025
141,13
0,60%
0,89%
26,54
17/11/2025
140,29
0,15%
0,29%
26,34
14/11/2025
140,08
0,06%
0,14%
26,43
13/11/2025
139,99
-0,07%
0,08%
26,43
12/11/2025
140,09
0,83%
0,15%
26,47
Trigo
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,18% no Paraná e de 0,13% no Rio Grande do Sul.No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.197,06, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.044,16.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ
DATA
VALOR R$/T*
VAR./DIA
VAR./MÊS
VALOR US$/T*
18/11/2025
1.197,06
0,18%
0,29%
225,10
17/11/2025
1.194,85
0,21%
0,10%
224,34
14/11/2025
1.192,33
0,06%
-0,11%
225,01
13/11/2025
1.191,63
-0,16%
-0,17%
224,96
12/11/2025
1.193,55
-0,23%
-0,01%
225,50
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Ibovespa fecha último pregão cotado aos 177.098 pontos
O volume total negociado na B3 foi de R$ 66.483.152.673, em meio a 4.816.678 negócios.
Índice
O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão cotado aos 177.098 pontos.
No ambiente externo, dados de inflação nos Estados Unidos ainda pressionam os mercados. O índice de preços ao produtor (PPI) daquele país foi registrado acima do esperado.
O resultado foi obtido um dia depois de números de inflação ao consumidor também superarem as expectativas.
Maiores altas e quedas do Ibovespa
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
TC S.A.(TRAD3F) +39,49%
Azul S.A.(AZUL3F) +30,50%
Ações em queda no Ibovespa
Cruzeiro do Sul Educacional SA (CSED3) −13,81%
Multi Group S.A (MLAS3) −11,18%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 66.483.152.673, em meio a 4.816.678 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Em alta, dólar encerra última sessão cotado a R$ 5,00
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,88.
Índice
O dólar encerrou a última sessão cotado a R$ 5,00, após alta de 2,27%. O patamar foi atingido em meio a atenção dos investidores ao encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim.
A reunião diminui as atenções acerca da guerra no Oriente Médio e ajuda manter o petróleo em estabilidade.
O resultado foi registrado em meio ao avanço dos contratos futuros de petróleo, além da divulgação dos índices de inflação nos Estados Unidos e também no Brasil.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado em torno de R$ 5,88.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
Pequena indústria brasileira tem pior desempenho desde a pandemia, aponta CNI
Pesquisa também indica piora da situação financeira e da confiança do empresário industrial de pequeno porte, pressionado pelos juros altos e aumento no custo dos insumos
Índice
O desempenho da pequena indústria brasileira atingiu o pior nível desde a pandemia de Covid-19. É o que revela o Panorama da Pequena Indústria, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte recuou 1 ponto em relação ao primeiro trimestre de 2025 e atingiu 43,7 pontos — o menor valor desde o segundo trimestre de 2020, quando marcou 34,1 pontos.
Para calcular o índice de desempenho, a CNI leva em consideração outras três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados.
Segundo a analista de Políticas e Indústria da CNI, Julia Dias, todos esses indicadores apresentaram queda no primeiro trimestre de 2026 na comparação com os últimos três meses de 2025.
Situação financeira piora
A situação financeira das pequenas empresas industriais também piorou. Segundo a pesquisa, esse indicador caiu 2,5 pontos, atingindo 39 pontos — o pior resultado em cinco anos.
De acordo com Julia Dias, o cenário é reflexo da manutenção dos juros elevados e do aumento do preço dos insumos.
“As pequenas indústrias sofrem mais com a questão do acesso ao crédito. Elas são vistas pelo mercado como indústrias de maior risco e, portanto, são precificadas de forma mais alta. Mas também, nesse primeiro trimestre de 2026, houve um aumento no preço dos insumos e matérias-primas, e isso causou uma pressão namargem de lucro dessas empresas”, afirma.
Entre as pequenas indústrias de transformação, a falta ou o alto custo da matéria-prima saltou da sexta para a segunda posição entre os principais problemas enfrentados pelo setor. O item ficou atrás apenas da elevada carga tributária, que segue como líder do ranking tanto na indústria de transformação quanto na construção civil.
“A preocupação com a falta ou alto custo de matéria-prima é decorrente do conflito no Oriente Médio. Isso causa uma pressão no preço dos insumos, que são extremamente importantes para a indústria, como o petróleo e seus derivados”, acrescenta a analista.
Principais problemas enfrentados pelas pequenas indústrias no 1º trimestre de 2026
Indústria de Transformação
Elevada carga tributária: 39,6%
Falta ou alto custo da matéria-prima: 34,1%
Falta ou alto custo de trabalhador qualificado: 26,5%
Construção
Elevada carga tributária: 42,2%
Taxa de juros elevadas: 37,1%
Falta ou alto custo da mão de obra não qualificada: 31%
Confiança em queda
A pesquisa também revela que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) das pequenas empresas vem caindo em 2026 e atingiu 44,6 pontos — o menor nível desde junho de 2020, ano de pandemia.
“Isso demonstra que a falta de confiança é intensa, disseminada entre os empresários e, mais do que isso, é persistente, porque está abaixo da linha de 50 pontos há 17 meses consecutivos”, destaca Dias.
Já o índice de perspectivas da pequena indústria ficou em 47,4 pontos, sinalizando expectativas moderadas para os próximos seis meses. O indicador considera fatores como intenção de investimento, expectativa de demanda (ou atividade, no caso da construção) e evolução do número de empregados.
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