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Economia

Banco da Amazônia fomenta agronegócio e bioeconomia em feiras regionais

Instituição participou da 29ª Expo Polo Carajás e da 58ª Expoara e do Chocolat Xingu 2026 com ações voltadas ao crédito, incentivo à produção sustentável e desenvolvimento econômico da Amazônia Legal

Banco da Amazônia fomenta agronegócio e bioeconomia em feiras regionais

O Banco da Amazônia reforçou sua atuação junto a produtores rurais, empreendedores e comunidades da Região Norte durante a participação em eventos do calendário econômico regional. A instituição esteve presente na 29ª Expo Polo Carajás, na 58ª Expoara e no Chocolat Xingu 2026, com foco na ampliação do acesso ao crédito e no fortalecimento das atividades produtivas da Amazônia Legal.

Durante os eventos, o banco apresentou linhas de crédito e soluções financeiras voltadas ao agronegócio e aos pequenos empreendedores, com o objetivo de apoiar a produção, a geração de renda e o desenvolvimento regional.

As feiras reuniram produtores, empresários e representantes de diferentes cadeias produtivas da Amazônia Legal. A participação da instituição buscou aproximar o banco dos empreendedores locais e apresentar alternativas de financiamento para investimentos e expansão da produção.

29ª Expo Polo Carajás

Na 29ª Expo Polo Carajás, o Banco da Amazônia manteve contato com produtores, empresários e representantes das cadeias produtivas da região, incentivando investimentos e apoiando iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico local.

Ao longo do evento, foram apresentadas soluções financeiras destinadas ao agronegócio e aos pequenos negócios. Segundo a instituição, a participação reforça o compromisso com a geração de renda e o fortalecimento da economia regional.

O gerente-geral do Banco da Amazônia, Machado Correia, destacou que a atuação da instituição contribui para o desenvolvimento dos pequenos empreendimentos da região por meio da oferta de crédito.

Segundo ele, os pequenos negócios têm papel relevante na economia local. “O Banco da Amazônia, hoje, atende o pequeno empreendimento. A instituição entende que hoje o pequeno empreendimento é o coração da nossa economia local. A nossa economia local é o que faz o grande motor da nossa cidade e região crescer. O Banco da Amazônia tem crédito direcionado para aquele empreendedor”, disse Machado Correia.

A 29ª Expo Polo Carajás ocorreu entre 30 de maio a 6 de junho de 2026, no município de Redenção (PA), e reuniu negócios, tecnologia, entretenimento e oportunidades para produtores rurais, empresários e investidores.

Chocolat Xingu 2026

O Chocolat Xingu 2026, festival internacional do chocolate e do cacau, contou com a participação do Banco da Amazônia e de clientes da instituição que se destacam na cadeia produtiva regional. O evento foi realizado entre 11 e 14 de junho, no Centro de Eventos Vilmar Soares, em Altamira (PA).

Segundo o banco, os resultados observados decorrem de investimentos voltados à agricultura familiar, à bioeconomia e ao desenvolvimento regional.

Durante a programação, foram assinados contratos de crédito rural para produtores familiares por meio de linhas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Pronaf Floresta e Pronaf Bioeconomia. Os recursos serão destinados à implantação e ao fortalecimento de sistemas agroflorestais com cacau.

De acordo com a organização do evento, a iniciativa contribui para fortalecer a cadeia produtiva do cacau, valorizar produtos regionais e estimular a produção de chocolate na Amazônia.

A participação do Banco da Amazônia nas feiras integra a estratégia da instituição de ampliar o relacionamento com empreendedores e apoiar atividades ligadas ao desenvolvimento econômico, à inclusão produtiva e à sustentabilidade.

Pronaf

Dados do Relatório da Administração 1T26, divulgado pela instituição financeira, mostram que as operações vinculadas ao Pronaf somaram R$ 713,5 milhões, crescimento de 38,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os contratos totalizaram 22,1 mil operações, alta de 113% na comparação com as 10,4 mil registradas no primeiro trimestre de 2025. Ao todo, 10,5 mil clientes foram atendidos pelo programa nos três primeiros meses de 2026.
 

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Economia

Ibovespa cai 2,68% pressionado por Vale e bancos após balanços

Principal índice da Bolsa brasileira fecha aos 171.006 pontos, em meio à cautela com os resultados de grandes empresas e à decisão do Federal Reserve sobre os juros

Ibovespa cai 2,68% pressionado por Vale e bancos após balanços

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quarta-feira (28) em queda de 2,68%, aos 171.006,10 pontos. Com o resultado, o indicador registrou a terceira sessão consecutiva de perdas, pressionado principalmente pelas ações de bancos e da mineradora Vale.

No cenário doméstico, os investidores acompanharam a divulgação dos balanços financeiros de empresas como Hypera, Klabin e Santander. Os resultados e as perspectivas para o setor financeiro aumentaram a cautela entre os participantes do mercado, especialmente em relação às ações dos bancos.

Entre os destaques negativos, os papéis do Santander recuaram 5,88%. As ações do Banco do Brasil caíram 3,39%, enquanto Itaú Unibanco registrou baixa de 3,42%. Já os papéis do Bradesco tiveram desvalorização de 6,68%.

