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Fernando Casoto criador de uma rede de ajuda online para pessoas deixar seus vícios

Fernando Casoto criador de uma rede de ajuda online para pessoas deixar seus vícios

Fernando Casoto lutou por muitos anos contra o vício e fundou o Grupo Casoto, com clínicas de recuperação para ajudar outros dependentes químicos a se recuperar.

Nascido e criado em São Paulo, hoje com 40 anos Fernando Casoto teve uma vida de extrema proximidade a dependência química e ao alcoolismo dentro de casa desde seu nascimento, criado pelos avós por seus pais serem viciados ele foi crescendo vendo diariamente dentro de casa o poder devastador das drogas lícitas e ilícitas na vida de seus familiares.

Aos 16 anos acabou entrando no mundo das drogas através de amigos na escola, com uma predisposição já em seu organismo para dependência química ele se jogou de cabeça no submundo usando diversas substâncias.

Com 24 anos ele foi internado em uma comunidade terapêutica na cidade de Suzano- SP, onde passou por um processo doloroso de desintoxicação sofrendo as fortes dores da abstinência física e mental.

Ele conta nesta história que embora tenha ido para uma clínica de recuperação de forma voluntária a vontade de desistir era constante e só encontrou forças através das terapias em grupos a espiritualidade foi fundamental e o que ele considera ser mais importante o reconhecimento de que tinha perdido o controle de total de sua vida e que não queria mais viver aquilo.

Segundo ele, embora tenha tido muitos problemas com a dependência química ao longo de sua vida, ele sempre atuou na área comercial de escolas de inglês, restaurantes e com uma habilidade ímpar na área tecnológica da informação.

Dentro da reabilitação segundo ele teve uma luz ao ver diversas famílias desesperadas em tratar seu dependente porém muitas vezes a localização a condição não permitia e até mesmo a dificuldade da desistência uma vez que o paciente dentro da comunidade podia ir embora quando queria. 

Foi aí que Fernando imaginou criar uma empresa voltada ao direcionamento, auxílio e encaminhamento para internação e tratamento de dependentes químicos e ajuda aos familiares de dependentes, comentou, em entrevista.

E assim proporcionar uma perspectiva de qualidade de vida, sempre com melhoria contínua, baseada em uma conduta ética de confiança e integridade.

Seu primeiro dia após concluir o tratamento foi criar esta empresa intitulada Clínica de Recuperação Grupo Casoto que hoje é a pioneira no segmento com 17 anos no mercado já direcionou e tratou mais de 25.000 pessoas em uma clínica seja ela de forma voluntária ou involuntária.

Hoje Fernando Casoto tem opções de quase 90 unidades estas mesmas situadas no Brasil e exterior o que mostra que quando se tem um objetivo o reconhecimento que você precisa sair da zona de conforto a pessoa pode mudar por completo a sua vida pessoal, financeira e ainda impactar a vida de milhares de pessoas, suas ações foram todas sempre no pensamento de a pessoa encontrar em sua empresa a opção adequada de valores e localização e não deixar o dependente se apoio.

Fernando Casoto hoje tem 4 filhos é casado e com um enorme sonho de estar presente em todos países, e para isso ele diz que está diariamente através da  tecnologia  ajudando muito as pessoas se conectarem mais rápido a uma clínica de recuperação próxima de sua cidade, buscando inovar sempre está conexão família e tratamento busque ajuda é possível vencer os vícios, finalizou o empreendedor que também atua no segmento de marketing e outras atividades profissionais.

Negócios

Investimentos no Agronegócio 2026: Navegando entre Margens Apertadas e Oportunidades Tecnológicas

Investimentos no Agronegócio 2026: Navegando entre Margens Apertadas e Oportunidades Tecnológicas

Marcelo Berlinck Mariano Costa, sócio e CEO da PICREDI Administração de Ativos, afirma que o agronegócio brasileiro,
pilar da economia nacional, aproxima-se de 2026 em um cenário de perspectivas moderadas, porém resilientes.
Embora o setor deva enfrentar o desafio de margens de lucro mais apertadas e de uma economia global mais lenta,
a demanda externa por alimentos segue firme e a inovação tecnológica no campo abre novas frentes de investimento.

