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Seis em cada dez indústrias inovaram nos últimos três anos, aponta CNI

Pesquisa apresentada no 11º Congresso de Inovação da Indústria destaca foco na modernização interna e desafios no acesso ao fomento público

Seis em cada dez indústrias inovaram nos últimos três anos, aponta CNI

Seis em cada dez indústrias brasileiras (61%) realizaram atividades inovadoras nos últimos três anos. É o que revela uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI). 

O foco das empresas tem sido a modernização interna. Segundo o levantamento, 69% dos industriais direcionaram esforços para a melhoria dos processos produtivos. Como resultado, 38% registraram aumento da produtividade, 21% acessaram novos mercados e 19% obtiveram redução de custos.

Ao tentar acessar instrumentos públicos de apoio à inovação, 36% dos empresários apontaram o excesso de burocracia como principal obstáculo. Em seguida aparecem o risco de devolução de recursos por despesas não aprovadas ou outras penalidades futuras (5%), a falta de entendimento das regras (5%), a lentidão na análise dos processos (5%) e a baixa previsibilidade (3%).

A Região Nordeste é a que mais sente os efeitos do excesso de burocracia, segundo 48% dos industriais. Já o Sudeste aparece como a região menos impactada, com 32%.

Além disso, quatro em cada dez empresários (42%) afirmaram que nem sequer tentaram acessar instrumentos públicos de apoio à inovação.

Falta de informação limita acesso a incentivos

O superintendente de Tecnologia e Inovação da CNI, Carlos Bork, afirma que grande parte dos empresários industriais em todo o país não conhecem políticas públicas de incentivo à inovação, como a Lei do Bem — principal mecanismo de incentivo fiscal brasileiro para empresas que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (PD&I).

A legislação permite que empresas tributadas pelo Lucro Real deduzam gastos com inovação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, reduzindo a carga tributária e estimulando novos investimentos em inovação.

“Não sabem as oportunidades de financiamento a juros baixíssimos que tanto o Sebrae quanto o BNDES e a Finep possuem. Existem grandes políticas públicas, mas elas não estão chegando ao cliente final, que é a nossa indústria”, afirma.

Segundo Bork, a falta de informação leva muitos empresários a acreditar que os processos de acesso ao fomento público são mais burocráticos do que realmente são.

“Eles não usaram, nem viram o quão burocrático é ou não. Só porque alguém contou para eles que era complicado, eles não utilizam. Nós [da CNI] temos a obrigação de diminuir esse gap de informação, chegar mais perto desse empresário e dizer: vamos te ajudar a utilizar uma política pública de fomento à inovação”, explica.

Melhorias para acesso ao incentivo público

Para quase metade das empresas (46%), a redução das exigências documentais poderia melhorar o acesso ao incentivo público. Outros 29% apontam como melhoria a criação de uma rede de consultores credenciados para micro, pequenas e médias empresas ou a implementação de um cadastro nacional único de empresas inovadoras.

Já 26% defendem o uso de inteligência artificial na triagem e análise inicial dos projetos, para agilizar o processo. Para 18%, a melhoria passa pela aceleração de projetos estratégicos, como os ligados à inteligência artificial e à descarbonização.

Jornada Nacional da Inovação mapeia desafios do setor

Os dados da pesquisa são reforçados pela realidade observada diretamente pela CNI durante a Jornada Nacional da Inovação — iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), em parceria com o Sebrae.

Entre julho de 2025 e março de 2026, o movimento itinerante percorreu as cinco regiões do país e promoveu 50 encontros com mais de 5 mil empresários e pessoas ligadas à tecnologias e inovação. O objetivo foi mapear desafios, oportunidades e experiências inovadoras, especialmente relacionadas com a transição ecológica e a transformação digital.

Segundo a CNI, após a Jornada foi possível constatar que a indústria tem buscado a modernização interna como estratégia para melhorar processos produtivos e reduzir custos. Esse movimento gerou ganhos de eficiência que variam entre 20% e 64%, além da redução de desperdícios e do consumo de energia.

Por outro lado, entraves como burocracia excessiva, linguagem complexa dos editais e o risco de multas severas, caso o projeto inovador precise mudar de rota, continuam afastando empresas das linhas públicas de apoio.

Para reverter esse cenário, a Jornada elaborou uma série de propostas de políticas públicas que estão em debate durante o 11º Congresso de Inovação da Indústria.

Congresso reúne setor produtivo para debater inovação

A pesquisa de inovação da CNI foi divulgada no primeiro dia do 11º Congresso de Inovação da Indústria, realizado nesta quarta-feira (25) e quinta-feira (26), no WTC, em São Paulo.

Considerado um dos principais eventos de inovação industrial da América Latina, o congresso é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e correalizado pelo Sistema Indústria — que reúne a CNI, o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) — e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). 

