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Economia

Boi gordo hoje: confira cotações para esta quarta (3)

Mercado agropecuário tem movimentos distintos com valorização do boi gordo e da carne suína, enquanto o frango registra queda.

Boi gordo hoje: confira cotações para esta quarta (3)

O preço do boi gordo inicia esta quarta-feira (3) em alta de 0,60%; a arroba está sendo negociada a R$ 352,30, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/06/2026 352,30 0,60% 0,74% 70,28
01/06/2026 350,20 0,14% 0,14% 69,84
29/05/2026 349,70 0,13% -1,34% 69,30
28/05/2026 349,25 0,27% -1,47% 69,43
27/05/2026 348,30 0,14% -1,74% 68,85

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam queda de 2,09%. O frango congelado é negociado a R$ 7,03. O frango resfriado teve queda de 2,22%, vendida a R$7,04.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/06/2026 7,03 -2,09% 0,00%
01/06/2026 7,18 2,13% 2,13%
29/05/2026 7,03 -4,87% -1,82%
28/05/2026 7,39 -0,27% 3,21%
27/05/2026 7,41 0,00% 3,49%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/06/2026 7,04 -2,22% -0,14%
01/06/2026 7,20 2,13% 2,13%
29/05/2026 7,05 -4,73% -1,67%
28/05/2026 7,40 -0,27% 3,21%
27/05/2026 7,42 0,00% 3,49%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial também apresenta alta de 0,93% no preço, sendo negociada a R$ 8,71, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

Todos os estados analisados apresentaram alta.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA Média Var./Dia Var./Mês
02/06/2026 8,71 0,93% 0,93%
01/06/2026 8,63 0,00% 0,00%
29/05/2026 8,63 0,70% 2,49%
28/05/2026 8,57 0,00% 1,78%
27/05/2026 8,57 0,00% 1,78%

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.       

#Agronegócios#Boi Gordo#Frango#Suíno

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Economia

China oficializa reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação

Resultado foi confirmado após tratativas conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Para ministério, decisão fortalece relações sanitárias e comerciais entre os dois países

China oficializa reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação

A China reconheceu oficialmente o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. A decisão foi confirmada nesta terça-feira (2) e ocorre um ano após o reconhecimento do mesmo status sanitário pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o reconhecimento do status sanitário brasileiro contribui para o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.

O ministério informou que o reconhecimento é resultado de tratativas conduzidas durante a missão oficial do ministro da Agricultura, André de Paula, à China, realizada em maio deste ano. Em reuniões com autoridades chinesas das áreas de Agricultura e Comércio, foram apresentados avanços do sistema brasileiro de defesa agropecuária e reforçado o pedido pelo reconhecimento do status sanitário nacional.

“Esse foi um dos principais temas que levamos como prioridade durante nossa recente missão à China. Tivemos reuniões longas e produtivas com os ministros da Agricultura e do Comércio, e essa era uma das reivindicações mais importantes que apresentamos. Por isso, temos razões de sobra para celebrar esse resultado”, afirmou André de Paula.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, destacou que a medida pode contribuir para o avanço de negociações técnicas envolvendo produtos das cadeias bovina e suína. Segundo Goulart, o reconhecimento sanitário permite ampliar discussões relacionadas ao acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês e à diversificação da pauta exportadora desses setores.

No início de 2026, a China também reconheceu o status do Brasil como país livre de encefalopatia espongiforme bovina (EEB) para a carne bovina brasileira.

Durante a missão presidencial à China, realizada em maio de 2025, os dois países assinaram um memorando de entendimento na área de medidas sanitárias e fitossanitárias. O acordo foi firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil e a Administração-Geral de Aduanas da China e prevê o fortalecimento da cooperação bilateral em temas ligados à sanidade animal e vegetal.

Principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, a China respondeu por mais de US$ 50 bilhões em compras do setor em 2025
 

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CNI: Tarifa extra de 25% dos EUA ameaça exportações brasileiras e acende alerta na indústria

Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que medida proposta pelos Estados Unidos pode prejudicar indústria brasileira e mercado norte-americano, além de afetar cadeias produtivas integradas e enfraquecer a relação econômica bilateral

CNI: Tarifa extra de 25% dos EUA ameaça exportações brasileiras e acende alerta na indústria

A proposta do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros preocupa a indústria nacional, segundo avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em posicionamento, a entidade afirma que a medida pode afetar as exportações brasileiras e gerar impactos nas cadeias produtivas dos dois países. A proposta foi apresentada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). 

