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Economia

DÓLAR: moeda tem queda com alívio nos preços do petróleo e decisões de política monetária

Preços do petróleo têm alívio após Israel descartar novos ataques à infraestrutura energética do Irã a pedido dos EUA

DÓLAR: moeda tem queda com alívio nos preços do petróleo e decisões de política monetária

O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,59% frente ao real, cotado a R$ 5,21. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,85%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela queda nos preços do petróleo após Israel descartar novos ataques à infraestrutura energética do Irã, a pedido dos EUA. A redução da Selic para 14,75% ao ano e as decisões de política monetária na Europa repercutiram em segundo plano.

No final da tarde desta quinta-feira (19), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel evitará ataques à infraestrutura energética do Irã, a pedido do presidente estadunidense, Donald Trump. Netanyahu disse, ainda, que as defesas aéreas persas já não são mais úteis e que o país já não consegue mais enriquecer urânio ou fabricar mísseis balísticos.

O mercado seguiu repercutindo as decisões de política monetária da véspera, como a do Federal Reserve (Fed) de manter inalterada a taxa de juros dos EUA pela segunda vez seguida entre 3,50% e 3,75% ao ano. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) realizou o primeiro corte na Selic desde julho de 2025, diminuindo a taxa em 0,25% para o patamar de 14,75% ao ano.

Durante a sessão, outros Bancos Centrais seguiram repercutindo decisões de política monetária. Japão, Reino Unido, Canadá e Zona do Euro mantiveram suas taxas de juros inalteradas. O Banco Central da Inglaterra (BoE) ressaltou que o conflito no Oriente Médio pode causar um aumento na inflação no curto prazo, o que seria um novo choque na economia, com alguns membros do comitê britânico já tendo levantado a possibilidade de um futuro aumento nos juros.

No cenário doméstico, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos na manhã desta quinta, nos quais vendeu US$ 1 bilhão em moeda à vista e 20 mil contratos no valor de US$ 1 bilhão de swap cambial reverso — operação equivalente à compra de dólares no mercado futuro. A realização das operações em simultâneo é conhecida pelo mercado como “casadão” e tem efeito nulo na prática sobre as cotações do dólar, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ponta e comprou US$1 bilhão em outra.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,15%, cotado a R$ 6,04.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1917 0,1655 0,1427 30,2250 0,1511 0,2634 0,2707
USD 5,2167 1 0,8633 0,7446 157,68 0,7883 1,3742 1,4116
EUR 6,0418 1,1582 1 0,8624 182,64 0,9130 1,5914 1,6351
GBP 7,0074 1,3430 1,1595 1 211,76 1,0586 1,8453 1,8958
JPY 3,30865 0,634216 0,54756 0,472244 1 0,5000 0,87154 0,89534
CHF 6,6177 1,2686 1,0953 0,9446 200,06 1 1,7430 1,7911
CAD 3,7962 0,7277 0,6283 0,5419 114,77 0,5737 1 1,0275
AUD 3,6958 0,7084 0,6116 0,5275 111,70 0,5584 0,9733 1

 

Os dados são da Investing.com

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Economia

Bolsa Família: pagamentos para beneficiários com NIS terminado em 1 começam nesta quinta-feira (17)

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Bolsa Família: pagamentos para beneficiários com NIS terminado em 1 começam nesta quinta-feira (17)

A CAIXA inicia nesta quinta-feira (17), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
 

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Apenas 29% dos recursos prometidos pela União para Defesa Civil chegaram aos municípios

No período de 2010 a agosto de 2026, as prefeituras receberam R$ 10,6 bilhões. Total estimado era de R$ 38,7 bilhões

Apenas 29% dos recursos prometidos pela União para Defesa Civil chegaram aos municípios

Entre 2010 e agosto de 2026, apenas 29,3% dos R$ 38,7 bilhões prometidos pela União para ações municipais de defesa civil foram efetivamente repassados às prefeituras dentro do exercício orçamentário. Ao todo, os municípios receberam R$ 10,6 bilhões. Os dados estão no Boletim El Niño 2026/2027, elaborado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Para 2027, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê R$ 1,8 bilhão para o programa Gestão de Riscos e de Desastres. O montante é superior aos R$ 645 milhões previstos inicialmente no PLOA de 2026.

