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O TEMPO E A TEMPERATURA: chuva atinge parte da Região Norte nesta terça-feira (22)

Acre e Rondônia têm previsão de pancadas de chuva, enquanto Tocantins registra tempo com poucas nuvens

O TEMPO E A TEMPERATURA: chuva atinge parte da Região Norte nesta terça-feira (22)

A Região Norte terá períodos de muitas nuvens e ocorrência de chuva em parte dos estados nesta terça-feira (22). As temperaturas permanecem elevadas, com máximas acima dos 35°C em cinco das sete capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, o tempo fica com poucas nuvens em Palmas, onde os termômetros variam entre 26°C e 39°C. A condição de menor nebulosidade também predomina em grande parte do estado.

No Pará, Belém terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 32°C. A chuva se concentra principalmente no norte e nordeste do estado, enquanto áreas do centro e sul paraense apresentam menor possibilidade de precipitação.

No Amapá, a previsão para Macapá é de muitas nuvens com chuva isolada. A temperatura varia de 24°C a 35°C. A condição de chuva também alcança outras áreas do leste e norte do estado.

Em Roraima, Boa Vista terá muitas nuvens, com mínima de 27°C e máxima de 37°C. No restante do estado, predomina a nebulosidade, com áreas de menor cobertura de nuvens principalmente no norte roraimense.

No Amazonas, Manaus registra muitas nuvens e temperaturas entre 27°C e 37°C. Há mudança nas condições principalmente no oeste e sudoeste do estado, onde aumenta a ocorrência de pancadas de chuva, enquanto áreas mais ao norte apresentam menor possibilidade de precipitação.

Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 38°C. A instabilidade também alcança principalmente o oeste e o sul do estado.

No Acre, Rio Branco terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros ficam entre 23°C e 35°C. A mesma condição se estende por boa parte do oeste e centro do estado, com ocorrência de chuva e possibilidade de trovoadas.
 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira de tempo frio e úmido com máxima de 20°C em Curitiba

Inmet alerta para ventos costeiros e declínio de temperatura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira de tempo frio e úmido com máxima de 20°C em Curitiba

A Região Sul enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro de 2026, dominada pelo ar frio e úmido trazido por um sistema de alta pressão de origem polar na costa do país. A nebulosidade densa e os ventos do quadrante sul mantêm a sensação térmica baixa, exigindo agasalhos nas serras e no planalto. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Declínio de Temperatura e Ventos Costeiros para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Em Curitiba (PR), o dia será frio com chuva isolada: a mínima fica em 15°C e a máxima não supera os 20°C, sob umidade entre 55% e 95%. Em Florianópolis (SC), o litoral catarinense terá variação de nuvens e vento frio, com mínima de 18°C e máxima de 24°C. Em Porto Alegre (RS) e no interior gaúcho, o dia será de poucas a muitas nuvens, com ventos de até 50 km/h na costa, registrando mínima de 16°C e máxima de 27°C.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Litoral do RS, SC e PR, e áreas de serra/planalto.

  • Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.

  • Principais riscos: Ventos fortes no litoral, mar agitado, pistas escorregadias e queda de temperatura de até 5°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

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O TEMPO E A TEMPERATURA: alerta de tempestades e calor de 37°C atinge o Centro-Oeste na sexta (6)

Inmet publica aviso de perigo potencial para tempestades em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: alerta de tempestades e calor de 37°C atinge o Centro-Oeste na sexta (6)

A Região Centro-Oeste enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro, com elevado dinamismo atmosférico. O forte aquecimento da tarde atua como combustível para a formação de núcleos de tempestades isoladas por toda a região. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Tempestades (Alerta Amarelo de Perigo Potencial) válido para Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. As pancadas de chuva virão acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas e rajadas de vento entre 40 e 60 km/h.

