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Corrida dos Bancários do Pará promove integração, saúde e sustentabilidade

Competição na capital paraense está na 19ª edição e integra o 6º circuito da modalidade; previsão é de que circuito que abarca Santarém, Belém e Marabá reúna 1.500 atletas

Corrida dos Bancários do Pará promove integração, saúde e sustentabilidade

Em celebração ao Dia Nacional dos Bancários, comemorado em 28 de agosto, Belém (PA) recebe neste sábado (30), a partir das 17h, o 6º Circuito – Corrida e Caminhada dos Bancários e Bancárias do Pará 2025. O evento, promovido pelo Sindicato dos Bancários do Pará e patrocinado pelo Banco da Amazônia, busca integrar a categoria, aproximar a comunidade e incentivar práticas sustentáveis.

Além da competição, a programação inclui ações de conscientização ambiental, como a coleta de resíduos recicláveis ao longo do percurso. O diretor de Esportes do Sindicato, Luiz Otávio Pereira, destaca que a corrida adota medidas alinhadas a práticas sustentáveis, reforçando o compromisso da entidade com o meio ambiente.

“A gente recolhe os resíduos, o material que a gente recusa e são descartáveis, são recicláveis, a gente o doa para uma cooperativa que trabalha com materiais recicláveis para aproveitamento, além de fazer a limpeza de toda a área do percurso da corrida, do seu entorno aqui, deixa tudo organizado. Tem essa preocupação importante do aspecto ambiental e da sustentabilidade do nosso evento, que é onde a gente doa todo esse material às cooperativas que trabalham com reciclagem”, ressalta.

Banco da Amazônia: além do patrocínio

Com a missão de desenvolver uma Amazônia Sustentável, com crédito e soluções eficazes, o Banco da Amazônia apoia o desenvolvimento sustentável na região, com a oferta de linhas de crédito destinadas ao fomento à bioeconomia amazônica. O apoio do banco ao circuito reforça o compromisso da instituição com a sustentabilidade regional.

Luiz Otávio Pereira, destaca a importância do patrocínio do Banco da Amazônia para a iniciativa.

“O nosso evento conta com a parceria, em especial, com o patrocínio do Banco da Amazônia na nossa atividade. O Banco da Amazônia participa do nosso evento, sendo um dos importantes patrocinadores do sexto circuito da corrida dos bancários do Pará, inclusive indicando corredores da categoria do bancário do Banco da Amazônia, os funcionários, para participar da nossa atividade. É uma parceria que nos ajuda a realizar o evento”, afirma Luiz Otávio.

Patrocinado pelo Banco da Amazônia, o evento tem entre seus principais objetivos valorizar a categoria bancária, defender melhores condições de trabalho e reforçar a importância de oferecer à população um serviço público bancário de qualidade. A iniciativa também promove a conscientização sobre a preservação ambiental, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e conectando o tema à realização da COP30.

O 6º Circuito, que marca a 19ª corrida dedicada aos profissionais do setor, incentiva ainda a prática de atividades físicas e hábitos saudáveis, tanto entre bancários quanto na comunidade local.
As marcas patrocinadoras estarão presentes em materiais promocionais, como folders, camisetas, backdrop e na sonorização do evento. A divulgação também se estenderá às redes sociais, ao site do sindicato e a outros canais de promoção.

Corrida já faz parte de agenda oficial

Realizado anualmente, o Circuito reúne bancários, atletas amadores e profissionais, jovens, idosos e pessoas com deficiência para a prática do atletismo em corrida de rua. Tradicional no calendário esportivo, a prova integra a agenda oficial da Federação Paraense de Atletismo e se consolida como um evento de inclusão e incentivo ao esporte.

A edição deste ano oferece percursos de 8 km (corrida) e 4 km (caminhada), com largada marcada para 30 de agosto, às 17h, na orla da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Os 1.500 participantes esperados — vindos de Belém, Santarém, Marabá e outras cidades do interior — receberão um kit exclusivo com camiseta, medalha, viseira, garrafa e mochila personalizada.

Entrega dos kits

Os kits de materiais – compostos por números, chip’s e outros itens – serão entregues a cada inscrito no dia 29 de agosto, das 9h às 18h, na sede do Sindicato dos Bancários, Rua 28 de Setembro, 1210 – Reduto (entre Doca e Quintino) – Belém-Pará.

Vale destacar que não haverá entrega de kits no dia do evento.