Para a CNI, a tarifa adicional pode prejudicar a relação econômica bilateral. A entidade defende a ampliação do diálogo entre Brasil e Estados Unidos para buscar alternativas à medida. 

“A relação econômica entre Brasil e Estados Unidos é estratégica, sólida e construída ao longo de décadas. A eventual adoção de tarifas adicionais vai prejudicar a indústria brasileira e o mercado norte-americano. O momento exige diálogo e análise técnica. De nossa parte, estamos prontos para contribuir com as negociações”, afirmou Alban.

Alban também argumentou que a proposta desconsidera a integração existente entre cadeias produtivas dos dois países. 

“Uma decisão tão genérica, cercada de injustiças. Temos máquinas e equipamentos que são complementares, inclusive, com vendas intercompanies americanas, como máquinas voltadas para o agronegócio, motores que não são substituídos facilmente. Temos a parte de madeiras engenheiradas e tem uma série de outras coisas que a gente precisa fazer”, salienta o presidente da CNI.

Dados da CNI mostram que as exportações brasileiras de bens da indústria de transformação para os Estados Unidos somaram US$ 30,2 bilhões em 2025, queda de 4,2% em relação ao ano anterior. 

O levantamento aponta, ainda, que entre os 15 principais setores exportadores, nove registraram retração. Os maiores recuos foram observados nos segmentos de produtos de metal (-31,6%), madeira (-20%), celulose e papel (-19,9%) e veículos automotores (-17,6%).

A proposta de tarifa ocorre em meio ao aumento das tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Desde 2025, o governo norte-americano ampliou investigações sobre práticas comerciais brasileiras e adotou medidas tarifárias sobre determinados produtos importados. Na avaliação do presidente da CNI, a decisão atual não é de caráter político, “mas sim de caráter econômico, com as suas nuances”, afirmou.

Defesa comercial 

Para Ricardo Alban, o Brasil precisa fortalecer sua política de defesa comercial em parceria com o setor produtivo para proteger setores estratégicos da economia e ampliar a competitividade da indústria nacional.

O presidente da CNI defende a incorporação da defesa comercial à política industrial e o fortalecimento de cadeias produtivas consideradas estratégicas para o país. “O Brasil [precisa] se debruçar, definitivamente, de forma compartilhada com o setor produtivo, na verdadeira defesa comercial. Estados Unidos, Europa, Japão e China fazem isso e nós temos que fazer. Temos que analisar, seriamente, os processos. Nós temos que nos preocupar com as cadeias de valores interessantes, não só estrategicamente, como economicamente, para o país, para que nós possamos não premiar qualquer ineficiência, mas, sim, premiar aquilo que é necessário para manter o Brasil. E aí, sim, a soberania. E a soberania se conquista com cadeias de valores”, pontua Alban.

Espaço para negociação

Apesar da preocupação com a proposta tarifária, a CNI avalia que ainda existe espaço para negociação. No dia 6 de julho, o USTR realizará uma audiência pública para discutir o tema e receber contribuições por escrito de governos, entidades e empresas interessadas. 

Para a confederação, a expectativa da indústria é que o Brasil utilize essa oportunidade para apresentar argumentos técnicos que contribuam para uma avaliação mais equilibrada da medida.

Além das negociações com os Estados Unidos, Alban defendeu o avanço de acordos comerciais e tributários com parceiros estratégicos, como México, Canadá, Japão e Inglaterra. 

A CNI informou ainda que continuará acompanhando as discussões e atuando junto às autoridades brasileiras e norte-americanas para buscar soluções que preservem a parceria econômica entre os dois países e reduzam os impactos para o setor produtivo.
 

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Economia

Governo amplia Programa Move Agricultura para R$ 14 bilhões em crédito para máquinas e implementos

Durante palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Ministro André de Paula antecipou anúncio do programa e defendeu avanço do seguro rural para ampliar acesso dos produtores ao financiamento

Governo amplia Programa Move Agricultura para R$ 14 bilhões em crédito para máquinas e implementos

O governo federal vai disponibilizar R$ 14 bilhões em linhas de crédito para investimentos em máquinas e implementos agrícolas por meio do Programa Move Agricultura

O anúncio oficial está previsto para a próxima segunda-feira (8), durante a Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA), mas foi antecipado pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, nesta terça-feira (2), durante a reunião aberta com o tema “Diálogo, inovação e crescimento: o novo momento do agronegócio brasileiro”, realizada na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

A novidade trata-se da consolidação do programa que já havia sido anunciado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin em abril deste ano durante a AgriShow, em Ribeirão Preto, interior paulista. Na ocasião, o montante disponibilizado seria de R$ 10 bilhões.

