A celebração de 8 de maio marca o Dia do Profissional de Marketing no Brasil, uma homenagem a milhares de especialistas responsáveis por conectar empresas e consumidores em um mercado cada vez mais digital e competitivo. Nos últimos anos o setor evoluiu rapidamente, impulsionado pela penetração da internet e pelo consumo massivo de conteúdo online. Profissionais precisam equilibrar criatividade, análise de dados, tecnologia e uma compreensão profunda das mudanças culturais para construir marcas, gerar vendas e ampliar reputação. A carreira hoje não se restringe a publicidade tradicional; envolve gestão de tráfego pago, SEO, funis de conversão, design, análise de métricas e pensamento estratégico. Para comemorar a data, conversamos com Erick Renato Rufino Hernandes, especialista em marketing com mais de uma década de experiência em publicidade, tráfego pago e estratégias digitais.
Quem é Erick Rufino
Erick Rufino formou-se em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Faculdade de Americana (FAM), instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. Além disso, possui técnico em Informática pelo Colégio Politec, formação que deu base para sua visão analítica e tecnológica. Em 2023 ele estava matriculado em um MBA em Marketing e Gestão de Negócios (lato sensu) pela Faculdade Focus/CENES, buscando aprofundar sua visão em gestão estratégica.
Com mais de dez anos de experiência, Erick tem atuado como consultor e prestador de serviços de marketing desde 2020, focando em tráfego pago e estratégias orientadas por dados. Ao longo da carreira foi responsável pela gestão de mídia paga para diversos clientes em Google Ads e Meta Ads, criação de funis de conversão e preparação de relatórios analíticos para apoiar decisões estratégicas. Em 2023, além de atuar como consultor, acumulava bagagem como designer gráfico — trabalhou de 2011 a 2015 na Têxtil Fávero Ltda., criando estampas, embalagens e campanhas promocionais e passou por outras organizações como Indústrias Têxteis Najar S.A. e NET/Claro Serviços, onde adquiriu experiência em atendimento, comunicação e operações.
Seus principais conhecimentos incluem gestão de tráfego pago, planejamento de campanhas em Google Ads e Meta Ads, criação e otimização de funis de conversão, análise de dados, SEO e design aplicado à performance, além de estratégias de branding e crescimento. Ele observa que essa combinação de habilidades criativas e analíticas ainda é rara e o diferencia no mercado. Reconhecido pelo setor, Erick foi convidado a participar de bancas acadêmicas na FAM, integrando uma banca examinadora do curso de Publicidade – convite reservado a profissionais de destaque.
Uma carreira repleta de cases
Durante a pandemia e os anos seguintes, Erick ficou conhecido por resultados expressivos em campanhas de tráfego pago. Um dos marcos foi sua liderança da campanha nacional “Chega de Coração Peludo” para a rede de franquias de depilação a laser Maislaser (da empresária Ana Hickmann). O projeto quebrou paradigmas ao expandir a comunicação para o público masculino e criar ofertas combinadas para casais. A estratégia elevou o tíquete médio, diversificou a base de clientes e impulsionou a visibilidade das unidades — algumas franquias registraram crescimento de até 47,9 % na visibilidade digital, picos superiores a 2 000 interações mensais e posições de destaque no “Local Pack” do Google. Em diferentes clientes, suas metodologias geraram aumentos de engajamento e visibilidade: relatórios mostram 47,9 % de crescimento nas unidades da Maislaser, 26 051 visualizações mensais para a Pousada Villa dos Leais e 182,2 % de aumento na descoberta de negócios para o salão Box 14.
Erick também ganhou notoriedade na mídia. Portais como Cidade no Ar o citaram como analista de marketing em reportagem sobre o impacto do tráfego pago em 2025; a matéria destacava um investimento publicitário de R$ 19,4 bilhões, crescimento de 9 % no setor e ROI médio de 422 %, e Erick explicou a integração de Google Ads e Meta Ads e a importância de funis de conversão. A Gazeta da Semana o apresentou como especialista em marketing de Carnaval e integração omnichannel em artigo sobre as tendências de publicidade entre 2024 e 2026. Já o Diário Fama o mencionou como analista de marketing e especialista em redes sociais em matéria que explorava dados do relatório Social Media Trends 2023 — destacando que o Brasil é o terceiro país no mundo em uso de redes sociais, com 131,5 milhões de usuários e 356 bilhões de minutos mensais; na reportagem, Erick analisou impactos na produtividade, na saúde mental e oportunidades estratégicas para marcas. Além disso, ele é associado à American Marketing Association, organização internacional que reúne profissionais de alto nível e exige padrões éticos e de excelência.
Entrevista
Danielle Godoy: Como você descobriu sua paixão por marketing e qual foi o ponto de virada da sua carreira?
