A empresa amazonense de bebidas energéticas que cativa clientes pelo mundo
Com inovação e sustentabilidade em todas as fases de produção, a Raízes do Açaí já vendeu para a Argentina e negocia o envio de suas bebidas tipicamente brasileiras para os EUA e a Austrália com o suporte da ApexBrasil
O lixo de uns é o luxo de outros. A frase se aplica a muitas situações e foi justamente dessa máxima que nasceu a Raízes do Açaí — uma empresa fundada no Norte do país que produz bebidas energéticas a partir do aproveitamento do grão do açaí, em um processo de produção totalmente baseado em inovação e sustentabilidade.
Rosilan Farias, fundadora da empresa, sabia que tinha um produto promissor: uma bebida de fácil preparo — feita por meio de infusão —, com um sabor marcante, mas produzida a partir de uma matéria-prima tradicionalmente bem aceita fora do Brasil, principalmente no mercado norte-americano: o açaí.
As vendas começaram em Macapá (AP) e Belém (PA) e logo chegaram a outros estados — hoje são 12 em todo o país. A base da produção? Rosilan conta: “Entregamos qualidade em todos os processos, desde a seleção até a comercialização e distribuição dos produtos.” Além disso, a empresa também faz investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento e não abre mão de parcerias estratégicas com o ecossistema de inovação e bioeconomia. Mas para expandir as vendas para fora das fronteiras brasileiras, outro apoio foi essencial, conta Rosilan.
“A ApexBrasil teve um papel importante e fundamental para que a gente pudesse se capacitar e entender um pouquinho desse universo da exportação. Então, a gente fica muito feliz em ter participado do programa Peiex, que trouxe toda essa expertise do mercado e que a gente pôde fazer um planejamento de exportação.”
Depois da qualificação com o Programa de Qualificação para Exportação, o Peiex , da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), veio a expansão. A Raízes do Açaí vende para a Argentina e está em negociação para abrir mercados nos Estados Unidos e Austrália.
Aderência ao mercado internacional
Rosilan Farias conta que já conhecia a ApexBrasil e que o suporte da agência foi fundamental para que a empresa pudesse construir seu planejamento de exportação. Para a empresária, foi esse apoio que os impulsionou a fazer a primeira venda para fora do país, mas que o acompanhamento para abertura de novos mercados continua, inclusive com a participação em outros programas.
“Agora, temos esse acompanhamento também com o programa ‘Elas Exportam’, conseguimos nos inscrever a tempo e estamos participando e, além disso, participamos de uma feira, no ano passado — nossa primeira feira internacional junto com a ApexBrasil — que foi a ‘Plant Based Expo’. Foi muito interessante a gente perceber a presença e o impacto da Apex no mercado internacional.”
Evento que abriu os horizontes da empresária, que alça planos para o futuro, com expectativa de expandir as exportações, sobretudo para o mercado norte-americano — onde já percebeu grande aceitação dos consumidores com base em sua experiência na feira.
Peiex
O Peiex foi só o primeiro em que a fundadora da Raízes do Açaí participou. Hoje a empresa participa de outras iniciativas da ApexBrasil. Mas credita ao programa o fato de ter conseguido abrir seus primeiros mercados no exterior.
Entre 2023 e 2024, mais de 6,2 mil empresas foram atendidas pelo Peiex e cerca de 1,1 mil delas exportaram US$ 3,27 bilhões no período. Quem participa do programa recebe um diagnóstico completo sobre seu negócio e um plano de exportação personalizado, com etapas a serem implementadas para que a empresa esteja apta às exportações.
Para mais informações sobre o Peiex, clique aqui. Se quiser saber mais sobre outros programas da ApexBrasil, acesse www.apexbrasil.com.br/solucoes.
DÓLAR: moeda cai cai a R$ 5,40 no último pregão com corte do Fed e diferencial de juros favorável ao real
Moeda americana recua mais de 1% acompanhando fraqueza global, enquanto manutenção da Selic sustenta o real
Índice
O dólar fechou o último pregão em queda, encerrando o dia cotado a R$ 5,40, recuo de 1,17%. O movimento acompanhou o enfraquecimento global da moeda americana, em um cenário no qual os pesos mexicano, chileno e colombiano também registraram valorizações.
