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Presidente da ApexBrasil defende investimento em capacitação de empresas nacionais para atuação no mercado global

Durante evento de inauguração da sede própria da Agência, em Brasília, Jorge Viana enalteceu o fato de o Brasil ter atingido a marca de abertura de 500 novos mercados internacionais

Presidente da ApexBrasil defende investimento em capacitação de empresas nacionais para atuação no mercado global

A cerimônia de inauguração da nova sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em Brasília, também marcou a celebração da abertura de 500 novos mercados internacionais pelo Brasil entre 2023 e 2025.

Durante o evento, realizado na segunda-feira (15), o presidente da entidade, Jorge Viana, destacou a relevância da marca e afirmou que o país possui potencial para ampliar ainda mais sua presença no mercado global, especialmente por meio do investimento na capacitação das empresas nacionais.

“A ApexBrasil mantém convênios com 52 setores da economia brasileira. Convênios meio a meio. ApexBrasil com a metade do dinheiro e as organizações com a outra metade, para garantir que o Brasil esteja presente no mundo inteiro. São cerca de mil eventos por ano”, pontuou.

Sobre a nova sede, Viana lembrou que a ApexBrasil funcionava em imóveis alugados desde sua criação. Segundo ele, a conquista de um espaço próprio permitirá maior dedicação ao papel de levar empresas brasileiras ao mercado internacional. “Saímos do aluguel e entregamos um prédio premiado, sustentável e moderno, que já recebeu quatro prêmios antes mesmo de entrar em operação”, afirmou.

A programação contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do vice-presidente, Geraldo Alckmin; do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; entre outras autoridades.

Na ocasião, Lula ressaltou que os resultados alcançados são fruto de um esforço coletivo. “Quando as coisas dão certo, não se pode correr para o abraço sozinho, porque o acerto das coisas que estão acontecendo no Brasil se deve ao aprendizado que tivemos ao longo de muitos anos. Não depende de uma pessoa, depende da boa vontade dos empresários, dos ministros e da capacidade de trabalhar no governo”, afirmou.

O presidente também destacou que a competitividade do Brasil está diretamente relacionada à qualidade dos produtos nacionais e ao compromisso com temas estratégicos. “O que interessa é a qualidade daquilo que a gente está oferecendo, não apenas o preço, mas também a qualidade. Sinto muito orgulho por essa história dos mais de 500 novos mercados, e a gente pode muito mais”, disse.

Já o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, enfatizou que a abertura dos 500 novos mercados é resultado da política diplomática adotada pelo atual governo.

“Não é coincidência. O resultado está aí: 500 novos mercados. Numa conta simples, é um mercado novo a cada dois dias — dia sim, dia não, um novo mercado sendo aberto. A colheita começou, mas a missão continua”, avaliou.

Projeções do Ministério revelam que esses mercados estão distribuídos em mais de 80 países, com potencial de exportação superior a US$37,5 bilhões por ano.

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Estimativas divulgadas pela ApexBrasil indicam que, no período, foram realizadas mais de 170 ações internacionais em 42 países, com projeção de US$18 bilhões em negócios e participação de mais de três mil empresas brasileiras. Também ocorreram 19 missões oficiais presidenciais e cinco vice-presidenciais, ampliando conexões com mercados prioritários.

Participação de empresários

Durante a solenidade, empresários de setores estratégicos compartilharam experiências e discutiram perspectivas de crescimento impulsionadas pela atuação integrada do governo federal e da ApexBrasil.

Presente ao evento, Caroline Dassoler, CEO da Dassoler Agronegócios – empresa de Mato Grosso e referência nacional na originação, beneficiamento e exportação de feijões e pulses – destacou o papel estratégico do setor de grãos especiais no posicionamento do Brasil no mercado internacional.

“Somos empresários que acreditaram no Brasil, mesmo quando poucos acreditavam ou nos enxergavam, e que investiram e inovaram com a convicção de que o país pode se tornar um grande player no mercado de grãos especiais. Somos vocacionados a ser o celeiro do mundo, sem deixar de garantir que as panelas dos lares brasileiros continuem cheias”, afirmou.

Já a sócia-diretora do Grupo Zanotto e presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto Costa, destacou que, desde o início do projeto Cotton Brazil — desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com o setor produtivo —, o algodão brasileiro vive um dos momentos mais relevantes de sua trajetória.

Segundo ela, o Brasil é atualmente o maior exportador mundial de algodão, respondendo por 33% das vendas globais. Nesse contexto, ressaltou o papel da ApexBrasil como elo entre o campo brasileiro e o mercado internacional. “A Agência tem cumprido esse papel com competência, transformando potencial produtivo em oportunidade real”, concluiu.