 

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Hannover Messe 2026: Brasil aposta em tecnologia, energia limpa e novos mercados; confira agenda

Entre 20 e 24 de abril, Brasil participa como país-parceiro com foco em sustentabilidade e tecnologia, principalmente nos setores de biocombustíveis, hidrogênio verde, aviação e aplicações industriais de inteligência artificial e internet das coisas

Hannover Messe 2026: Brasil aposta em tecnologia, energia limpa e novos mercados; confira agenda

A Hannover Messe 2026, considerada a maior feira industrial do mundo, será realizada na Alemanha entre esta segunda-feira (20) e o próximo dia 24 de abril de 2026. Nesta edição, o Brasil participa como parceiro oficial, com organização liderada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Entre os temas que serão abordados no evento estão as oportunidades de cooperação entre Brasil e Alemanha no desenvolvimento de combustível sustentável de aviação (SAF), além de discussões sobre parcerias empresariais entre companhias dos dois países.

A programação também inclui o papel do setor de transportes na transição energética, com foco no uso do biometano, e as perspectivas brasileiras e alemãs no campo da tecnologia quântica.

“Uma oportunidade única para mostrar para a mídia alemã o que o Brasil vai apresentar em todos os pavilhões, por que nós estaremos com esses 140 expositores em mais de seis pavilhões, mostrando diferentes cases e também uma coisa bastante interativa em relação à questão de energia, à questão de nova sustentabilidade, à questão de IA”, disse Alex Figueiredo, chefe de Operações da ApexBrasil Europa.

Clique aqui para ter acesso à programação

“Temos um palco no Pavilhão Nova Indústria Brasil, que é o Pavilhão Nacional, no 12, e o 11 também, onde teremos uma arena dedicada para a inovação e para as startups, com as empresas, para a gente falar um pouco do que o Brasil vem fazendo, não apenas na área de exportação, mas também na questão da atração de investimento e nas parcerias estratégicas com a Alemanha, com a Europa como um todo, mas com o mundo”, destacou chefe do escritório sudeste, Márcia Nejaim.

Presença brasileira

A indústria brasileira será representada por 140 empresas em um espaço superior a 2.700 metros quadrados, distribuído em seis pavilhões temáticos. Outras 300 empresas também participam do evento com foco na geração de negócios.

A programação inclui temas relacionados à inovação em áreas como energia e mobilidade sustentável, aviação e mobilidade aérea urbana, inteligência artificial, robótica, segurança de dados, biotecnologia e mineração sustentável.

A iniciativa marca um reposicionamento estratégico da indústria brasileira no cenário global, alinhado à política industrial retomada pelo governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e conduzida pelo vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.

Segundo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, cerca de 50% da matriz energética brasileira é composta por fontes renováveis, enquanto 88% da eletricidade gerada no país tem essa origem. A participação de fontes renováveis no Brasil supera a média global.

O chefe do Executivo nacional também destaca que os biocombustíveis integram a matriz energética nacional há mais de 50 anos, com o desenvolvimento de alternativas como etanol e biodiesel.

VEJA MAIS:

Atualmente, a gasolina comercializada no país contém cerca de 30% de etanol, e o diesel, aproximadamente 15% de biodiesel. Também há iniciativas voltadas ao uso de biodiesel em sua forma integral em veículos pesados.

O que é a Hannover Messe?

Reconhecida como uma das principais feiras internacionais da indústria, a Hannover Messe é um dos principais eventos globais voltados à inovação tecnológica e ao setor industrial. Realizada anualmente em Hannover, na Alemanha, a feira reúne empresas de diferentes segmentos, como tecnologia, energia, automação, logística e soluções relacionadas à Indústria 4.0.

O público expositor é composto por grandes empresas globais, startups e fornecedores especializados, que apresentam tecnologias e soluções voltadas a diferentes etapas da cadeia produtiva.
 

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Auditoria aponta falhas no combate ao tráfico de drogas em portos brasileiros

Cerca de 40% da droga apreendida no país foi localizada em áreas portuárias

Auditoria aponta falhas no combate ao tráfico de drogas em portos brasileiros

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou falhas na coordenação entre órgãos públicos, carência de tecnologia de monitoramento e fragilidades regulatórias que comprometem o combate ao tráfico internacional de drogas nos portos brasileiros. Diante desse cenário, o órgão determinou a adoção de medidas para integrar e tornar mais eficiente a atuação estatal.

O levantamento destaca a relevância do tema ao apontar que o Brasil tem sido utilizado como rota estratégica para o envio de cocaína ao exterior, especialmente para a Europa. Dados recentes indicam que aproximadamente 40% da droga apreendida no país — cerca de 155 toneladas — foi localizada em áreas portuárias, o que evidencia a centralidade desses espaços nas dinâmicas do crime organizado.