A CNM também aponta que, apesar do anúncio federal de R$ 1,3 bilhão para ações relacionadas ao El Niño 2026/2027, não foi estabelecida uma parcela específica desse valor para transferência direta aos municípios. Os recursos municipais destinados à resposta e à recuperação após desastres continuam dependendo dos mecanismos próprios da Proteção e Defesa Civil.

VEJA MAIS:

O levantamento também apresenta um cenário dos impactos registrados entre 1º de julho e 31 de agosto de 2026. Conforme o estudo, mais de 4,7 milhões de pessoas em 641 Municípios foram afetadas por desastres que levaram à decretação de situação de emergência e/ou estado de calamidade pública. 

Os prejuízos econômicos ultrapassaram R$ 8,2 bilhões. Desse total, R$ 6,5 bilhões correspondem a prejuízos privados, R$ 1,6 bilhão a prejuízos públicos e R$ 182,8 milhões a danos em unidades habitacionais.

Prejuízos por setor econômico

A agricultura concentrou a maior parcela dos prejuízos entre os setores econômicos analisados. Os valores levantados pela CNM são:

  • Agricultura: R$ 4,16 bilhões
  • Pecuária: R$ 978,7 milhões
  • Comércio: R$ R$ 889,1 milhões
  • Serviços: R$ 348,1 milhões
  • Indústria: R$ 112,8 milhões

Na divisão por regiões, o Nordeste registrou o maior volume de prejuízos, com R$ 3,9 bilhões. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 2,2 bilhões. O Sul vem na sequência, com R$ 1,2 bilhão. Centro-Oeste e Norte registraram R$ 176 milhões e R$ 772,8 milhões, respectivamente.

Sobre a intensidade do El Niño

O El Niño está se intensificando. Em julho, as temperaturas da superfície do Oceano Pacífico Equatorial ficaram acima da média, indicando o fortalecimento do fenômeno. De acordo como estudo, há mais de 90% de chance de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027. 

Segundo a NOAA, o El Niño deve continuar ganhando força até o fim de 2026, com 69% de probabilidade de que, entre outubro e dezembro de 2026, supere eventos registrados desde 1950.

Quanto maior a intensidade do El Niño, maior a possibilidade de ocorrência dos impactos associados ao fenômeno. Esses efeitos, no entanto, podem variar de acordo com cada região.

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Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,15

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,15

O dólar comercial fechou o pregão desta quarta-feira (16) estável, cotado a R$ 5,15. Mais cedo, por volta das 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,55%, negociada a R$ 5,07 no mercado à vista, em movimento de ajuste puxado pelo alívio momentâneo dos investidores globais. 

O Banco Central dos Estados Unidos Federal Reserve (Fed) elevou a taxa básica de juros do país em 0,25%, fixando o intervalo entre 3,75% e 4% ao ano. Trata-se do primeiro aperto monetário desde julho de 2023, aprovado por unanimidade pelos doze membros do comitê.

Na nota oficial, os dirigentes destacaram que, apesar das tensões geopolíticas, o consumo das famílias continua aquecido, acompanhado por ganhos consistentes de produtividade e ritmo sólido nos investimentos corporativos.

A autoridade monetária reforçou o compromisso com a estabilidade de preços, afirmando que o ajuste busca acelerar o retorno da inflação à meta de 2%.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 100,26 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1940 0,1692 0,1450 30,3428 0,1602 0,2715 0,2737
USD 5,1541 1 0,8724 0,7476 156,40 0,8260 1,3992 1,4113
EUR 5,9100 1,1463 1 0,8570 179,27 0,9468 1,6038 1,6178
GBP 6,8960 1,3377 1,1669 1 209,20 1,1048 1,8716 1,8878
JPY 0,0330 0,0064 0,0056 0,0048 1 0,5281 0,0089 0,0090
CHF 6,2406 1,2108 1,0563 0,9051 189,36 1 1,6942 1,7088
CAD 3,6836 0,7147 0,6235 0,5343 111,78 0,5903 1 1,0086
AUD 3,6538 0,7086 0,6181 0,5297 110,81 0,5852 0,9914 1

 

Os dados são da Investing.com.

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