Erick Rufino: Sempre fui fascinado pela capacidade das marcas de construir histórias. A graduação em Comunicação Social me deu base teórica, e o trabalho como designer na Têxtil Fávero mostrou a força do visual nas decisões de compra. A partir de 2020 decidi focar em tráfego pago e marketing digital, pois percebi que poderia unir criatividade e análise de dados para gerar resultados concretos. Foi nesse momento que comecei a prestar consultoria, a estudar SEO e analytics, e a desenvolver metodologias próprias.
Danielle: O Dia do Profissional de Marketing celebra uma área em constante transformação. Na sua visão, quais são as principais características que um bom profissional precisa ter hoje?
Erick: Acredito que o mercado exige um perfil híbrido. É preciso dominar estratégias de mídia paga, funis de conversão e métricas — mas também entender de branding, comportamento e design. Profissionais que conseguem transitar entre a criação e a análise têm vantagem. Além disso, a aprendizagem contínua é essencial. Estou sempre investindo em cursos e participei de um MBA para aprofundar habilidades de gestão.
Danielle: Você é conhecido por campanhas que geraram impactos significativos. Pode compartilhar um case marcante?
Erick: A campanha “Chega de Coração Peludo” da Maislaser foi especial. Queríamos quebrar o estigma de que depilação a laser era só para mulheres; criamos uma mensagem inclusiva e ofertas para casais. Os resultados foram surpreendentes — crescimento de visibilidade e aumento do tíquete médio em várias unidades. Esse sucesso me motivou a desenvolver modelos como Local Relevance Engineering e Urgency-Intent SEO para replicar resultados em outros negócios. Em outros projetos, como Pousada Villa dos Leais e Box 14 Hair Studio, atingimos recordes de visitas e descobertas.
Danielle: Quais desafios você enfrenta na gestão de tráfego e performance?
Erick: O maior desafio é acompanhar a velocidade com que as plataformas mudam. Algoritmos se atualizam constantemente, e só análise de dados robusta permite adaptar estratégias. Outro ponto é educar clientes sobre a importância do funil completo — não adianta atrair leads se o site ou equipe de vendas não convertem. Também é preciso equilibrar investimento em tráfego e construção de marca; uma campanha não vive só de cliques. Finalmente, temos a responsabilidade de entender como o consumo exagerado de redes sociais impacta as pessoas — produtividade, saúde mental — e como as marcas podem gerar valor sem contribuir para uma experiência negativa.
Danielle: Qual conselho você daria para quem está começando na área?
Erick: Invista na base. Estude marketing tradicional, comportamento do consumidor e estatística. Domine ferramentas de mídia paga e SEO, mas também aprenda a criar boas narrativas e designs. Busque certificações e participe de comunidades; ser membro da American Marketing Association, por exemplo, abriu muitas portas. Finalmente, seja curioso: teste, analise, ajuste. O mercado muda, e quem aprende rápido se destaca.
Danielle: Você tem participado de bancas acadêmicas e colabora com entidades internacionais. Qual a importância desse reconhecimento?
Erick: Fui convidado a integrar uma banca de avaliação no curso de Publicidade da FAM, o que é um reconhecimento técnico para poucos profissionais. Participar dessa construção acadêmica foi enriquecedor, pois permite trocar conhecimento com novas gerações e validar pesquisas. Também procuro me conectar a associações profissionais e publicar artigos — isso fortalece a credibilidade e contribui com o desenvolvimento da área.
Danielle: Por fim, quais são seus planos e perspectivas para o futuro?
Erick: Continuarei aprimorando minhas metodologias e ajudando empresas a crescer de forma sustentável, tanto no Brasil quanto fora. Vejo grande potencial em integrar dados, tecnologia e conteúdo para criar experiências mais humanas e efetivas. Também pretendo expandir projetos educacionais para capacitar outros profissionais. Acredito que o marketing é uma área de impacto social, pois influencia hábitos e escolhas; quero usar essa influência de maneira positiva.
Planos de Saúde Expandem Cobertura para as Clínicas de Recuperação Casoto
Índice
Descubra como funciona a cobertura nas clínicas de recuperação Casoto de planos de saúde para tratamento de dependência química e saúde mental. Veja os locais de atendimento de Bradesco, Amil, SulAmérica e outros.
A busca por tratamentos de reabilitação e saúde mental teve um crescimento significativo nos últimos anos. Diante dessa realidade, o acesso a clínicas especializadas por meio de convênios médicos tornou-se um direito fundamental para milhares de famílias que buscam suporte para a dependência química, o alcoolismo e outros transtornos psiquiátricos.
