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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 177.431 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ 30.490.046.315, em meio a 3.706.810 de negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 177.431 pontos

O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira (31) em alta de 1,01%, aos 177.431,23 pontos, com o desempenho positivo das ações da Petrobras entre os principais fatores de sustentação do índice. Os papéis da estatal acompanham a valorização do petróleo no mercado internacional.

O movimento ocorre em um cenário de aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, que amplia as incertezas geopolíticas. Apesar desse ambiente, a alta da commodity beneficia as ações da petrolífera brasileira e contribui para o avanço da Bolsa.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Casas Bahia S.A. (BHIA3F) +70,00%
  • Grupo Casas Bahia S.A. (BHIA3) +65,00%

Ações em queda no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3) -22,42%
  • Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4F) -20,49%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 30.490.046.315, em meio a 3.706.810 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

 

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,18

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,18

O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (31) em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,18. 

O dólar comercial iniciou a sessão em baixa, após a valorização registrada no último pregão. Por volta das 10h40, a moeda norte-americana caía 0,63%.

A queda acompanha o enfraquecimento do dólar no mercado internacional. No Brasil, o movimento é reforçado pela alta do petróleo, cenário que pode beneficiar as contas externas do país e dar suporte ao real.

A sessão também pode apresentar maior oscilação no câmbio devido à formação da Ptax de fim de mês, taxa utilizada como referência para contratos no mercado futuro.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,04 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
🇧🇷 BRL 1 0,1929 0,1660 0,1423 30,8111 0,1559 0,2672 0,2691
🇺🇸 USD 5,1853 1 0,8610 0,7381 159,77 0,8084 1,3855 1,3956
🇪🇺 EUR 6,0241 1,1616 1 0,8574 185,57 0,9390 1,6092 1,6210
🇬🇧 GBP 7,0235 1,3548 1,1664 1 216,45 1,0952 1,8770 1,8907
🇯🇵 JPY 3,24548 0,625919 0,53889 0,461990 1 0,5060 0,86725 0,87352
🇨🇭 CHF 6,4143 1,2370 1,0650 0,9131 197,64 1 1,7139 1,7264
🇨🇦 CAD 3,7423 0,7217 0,6214 0,5327 115,32 0,5835 1 1,0073
🇦🇺 AUD 3,7162 0,7166 0,6169 0,5289 114,48 0,5793 0,9927 1

 

Os dados são da Investing.com.
 

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Economia

Fim da “taxa das blusinhas” acende alerta sobre concorrência com produtos importados

Setor produtivo aponta riscos para competitividade, emprego e arrecadação e defende isonomia tributária para empresas brasileiras

Fim da “taxa das blusinhas” acende alerta sobre concorrência com produtos importados

O anúncio do fim da chamada “taxa das blusinhas”, que incide sobre compras internacionais de até US$ 50, acendeu um alerta no setor produtivo brasileiro. Representantes empresariais avaliam que a medida pode ampliar a diferença de custos entre produtos nacionais e importados, com reflexos sobre a competitividade das empresas, o emprego e a arrecadação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista à TV Record no último dia 23 de agosto, que a cobrança deverá ser extinta. Atualmente, a alíquota de 20% do Imposto de Importação aplicada a compras internacionais está suspensa pela Medida Provisória 1.357/2026, editada pelo governo federal em maio.

A MP perde a validade em 8 de setembro, caso não seja aprovada pelo Congresso Nacional. A expectativa é que o texto seja analisado durante o esforço concentrado previsto entre 31 de agosto e 4 de setembro.

Para o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Associação Comercial de São Paulo (ASP) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (FACESP), Alfredo Cotait Neto, a retirada da cobrança sobre produtos importados precisa ser acompanhada de medidas que garantam condições equivalentes às empresas brasileiras.

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Cotait defende que, caso seja mantida a isenção para compras internacionais de até US$ 50, empresas nacionais também possam comercializar produtos na mesma faixa de valor com tratamento tributário equivalente. 

“A longo prazo, se você não restabelece a isonomia, você prejudica a indústria nacional, prejudica as empresas brasileiras e prejudica a geração de emprego e renda, que está problemática no nosso país. Portanto, é fundamental a volta da cobrança. Porém, se o governo não quer que volte a cobrança para atender o seu público, eventualmente o seu eleitorado, então dê o mesmo direito para as empresas brasileiras também poderem vender os seus produtos de 50 dólares para baixo, ou seja, 250 reais, com a mesma isenção de impostos. O que nós pedimos é isonomia”, frisou Cotait.

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a cobrança sobre as compras internacionais contribuiu para preservar mais de 135 mil empregos e manter quase R$ 20 bilhões na economia brasileira. Segundo a entidade, a medida também esteve associada à redução de R$ 4,5 bilhões nas importações.

Impactos sobre emprego e arrecadação

Os possíveis efeitos da mudança também alcançam o mercado de trabalho e as contas públicas. Para o economista sênior do Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (IEGV/ACSP), Ulisses Ruiz de Gamboa, a retirada da cobrança tende a aumentar a pressão sobre empresas que já enfrentam a concorrência de produtos estrangeiros.

“O emprego, principalmente no setor de comércio, mas também na indústria, deveria diminuir e a arrecadação tributária também, inclusive no momento em que as contas públicas estão se deteriorando. Então, o governo precisa dessa arrecadação e o comércio brasileiro, como a gente falou, perde competitividade. Ele já não é competitivo mesmo com a cobrança cheia da taxa das blusinhas e agora, essa competitividade diminui ainda mais. Essa isonomia tributária fica ainda mais ferida, digamos assim”, destacou Gamboa.

Cobrança está suspensa por medida provisória

A suspensão da alíquota de 20% foi estabelecida pela MP 1.357/2026. Sem a aprovação da medida pelo Congresso até o fim da vigência, em 8 de setembro, a cobrança volta a incidir sobre as compras internacionais de até US$ 50. O texto deve entrar na pauta do esforço concentrado do Congresso entre o fim de agosto e o início de setembro.

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Economia

AMAZONAS: Confira a agenda da Agência-Barco Chico Mendes para setembro

Ao todo, a embarcação vai atender seis localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais

AMAZONAS: Confira a agenda da Agência-Barco Chico Mendes para setembro

Atenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para o mês de setembro.

Ao todo, a embarcação vai atender seis localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.

Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.

Inicialmente, a embarcação vai estar em Tonantins no 1° de setembro. Já do dia 2 ao dia 4, será a vez dos moradores de Santo Antônio do Içá serem atendidos.

Posteriormente, a Agência-Barco Chico Mendes segue para Amaturá, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, nos dias 8 e 9.

Já entre os dias 21 e 23 de setembro, será a vez da população de Codajás receber os atendimentos.

Do dia 24 ao dia 25, os serviços serão oferecidos aos moradores de Anori.

Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Beruri, do dia 28 ao dia 30 de setembro.

O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.

Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br
 

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