A determinação do governo federal de zerar a alíquota de importação da sardinha em conserva pode significar uma ameaça à indústria pesqueira do Brasil. Além disso, a decisão pode acabar com mais de 30 mil empregos diretos. A informação consta em publicação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Segundo o presidente do colegiado, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), a medida pode atrair consequências, como o colapso da cadeia produtiva do produto, sem apresentar “qualquer benefício real ao consumidor.”
Atualmente, a sardinha em conserva corresponde a 75% do faturamento do setor pesqueiro no país. Até então, a importação do produto era taxada em 32%, o que garantia proteção ao setor industrial brasileiro contra a concorrência predatória de países asiáticos.
Com a isenção, os consumidores podem abandonar a produção nacional e fazer a troca por importações, o que causará impacto direto na frota pesqueira e na renda dos trabalhadores da área, de acordo com a FPA.
Estados mais afetados
Para o colegiado, os estados mais afetados com a medida são Santa Catarina, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Essas unidades da federação respondem por 90% da produção nacional. A projeção é de que 25 mil empregos diretos e outros 42 mil indiretos estejam em risco.
Em meio a esse contexto, Lupion afirma que a inflação da sardinha em conserva foi de somente 1,12% no ano passado, enquanto a inflação geral do Brasil ficou em 4,83%. Na avaliação do presidente da FPA, “o governo está destruindo empregos e fragilizando a economia sem nenhum ganho real para o consumidor”, destaca.
Alternativas
Diante desse cenário, a FPA apresentou três medidas emergenciais como alternativas para evitar prejuízos à indústria brasileira, além de garantir preços acessíveis ao consumidor. São elas:
Manutenção da alíquota de 32% para sardinhas em conserva na Lista de Exceção da Tarifa Externa Comum (LETEC);
Inclusão da sardinha em conserva na cesta básica da reforma tributária, reduzindo custos para a indústria e para os consumidores;
Manutenção da alíquota zero para a sardinha congelada, beneficiando diretamente os produtores nacionais.
Confira a lista de outros produtos com redução de tarifas
Carnes desossadas de bovinos, congeladas (passou de 10,8% a 0%)
Café torrado, não descafeinado (exceto café acondicionado em capsulas) (passou de 9% a 0%)
Café não torrado, não descafeinado, em grão (passou de 9% a 0%)
Milho em grão, exceto para semeadura (passou de 7,2% a 0%)
Outras massas alimentícias, não cozidas, nem recheadas, nem preparadas de outro modo (passou de14,4% a 0%)
Bolachas e biscoitos (passou de 16,2% a 0%)
Azeite de oliva (oliveira) extravirgem (passou de 9% a 0%)
Preço da gasolina e diesel em Vitória (ES): veja os valores médios
Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
Índice
O preço médio do litro da gasolina comum em Vitória é de R$ 6,02. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,33% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,04.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 6,05, um aumento de 0,33% frente aos R$ 6,03 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Preço da gasolina e diesel em Teresina (PI): veja os valores médios
Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
Índice
O preço médio do litro da gasolina comum em Teresina é de R$ 5,92. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,93.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,01, uma redução de 3,38% frente aos R$ 6,22 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Preço da gasolina e diesel em São Paulo (SP): veja os valores médios
Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
Índice
O preço médio do litro da gasolina comum na cidade de São Paulo é de R$ 6,22. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa um aumento de 0,48% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,19.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,11, um aumento de 0,66% frente aos R$ 6,07 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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