O Cenário Econômico e os Desafios para 2026

Após um ano recorde de safra em 2025, as projeções iniciais para 2026 indicam uma leve retração na produção de grãos.
O IBGE estima uma colheita de 332,7 milhões de toneladas, queda de 3,7% em relação ao ciclo anterior.
Paralelamente, o setor deverá enfrentar alguns pontos de atenção:

  • Margens de lucro sob pressão: custos de produção, como insumos e crédito mais restrito, tendem a comprimir as margens dos produtores.
  • Crédito e inadimplência: o acesso ao crédito rural exige gestão estratégica mais apurada por parte do produtor.
    A expectativa é de que a inadimplência do setor comece a recuar a partir do primeiro trimestre de 2026.
  • Volatilidade climática: eventos climáticos continuam sendo fator de risco significativo, exigindo atenção constante
    ao planejamento da safra, especialmente em regiões-chave como o Mato Grosso.

Apesar desses desafios, o governo federal lançou o Plano Safra 2025/2026 com um volume expressivo de recursos,
na ordem de R$ 516,2 bilhões, para impulsionar o setor, o que deve mitigar parte das dificuldades de financiamento.

Oportunidades e Tendências de Investimento

Marcelo Berlinck Mariano Costa, diz que apesar do cenário de cautela, o agronegócio continua a ser um campo fértil para investimentos estratégicos:

  • Tecnologia e Inovação (Agro 4.0): a busca por eficiência e produtividade é constante.
    Investimentos em tecnologia de precisão, agricultura digital e bioeconomia despontam como tendências fortes para 2026.
    Programas de fomento à inovação tecnológica, como o INOVAGRO, aparecem como importantes vias de financiamento.
  • Sustentabilidade e Governança (ESG): a agenda ambiental, social e de governança ganha peso nas decisões
    de compra, financiamento e investimento. Adotar práticas sustentáveis e transparentes deixa de ser apenas tendência
    para se tornar diferencial competitivo, possibilitando inclusive melhores condições de crédito.
  • Proteína animal: o segmento de proteína animal, incluindo aves e suínos, deve manter um panorama positivo,
    com o Brasil ampliando sua presença global, segundo análises de mercado como as do Rabobank.
  • Mercado de capitais: para o investidor que busca liquidez, os Fiagros (Fundos de Investimento nas Cadeias
    Produtivas do Agronegócio) e as ações de empresas do setor listadas na B3 permanecem como opções viáveis, permitindo
    diversificação e acesso a grandes players do mercado.

Estratégia do Investidor para 2026

Em um ano que se desenha com margens mais apertadas, a palavra de ordem para o investidor e para o produtor rural é
gestão estratégica.

  • Análise criteriosa: é fundamental avaliar custos, viabilidade econômica e estratégias de proteção de preços
    (hedge) para navegar na volatilidade das commodities.
  • Diversificação: distribuir os investimentos em diferentes elos da cadeia produtiva ou por meio de fundos
    diversificados ajuda a mitigar riscos.
  • Foco na eficiência: produzir mais com menos recursos, otimizar o uso de água, energia e insumos e reduzir
    desperdícios será essencial para preservar a rentabilidade.

O agronegócio em 2026 continuará sendo um setor vital e cheio de oportunidades, mas exigirá do investidor uma abordagem
mais analítica, com foco em eficiência e inovação. O ciclo médio de liquidação dos ativos administrados pela PICREDI gira
entre 90 e 100 dias, oferecendo uma rentabilidade mensal estimada entre 1,3% e 1,7% a.m.
números considerados expressivos para investidores do segmento agropecuário.