Muitas pessoas ainda desconhecem que os principais planos de saúde do país oferecem cobertura integral ou parcial para internações e tratamentos terapêuticos. Abaixo, destacamos como os maiores convênios do Brasil estruturam o suporte para essas especialidades.
Cobertura dos Principais Convênios Médicos
Para facilitar a busca por atendimento especializado, separamos as principais redes credenciadas e plataformas de direcionamento por operadora:
Grandes Operadoras Nacionais
Bradesco Saúde: Reconhecido pela ampla rede credenciada de hospis e centros terapêuticos de alto padrão. Saiba mais sobre as Clínicas de Recuperação Bradesco Saúde.
SulAmérica: Oferece excelentes opções de reembolso e clínicas parceiras com foco em tratamentos multidisciplinares. Acesse as Clínicas de Recuperação SulAmérica.
Amil: Com uma das maiores redes de atendimento do país, possui programas específicos para saúde mental. Confira as Clínicas de Recuperação Amil.
Unimed: O sistema cooperativo atende regionalmente com forte presença em todo o território nacional. Veja as Clínicas de Recuperação Unimed.
Planos Corporativos e Autogestão
Caixa Saúde: Destinado aos funcionários da Caixa Econômica Federal e dependentes, garantindo suporte integral. Conheça as Clínicas de Recuperação Caixa Saúde.
Geap: Uma das operadoras mais importantes para servidores públicos federais. Consulte as Clínicas de Recuperação Geap.
Cassi: O plano dos funcionários do Banco do Brasil possui uma rede consolidada voltada à saúde mental. Acesse o suporte da Cassi.
Itaú: Colaboradores do setor bancário privado também contam com cobertura especializada através do plano Itaú.
Seguradoras e Planos Especializados
Mediservice: Operadora do grupo Bradesco que foca no mercado corporativo de grandes empresas. Conheça as Clínicas de Recuperação Mediservice.
Samaritano: Conhecido pela excelência e hotelaria hospitalar diferenciada no atendimento a transtornos. Veja os detalhes em Samaritano.
Fusex: O Fundo de Saúde do Exército assegura o atendimento de militares e seus dependentes em clínicas parceiras. Acesse o portal da Fusex.
Como Funciona o Direito à Internação pelo Plano?
Nota Importante: De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde são obrigados a cobrir o tratamento de saúde mental e dependência química, desde que haja um pedido médico detalhando a necessidade da intervenção (seja ela ambulatorial ou de internação).
Para iniciar o processo, a família ou o próprio paciente deve passar por uma avaliação com um médico psiquiatra. Com o laudo em mãos, basta entrar em contato com a operadora ou com as clínicas parceiras listadas acima para verificar a disponibilidade de vagas e os critérios de acomodação (enfermaria ou quarto privativo) previstos em cada contrato.
As clínicas de recuperação Casoto são referência em tratamento, qualidade e maior rede de atendimento de forma particular ou através de planos de saúde acesse o site e tenha mais informações.
Estratégias com Dados para Evitar Recaídas em Clínicas de Recuperação em SP, MG, PR, SC e RJ
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O uso de dados na área da saúde comportamental vem se consolidando como um dos principais avanços no tratamento da dependência química em estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Em grandes centros como São Paulo (capital), bairros como Moema, Perdizes, Tatuapé, Itaquera, Lapa e Santana já utilizam tecnologias avançadas para acompanhamento clínico, assim como cidades como Campinas, Sorocaba, Osasco, Guarulhos, Carapicuíba e São Bernardo do Campo.
Em Minas Gerais, cidades como Belo Horizonte, Contagem, Betim, Uberlândia, Juiz de Fora, Montes Claros e bairros como Savassi, Pampulha e Barreiro também passam a integrar sistemas inteligentes no tratamento de dependentes químicos e alcoólatras.
No Paraná, regiões como Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e bairros como Batel, Água Verde e Portão seguem a mesma evolução tecnológica. Já em Santa Catarina, cidades como Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí e bairros como Trindade, Itacorubi e Centro ampliam o uso de dados na reabilitação.
No Rio de Janeiro, tanto a capital quanto cidades como Niterói, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São Gonçalo e bairros como Copacabana, Barra da Tijuca, Méier e Tijuca também adotam modelos baseados em dados para prever recaídas em clínicas de recuperação que aceitam convênio médico.
A coleta estruturada de dados no acompanhamento clínico
Clínicas de recuperação em todas essas regiões vêm estruturando dados clínicos de forma estratégica. Informações sobre comportamento, adesão ao tratamento, participação em terapias e evolução emocional são registradas em tempo real.
Esse modelo é aplicado tanto em bairros centrais quanto periféricos, como Capão Redondo em São Paulo, Venda Nova em Belo Horizonte, CIC em Curitiba, Ingleses em Florianópolis e Campo Grande no Rio de Janeiro.