Em Cuiabá (MT) e no Pantanal, o dia será abafado e quente: a mínima fica em 28°C e a máxima encosta nos 37°C, com umidade entre 60% e 70% e pancadas com trovoadas no período vespertino. Em Campo Grande (MS), o tempo varia de muitas nuvens a tempestades isoladas, registrando mínima de 24°C e máxima de 34°C, com umidade atingindo 100% no amanhecer. Em Goiânia (GO) e no interior goiano (como Rio Verde e Jataí), a temperatura varia entre 25°C e 33°C, sob pancadas com trovoadas. No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 20°C e máxima de 30°C, sob nuvens carregadas e chuva forte localizada à tarde.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Todo DF, GO, MT e MS.

  • Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.

  • Principais riscos: Rajadas de vento fortes, queda de pequenos galhos, risco de corte temporário de energia elétrica e alagamentos rápidos em áreas urbanas.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

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Chuva acelera plantio da soja em MT e GO, mas prejudica trigo e arroz no Sul, aponta Conab

Boletim de monitoramento divulgado no último dia 23 mostra condições favoráveis às lavouras de verão no Centro-Oeste e efeitos negativos do excesso de umidade nas culturas de inverno da Região Sul

Chuva acelera plantio da soja em MT e GO, mas prejudica trigo e arroz no Sul, aponta Conab

A chuva foi a principal variável das lavouras brasileiras na primeira quinzena de outubro, com efeitos opostos em cada região. É o que mostra o Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em 23 de outubro, com dados de 1º a 21 de outubro. O documento foi elaborado em parceria com o Inmet, Inpe e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (GLAM).

Centro-Oeste: umidade acelera a semeadura

No Centro-Oeste, a recuperação da umidade do solo favoreceu os cultivos de verão. Em Mato Grosso, a semeadura da soja avança em todas as macrorregiões e já ultrapassou 60% da área prevista, com os produtores aproveitando as condições favoráveis para acelerar o trabalho. Em Goiás, as condições variam: no sudoeste, o plantio avança e deve terminar em outubro; no sul, alguns municípios intensificaram os trabalhos, enquanto outros pararam porque o solo secou rápido após o preparo.

Em Mato Grosso do Sul, a situação foi diferente: a alta umidade do solo obrigou a paralisação temporária da semeadura da soja na maior parte das regiões produtoras. A exceção foi o norte e o nordeste do estado, onde a chuva mais esparsa permitiu a continuidade dos trabalhos.

Sul: excesso de chuva prejudica trigo e atrasa outras lavouras

Na Região Sul, o excesso de umidade teve efeito negativo sobre as lavouras de inverno. No Paraná, a colheita do trigo chegou a 75% da área plantada, mas a qualidade foi prejudicada pelo excesso de chuva, com peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado.

A soja, já plantada, tem boa aparência na maior parte das lavouras, mas o excesso de umidade pode causar falhas de germinação, plantas daninhas, pragas e doenças. Em lavouras de milho primeira safra, granizo e ventos causaram desfolha em pontos específicos, e aumentou a presença de pragas como lagartas e tripes.

No Rio Grande do Sul, a colheita do trigo está lenta por causa da chuva intensa e da menor luminosidade, e a maior parte das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fase sensível a doenças da espiga. Os produtores de soja aguardam a redução do encharcamento e dias secos para acelerar o plantio.

O arroz tinha cerca de 40% da área prevista semeada na primeira quinzena de outubro, com chuva forte e solo saturado elevando custos e prejudicando o desenvolvimento inicial. Mais de 80% da área de milho primeira safra já foi plantada, mas a nebulosidade persistente, as temperaturas amenas e a alta umidade aumentam a pressão de doenças.

Em Santa Catarina, o segundo maior produtor nacional de arroz, a semeadura chegou a pouco mais da metade da área prevista, com o clima atrapalhando o plantio e o crescimento inicial. A chuva contínua também aumenta o risco de doenças fúngicas no trigo, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, principalmente nas lavouras mais adiantadas.

Outras regiões

Em São Paulo, a qualidade do trigo colhido está abaixo do padrão da indústria moageira em boa parte do grão, e o excesso de umidade dificulta o acesso das máquinas às lavouras. Em Minas Gerais, a semeadura da soja avança em áreas de sequeiro. Em partes do Norte e do Nordeste, a chuva baixa atrasou o plantio da soja. Segundo a Conab, os índices de vegetação estão acima da média histórica em todas as regiões monitoradas.

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