O Ibovespa fechou o pregão desta quinta-feira (20) praticamente estável, aos 167.927,15 pontos, com alta de 0,06%. O índice devolveu boa parte dos ganhos registrados durante a manhã e oscilou ao longo da tarde.
As novas tensões entre Estados Unidos e Irã, após a imposição de sanções econômicas por Washington, mantiveram os investidores atentos ao cenário internacional. O aumento das preocupações com o fornecimento de energia impulsionou o preço do petróleo Brent, que terminou próximo de US$ 94 por barril.
A valorização da commodity favoreceu as ações de empresas do setor de petróleo. A Petrobras esteve entre os principais destaques positivos e ajudou a sustentar o índice durante o pregão. As ações da Vale também contribuíram para limitar as perdas.
O movimento ocorre em um ambiente de maior cautela nos mercados globais, com investidores avaliando os efeitos da alta do petróleo sobre a inflação e sobre a trajetória dos juros internacionais.
Maiores altas e quedas
Ações em alta no Ibovespa
Marisa Lojas S.A. (AMAR3) +36,96%
Telecomunicacoes Brasileiras SA (TELB3F) +35,34%
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) -23,53%
Atom Educacao e Editora S.A. (ATED3F) -14,79%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 28.489.894.884, em meio a 4.525.557 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.384.395.306, em meio a 4.273.312 de negócios
O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (21) em alta de 2,44%, aos 171.014,62 pontos. O principal índice da bolsa de valores operou em forte ritmo de valorização e superou a marca histórica dos 170 mil pontos.
O movimento foi impulsionado pelo desempenho positivo dos papéis da Vale, acompanhando o clima de otimismo e a maior disposição dos investidores em assumir riscos nas bolsas internacionais.
Na renda fixa, os contratos de juros futuros (DIs) fecharam em queda ao longo de toda a curva, acompanhando o recuo nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano de longo prazo.
No mercado doméstico e internacional, as atenções continuam voltadas para as tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, além das novas pesquisas sobre o cenário eleitoral brasileiro.
Maiores altas e quedas
Ações em alta no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) +58,85%
Azevedo & Travassos SA (AZEV3) +28,11%
Ações em queda no Ibovespa
Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11F) -22,22%
Azul S.A. (AZUL99) -20,84%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.384.395.306, em meio a 4.273.312 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00
O dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (21) cotado a R$ 5,14. A moeda à vista já havia iniciado os negócios em baixa, negociada a R$ 5,17 por volta das 10h30 (horário de Brasília), pressionada pela perda de fôlego da divisa norte-americanano exterior, pelo recuo nas taxas dos títulos públicos e pela estabilidade no mercado de commodities.
O desempenho marcou uma reversão frente ao fechamento de quinta-feira, quando o dólar subiu 0,32%, a R$ 5,19, influenciado pelo avanço do petróleo e pelo aumento do limite de recompras de Treasuriesde longo prazo anunciado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 98,71 pontos.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,04.
Cotações
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
O empreendedorismo feminino foi um dos temas que fez parte do evento realizado nos dias 4 e 5 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. A iniciativa do Grupo Mulheres do Brasil reuniu lideranças para discutir empreendedorismo, protagonismo profissional, saúde mental e outros temas relacionados à participação feminina no mercado de trabalho. Além de Ana Claudia, também participaram do debate Rejane Santos, fundadora da Emprega Co., e Juliana Farah, produtora rural, com mediação de Georgia Nunes, do Sebrae Nacional.
A presidente do CMEC destacou a importância de transformar negócios criados por necessidade em empresas estruturadas e com visão de futuro. “A mulher precisa primeiro se sentir empreendedora. Depois, deixar de se ver como alguém que empreende por necessidade para se enxergar como empresária”, afirmou.
Segundo Ana Claudia, é necessário fortalecer a autoestima feminina, desenvolver capacidade de gestão financeira e traçar metas factíveis para negócios em diferentes setores. “A mulher precisa ser gestora do seu próprio negócio. Mesmo que outra pessoa administre, ela precisa saber o que estão fazendo com o seu dinheiro. Muitas começam a ganhar, mas não conhecem o final da história, e aí vêm os problemas”, disse.
O painel discutiu ainda a necessidade de ampliar as condições para que os negócios liderados por mulheres possam crescer, em meio ao cenário de aumento da participação feminina na criação de empresas e de mudança no foco das políticas de apoio. Entre os pontos abordados estiveram acesso ao crédito, capacitação, networking, inovação, abertura de novos mercados, fomento e geração de empregos.
Para Ana Claudia, quando a mulher se sente fortalecida e ocupa seu espaço consegue avançar para posições de decisão. A presidente do CMEC também citou o Projeto de Lei da Autoestima da Mulher, elaborado com coordenadoras do conselho, como uma iniciativa voltada a acelerar essa mudança.
O CMEC participou da programação por meio de Ana Claudia Badra Cotait, reforçando a atuação da entidade no apoio ao empreendedorismo feminino e à capacitação de mulheres.
O CMEC
O Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura foi criado em 2002 com a intenção de integrar as lideranças femininas pelo país. Atualmente, a rede atua em todas as regiões do Brasil, com presença em mais de mil municípios e alcance superior a 100 mil mulheres. Além do vínculo com a CACB, a organização também está ligada à Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e à Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
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