PREVISÃO DO TEMPO: Sudeste tem pontos de chuva nesta segunda-feira (26)
Em São Paulo, as chuvas mais intensas se concentram no norte e nordeste do estado, especialmente nos municípios de São Joaquim da Barra, Palestina e Colina, regiões que abrangem áreas da Alta Mogiana e do norte paulista. Nessas localidades, a previsão é de pancadas de chuva mais expressivas ao longo do dia
A segunda-feira (26) será de instabilidade em parte da Região Sudeste, com destaque para áreas do interior paulista e mineiro, além de chuva ao longo do dia no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
Em São Paulo, as chuvas mais intensas se concentram no norte e nordeste do estado, especialmente nos municípios de São Joaquim da Barra, Palestina e Colina, regiões que abrangem áreas da Alta Mogiana e do norte paulista. Nessas localidades, a previsão é de pancadas de chuva mais expressivas ao longo do dia.
Já em Minas Gerais, o tempo segue com muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. A instabilidade atinge municípios do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, como Monte Alegre de Minas, Prata e Perdizes.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia, atingindo tanto áreas do litoral quanto do interior dos dois estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 29°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O TEMPO E A TEMPERATURA: Sul terá muitas nuvens e temperaturas elevadas nesta sexta-feira (25)
Capitais registram máximas entre 25°C e 26°C, enquanto áreas do Rio Grande do Sul podem ter pancadas de chuva isoladas
A sexta-feira (25) será de predomínio de muitas nuvens na Região Sul, com possibilidade de chuva concentrada principalmente em áreas do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão indica muitas nuvens em grande parte do estado, com períodos de menor nebulosidade em algumas áreas. Em Curitiba, os termômetros variam entre 10°C e 25°C.
Em Santa Catarina, o céu também permanece com muitas nuvens na maior parte do estado. Em Florianópolis, a temperatura mínima será de 16°C, e a máxima chega a 26°C.
No Rio Grande do Sul, há previsão de pancadas de chuva isoladas no sul e sudoeste do estado, enquanto as demais áreas terão predomínio de muitas nuvens. Em Porto Alegre, a mínima será de 15°C e a máxima de 26°C.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo projeções do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), divulgadas em agosto, a chance de o El Niño persistir entre setembro e novembro deste ano é praticamente certa, com probabilidade de mais de 80% de o fenômeno se manter até o início de 2027. As mesmas projeções apontam mais de 90% de chance de o El Niño atingir intensidade classificada como “muito forte” ainda neste segundo semestre.
Impactos diferentes em cada região
Os efeitos do fenômeno não devem se distribuir de maneira uniforme pelo país. No Sul, o aumento do volume de chuvas e das vazões dos rios deve elevar o risco de cheias, exigindo atenção redobrada ao monitoramento de barragens e ao nível dos rios para proteger áreas urbanas e infraestruturas. Já no Sudeste e no Centro-Oeste, a preocupação é com ondas de calor mais longas, enquanto no Norte o acompanhamento se concentra nos níveis dos rios da bacia amazônica.
No Nordeste, o principal risco é a seca. Um grupo técnico coordenado pela ANA já trabalha com cenários de distribuição de água para os açudes do Semiárido, diante da possibilidade de a próxima estação chuvosa (2026/2027) render menos do que o esperado. A recarga dos açudes de pequeno e grande porte deve cair de forma significativa, o que pode afetar a irrigação e o abastecimento das cidades da região e exigir reforço no bombeamento de água pelo Projeto de Integração do Rio São Francisco.
Impacto sobre a geração de energia
O comportamento distinto das chuvas em cada região também preocupa o setor elétrico. A ANA e demais órgãos vão acompanhar de perto as vazões que chegam às usinas hidrelétricas, já que será preciso equilibrar a geração de energia com o controle de cheias e os demais usos da água nos mesmos reservatórios; um desafio que se torna maior quando algumas bacias enfrentam queda nos volumes armazenados e, outras, risco de enchente.
Instrumentos regulatórios e salas de crise
Para colocar o plano em prática, a ANA poderá usar três instrumentos regulatórios extraordinários: declarar situação de escassez hídrica em rios e reservatórios sob domínio da União, o que permite limitar captações ou flexibilizar regras de operação já em vigor; negociar condições especiais de operação de reservatórios em casos de queda expressiva nos volumes armazenados ou de risco de cheias; e estabelecer condições especiais de uso da água nos 57 sistemas hídricos locais do Semiárido nordestino, com a possibilidade de convocar reuniões extraordinárias para negociar a distribuição da água entre os usuários.
A estratégia também prevê a instalação de salas de crise regionalizadas, voltadas ao acompanhamento de eventos críticos relacionados à segurança hídrica, ao abastecimento e a infraestruturas estratégicas, incluindo o setor elétrico. Uma dessas salas já está em funcionamento no Sul do país.
Monitoramento contínuo
O plano prevê ainda a divulgação de boletins mensais sobre a evolução do El Niño, produzidos em parceria com instituições como Inpe, Inmet, Serviço Geológico do Brasil, Cemaden, Censipam e Cenad, além da transmissão pública das reuniões das salas de crise. O Monitor de Secas, ferramenta que reúne mensalmente o diagnóstico da seca nos 26 estados e no Distrito Federal, deve continuar orientando a antecipação de medidas de resposta.
No Paraná, o tempo permanece com poucas nuvens na maior parte do estado. Em Curitiba, a temperatura varia entre 10°C e 20°C.
Em Santa Catarina, a previsão também indica poucas nuvens ao longo do dia. Na capital, Florianópolis, os termômetros ficam entre 10°C e 22°C.
No Rio Grande do Sul, poucas nuvens predominam em grande parte do território. Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 10°C, e a máxima chega a 21°C.
5 motivos para acompanhar as previsões do tempo
Agricultura: garantia de uma boa colheita;
Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
Importância das observações meteorológicas no INMET
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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