As ações da Vale também contribuíram para a queda do índice, com recuo de 2,57%, influenciado pelo comportamento dos preços do minério de ferro no mercado internacional.

No cenário externo, o Federal Reserve decidiu manter a taxa básica de juros dos Estados Unidos entre 3,75% e 4% ao ano. Apesar de a decisão estar dentro das expectativas do mercado, dois integrantes do comitê votaram a favor de um aumento. O banco central norte-americano destacou ainda a permanência de incertezas geopolíticas e a inflação elevada.

Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre 170.162,48 pontos, na mínima, e 175.711,22 pontos, na máxima. O volume financeiro negociado na B3 chegou a R$ 59,8 bilhões.

Na contramão da Bolsa brasileira, os principais índices de Nova York fecharam em alta. O Dow Jones avançou 0,25%, o S&P 500 subiu 0,28% e o Nasdaq registrou valorização de 0,32%.
 

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Azul S.A. (AZUL97) +42,19%
  • Cemepe Investimentos S.A. (MAPT3) +21,84%

Ações em queda no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3) -43,38%
  • Textil Renauxview SA Pfd (TXRX4F) -42,29%

O volume total negociado na B3 foi de R$  76.603.449.999, em meio a 7.527.005 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

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Dólar cai 0,19% e fecha cotado a R$ 5,34

Moeda norte-americana recua após decisão do Federal Reserve de manter os juros dos Estados Unidos entre 3,75% e 4%

Dólar cai 0,19% e fecha cotado a R$ 5,34

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (28) em queda de 0,19%, cotado a R$ 5,34. A desvalorização da moeda norte-americana ocorreu após a decisão do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, de manter a taxa básica de juros do país entre 3,75% e 4%.

A decisão já era esperada pelo mercado financeiro e contribuiu para a desvalorização do dólar em relação a outras moedas internacionais. Mesmo com a manutenção dos juros, a votação não foi unânime: dois integrantes do comitê defenderam o aumento da taxa.

Em comunicado, o Fed destacou que as incertezas geopolíticas continuam presentes, mas avaliou que a economia norte-americana segue em expansão, apoiada pelo crescimento da produtividade e pelos investimentos. A inflação, por sua vez, permanece elevada, o que exige cautela na definição dos próximos passos da política monetária.

Os investidores também acompanharam a divulgação dos resultados financeiros de grandes empresas, que influenciaram as negociações nos mercados internacionais. Em Nova York, os principais índices fecharam em alta: o Dow Jones avançou 0,25%, o S&P 500 subiu 0,28% e o Nasdaq registrou valorização de 0,32%.

No mercado brasileiro, a moeda norte-americana encerrou o pregão a R$ 5,34, com recuo de 0,19%.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,96.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1868 0,1675 0,1403 29,4851 0,1547 0,2615 0,2649
USD 5,3522 1 0,8965 0,7507 157,81 0,8281 1,3995 1,4174
EUR 5,9686 1,1155 1 0,8374 176,06 0,9236 1,5609 1,5810
GBP 7,1277 1,3321 1,1942 1 210,27 1,1031 1,8647 1,8880
JPY 3,39155 0,633674 0,56799 0,475580 1 0,5247 0,88683 0,89807
CHF 6,4640 1,2077 1,0825 0,9066 190,62 1 1,6901 1,7117
CAD 3,8244 0,7145 0,6407 0,5363 112,78 0,5917 1 1,0128
AUD 3,7762 0,7055 0,6325 0,5296 111,35 0,5841 0,9873 1

Os dados são da Investing.com. 

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Economia

São Luís receberá R$ 26,4 milhões no 3º decêndio de outubro do FPM

O crédito cai na conta da prefeitura na sexta-feira, 30 de outubro, e encerra os repasses do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, no mês.

São Luís receberá R$ 26,4 milhões no 3º decêndio de outubro do FPM

A capital maranhense receberá cerca de R$ 26,4 milhões no terceiro decêndio de outubro, montante formado integralmente pela parcela do fundo, sem reserva adicional neste repasse.

Posição no repasse estadual

Com esse valor, São Luís ocupa a 1ª posição entre os 217 municípios do Maranhão no repasse deste decêndio. A classificação segue a lógica de distribuição do fundo, que considera o porte populacional de cada cidade na definição dos coeficientes.

Acumulado do mês e do ano

Somando os três repasses de outubro, o município chega a aproximadamente R$ 68 milhões transferidos no mês. Já no intervalo de doze meses encerrado em 30 de outubro, o total acumulado pela capital é de cerca de R$ 1,14 bilhões.

No acumulado de 2026, até a data deste crédito, as transferências do FPM a São Luís somam perto de R$ 919 milhões, ante cerca de R$ 839 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 9,61%.

Como funciona o fundo

O FPM é formado por parte do que a União arrecada com o Imposto de Renda (IR) e com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades obedece a coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada município. Os valores são liberados em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último de outubro.

Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, conforme o calendário de pagamentos das transferências constitucionais.

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