Sede própria da ApexBrasil

A sede própria da ApexBrasil funcionará como um espaço integrado à cidade, com abertura para atividades culturais, educativas e literárias, além de exposições e outras ações.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, pontuou que o novo espaço fortalece a capacidade de atuação da Agência. “Esse prédio próprio, bem instalado e acolhedor, é fundamental para promover o produto brasileiro e atrair investimentos”, disse.

O novo espaço está localizado no edifício Lotus, na Quadra 903 Sul, em Brasília. Com cerca de 17 mil metros quadrados, o prédio fica próximo ao Parque da Cidade Sarah Kubitschek.
 

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Novembro Negro: Ministério do Turismo aproxima afroempreendedores de linhas de crédito para ampliar negócios

Webinar realizado em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafro) apresentou oportunidades de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para empreendedores do segmento; participantes destacam novas perspectivas de investimento e expansão

Novembro Negro: Ministério do Turismo aproxima afroempreendedores de linhas de crédito para ampliar negócios

Como parte da programação oficial do Governo Federal para o Novembro Negro 2026, o Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafro), promoveu o webinar “Rotas Negras em Ação: oportunidades e acesso ao Fungetur”. O encontro apresentou linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) a empreendedores do afroturismo e buscou aproximar o segmento de instrumentos financeiros para ampliar atividades, investir em infraestrutura e fortalecer iniciativas nos territórios.

A ação integra uma articulação com o programa Rotas Negras e a Abrafro e tem como objetivo facilitar o acesso de empreendedores negros às oportunidades de financiamento disponíveis no setor turístico. Segundo o MTur, o acesso ao crédito pode estimular os empreendedores a colocar em prática ideias que estão no papel. 

No caso dos empreendedores do afroturismo, as linhas do Fungetur podem contribuir para expandir negócios, modernizar infraestruturas e fortalecer iniciativas que valorizam a cultura afro-brasileira. Os investimentos contribuem, ainda, para movimentar a economia local.

Impacto do Fungetur para os empreendedores

Durante o encontro, participantes conheceram as condições do Fungetur, que disponibiliza mais de R$ 1 bilhão em recursos para empreendimentos turísticos em 2026.

Os financiamentos podem chegar a R$ 15 milhões, com taxas de juros de até 5% ao ano, acrescidas do INPC. Os prazos variam conforme a finalidade do crédito: até 120 meses para aquisição de bens e capital de giro e até 240 meses para obras e reformas, com carência de até cinco anos, dependendo da modalidade. 

Para Sinara Leandra de Souza, integrante do Comitê Gestor do Programa Rotas Negras e coordenadora de Aproveitamento de Ativos Naturais do Ministério do Turismo, aproximar os empreendedores dessas linhas de crédito é uma forma de transformar oportunidades em desenvolvimento econômico.

“Muitas vezes, o que falta a um empreendedor é a oportunidade de acessar os recursos necessários para transformar seu potencial em realidade. Aproximar os negócios do afroturismo das linhas de financiamento do Fungetur é justamente fazer com que essas iniciativas cresçam e ocupem cada vez mais espaço no mercado turístico brasileiro. Então, o nosso papel é fazer com que essas oportunidades cheguem a quem tem muito a contribuir para o desenvolvimento do país”, afirmou Sinara.

Crédito como oportunidade de expansão

Entre os participantes do webinar estava Elielson Pereira, empreendedor de origem quilombola que atua há cinco anos na Chapada dos Veadeiros (GO) à frente da agência Céu de Gaia Astroturismo. A iniciativa trabalha com o turismo astronômico, segmento que ainda busca maior espaço e oportunidades de financiamento no país.

Para ele, conhecer as condições do Fungetur representou uma nova perspectiva de acesso a recursos, especialmente considerando sua trajetória e a atuação em uma região que abriga territórios quilombolas – Kalunga e Avá-Canoeiro.

“O encontro me trouxe esperança, já que sinto dificuldades de acesso a recursos. Parabenizo a iniciativa, que chegou para mim como um verdadeiro letramento financeiro”, relatou Elielson.

O empreendedor também destacou a possibilidade de utilizar as linhas de financiamento para dar continuidade e ampliar os trabalhos na Região Centro-Oeste. Segundo ele, o acesso aos recursos pode beneficiar iniciativas que ainda encontram dificuldades para obter crédito, inclusive em segmentos emergentes, como o astroturismo.

