O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou o pregão desta terça-feira (27) em queda de 0,51%, aos 175.710,05 pontos.
Ao longo da sessão, o indicador apresentou oscilações e atingiu a máxima de 178.526,08 pontos e a mínima de 175.130,23 pontos.
Maiores altas e quedas
Ações em alta no Ibovespa
Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3) +70,83%
Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3F) +68,97%
Ações em queda no Ibovespa
Azul S.A. (AZUL99) -52,91%
Azul S.A. (AZUL97) -36,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 71.418.667.305, em meio a 9.144.824 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Dólar fecha em queda de 0,97% e encerra cotado a R$ 5,34
Moeda norte-americana recua após alta de 8,21% na véspera
O dólar comercial fechou o pregão desta terça-feira (27) em queda de 0,97%, cotado a R$ 5,34. O movimento representa uma correção parcial após a forte valorização registrada na sessão anterior.
Na segunda-feira (26), a moeda norte-americana havia acumulado alta de 8,21%, em meio à repercussão da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP).
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,18 pontos.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,95.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
A área destinada ao cultivo de grãos deve passar de 7,9 milhões para 8,1 milhões de hectares, aumento de 1,9%. Já a produtividade média está estimada em 4,4 toneladas por hectare, ante 4,2 toneladasregistradas na safra anterior, o que representa avanço de 5,8%.
Com os resultados projetados, Goiás deve permanecer como o quarto maior produtor de grãos do Brasil, com participação estimada em 9,8% da produção nacional. Entre os cinco maiores produtores do país, o estado apresenta a maior taxa de crescimento prevista para o ciclo.
A produção brasileira de grãos, por sua vez, deve atingir 367,1 milhões de toneladas, crescimento de 1,4% em comparação com a safra anterior. Dessa forma, a expansão estimada para Goiás supera a projeção nacional.
Sorgo, girassol e milho se destacam
Entre as principais culturas do estado, o sorgo deve apresentar crescimento de 19,9%na produção, passando de 2 milhões para 2,4 milhões de toneladas. A produtividade está estimada em 3,8 toneladas por hectare, alta de 17,5%. A área cultivada também deve crescer 2%, chegando a 643,7 mil hectares.
No caso do girassol, Goiás concentra 81,2% da área cultivada e 74,2% da produção nacional da oleaginosa. Para a safra 2026/27, a estimativa é de 71,6 mil toneladas, aumento de 1,7% em relação ao ciclo anterior. A produtividade deve passar de 1.117 para 1.136 quilos por hectare.
O milho também tem previsão de crescimento. Na primeira safra, a produção deve aumentar 27,3%, passando de 1,5 milhão para 1,9 milhão de toneladas. Na segunda safra, a estimativa é de 10,4 milhões de toneladas, alta de 18,4%.
Considerando as duas safras, a produção total de milho em Goiás deve alcançar 12,3 milhões de toneladas, crescimento de 19,7% em relação ao ciclo anterior.
Os dados reforçam a participação de Goiás na produção nacional de grãos, com estimativas de crescimento tanto na área cultivada quanto na produtividade e no volume colhido.
Empresas do Simples Nacional têm até sexta-feira (30) para optar pelo regime regular de IBS e CBS
Receita Federal registrou mais de 917 mil solicitações em balanço divulgado em outubro; escolha afeta o recolhimento dos tributos no primeiro semestre de 2027
Empresas do Simples Nacional têm até esta sexta-feira (30) para optar pelo recolhimento do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular. Em comunicado divulgado em 16 de outubro, a Receita Federal confirmou que o prazo termina em 30 de outubro de 2026.
A opção permite recolher IBS e CBS fora do Simples Nacional entre janeiro e junho de 2027, enquanto os demais tributos permanecem no regime simplificado. O procedimento deve ser realizado no Portal do Simples Nacional, conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).
Mais de 900 mil empresas já solicitaram a opção
Segundo balanço divulgado pela Receita Federal em 16 de outubro, foram registradas 917.331 solicitações de opção pelo regime regular. O comunicado não especifica a data de referência dos dados, por isso não é possível determinar o total atualizado de pedidos.
Prazo para ingresso no Simples Nacional
O prazo para solicitar ingresso no Simples Nacional em 2027 terminou em 15 de outubro. Até a divulgação do balanço, foram registradas 657.753 solicitações, das quais 256.607 haviam sido deferidas e 401.146, indeferidas.
Empresas que tiveram o pedido negado por pendências impeditivas podem regularizar a situação até 30 de outubro de 2026.
Cancelamento e orientação
A opção pelo regime regular exige avaliação do perfil de cada negócio. Antes de decidir, especialistas recomendam simular os efeitos tributários dos dois modelos com o contador, considerando as operações realizadas e as possibilidades de aproveitamento de créditos de IBS e CBS.
O impacto pode variar conforme o perfil dos clientes e dos fornecedores. Empresas que vendem para outras pessoas jurídicas podem ter vantagens com o aproveitamento de créditos tributários, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Já nas vendas ao consumidor final, os efeitos da mudança dependem da estrutura de custos e da carga tributária de cada negócio.
As regras e os procedimentos para a opção estão disponíveis nos canais oficiais da Receita Federal e do Simples Nacional.
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