Você e sua companheira querem ter um momento como casal, mas a correria do dia a dia não permite, e como resultado vem a frustração. No caso do pernambucano Wagner Albino o desânimo pela falta de oportunidade de viver noites de forró em Recife com sua esposa acabou em música, na composição do forró pé-de-serra “Um Xote Mais Eu”, lançado neste 6 de setembro, “Nossos horários não estavam se batendo. Então, pensando nisso, antes de dormir, me veio essa canção praticamente pronta.”, descreveu ele.
É fundamental dizer que o single é uma das partes do EP com o qual o artista trabalhará o mesmo gênero musical, algo que estava sendo planejado já algum tempo. “É EP voltado para o forró pé-de-serra, trazendo elementos sonoros mais atualizados, com batidas eletrônicas e efeitos. Por sua vez, estes lançamentos fortalecem esse gênero musical dentro do cenário musical nacional na atualidade. Gênero esse que é tão marcante na cultura nordestina e brasileira.”, disse Wagner.
“Um Xote Mais Eu” retrata o desejo latente de um rapaz que quer apenas curtir uma noite de forró com sua garota. “Assim, ele vai desenvolvendo o desejo de ter esse momento gostoso de dança com ela, detalhando os sentimentos prazerosos que eles terão dançando. Dessa forma a música também pode levantar uma reflexão sobre como a dançar faz bem, mas também como ela pode contribuir para a manutenção das relações amorosas, proporcionando momentos felizes no meio dessa vida extremamente corrida e ocupada de hoje em dia. Então, nesse contexto, eu trago o xote, que é um dos subgêneros mais lento e ‘balançado’ do forró Pé-de-serra, como a ferramenta central dentro do contexto da canção para trazer momentos felizes.”, refletiu Wagner.
Wagner Albino é o intérprete vocal, o compositor e violonista de “Um Xote Mais Eu”. A letra tem colaboração de Antônio Regueira, um dos seus parceiros musicais, que divide a produção musical com Vinicius de Farias (Vini), sanfoneiro e músico formado pela UFPE, que, além da construção dos arranjos, gravou a sanfona, backing vocal, beats, efeitos de teclas, baixo e efeitos. Pablo Ferraz é outro nome da ficha técnica, responsável pela zabumba e triângulo.
Todo este experimento musical e artístico já está disponível em todas as plataformas de streaming, como Spoitfy, Youtube, Deezer, e outros tocadores. O EP “Vem dançar Mais Eu”, ao qual esta música é uma das faixas, está programado para ser lançado até dezembro deste ano.
Sobre Wagner Albino
Nasceu em Paudalho e vive hoje em Camaragibe, ambas cidades pernambucanas. É cantor, compositor e guitarrista, tem 39 anos e atua como músico desde os 14.
Como integrante de projetos musicais, pisou em palcos de mais de cinco estados brasileiros, entre eles o Festival de Inverno de Garanhuns-PE, Centro Cultural BNB-CE, Festival Demosul-PR, Festival Pernambuco Nação Cultural-PE, Festival PreAMP-PE, Festival de Verão da Várzea-PE, Festival Guaiamum Treloso Rural-PE. Com a banda Projeto Armazém, foi campeão da 1ª edição do Festival Som na Arena Pernambuco (2016), e na mesma ocasião venceu a mostra competitiva como guitarrista do grupo. Já com o cantor Albino Baru, venceu a 2ª edição do festival. Wagner Albino participou de programas locais da TV Globo, TV Jornal e em outros estados, em entrevistas em rádios pernambucanas como Rádio Folha, Rádio Pública, Frei Caneca FM, e outras. Recentemente, divulgou seus lançamentos solo em podcasts.
A discografia solo de Wagner Albino começou em 2021 com o single “O Ser do Amor”, e em 2022 lançou seu EP de estreia, “Nosso Ouro”, que Wagner define a faixa título como aquela “que fala sobre a importância de se sentir completo fazendo o seu ofício”. Ele também disponibilizou clipes no Youtube, dentre eles versões voz e violão ao vivo das canções do EP. Os lançamentos resultaram na indicação do EP ao 12º Prêmio Da Música Pernambucana, nas categorias de Melhor Álbum de MPB Cantor e Melhor Videoclipe de MPB, com o single “O Ser Do Amor”.