Segundo Carlos Bork, a expectativa é que os participantes da Jornada Nacional da Inovação ampliem parcerias e oportunidades de negócios durante o evento.

“Muito mais do que um congresso de passar informação, trouxemos as pessoas que conhecemos nesses estados para que se conheçam e, muito além de ouvir as palestras, possam se conectar e serem grandes parceiros de negócios”, afirma.

A participação é gratuita e voltada a lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores do ecossistema de inovação público e privado, incluindo empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e startups. 

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Custo da construção sobe 0,35% em outubro, aponta FGV

INCC-M acelera em relação a setembro, quando avançou 0,25%, e acumula alta de 6,75% em 12 meses

Custo da construção sobe 0,35% em outubro, aponta FGV

O custo da construção no país subiu 0,35% em outubro, mais do que os 0,25% de setembro, de acordo com o INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 27 de outubro. O índice acumula alta de 6,75% em 12 meses e de 6,23% no ano.

Materiais e serviços puxam a alta

O avanço do índice veio dos materiais, equipamentos e serviços, grupo que subiu 0,40% em outubro, ante 0,17% em setembro. Dentro dele, materiais e equipamentos passaram de 0,17% para 0,41%, com destaque para os materiais para estrutura, que saltaram de 0,07% para 0,72%. Os serviços também aceleraram, de 0,15% para 0,31%, com o item projetos subindo de 0,10% para 0,44%.

A mão de obra seguiu caminho contrário e perdeu força: o grupo avançou 0,27% em outubro, depois de 0,37% em setembro.

Itens que mais subiram

Entre os itens de maior impacto de alta no mês estão vidros (2,96%), massa de concreto (2,16%), salário de engenheiro (0,73%), bloco de concreto (0,54%) e salário de pedreiro (0,31%).

Cinco de sete capitais aceleram

Das sete capitais pesquisadas, cinco registraram aumento no custo da construção em outubro: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Recife desacelerou, e o Rio de Janeiro repetiu a taxa do mês anterior, de 0,20%.

Em São Paulo, o custo da construção subiu 0,34% em outubro. A capital paulista acumula alta de 6,88% no ano e de 7,60% em 12 meses, acima da média nacional no período.

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Do Pará para o mundo: jovem piloto patrocinado pelo Banco da Amazônia ganha competição de kart na Itália

Noah Diamantino, 10 anos, conquistou o primeiro lugar na ROK Cup Superfinal 2026, após acumular resultados expressivos no Brasil e iniciar trajetória em circuitos da Europa e dos Estados Unidos

Do Pará para o mundo: jovem piloto patrocinado pelo Banco da Amazônia ganha competição de kart na Itália

Com apenas 10 anos de idade, o piloto paraense Noah Diamantino conquistou o primeiro lugar em uma bateria classificatória da ROK Cup Superfinal 2026, realizada em 15 de outubro, no circuito South Garda Karting, em Lonato, na Itália. Com cerca de um ano e meio de experiência competitiva, o jovem é patrocinado pelo Banco da Amazônia, já acumula títulos e pódios no Brasil e participa de provas na Europa e nos Estados Unidos.

O jovem competiu na categoria Mini ROK Under 10 e superou adversários de diferentes países na competição internacional de kart. Noah conta que a competição reuniu participantes de alto nível de diferentes partes do mundo e destaca a emoção ao descobrir que havia ganhado.

“Foi muito legal! Eu fiquei felizão. Eu estava correndo com pilotos muito fortes, de vários países. Tinha um monte de pilotos dos Estados Unidos também. A ROK Cup Superfinal junta pilotos muito bons do mundo inteiro, e não é fácil conseguir uma vaga. Quando vi que tinha chegado em primeiro, pensei: “Caramba, deu certo!””, compartilha o piloto.

Apoio do Banco da Amazônia

Natural de Marabá (PA), Noah conta com o patrocínio do Banco da Amazônia para apoiar sua trajetória esportiva. A parceria contribui para viabilizar a participação do piloto em treinamentos e competições fora do país.

Noah o destaca que a parceria, além de apoiar a carreira dele, também é relevante para levar o nome do estado para outros países.

“Eu acho massa demais! O Banco da Amazônia é da minha região, de onde eu nasci. Eu fico cheio de orgulho e falo para os meus amigos: “Olha só, é o banco do meu estado que me patrocina!”. Acho muito legal levar o nome do Pará e da Amazônia para as pistas”, afirma Noah.

O pai do piloto, Winston Diamantino, conta que a busca por apoio surgiu da observação de projetos esportivos internacionais patrocinados por grandes empresas. A proposta foi apresentar ao banco regional a possibilidade de investir em um jovem atleta com potencial de competir em circuitos internacionais.

