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Educação

Escolas Conectadas leva internet a 68% das escolas públicas e avança na universalização do acesso

Iniciativa já levou conexão a mais de 94 mil escolas e avança para garantir internet em todas as 138 mil unidades de educação básica do país

Escolas Conectadas leva internet a 68% das escolas públicas e avança na universalização do acesso

O programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), encerrou 2025 com um resultado significativo para a universalização da internet na educação básica. Atualmente, 68,4% das instituições previstas já contam com acesso à internet, equivalente a um total de 94.221 unidades, de um universo de 138 mil escolas brasileiras.

Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter conectividade garantida por políticas como o Fust e a Eace, ampliando o alcance das redes e favorecendo regiões antes desconectadas.

“Vamos seguir com o esforço de levar conectividade às escolas públicas da educação básica, garantindo que a tecnologia esteja a serviço do ensino, da equidade e da transformação. Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, afirma o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

O programa não se limita ao acesso à internet: ele cria condições para que professores e estudantes utilizem recursos digitais de forma significativa, com foco em aprendizagem, formação docente e uso pedagógico da tecnologia.
 
Para Jonathas Wesley, estudante de 13 anos, a mudança fez toda diferença para o seu aprendizado. Ele, que não tem computador em casa, aproveita ao máximo quando está na escola:
 
“Era difícil, tínhamos que copiar um bocado com a mão. Eu fiquei feliz, gostei desse computador e todos esses equipamentos para nós estudarmos, pesquisar as coisas das matérias”, relata Jonathas.

Investimentos

O programa prevê um investimento de quase R$ 9 bilhões, dos quais R$ 6,5 bilhões vêm do Novo PAC, com complementação de outras fontes. Desde setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões já foram destinados a escolas estaduais e municipais em todas as regiões do país.
 
Esses valores contemplam:
 
● instalação de infraestrutura de conectividade de alta velocidade
● fortalecimento da rede escolar em zonas urbanas e rurais
● projetos de inclusão e formação digital de professores
● conexão via fibra óptica e soluções via satélite onde necessário

Estados mais avançados na conectividade escolar

Para além da média nacional, alguns estados já ultrapassaram 80% de escolas conectadas:

Estado Percentual de escolas conectadas
Paraná 83,6%
Piauí 81,4%
Goiás 81,3%

Fonte: MCom

Segunda Seleção Pública

E, com o objetivo de impulsionar o avanço da conectividade, MEC e Ministério das Comunicações lançaram, em dezembro de 2025, a segunda seleção pública do programa BNDES Fust Escolas Conectadas, em parceria com o BNDES. A etapa prevê R$ 53,3 milhões em recursos não reembolsáveis para levar internet a 1.258 escolas do Norte e Nordeste, beneficiando aproximadamente 410 mil estudantes.

 

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Educação

Inclusão digital: Bahia recebe mais de 3,2 mil computadores em 371 pontos de acesso

Projeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país

Inclusão digital: Bahia recebe mais de 3,2 mil computadores em 371 pontos de acesso

Desde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, a Bahia recebeu 3.253 computadores em 371 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 346 pessoas no estado. 

No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.  

“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro. 

Reciclagem

Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas. 

De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos. 

Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto. 
 

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Inclusão digital: Goiás recebe mais de 4,9 mil computadores em 391 pontos de acesso

Projeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país

Inclusão digital: Goiás recebe mais de 4,9 mil computadores em 391 pontos de acesso

Desde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, Goiás recebeu 4.910 computadores em 391 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.376 pessoas no estado. 

No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.  

“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro. 

Reciclagem

Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas. 

De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos. 

Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto. 
 

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Educação

Inclusão digital: Tocantins recebe 311 computadores em 34 pontos de acesso

Projeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país

Inclusão digital: Tocantins recebe 311 computadores em 34 pontos de acesso

Desde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Tocantins recebeu 311 computadores em 34 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 30 pessoas no estado

No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.  

“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro. 

Reciclagem

Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas. 

De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos

Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto. 

 

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