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Economia

Soja e trigo hoje: confira as cotações para terça (9)

A soja apresenta alta no Paraná e em Paranaguá; o trigo, por sua vez, aponta reajustes no Paraná e no Rio Grande do Sul

Soja e trigo hoje: confira as cotações para terça (9)

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta terça-feira (9) em alta, tanto no interior do Paraná, como no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve reajuste de 0,14% e é negociado a R$ 135,64; na segunda, o reajuste foi de 0,44%, com a mercadoria é cotada a R$ 142,37.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
08/12/2025 135,64 0,14% -0,32% 25,01
05/12/2025 135,45 0,18% -0,46% 24,83
04/12/2025 135,21 -0,45% -0,63% 25,47
03/12/2025 135,82 -0,16% -0,18% 25,57
02/12/2025 136,04 0,48% -0,02% 25,51

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
08/12/2025 142,37 0,44% 0,30% 26,25
05/12/2025 141,75 0,35% -0,13% 25,98
04/12/2025 141,26 0,00% -0,48% 26,61
03/12/2025 141,26 -0,54% -0,48% 26,59
02/12/2025 142,02 0,19% 0,06% 26,64

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra levíssima alta de 0,03% no Paraná e recuo expressivo de 1,56% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.184,03, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.025,81.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
08/12/2025 1.184,03 0,03% -0,85% 218,29
05/12/2025 1.183,62 0,00% -0,88% 216,94
04/12/2025 1.183,61 0,00% -0,88% 222,94
03/12/2025 1.183,60 -0,27% -0,88% 222,82
02/12/2025 1.186,84 -0,51% -0,61% 222,59

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
08/12/2025 1.025,81 -1,56% -0,52% 189,12
05/12/2025 1.042,10 -0,22% 1,06% 191,00
04/12/2025 1.044,38 0,68% 1,28% 196,72
03/12/2025 1.037,37 0,76% 0,60% 195,29
02/12/2025 1.029,57 0,09% -0,16% 193,09

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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Economia

Inadimplência das empresas segue em nível recorde e dívidas alcançam R$ 229,9 bilhões

Levantamento da Serasa Experian mostra que mais de 9 milhões de empresas estavam negativadas em maio

Inadimplência das empresas segue em nível recorde e dívidas alcançam R$ 229,9 bilhões

O número de empresas inadimplentes no Brasil permaneceu em patamar recorde em maio de 2026, segundo o mais recente Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Divulgado no início do mês de julho, o levantamento revela que mais de 9 milhões de CNPJs estavam negativados no quinto mês do ano, enquanto o estoque de dívidas atingiu R$ 229,9 bilhões, o maior volume da série histórica.

Os dados mostram que cada empresa inadimplente acumulava, em média, 7,3 dívidas, com dívida média de R$ 25.494,08 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,52 por débito. Em comparação com maio de 2025, quando havia 7,7 milhões de empresas negativadas, o número avançou para 9 milhões, evidenciando o agravamento da inadimplência empresarial ao longo de um ano.

Além do aumento no número de empresas com restrições, o total de dívidas negativadas também cresceu, passando de 56 milhões, em maio de 2025, para 65,4 milhões em maio deste ano.

Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o cenário revela uma mudança na dinâmica da inadimplência. “O dado chama atenção não apenas pela manutenção da inadimplência em um patamar recorde, mas também pelo avanço do volume financeiro das dívidas. Isso mostra que o desafio das empresas não está apenas em evitar a negativação, mas principalmente em conseguir reduzir o passivo acumulado.”

Ela explica que a combinação entre juros elevados, crédito restritivo e desaceleração da atividade econômica dificulta a recomposição do caixa das empresas e compromete a capacidade de pagamento.

Serviços lideram entre as empresas inadimplentes

O setor de serviços concentrou a maior parcela das empresas negativadas em maio, respondendo por mais da metade dos casos.

Participação por setor:

  • Serviços: 55,6%
  • Comércio: 32,3%
  • Indústria: 8,1%
  • Setor primário: 0,9%
  • Demais segmentos: participação residual.

Para Camila Abdelmalack, a desaceleração econômica passou a afetar também a geração de receitas das empresas. “Até recentemente, a principal pressão vinha da estrutura de custos e das condições de financiamento. Agora, começamos a observar também um ambiente menos favorável para a geração de receita, o que torna a regularização financeira ainda mais lenta.”