“O Noah é paraense, nasceu em Marabá, e essa parceria permite levar o nome do Pará e da Amazônia para pistas de outros países. Também vejo uma ligação entre o automobilismo e a modernização do Banco. O kart exige tecnologia, preparação e performance. Por isso, achei que o projeto combinava com essa fase mais moderna do Banco da Amazônia. Para mim, é muito significativo poder contar com o banco da nossa terra nessa jornada ”, destaca o pai.

Para Winston, o desafio financeiro também está entre os principais obstáculos para manter a participação em competições no exterior. Os custos incluem inscrições, treinamentos, passagens, hospedagem e deslocamentos, além da estrutura necessária para as corridas. Além disso, no geral, ele menciona que a moeda utilizada é o euro.

Patrocínio

O Banco da Amazônia apoia projetos nas áreas esportiva, cultural, ambiental e social, além de feiras, exposições e congressos. Segundo a instituição, as iniciativas são selecionadas por meio de editais públicos ou da modalidade de escolha direta e devem estar alinhadas ao planejamento estratégico do banco e ao compromisso com o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. 

As propostas para patrocínio devem ser encaminhadas pelo site oficial do Banco da Amazônia, que disponibiliza informações sobre os editais e os procedimentos para solicitação de apoio. Não é obrigatório que os projetos estejam inscritos em leis de incentivo para participar dos editais.

Crescimento profissional

A vitória na Itália integra uma trajetória marcada pela rápida evolução nas pistas. Em 2025, seu primeiro ano de participação oficial nos principais campeonatos nacionais, Noah foi campeão na categoria estreantes (Rookie) e vice-campeão geral do Campeonato Paulista, na categoria Mirim. Também conquistou o título de Rookie e o terceiro lugar geral no São Paulo Light, além do vice-campeonato, de uma pole position e de duas vitórias em baterias na Copa Brasil, disputada em Aracaju. No Campeonato Brasileiro, terminou em terceiro lugar na final.

Em 2026, o planejamento passou a incluir a adaptação às pistas internacionais. O piloto participou de competições na Itália, como a WSK e a IAME, e nos Estados Unidos, em provas da SKUSA, em Houston. No Brasil, também conquistou vitórias no São Paulo Light, na Copa Brasil, em Imperatriz, e em etapas realizadas em Birigui.

Treinamento e adaptação internacional

A rotina de preparação de Noah inclui treinos de terça-feira a sábado no Kartódromo do Guará (DF). As sessões duram cerca de 40 minutos por dia e são acompanhadas por treinadores. Para o piloto, competir em diferentes países exige atenção às características de cada circuito e ao estilo dos adversários.

“Eu senti que as pistas da Europa têm muito grip, bem mais do que algumas pistas do Brasil. Nos Estados Unidos, as pistas são mais mistas”, explica. Ele também percebe diferenças no comportamento dos competidores. “Cada pista é diferente, então não dá para chegar achando que já sabe tudo. Tem que aprender de novo!”, afirma.

A preparação também envolve concentração antes das largadas. Noah conta que costuma recorrer à oração para controlar a ansiedade. “Às vezes eu rezo vários Pai-Nossos para me concentrar. E tem corrida em que eu fico rezando lá dentro do capacete também. Acho que o Pai-Nosso já conhece bem as minhas largadas!”, brinca o jovem.

Winston destaca a dedicação do filho durante os treinamentos no exterior. Em janeiro, durante uma preparação em Cremona, no norte da Itália, Noah enfrentou temperaturas próximas de 5°C, com sensação térmica de menos 4°C. Segundo o pai, enquanto muitos pilotos completam cerca de 120 voltas em dois ou três dias, o filho chegou a dar 300 voltas nesse período.

“Ele saía do kart chorando de frio e com os dedos doendo. Eu chamava para aquecer e descansar, mas ele queria voltar para a pista”, relata o pai do piloto.

Escola e infância integram rotina do piloto

Apesar da agenda de treinos e viagens, a família busca conciliar o automobilismo com os estudos e as atividades próprias da infância. Segundo Winston, a mãe de Noah acompanha de perto o desempenho escolar. “Quando não consegue repor tudo no colégio, estuda com a mãe e faz as provas. Ele é muito dedicado e tem notas altas”, diz o pai. 

“Para nós, escola, esporte, igreja e infância precisam caminhar juntos. O automobilismo é uma parte ”, completa Winston.

O sonho da Fórmula 1

O calendário de Noah prevê novas participações na WSK Final Cup, na Itália, em novembro de 2026, com etapas em Lonato e Viterbo. Para 2027 e 2028, o planejamento da família prevê ampliar a presença do piloto em competições europeias e avançar para novas categorias.

O objetivo, segundo o próprio piloto, vai além de chegar à principal categoria do automobilismo mundial.