Crédito Diego Leon (Egibo Filmes)
Letra de “Um Xote Mais Eu”
Faz tempo que eu te chamo pra dançar um xote
E você não vem
Tô todo me querendo pra te embalar
Eu quero viajar por teu cangote
Ir mais além
É que combina com meu jeito
Esse teu balançar
E nesse vai e vem
Poeira, peito em braza
E o fogo do teu corpo
Nesse vai e vem
Me pegue com jeitinho
Eu quero me queimar
E nesse vai e vem
A gente se mistura
Um no suor do outro
Nós dois bem coladinho, amor
Dois pra lá, dois pra cá
Vem dançar mais eu
Menina, menina
Um xote mais eu
Menina, menina
Vem dançar mais eu
Menina, menina
Vem bê, tu vai tostar
Pra sentir o gosto do xote
É bom dançar agarradinho
Juntar rostinho no rostinho
Os olhos pedem pra fechar
O som nos embalança
Como se a gente começasse a flutuar
E nesse vai e vem
A gente se mistura
Um no suor do outro
Nesse vai e vem
Me pegue com jeitinho
Eu quero me queimar
Vem dançar mais eu
Menina, menina
Um xote mais eu
menina, menina
Vem dançar mais eu
Menina, menina
Vem bê, tu vai gostar
Ficha técnica
Letra – Wagner Albino, Antônio Regueira
Música – Wagner Albino
Voz/violão – Wagner albino
Sanfona, Backing vocal, beats, efeitos de teclas, baixo, efeitos – Vinicius de Farias
Férias de julho: Centro Cultural Banco da Amazônia oferece programação gratuita em Belém
Exposições, oficinas, contação de histórias e experiências em realidade virtual integram a agenda voltada para crianças, jovens e adultos ao longo do mês
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Durante as férias escolares, o Centro Cultural Banco da Amazônia (CCBA), em Belém (PA), oferece uma programação gratuita com atrações para toda a família. O espaço reúne exposições, atividades educativas, oficinas e visitas mediadas, com atrações para crianças, jovens e adultos ao longo de todo o mês de julho. Além disso, há mostras que estarão abertas ao público gratuitamente até outubro.
Segundo a coordenadora do Centro Cultural Banco da Amazônia, Claudia Aguilla, a programação de férias reforça o papel do espaço como um ambiente de lazer, cultura e aprendizado para todas as idades.
“Nesse mês de férias, quem visitar o Centro Cultural Banco da Amazônia vai ter uma programação educativa e de entretenimento muito pulsante. A partir dessas exposições e dessas atividades educativas, a gente percebe que o Centro Cultural Banco da Amazônia vem cada vez mais se consolidando como um espaço de lazer, de entretenimento, de contemplação, de aprendizado, de educação e voltado para toda a família, com ações para crianças, adolescentes, jovens e adultos”, destaca Aguilla.
Instalado no prédio histórico da sede do Banco da Amazônia, o Centro Cultural é um espaço dedicado à promoção da cultura, da educação e da inovação na região. O espaço, que promove aproximação entre cultura e educação, conta com uma programação especial ao longo do mês de julho para fomentar a arte, cultura e educação na Amazônia.
Programação de férias
A programação reúne exposições de artistas nacionais e locais, com foco na valorização da produção amazônica e no desenvolvimento sociocultural.
Além de gratuitas, as exposições têm classificação indicativa livre, permitindo a visitação de públicos de todas as idades.
Atualmente, a instituição possui quatro exposições abertas ao público.
Entre as atrações da programação, a exposição “Floresta Encantada” convida crianças e adultos para uma experiência imersiva que une tecnologia, natureza e imaginação. Inédita na Região Norte, a mostra tem visitação gratuita e fica em cartaz até 18 de outubro.
Antes da imersão, os participantes são orientados por um instrutor para vivenciar a experiência com segurança e para aproveitar cada detalhe. A experiência em realidade virtual foi criada pelos artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga, também conhecidos como VJ Suave, e conduz crianças e adultos por um universo com rios, árvores, animais e personagens inspirados na fauna brasileira e em narrativas construídas em diálogo com povos indígenas.