Mais Informações

Mais informações sobre investimentos no agronegócio:

E-mail: marcelo@picredi.com.br

Site: www.picredi.com.br

WhatsApp: +55 11 91424-7595

Por Redação PICREDI Administração de Ativos

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Artigos

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Entrevista exclusiva da Brasil em Destaque com a Clínica de Recuperação Casoto sobre internação de dependentes químicos e tratamento de alcoolismo.

Brasil em Destaque entrevista a Clínica de Recuperação Casoto sobre os desafios da reabilitação no Brasil

Em uma conversa exclusiva, a Brasil em Destaque entrevistou a equipe da Clínica de Recuperação Casoto, uma das referências nacionais quando o assunto é reabilitação de dependentes químicos e alcoólatras. A entrevista aborda os desafios atuais, o tempo de internação e as perspectivas de futuro para o setor.

Brasil em Destaque: Quais são os principais desafios que a sociedade enfrenta hoje em relação à dependência química?

Clínica de Recuperação Casoto: O maior desafio é compreender que a dependência química é uma doença crônica e precisa de tratamento adequado. Muitas famílias ainda enfrentam preconceito e dificuldade de acesso a uma clínica de recuperação especializada. É necessário ampliar o debate e fortalecer as políticas públicas para dar suporte aos pacientes e seus familiares.

Brasil em Destaque: Quanto tempo, em média, dura a internação de um dependente químico?

Clínica de Recuperação Casoto: A internação não tem um prazo único, pois cada paciente responde de forma diferente ao processo terapêutico. Em média, programas de internação de dependentes químicos duram entre 90 e 180 dias. Casos mais graves, com histórico de recaídas, podem exigir períodos mais longos, chegando a até um ano.

Brasil em Destaque: E quanto ao alcoolismo, como funciona o tratamento?

Clínica de Recuperação Casoto: O tratamento de alcoolismo segue protocolos que incluem desintoxicação supervisionada, acompanhamento psiquiátrico, terapias individuais e coletivas, além do apoio familiar. O tempo médio de internação é semelhante ao da dependência química, mas cada paciente precisa de um plano individualizado.

Brasil em Destaque: Qual o papel da família durante a internação?

Clínica de Recuperação Casoto: A família é parte fundamental do processo. Oferecemos encontros terapêuticos e orientações para que os familiares compreendam a doença e aprendam a lidar com ela. O acolhimento e o suporte familiar aumentam muito as chances de sucesso no tratamento.

Brasil em Destaque: Como a Clínica Casoto se diferencia no atendimento?

Clínica de Recuperação Casoto: Nosso diferencial é o cuidado humanizado aliado a uma equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e conselheiros. Trabalhamos com foco na reintegração social do paciente, preparando-o para retomar sua vida com dignidade e equilíbrio.

Brasil em Destaque: Quais os próximos passos para fortalecer o tratamento no Brasil?

Clínica de Recuperação Casoto: O futuro do tratamento para dependência química no Brasil passa pelo fortalecimento das redes de apoio, ampliação das unidades terapêuticas, qualificação de profissionais e, principalmente, pela conscientização da sociedade de que a dependência química não é uma falha de caráter, mas uma doença que precisa de tratamento sério e responsável.


Para saber mais sobre tratamentos especializados, acesse Instituto Recomeçar, Clínica Casoto e Rede Clínicas de Recuperação. Cuidar da saúde mental e combater o vício é um passo essencial para transformar vidas.

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Tratamento para Dependentes Químicos: Conheça os Tipos e Abordagens Utilizadas no Brasil

Tratamento para Dependentes Químicos: Conheça os Tipos e Abordagens Utilizadas no Brasil

O avanço da dependência química no Brasil continua sendo um desafio para autoridades de saúde, famílias e instituições. Com o aumento do consumo de drogas lícitas e ilícitas, cresce também a busca por tratamentos especializados que possam oferecer reais chances de recuperação a dependentes químicos. Mas afinal, quais são os tipos de tratamento disponíveis? E como eles funcionam na prática?

Especialistas afirmam que a dependência química é uma doença crônica, progressiva e com possibilidade de controle. A abordagem terapêutica varia conforme o perfil do paciente, o tipo de substância consumida, o grau de dependência e fatores sociais e psicológicos associados.