Por contarem com estruturas estratégicas de logística, os portos ocupam posição relevante no controle do fluxo de cargas e contêineres, etapa crítica para impedir o tráfico internacional. No entanto, a auditoria identificou entraves importantes nesse controle, sobretudo na atuação dos órgãos responsáveis pela repressão ao crime.

Falta de coordenação entre os órgãos

Um dos principais problemas apontados é a sobreposição de competências entre instituições que investigam o tráfico de drogas, sem a existência de protocolos claros de cooperação. Essa falta de integração pode prejudicar a eficácia das investigações, especialmente em situações que exigem rápida preservação do local do crime e garantia da cadeia de custódia das provas.

Outro ponto crítico é a ausência do sistema Vessel Traffic Management Information System (VTMIS) na maior parte dos principais portos do país — exceção feita ao porto de Vitória. A ferramenta é essencial para o monitoramento do tráfego marítimo e para a identificação de embarcações suspeitas, operando com o apoio de radares, sistemas de identificação automática e sensores ambientais, entre outros recursos.

A auditoria também chama atenção para a fragilidade das normas que tratam da segurança portuária. Atualmente disciplinada pelo Decreto nº 9.861/2019, a matéria carece de uma lei federal específica, o que, embora não configure irregularidade jurídica, limita a efetividade da governança e dificulta a articulação entre os órgãos envolvidos.

Problemas que dificultam o combate ao tráfico de drogas 

Diante disso, o TCU concluiu que a combinação de falhas institucionais, lacunas tecnológicas e limitações regulatórias reduzem a capacidade do país de enfrentar o tráfico de drogas nos portos de forma eficiente.

VEJA MAIS:

O Tribunal determinou que a Polícia Federal e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil elaborem, no prazo de 180 dias, um normativo conjunto para padronizar a atuação integrada nos portos. A iniciativa busca assegurar o cumprimento de dispositivos do Código de Processo Penal, especialmente aqueles relacionados à pronta atuação policial e à preservação adequada das provas.

Além disso, foram expedidas recomendações à Receita Federal e ao Ministério dos Portos e Aeroportos, com o objetivo de fortalecer a coordenação institucional e otimizar os mecanismos de controle e segurança nos portos do Brasil.
 

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Mudanças de limites municipais passam a seguir regras nacionais e consulta à população

A nova lei que trata do tema foi sancionada com critérios para a reorganização territorial no país

Mudanças de limites municipais passam a seguir regras nacionais e consulta à população

A sanção da Lei Complementar nº 230/2026 estabelece normas gerais para o desmembramento de municípios com incorporação a territórios vizinhos já existentes, criando critérios para a reorganização territorial no país. 

Publicada no Diário Oficial da União, a medida tem como principal objetivo resolver conflitos de limites entre cidades, mantendo a proibição da criação de novos municípios por esse tipo de processo.

A norma define etapas obrigatórias para viabilizar o desmembramento, incluindo a realização do Estudo de Viabilidade Municipal (EVM), que deverá avaliar impactos financeiros, administrativos, de infraestrutura e na prestação de serviços públicos. 

O estudo também deverá considerar aspectos sociais, como o sentimento de pertencimento e a identidade da população afetada.

Em meio ao debate sobre o tema, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que a sanção representa um avanço ao estabelecer parâmetros mínimos para lidar com disputas territoriais. 

A entidade, no entanto, ressalta que a legislação ainda é incompleta e não regulamenta integralmente o artigo 18, §4º, da Constituição Federal, que trata da criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios.

VEJA MAIS:

Segundo a Confederação, a ausência de um marco legal mais abrangente pode gerar insegurança jurídica e interpretações divergentes, além de limitar a efetividade do dispositivo constitucional. 

A CNM defende que o Congresso Nacional avance na construção de uma regulamentação completa, que contemple todas as formas de reorganização municipal, com critérios que garantam equilíbrio federativo, responsabilidade fiscal e capacidade administrativa.

Consulta popular e tramitação

Outro requisito previsto na lei é a realização de consulta popular. O desmembramento só poderá ocorrer após aprovação em plebiscito com eleitores das áreas envolvidas. Caberá à Justiça Eleitoral organizar a votação, preferencialmente em conjunto com eleições já previstas.

A condução do processo será de responsabilidade das Assembleias Legislativas estaduais, que deverão aprovar os novos limites territoriais por meio de lei estadual, após o aval da população.

Prazo de aplicação

A legislação prevê prazo de até 15 anos para a realização dos desmembramentos. Os processos deverão ser suspensos um ano antes do Censo Demográfico de 2030 e retomados após a divulgação dos dados populacionais.

A expectativa é que a nova norma contribua para reduzir conflitos territoriais recorrentes, embora permaneça a demanda por um marco legal mais amplo que discipline de forma completa a organização municipal no país. 
 

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