“Quando pude apreciar a apresentação, deu para notar onde estava hiperconcentrado esse fundo, sobretudo no eixo Sul-Sudeste. E, morando no Centro-Oeste, sobretudo na região que contempla o maior território quilombola do país, o território Kalunga, vejo que abre caminhos possíveis para a gente acessar esses recursos e dar continuidade e ampliar as nossas ações, os nossos trabalhos na região”, destacou Elielson.

Outra participante foi Tâmara Azevedo Cardoso, da Bahia Turismo e Arte, empresa que atua há 16 anos em Salvador (BA). Ela avalia que as condições oferecidas pelo Fungetur podem contribuir para o crescimento do negócio.

A empreendedora planeja ampliar a estrutura da empresa, que atualmente funciona no ambiente digital, com a implantação de um espaço físico no centro da capital baiana. Entre os investimentos previstos estão a aquisição de equipamentos e de um automóvel com capacidade para sete passageiros.

“O Fungetur é fantástico em relação às taxas de juros bem menores, ser facilitado, ter uma carência boa. Para o meu negócio hoje, a gente quer ampliar. Então, ampliar significa também contratar”, explicou Tâmara.

Novos projetos e fortalecimento do afroturismo

O webinar também despertou o interesse de empreendedores que estão estruturando novos projetos. É o caso de Beth Brusco, jornalista e idealizadora da Afrovia, iniciativa voltada ao segmento do afroturismo.

A ideia surgiu após ela conhecer o Guia do Afroturismo Brasil. Com experiência profissional no setor, incluindo trabalhos na Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro e em agências de comunicação, Beth identificou a necessidade de ampliar a produção editorial sobre o tema.

Ela conta que chegou ao encontro por meio de uma publicação de um portal de cultura e se inscreveu inicialmente para conhecer as possibilidades de financiamento. A apresentação, no entanto, trouxe informações que ampliaram suas perspectivas de viabilizar o projeto.

“O encontro me surpreendeu positivamente pela riqueza de detalhes e esclarecimentos para quem está, como eu, em busca de monetização de projeto. E melhor, me deu a esperança de conseguir alcançar este objetivo”, relatou Beth.

Ampliação do acesso às políticas públicas

Além da apresentação das linhas de crédito, o Ministério do Turismo tem adotado medidas para ampliar o conhecimento sobre o perfil dos empreendedores do setor. Uma delas foi a inclusão obrigatória de campos de raça, etnia e gênero no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

A mudança busca produzir dados que contribuam para a formulação de políticas públicas, a qualificação profissional e o mapeamento do acesso ao crédito, permitindo identificar desigualdades e orientar ações de inclusão no turismo. 

Com cadastro ativo no Cadastur, podem solicitar financiamento pelo Fungetur diferentes empreendimentos da cadeia turística, como agências de viagens, pousadas, transportadoras turísticas, locadoras de veículos, cafeterias, bares e restaurantes.
 

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Plenário do Senado aprova projeto que permite renegociação de dívidas de estados e municípios no fim de mandato

O Projeto de Resolução do Senado (PRS 50/2026) autoriza governadores e prefeitos a contratar operações de crédito para reestruturar dívidas nos últimos 120 dias de gestão; texto vai à promulgação

Plenário do Senado aprova projeto que permite renegociação de dívidas de estados e municípios no fim de mandato

O Projeto de Resolução do Senado (PRS) 50/2026 que permite a governadores e prefeitos contratar operações de crédito para reestruturar dívidas nos últimos 120 dias de mandato foi aprovado pelo Plenário do Senado. O texto segue para promulgação.

Durante a reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado desta quarta-feira (4) foi apresentado um requerimento para solicitar a urgência para a votação em Plenário.

O relator do PRS, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou relatório favorável ao projeto na CAE. No relatório, o parlamentar destacou a justificação da proposta de conceder maior eficiência à gestão da dívida pública, permitindo a substituição de dívidas mais onerosas por outras contratadas em condições mais favoráveis. 

“Nesse contexto, não se pode ignorar que as condições de mercado, particularmente as taxas de juros, estão sujeitas a oscilações significativas. Oportunidades de renegociação que se mostram vantajosas em determinado momento podem deixar de existir em curto espaço de tempo, em razão de mudanças no cenário econômico nacional ou internacional”, argumentou Braga em um trecho do relatório.

O senador também mencionou no relatório que uma oportunidade favorável de reestruturação nos últimos 120 dias de um mandato pode não estar disponível no futuro. “A postergação pode, inclusive, resultar em custos financeiros mais elevados, em prejuízo das contas públicas”, mencionou no documento.