Também está em cartaz a mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, que reúne cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992. A exposição apresenta registros de diferentes formas de trabalho pelo mundo e convida o público a refletir sobre temas como esforço humano, transformação social e dignidade. A mostra vai até 14 de agosto.
Já a mostra “Futebol – Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia”, com curadoria do cartunista J. Bosco, reúne artistas de diversas regiões do país. A exibição apresenta, por meio de cartuns, charges, caricaturas e desenhos, uma abordagem criativa e crítica sobre o futebol. A exposição também conta com ações educativas, oficinas e visitas mediadas. O público pode conhecer as obras até o dia 13 de setembro.
A programação inclui, ainda, a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, do artista visual Rafael Prado, que reúne pinturas que homenageiam lideranças indígenas, ativistas socioambientais, seringueiros, camponeses e outros defensores da floresta que perderam a vida na proteção da Amazônia. A exposição está aberta ao público até o dia 9 de outubro.
Eventos
Além das exposições, as famílias também podem acessar uma programação gratuita que reúne oficinas, contação de histórias, exposições e atividades educativas para toda a família. Com a iniciativa, o Centro Cultural Banco da Amazônia busca oferecer experiências culturais acessíveis para visitantes de todas as idades durante o período de férias escolares.
A partir deste sábado, 25, das 10h às 13h, será realizado o Workshop de Aquarela com Pigmentos Naturais e Lanternas de Papel, conduzido pela arte-educadora Camila Honda. A oficina disponibiliza 20 vagas para participantes a partir de 14 anos.
Encerrando a programação do mês, no dia 26, das 10h às 12h, a quadrinista, ilustradora e arte-educadora Marina Pantoja ministra a Oficina de Quadrinhos. A atividade integra a programação educativa da mostra “Futebol: Exposição Nacional de Humor do Banco da Amazônia”.
As inscrições para participar das oficinas são divulgadas pelo perfil do Instagram responsável pelo evento. Os interessados devem acompanhar a página oficial do centro cultural na rede social, em: @bancoamazoniacultural.
Serviço
Horário de funcionamento do Centro Cultural: Terça à quinta-feira, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h.
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém – PA. Sede do Banco da Amazônia.
Todas as atividades são gratuitas.
Centro Cultural Banco da Amazônia amplia acesso de estudantes da rede pública a atividades culturais no Pará
Parceria com Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc-PA) busca promover visitas guiadas às exposições e fortalecer a formação cultural dos alunos; início das ações está previsto para o segundo semestre com média de 80 alunos recebidos por mês
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O Centro Cultural Banco da Amazônia e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-PA) firmaram um Termo de Cooperação Técnica para ampliar o acesso de estudantes da rede pública estadual às manifestações artísticas e culturais promovidas pelo espaço. A iniciativa prevê visitas guiadas às exposições e atividades educativas, com expectativa de receber cerca de 80 alunos por mês a partir do segundo semestre de 2026.
O acordo estabelece uma cooperação entre as instituições para incentivar o acesso dos estudantes às exposições, ações educativas e iniciativas de valorização da cultura brasileira.
O gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Geraldo Monteiro, destaca que a parceria com a Seduc-PA contribui para democratizar o acesso à cultura e à educação.
“O termo de cooperação assinado com a Seduc possibilitará ao Banco da Amazônia fortalecer seu compromisso na democratização do acesso à cultura, possibilitando que os nossos alunos possam permanentemente visitar nossas exposições no nosso Centro Cultural e, com isso, poder ampliar seus conhecimentos. Exposições essas, das mais diversas formas, tanto de artistas locais como de artistas nacionais”, afirmou Monteiro.
O cronograma das atividades será elaborado em conjunto pelo Centro Cultural Banco da Amazônia e pela Seduc-PA. A previsão inicial é de realização de duas visitas mensais ao espaço cultural. A definição das escolas participantes e dos critérios de adesão será estabelecida pela Secretaria de Educação do Pará.
