A indústria cervejeira brasileira aponta um crescimento de 5,5% no número de estabelecimentos registrados em comparação a 2024. Atualmente, o país conta com mais de 1.949 unidades distribuídas por 790 municípios.
As estatísticas foram apresentadas na terça-feira (5) pelo Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), durante o lançamento do Anuário da Cerveja 2025. A publicação, realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), consolida os dados do setor referentes ao ano de 2024.
Apesar dos desafios enfrentados, como as enchentes no Rio Grande do Sul — estado referência na produção de cervejas artesanais — e a desaceleração da economia global, o segmento cervejeiro produziu 15,34 bilhões de litros de cerveja, uma diferença de 0,11% em relação ao ano anterior.
O levantamento também evidencia avanço expressivo nas exportações, com um superávit comercial histórico de US$ 195 milhões, resultado do envio de 332 milhões de litros ao exterior.
Produção sem álcool
O Anuário destaca o crescimento expressivo das cervejas sem álcool entre 2023 e 2024, com aumento de 536,9% no volume produzido.
Variedade de produtos
Com 55.015 marcas e 43.176 produtos registrados, a indústria cervejeira brasileira evidencia uma ampla variedade, capaz de atender diferentes faixas de renda e realidades regionais.
Investimentos e impacto econômico
O setor contribui para o dinamismo econômico em diversas áreas, desde a produção agrícola até o turismo, a logística e o desenvolvimento tecnológico.
Desde 2020, o segmento cervejeiro tem realizado investimentos expressivos. De acordo com o levantamento do Sindicerv em parceria com a consultoria Euromonitor, mais de R$ 17,5 bilhões foram aportados na indústria desde então, com foco especial em tecnologia, ampliação da capacidade produtiva e modernização das fábricas.
Dólar hoje: Moeda ganha força com expectativa sobre juros nos Estados Unidos
Divisa norte-americana avança 0,12% na véspera da decisão de juros do Federal Reserve; petróleo e diferencial de juros também influenciam o câmbio
O dólar fechou esta terça-feira (15) em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,15. O movimento ocorreu na véspera de uma importante decisão sobre os juros nos Estados Unidos.
O índice DXY, que mede a força da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis moedas de economias desenvolvidas, também registrava alta, de 0,15%. O movimento mostra que a valorização do dólar não ficou restrita ao mercado brasileiro.
Para analistas, a expectativa em torno da decisão do Federal Reserve contribuiu para o avanço da moeda. O mercado trabalha com a possibilidade de alta dos juros nos Estados Unidos enquanto, no Brasil, há expectativa de continuidade do ciclo de redução da Selic, o que influencia o diferencial entre as taxas das duas economias.
O petróleo também esteve entre os fatores observados pelos investidores. A commodity permanece em patamares elevados em meio às tensões no Oriente Médio, aumentando as preocupações com a inflação global. Nesta terça-feira, o Brent era negociado acima dos 100 dólares por barril.
O mercado brasileiro segue atento às decisões de política monetária desta semana. No exterior, o comportamento dos Treasuries e as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve têm influenciado o dólar e outros ativos financeiros.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
Como é calculada a saca de açúcar cristal?
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
Qual o peso da saca de milho no Brasil?
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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