“Meu maior sonho é ser campeão de Fórmula 1. Não quero só chegar lá: quero ser campeão mesmo!”, afirma. Até lá, ele diz que pretende aproveitar cada etapa da carreira e buscar vitórias nos campeonatos que disputar.

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PRF inicia Operação Finados nas rodovias federais; uso do celular ao volante é destaque nas ações educativas

Reforço da fiscalização pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai até a próxima segunda-feira (2); policiais vão intensificar prevenção de acidentes de trânsito em trechos com maior fluxo de veículos previstos nas rodovias federais ao longo do feriado prolongado

PRF inicia Operação Finados nas rodovias federais; uso do celular ao volante é destaque nas ações educativas

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início à Operação Finados (2026) na sexta-feira (30). O reforço da fiscalização vai até a próxima segunda-feira (2) nas rodovias federais com maior fluxo de veículos e tem como foco ações de prevenção de acidentes de trânsito e conscientização sobre o uso do celular ao volante. 

A iniciativa integra o calendário nacional de operações da PRF que tem como meta a redução de mortes no trânsito em todo o país.

A Operação Finados deste ano busca alertar os condutores sobre as consequências do uso do celular na direção de veículos. Pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a infração é gravíssima desde 2016. A alteração da legislação buscou inibir a prática que diminui a atenção dos motoristas.

Segundo a PRF, o hábito de usar o celular enquanto dirige é comum entre os brasileiros e aumenta o risco de acidentes de trânsito. A falta de atenção ao volante pode resultar em consequências para todos que transitam pelas rodovias e vias urbanas.

Dados da corporação mostram que, de janeiro a setembro de 2026, 34.987 condutores foram flagrados utilizando celular enquanto dirigiam. No mesmo período do ano passado, a PRF registrou 31.144 infrações pelo uso do telefone ao volante.

Além de diminuir a atenção do motorista, falar ao telefone e dirigir também reduz o tempo de reação dos condutores – o que aumenta as chances de acidentes de trânsito. A PRF alerta que no momento em que o veículo está a 100 km/h, são percorridos cerca de 28 metros por segundo. Nesse intervalo, o trânsito à frente pode mudar e, ao retornar a atenção para a rodovia, o motorista pode não ter tempo ou espaço suficientes para evitar uma colisão ou atropelamento, por exemplo.

Operação pelo país

No Pará, a ação terá como foco a prevenção de acidentes de trânsito e o combate à criminalidade durante o feriado

No estado paraense, as equipes da PRF devem atuar no combate à embriaguez ao volante, controle de velocidade e fiscalização de ultrapassagens em pista simples. Também serão prioridades o uso do cinto de segurança, capacete, cadeirinhas e celular ao volante, bem como das condições de conservação dos veículos e da fiscalização de motocicletas.

No Rio Grande do Norte, as equipes atuarão de forma prioritária em trechos críticos e horários de maior fluxo, com o objetivo de reduzir acidentes e preservar vidas durante o feriado prolongado. O foco das ações educativas também será a conscientização sobre os riscos do uso do celular ao volante. Além disso, a PRF vai reforçar o combate às ultrapassagens indevidas.

A PRF também vai intensificar o policiamento das rodovias federais que atravessam o Distrito Federal e o Entorno para garantir a segurança dos usuários durante o feriado prolongado e promover ações educativas.

A expectativa é de aumento no fluxo de veículos, especialmente nos períodos de saída e retorno. Os policiais serão direcionados para os trechos e horários de maior movimentação, conforme o planejamento operacional da PRF. A estratégia é baseada em análises de risco e dados estatísticos de anos anteriores.

Já no Rio de Janeiro, além da segurança viária e da promoção de ações destinadas à conscientização dos motoristas, a operação também vai atuar na repressão à criminalidade nas rodovias federais fluminenses.

No Paraná, a PRF informou que a fiscalização será intensificada e não haverá restrição de tráfego para veículos de carga em rodovias federais de pista simples.

Dicas para viajar em segurança:

Para ter uma viagem segura, a Polícia Rodoviária Federal recomenda uma série de iniciativas que devem ser tomadas antes de viajar e durante o percurso. O ideal é que os condutores revisem o veículo antes do deslocamento de longa distância. Além disso, o motorista deve descansar antes de dirigir e pesquisar sobre as condições da rodovia.

Ao longo do percurso, também é indicado acompanhar as condições meteorológicas previstas para o trecho.

Confira mais dicas:

  • Não consuma bebidas alcoólicas antes de dirigir;
  • Utilize o cinto de segurança e os equipamentos obrigatórios;
  • Respeite os limites de velocidade;
  • Não use o celular ao volante;
  • Ultrapasse em local permitido.

Em caso de emergência nas rodovias federais, é possível acionar a PRF pelo número 191.

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