Incentivo à cultura e à educação
A aproximação entre cultura e educação já faz parte da rotina do Centro Cultural Banco da Amazônia, que recebe estudantes em visitas espontâneas com propostas pedagógicas relacionadas às exposições.
Segundo a coordenadora do Centro Cultural Banco da Amazônia, Claudia Aguilla, um exemplo da integração foi a visita de alunos da Escola Estadual José Veríssimo à exposição “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado. Após conhecerem as obras, os estudantes participaram de uma atividade conduzida pelo professor responsável.
Após a visitação, os alunos responderam a um questionário que abordava a percepção dos estudantes sobre a dignidade no mundo do trabalho e o valor da vida humana.
Para Claudia, experiências como essa promovidas pelo Banco da Amazônia reforçam o papel da cultura na formação dos estudantes.
“A ação nos deixou muito felizes porque, entre os objetivos do desenvolvimento sustentável, ODS, o quarto fala sobre educação com qualidade e constatar que nossas mostras estão contribuindo para o alcance dos ODS demonstra que estamos no caminho certo”, destacou Claudia Aguilla, em nota.
Centro Cultural Banco da Amazônia
Instalado no prédio histórico da sede do Banco da Amazônia, o Centro Cultural é um espaço dedicado à promoção da cultura, da educação e da inovação na região. A programação reúne exposições de artistas nacionais e locais, com foco na valorização da produção amazônica e no desenvolvimento sociocultural.
Atualmente, a instituição possui três exposições abertas ao público.
A mostra “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, reúne cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992. A exposição apresenta registros de diferentes formas de trabalho pelo mundo e convida o público a refletir sobre temas como esforço humano, transformação social e dignidade.
Também está em cartaz “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959-2026)”, com curadoria de Vânia Leal. A exposição reúne obras do acervo do colecionador Eduardo Vasconcelos e apresenta um panorama da produção artística paraense ao longo das últimas décadas, valorizando diferentes linguagens e trajetórias da arte contemporânea produzida no Pará.
A programação inclui, ainda, “Humor em Campo – Exposição Nacional de Humor”, com curadoria do cartunista J. Bosco. A mostra reúne artistas de diversas regiões do país e apresenta, por meio de cartuns, charges, caricaturas e desenhos, uma abordagem criativa e crítica sobre o futebol. A exposição também conta com ações educativas, oficinas e visitas mediadas.
MinC lança edital de R$ 1 milhão para levar profissionais do audiovisual brasileiro ao exterior
Promovido pela Secretaria do Audiovisual, o edital de Intercâmbio Cultural vai apoiar a participação de brasileiros em festivais, mostras e eventos de mercado internacionais
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O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria do Audiovisual (SAV), anuncia a abertura das inscrições para o Edital de Intercâmbio Cultural – Circulação e Participação Audiovisual no Exterior. A iniciativa, que conta com um investimento total de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), tem como objetivo promover a difusão da cultura audiovisual brasileira no mercado internacional.
Através de seleção pública, o edital concederá auxílio financeiro a projetos de intercâmbio. Os profissionais selecionados receberão um valor fixo, calculado com base no local de saída do Brasil e no destino de realização do evento no exterior. O recurso é destinado a viabilizar a presença desses agentes em importantes palcos do setor, incluindo festivais, mostras, eventos de mercado e seminários profissionais.
Quem pode participar?
A oportunidade é voltada para Pessoas Físicas que atendam aos seguintes requisitos:
Ser brasileiro(a) nato(a) ou naturalizado(a);
Ter 18 (dezoito) anos ou mais;
Comprovar atuação no setor audiovisual há, no mínimo, 1 (um) ano.
Como se inscrever
As inscrições são gratuitas e estarão abertas, em regime de fluxo contínuo, a partir de 15 de junho de 2026 até 18h (dezoito horas) do dia 6 de novembro de 2026, ou até esgotarem os recursos disponibilizados, o que fará com que as inscrições sejam suspensas.
Os interessados devem acessar a página da oportunidade, ler o edital completo e submeter suas propostas exclusivamente de forma online, através da plataforma Mapa da Cultura, clicando aqui.
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