Oportunidade para gestores

A proposta foi uma iniciativa do senador Renan Filho (MDB-AL) e altera a Resolução do Senado 43, de 2001, que proíbe a contratação de operações de crédito nesse período, com algumas exceções.

O projeto acrescentou uma nova possibilidade, que são as operações destinadas exclusivamente à reorganização e à recomposição de dívidas. A medida não poderá resultar em aumento do endividamento nem permitir a liberação de recursos para outras despesas.

Pela matéria, os chefes do Executivo em fim de mandato poderão contratar operações de crédito para reestruturação e recomposição de dívidas nos 120 dias anteriores ao término de seus mandatos.
 

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Setor produtivo cobra mais participação feminina nos espaços de poder

Encontro em Brasília também marcou manifestação de apoio à pré-candidatura de Tereza Cristina (PP-MS) à presidência do Senado

Setor produtivo cobra mais participação feminina nos espaços de poder

A construção de convergências para superar a polarização política, o fortalecimento das instituições e a garantia do protagonismo feminino nas tomadas de decisão que impactam a economia do país nortearam os debates de lideranças do setor produtivo e do Congresso Nacional. Os posicionamentos foram apresentados em encontro promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora e da Cidadania (CMEC).

O evento foi realizado em Brasília, nesta quarta-feira (4). Diante dos temas debatidos, os participantes convergiram no apoio à pré-candidatura da senadora Tereza Cristina (PP-MS) à presidência do Senado Federal, apontando o nome da parlamentar como uma alternativa de centro, equilíbrio e representatividade para a Casa, que jamais foi comandada por uma mulher.

Ao agradecer as manifestações das entidades e parlamentares, Tereza Cristina reforçou o compromisso com a pacificação e a agenda institucional. “O Senado tem mais de 200 anos e nunca teve uma presidente mulher. Chegou a hora de construir essa história com equilíbrio, diálogo e convergência entre as diferentes correntes do país”, destacou a senadora.

“A gente tem que entender e analisar todos os cenários. Então, eu acho que a gente tem que fazer uma reflexão para ver direito como é que nós vamos seguir daqui para a frente”, complementou Tereza Cristina.

A presidente do CMEC Nacional, Ana Cláudia Cotait, anunciou a mobilização da rede em todo o país. O conselho conta com mais de mil núcleos e reúne 100 mil mulheres empreendedoras. 

“As mulheres têm diplomacia, técnica e competência para liderar”, afirmou Ana Cláudia Cotait. “O CMEC vai apoiar essa construção. A presença da mulher nos espaços de poder é essencial para o Brasil.” 

“Fortalecendo o diálogo entre empreendedorismo, a sociedade civil e o Poder Legislativo. Queremos transformar nossas demandas em propostas concretas e garantir que as mulheres participem efetivamente das construções de políticas que impactam suas vidas e o desenvolvimento do país”, enfatizou a dirigente.

Ampliação da presença feminina e empreendedorismo

A urgência de ampliação da presença feminina nos centros de decisão do Estado também esteve no centro da pauta. A deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) enfatizou que a busca por equidade nos órgãos públicos cumpre um princípio constitucional e reflete a estrutura da sociedade brasileira.

“O Legislativo é o único Poder que nunca teve uma mulher na presidência”, destacou a parlamentar. “Hoje, mais de 51% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres. Além disso, 62% das mulheres com câncer e 70% das mães solo de filhos com deficiência são as principais provedoras da casa. Não há como decidir a economia sem as mulheres na mesa de negociação”, pontuou a congressista.

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Durante o evento, a diretora técnica do Sebrae Nacional, Margareth Coelho, também reforçou o papel do preparo técnico e da articulação do setor produtivo com os governos.

“Conhecemos o custo da trajetória de uma mulher até o topo na gestão. O país necessita de lideranças capacitadas, com experiência no Executivo e no Legislativo, capazes de unir a sociedade em prol do crescimento”, defendeu Margareth Coelho.

As deliberações também contaram com a participação do presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto. Na ocasião, ele destacou a urgência de pacificar o ambiente político institucional como condição indispensável para a estabilidade do sistema econômico brasileiro.

“Nós estamos com as instituições completamente desfiguradas. Nós temos que restabelecer isso. Não é apenas o Senado, é a Câmara, é o Parlamento, é o Executivo e é o Judiciário. Nós precisamos mudar esse sistema. Esse sistema não pode mais prevalecer. Nós estamos perdendo a representação política”, defendeu Cotait, que também preside a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp).
 

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