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Economia

SOJA E TRIGO: confira os preços dos grãos nesta terça-feira (18)

O trigo tem queda de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná

SOJA E TRIGO: confira os preços dos grãos nesta terça-feira (18)

A saca de 60 quilos da soja inicia terça-feira (18) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,38%, com a saca negociada a R$ 141,69. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,80%, levando a cotação para R$ 150,14.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
17/08/2026 141,69 0,38% 3,22% 27,26
14/08/2026 141,16 0,84% 2,83% 27,02
13/08/2026 139,99 0,56% 1,98% 26,97
12/08/2026 139,21 1,27% 1,41% 26,91
11/08/2026 137,46 0,01% 0,14% 26,61

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
17/08/2026 150,14 0,80% 3,61% 28,88
14/08/2026 148,95 1,37% 2,79% 28,51
13/08/2026 146,94 0,41% 1,40% 28,31
12/08/2026 146,34 1,00% 0,99% 28,29
11/08/2026 144,89 -0,05% -0,01% 28,05

 

Trigo

O trigo tem queda de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.419,11. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.318,09.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
17/08/2026 1.318,09 -0,13% -0,29% 253,58
14/08/2026 1.319,86 -0,13% -0,15% 252,65
13/08/2026 1.321,52 0,00% -0,03% 254,63
12/08/2026 1.321,52 0,86% -0,03% 255,47
11/08/2026 1.310,28 0,00% -0,88% 253,68

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
17/08/2026 1.419,11 -0,18% 0,94% 273,01
14/08/2026 1.421,62 0,39% 1,12% 272,13
13/08/2026 1.416,10 0,12% 0,72% 272,85
12/08/2026 1.414,35 -0,05% 0,60% 273,41
11/08/2026 1.415,09 0,04% 0,65% 273,98

 

Os dados são do Cepea.
 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,20

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,20

O dólar encerrou esta segunda-feira (17) cotado a R$ 5,20. No cenário internacional, as bolsas de Nova York operaram próximas da estabilidade, sem uma direção única entre os principais índices.

Os investidores acompanharam a alta dos preços do petróleo e as tensões no Oriente Médio, que mantiveram a cautela nos mercados. Ao mesmo tempo, as ações de empresas ligadas à inteligência artificial permaneceram no radar e ajudaram a manter o otimismo dos investidores.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,58 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,02.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
🇧🇷 BRL 1 0,1923 0,1661 0,1419 30,6637 0,1559 0,2668 0,2707
🇺🇸 USD 5,2011 1 0,8637 0,7384 159,50 0,8111 1,3874 1,4076
🇪🇺 EUR 6,0205 1,1577 1 0,8548 184,66 0,9390 1,6062 1,6298
🇬🇧 GBP 7,0446 1,3544 1,1699 1 216,02 1,0984 1,8790 1,9065
🇯🇵 JPY 3,26105 0,627018 0,54158 0,462953 1 0,5085 0,86993 0,88261
🇨🇭 CHF 6,4131 1,2330 1,0650 0,9104 196,66 1 1,7107 1,7358
🇨🇦 CAD 3,7488 0,7207 0,6226 0,5322 114,97 0,5846 1 1,0147
🇦🇺 AUD 3,6940 0,7104 0,6136 0,5245 113,30 0,5761 0,9856 1

Os dados são da Investing.com.
 

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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 166.954 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.134.183.345, em meio a 3.664.778 de negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 166.954 pontos

O Ibovespa encerrou esta segunda-feira (17) próximo da estabilidade, em alta de 0,01%, aos 166.954,77 pontos. A sessão foi marcada pela pressão negativa das ações de bancos. 

O desempenho refletiu as preocupações dos investidores com o cenário de crédito no país, além das repercussões do pedido bilionário de recuperação judicial da Casas Bahia.

Na direção oposta, as ações da Petrobras ajudaram a limitar as perdas do índice, acompanhando a valorização dos preços do petróleo no mercado internacional.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO3F) +36,11%
  • Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) +27,27%

Ações em queda no Ibovespa

  • Lupatech S.A. (LUPA3) -38,88%
  • Lupatech S.A. (LUPA3F) -38,29%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.134.183.345, em meio a 3.664.778 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

 

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Economia

Estados e municípios recebem mais de R$ 400 milhões em royalties da mineração

Recursos da CFEM foram arrecadados em julho e distribuídos na última semana pela Agência Nacional de Mineração

Estados e municípios recebem mais de R$ 400 milhões em royalties da mineração

Mais de R$ 400 milhões arrecadados com a exploração mineral foram repassados recentemente a estados, ao Distrito Federal e a municípios produtores. Os recursos correspondem à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como royalty da mineração, arrecadada em julho e distribuída pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

Do valor total, cerca de R$ 90 milhões foram destinados aos estados e ao Distrito Federal. Os municípios ficaram com mais de R$ 350 milhões. Entre os estados, Minas Gerais lidera o recebimento dos recursos, com mais de R$ 40,3 milhões, seguido pelo Pará, que recebeu mais de R$ 37,5 milhões.

Um relatório divulgado pela ANM disponibiliza a relação completa dos valores distribuídos por estados e municípios.

Nova plataforma

O mês de julho deu início à transição do sistema de arrecadação da CFEM, que passou a ser operado pela Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM) no dia 7 de julho de 2026. Segundo a ANM, a nova plataforma foi responsável por 88,92% da arrecadação total.

A modernização também incluiu o Pagtesouro, sistema para pagamento de pix, como modalidade de pagamento disponível. A ferramenta registrou 1.129 operações, o que representa 11,55% das transações do período.

Regras para a utilização dos recursos da CFEM

Pela legislação, os recursos da CFEM não podem ser empregados no pagamento de dívidas, exceto aquelas contraídas junto à União ou a entidades federais. Além disso, os valores também não podem ser usados para custear despesas permanentes com pessoal.

No entanto, há uma exceção para a área da educação. Nesse caso, os recursos podem ser aplicados em despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, principalmente os que atuam na educação básica em tempo integral.

A norma também determina que, preferencialmente, pelo menos 20% da arrecadação seja utilizada em iniciativas voltadas à diversificação econômica, à exploração mineral sustentável e ao desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.

Transparência 

Estados, Distrito Federal e municípios que recebem a compensação devem divulgar anualmente a forma como os recursos foram utilizados. A exigência segue as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).

Os valores detalhados dos repasses podem ser consultados nos portais da Agência Nacional de Mineração e do Banco do Brasil.
 

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