“O presidente Lula vai anunciar formalmente as bases do Programa Move Agricultura. Não serão R$ 10 bilhões, serão R$ 14 bilhões disponibilizados, com juros de 8,5% — para operações realizadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) — e 9,5% para os outros 42 bancos credenciados”, afirmou o ministro.

Crédito existe, mas acesso continua sendo desafio 

Durante o debate promovido pela ACSP, representantes do setor produtivo alertaram que o principal problema não é apenas o volume de recursos disponíveis, mas as dificuldades enfrentadas pelos produtores para acessar o crédito

O presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Rio Verde (ACIRV), José Carlos Cintra, que também é produtor rural, relatou que tem observado nas principais feiras agropecuárias do país um cenário de escassez de crédito e juros elevados

“Os recursos serão disponibilizados, mas hoje o produtor rural não está conseguindo acessar esse crédito. Os bancos estão muito restritivos, com muitas exigências. Teremos recursos, mas muitos produtores não terão acesso a esse crédito”, ressaltou. 

André de Paula concordou com o diagnóstico e atribuiu parte das dificuldades de acesso ao crédito à falta de instrumentos de mitigação de risco, como o seguro rural.

Ampliação do seguro rural

Durante os debates, o coordenador do Conselho do Agronegócio da ACSP, Cesário Ramalho, destacou que o maior problema do agro brasileiro não é a dívida do setor, mas a defasagem do seguro rural.

“Nós temos que ter um seguro abrangente. Como ocorre nos Estados Unidos (EUA), 80% a 90% das lavouras, da pecuária e das atividades do campo têm que estar cobertas com seguro. Nós temos que ter seguro contra as intempéries climáticas”, defendeu.

O ministro André de Paula respondeu que tanto o seguro rural quanto o endividamento dos produtores são questões centrais para o governo e, inclusive, temas de projetos legislativos em tramitação no Congresso Nacional

Ele admitiu que os avanços ainda são inferiores às necessidades do setor, mas afirmou que o Ministério da Agricultura tem defendido a pauta nas negociações internas do governo. 

Política não trabalha com o ideal, trabalha com o possível. Eu tenho legitimidade para querer, reivindicar e trabalhar para que possamos ter um avanço mais significativo”, disse.

Relação comercial com os Estados Unidos 

Durante entrevista coletiva, André de Paula também comentou a possibilidade de novas tarifas de importação sobre produtos brasileiros anunciadas pelos EUA. Para ele, é legítimo que o governo estadunidense adote medidas para proteger seus interesses econômicos, mas defendeu a busca por soluções negociadas que minimizem impactos sobre o comércio bilateral

“O presidente Lula tem sempre acentuado que o balanço dessa relação comercial é mais favorável aos EUA do que ao Brasil. Vamos seguir mostrando que se podemos ganhar aqui, perdemos ali e que essa é uma relação que deve ser olhada com muito carinho pelas duas partes”, afirmou.

Nesta terça-feira (2), o governo dos EUA anunciou a possibilidade de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre a importação de determinados produtos brasileiros, alegando práticas consideradas desleais, como comércio digital e desmatamento ilegal. A medida poderá entrar em vigor em 15 de julho

Entre os produtos excluídos da nova tarifa estão carne bovina, café, terras raras, outros metais e peças de aeronaves

ACSP e Sociedade Rural firmam parceria 

O evento também marcou a assinatura de um termo de cooperação institucional entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Sociedade Rural Brasileira (SRB). O objetivo da parceria é fortalecer a atuação conjunta das entidades em temas estratégicos para o agronegócio e para o setor produtivo nacional. 

O presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto — que também preside a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) — afirmou que a iniciativa reforça a organização da sociedade civil em torno das demandas do campo

“Queremos mostrar que a sociedade civil está cada vez mais organizada para que, junto com o governo, possa discutir as demandas, fortalecer as ações e melhorar cada vez mais as atividades do agronegócio no Brasil”, disse. 

Já o presidente da SRB, Sérgio Bortolozzo, destacou a trajetória histórica das duas instituições e a importância da união entre entidades representativas do setor. 

“Nossas entidades representam um associativismo legítimo, construído ao longo de décadas. A Sociedade Rural Brasileira é um patrimônio moral da agricultura brasileira, assim como a Associação Comercial de São Paulo é uma referência para as atividades comerciais em todo o país”, afirmou. 

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