Tratamento ambulatorial: alternativa para casos leves e moderados

O tratamento ambulatorial é recomendado para casos em que o paciente ainda mantém parte de sua autonomia e consegue cumprir com rotinas externas. Nessa modalidade, o usuário realiza consultas periódicas com psicólogos, psiquiatras e terapeutas, sem necessidade de internação.

As sessões podem envolver terapias individuais, em grupo ou familiares, além de suporte medicamentoso para controlar sintomas como ansiedade, insônia e compulsão. Segundo especialistas, esse formato tem boa resposta quando o paciente possui uma rede de apoio familiar sólida.

Internação voluntária: acolhimento em ambiente terapêutico

Para quadros mais graves, a internação voluntária é uma das modalidades mais utilizadas. Nesse modelo, o próprio paciente reconhece a necessidade de ajuda e aceita ser acolhido em uma clínica especializada.

Durante o período de internação, que geralmente varia entre 90 e 180 dias, o indivíduo passa por desintoxicação supervisionada, terapias comportamentais, atendimento médico e reintegração social progressiva. O foco é oferecer um ambiente controlado e seguro para que o paciente consiga interromper o ciclo de uso.

Internação involuntária: opção legal e respaldada por laudo médico

A internação involuntária é aquela solicitada por familiares quando o dependente não aceita tratamento, mas apresenta riscos à própria vida ou à de terceiros. Esse tipo de internação é respaldado por lei e exige a emissão de laudo médico que comprove a necessidade da medida.

“Em casos de surto psicótico, tentativas de suicídio ou uso contínuo com risco iminente, a internação involuntária pode ser a única forma de salvar uma vida”, explica a psiquiatra Ana Lúcia Meirelles, especialista em saúde mental e dependência química.

Internação compulsória: decisão judicial em situações extremas

Diferente da internação involuntária, a compulsória é determinada por um juiz, após avaliação técnica e solicitação do Ministério Público ou da família. Trata-se de uma medida excepcional, utilizada quando esgotadas todas as outras alternativas.

Embora controversa, a internação compulsória tem sido usada em grandes centros urbanos para combater o avanço do uso de drogas em espaços públicos e em situações de vulnerabilidade social extrema.

Terapias complementares e espiritualidade como aliados

Além das abordagens tradicionais, muitos centros terapêuticos incorporam atividades complementares, como meditação, arteterapia, musicoterapia e práticas religiosas ou espiritualizadas. Segundo estudos recentes, essas práticas ajudam na recuperação emocional e no reforço da autoestima.

Programas baseados nos 12 passos dos Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA) também são amplamente utilizados como ferramenta de manutenção da sobriedade.

Importância do apoio familiar e acompanhamento pós-tratamento

Independente do tipo de tratamento escolhido, a participação da família e o suporte contínuo após a alta são determinantes para o sucesso da recuperação. Muitos centros oferecem acompanhamento psicológico a familiares e incentivam visitas regulares durante a internação.

Além disso, a manutenção de atividades ocupacionais, a reintegração ao mercado de trabalho e o suporte psicoterapêutico de longo prazo são fundamentais para evitar recaídas.

Dados do Ministério da Saúde reforçam a importância da assistência

Segundo levantamento mais recente do Ministério da Saúde, o Brasil possui mais de 3 mil unidades que oferecem algum tipo de atendimento a dependentes químicos, entre CAPS AD (Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas), comunidades terapêuticas e clínicas particulares. A procura por internações e suporte psicológico aumentou 27% nos últimos três anos.

Para especialistas, a informação e o acesso facilitado aos serviços são os principais aliados na prevenção e no tratamento. A dependência química não escolhe classe social, idade ou região — e, por isso, requer uma resposta ampla e coordenada entre sociedade e poder público.

As clínicas de recuperação Grupo Sobriedade, contam com tratamento especializado em todo Brasil, através de um programa personalizado.

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