Segundo especialistas, o corte recente dos jurospelo Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, tem pressionado o dólar em todo o mundo.
No cenário doméstico, o tom mais conservador do Comitê de Política Monetária do Banco Central contribui para fortalecer o real diante do diferencial de juros.
Cotação do euro
Já o euro encerrou o último pregão cotado a R$ 6,34.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
Ibovespa fecha estável no último pregão após manutenção da Selic em 15% ao ano
Mercado opera com pouca variação diante da decisão do Banco Central e do comportamento divergente entre setores
O Ibovespa encerrou o último pregão praticamente estável, avançando 0,07% e fechando aos 159.189,10 pontos. No decorrer da sessão, o índice chegou a atingir a máxima de 159.850,00 pontos e a mínima de 158.097,88 pontos.
De acordo com especialistas, o desempenho ocorreu em meio à combinação do avanço de ações do setor de mineração e ao recuo de companhias do setor de petróleo.
A decisão do Banco Central de manter a Selic em 15% ao ano também influenciou o comportamento dos investidores. Para analistas, o comunicado ressaltou que a manutenção dos juros por um período prolongado segue sendo considerada a estratégia adequada para conduzir a inflação à meta.
Maiores altas e quedas do Ibovespa
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Arandu Investimentos S.A (ARND3): +45,45%
Empreendimentos Pague Menos SA (PGMN3): +9,65%
Ações em queda no Ibovespa
Recrusul SA Pfd (RCSL4): −54,55%
Recrusul SA (RCSL3): −26,22%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 22.516.073.922, em meio a 3.319.256 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Brasil chega a 500 mercados abertos ao fechar acordo com Guatemala sobre carne bovina
Entre janeiro e outubro de 2025, a Guatemala importou mais de US$ 192 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para cereais
O Brasil conseguiu autorização para exportar carne bovina e outros produtos para a Guatemala. A autorização foi confirmada pelo governo brasileiro junto às autoridades sanitárias do país da América Central.
Em 2023, o atual governo estabeleceu uma meta de abertura de 200 novos mercados. O ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), Carlos Fávaro, afirma que esse propósito já foi superado acima do dobro.
“Chegamos aos 500 novos mercados para a agropecuária brasileira. Abrimos o mercado da carne bovina para Guatemala, um país de 18 milhões de habitantes na América Central, que consome 1,9 bilhões de dólares por ano em carne bovina”, comemora.
“Isso mostra o esforço de toda uma equipe e a confiança que os países têm no padrão sanitário brasileiro. Cada abertura traz mais renda para o campo, mais oportunidade para quem produz e mais reconhecimento para os nossos produtos. E tudo isso mantendo o abastecimento do mercado interno, que consome cerca de 70% do que produzimos”, complementa o ministro.
Entre janeiro e outubro de 2025, a Guatemala importou mais de US$ 192 milhões em produtos agropecuários brasileiros. O destaque foi para os cereais, apontados como o principal produto exportado pelo Brasil neste ano.
No ano passado, foram importados para a Guatemala US$ 155,6 milhões em carne bovina. O volume corresponde a cerca de 8,6% do consumo interno. O valor importando em 2024 representa um aumento de 122%, na comparação com anos anteriores.
O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, considera que a abertura de mercado para a Guatemala cria novas oportunidades para o Brasil em um ambiente estratégico regional, além de contribuir para o fortalecimento de empresas nacionais exportadoras.
“Já abrimos, com esses 500 mercados, um mercado direto que envolve mais de 3,4 bilhões de dólares para as empresas brasileiras que estão exportando nessa nova política do governo do presidente Lula”, afirma.
Bom desempenho do setor
De acordo com o MAPA, a aprovação da carne bovina brasileira ocorre em um momento em que o setor apresenta um bom desempenho.
Dados divulgados pela Pasta relevam que o Brasil embarcou, em 2024, mais de US$ 12 bilhões, ou seja, o equivalente a 2,8 milhões de toneladas destinadas a mais de 150 mercados.
Entre janeiro e outubro de 2025, as exportações brasileiras do produto já superaram US$ 14 bilhões.
O país também apresenta potencial de expansão para cortes congelados, categoria que representa mais de 70% das importações guatemaltecas da mercadoria.
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