Digitalização de históricos e evolução do paciente
A digitalização permite acompanhar o histórico completo do paciente, criando uma linha do tempo detalhada. Em cidades como Ribeirão Preto, Uberaba, Londrina, Joinville e Petrópolis, esse modelo já melhora significativamente a tomada de decisão clínica.
Com isso, episódios de recaída podem ser analisados com base em fatores anteriores, como mudanças comportamentais, emocionais e sociais, aumentando a precisão das intervenções.
Análise de padrões e identificação de riscos
O uso de algoritmos permite identificar padrões de risco em pacientes em tratamento. Em regiões metropolitanas como Grande São Paulo, Grande BH, Região Metropolitana de Curitiba, Grande Florianópolis e Região Metropolitana do Rio de Janeiro, essa tecnologia já é amplamente utilizada.
Os sistemas analisam dados como frequência em terapias, isolamento social, mudanças de humor e comportamento, ajudando a prever possíveis recaídas com maior antecedência.
Automação de alertas e intervenções preventivas
Clínicas em bairros como Vila Mariana, Centro de Belo Horizonte, Centro de Curitiba, Centro de Florianópolis e Centro do Rio de Janeiro utilizam sistemas automatizados para gerar alertas em tempo real.
Esses alertas permitem intervenções rápidas, reduzindo significativamente os riscos de recaída e melhorando os resultados do tratamento.
Integração de dados e protocolos terapêuticos
A integração de dados clínicos, sociais e comportamentais permite a criação de protocolos personalizados. Em cidades como Santos, Uberlândia, Maringá, Blumenau e Niterói, clínicas já utilizam essa abordagem para aumentar a eficácia dos tratamentos.
O tratamento deixa de ser padronizado e passa a ser individualizado, considerando o histórico completo do paciente.
Desafios e limites do uso de dados na reabilitação
Apesar dos avanços, ainda existem desafios importantes, especialmente relacionados à privacidade, ética e interpretação dos dados. Estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro já discutem regulamentações mais rígidas para proteção de informações sensíveis.
Além disso, o fator humano continua sendo essencial. A tecnologia deve ser utilizada como apoio, nunca como substituição do acompanhamento profissional especializado.
O futuro das clínicas de reabilitação nessas regiões aponta para uma integração cada vez maior entre tecnologia, dados e cuidado humano, aumentando significativamente as chances de recuperação e reduzindo recaídas.
Novo portal Centro de Recuperação amplia acesso a informações sobre tratamento de dependentes químicos e alcoólatras no Brasil
Portal Centro de Recuperação reúne informações e orientação sobre tratamento de dependência química e alcoolismo, incluindo modalidades de internação e apoio às famílias.
São Paulo – O crescimento dos casos de dependência química e alcoolismo no Brasil tem levado cada vez mais famílias a buscar orientação profissional e acesso a tratamentos especializados. Nesse cenário, plataformas digitais voltadas à informação e ao encaminhamento terapêutico têm desempenhado um papel importante na conscientização sobre a doença e na busca por ajuda qualificada.
Com o objetivo de ampliar o acesso a conteúdos informativos e orientar pessoas que enfrentam os desafios da dependência química, o portal Centro de Recuperação surge como uma nova referência online para quem procura informações seguras sobre tratamento de dependentes químicos e alcoólatras.
A dependência de álcool e outras drogas é considerada uma doença complexa, que envolve fatores biológicos, psicológicos e sociais. Por isso, o tratamento deve ser conduzido por profissionais qualificados e estruturado em diferentes etapas, incluindo avaliação clínica, desintoxicação supervisionada, acompanhamento terapêutico e estratégias de reinserção social.
Entre os conteúdos disponíveis no portal estão orientações sobre modalidades de tratamento, tipos de internação e informações relevantes para familiares que buscam entender melhor o processo de recuperação. O site também explica as diferenças entre internação voluntária, involuntária e compulsória, modalidades previstas na legislação brasileira e utilizadas conforme avaliação médica e critérios legais.
Especialistas destacam que a informação correta é um dos primeiros passos para que pacientes e familiares possam tomar decisões mais seguras em relação ao tratamento. A conscientização sobre a dependência química como uma doença tratável contribui para reduzir o estigma e incentivar a busca por ajuda profissional.
Além de abordar temas relacionados à recuperação, o portal também apresenta conteúdos educativos sobre saúde mental, prevenção de recaídas e apoio familiar, fatores considerados essenciais para o sucesso do tratamento a longo prazo.
Com a ampliação do acesso à informação e a criação de plataformas especializadas, iniciativas como o Centro de Recuperação contribuem para fortalecer o debate sobre dependência química no Brasil e facilitar o acesso a caminhos seguros para a recuperação.
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