Origem das dívidas

O levantamento mostra que as pendências financeiras estão distribuídas entre diferentes segmentos da economia, indicando dificuldades na manutenção das operações e do capital de giro.

Origem das dívidas negativadas:

  • Serviços: 31,5%
  • Bancos e cartões: 19,5%
  • Cooperativas: 8,6%
  • Utilities (água, energia e gás): 6,9%
  • Telefonia: 5,7%
  • Outros segmentos: 27,8%

Sudeste concentra maior número de empresas negativadas

Regionalmente, o Sudeste segue liderando o número de empresas inadimplentes, reflexo da elevada concentração de negócios na região.

Os estados com maior quantidade de CNPJs negativados foram:

  • São Paulo: 3.094.295 empresas
  • Minas Gerais: 887.261
  • Rio de Janeiro: 869.138
  • Paraná: 593.565
  • Rio Grande do Sul: 522.521

Micro e pequenas empresas seguem como maioria

As micro e pequenas empresas continuam representando a maior parte da inadimplência empresarial no país.

Em maio, o segmento somou:

  • 8,5 milhões de empresas negativadas;
  • 59 milhões de dívidas;
  • R$ 198,8 bilhões em débitos.

Na média, cada empresa desse grupo acumulava 6,9 contas em atraso, com dívida média de R$ 23.177,51 e ticket médio de R$ 3.369,41.

Para Camila Abdelmalack, o acúmulo de diversas pendências financeiras dificulta a recuperação desse segmento, que possui menor capacidade de acesso ao crédito e menor folga de caixa.

Cenário exige atenção

Os números reforçam que a inadimplência empresarial permanece como um dos principais desafios da economia brasileira em 2026. Embora o total de empresas negativadas tenha se estabilizado em torno de 9 milhões desde abril, o crescimento contínuo do volume financeiro das dívidas indica que a regularização das pendências ainda ocorre de forma lenta.

Na avaliação da Serasa Experian, a combinação entre juros elevados, crédito mais seletivo e atividade econômica moderada continua pressionando principalmente os pequenos negócios, responsáveis pela maior parcela das empresas inadimplentes no país.

 

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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 172.448 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.298.261.936, em meio a 3.119.382 negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 172.448 pontos

O principal índice da bolsa brasileira (Ibovespa) fechou a segunda-feira em queda de 0,93%, cotado aos 172.448 pontos.

O recuo foi apenas um movimento natural de investidores vendendo ações para garantir lucros, e não uma mudança de rumo do mercado.

A bolsa segue sem grandes novidades para engrenar uma alta desde o fim de maio.

Essa estabilidade ocorre por conta da expectativa de juros estáveis nos Estados Unidos e da aproximação das eleições.

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Grupo Toky SA (TOKY3F) +33,33%

  • Sequoia Logística e Transportes SA (SEQL3) +16,67%

Ações em queda no Ibovespa

  • Gafisa S.A. (GFSA3) −31,00%
  • Gafisa S.A. (GFSA3F) −28,71%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 17.292.907.250, em meio a 3.119.382 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.     

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Economia

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após queda de 0,07%

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após queda de 0,07%

O dólar fechou a segunda-feira em queda de 0,7%, cotado a R$ 5,13. Com esse recuo, a moeda americana atingiu o seu menor valor em duas semanas e meia, interrompendo uma sequência de altas recentes.

A desvalorização da moeda foi motivada pelo otimismo do mercado após o Boletim Focus revisar para baixo as projeções de inflação no Brasil, o que sinaliza uma melhora na economia doméstica.

No fim da tarde, o índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, operava estável aos 100,87 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,88.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1949 0,1699 0,1452 31,5908 0,1569 0,2769 0,2795
USD 5,1306 1 0,8740 0,7469 162,08 0,8049 1,4207 1,4376
EUR 5,8858 1,1442 1 0,8546 185,48 0,9210 1,6253 1,6449
GBP 6,8639 1,3389 1,1703 1 217,07 1,0778 1,9020 1,9251
JPY 0,0317 0,0062 0,0054 0,0046 1 0,4966 0,0088 0,0089
CHF 6,3743 1,2425 1,0857 0,9278 201,41 1 1,7646 1,7855
CAD 3,6114 0,7039 0,6152 0,5258 114,11 0,5669 1 1,0119
AUD 3,5780 0,6957 0,6079 0,5195 112,77 0,5599 0,9881 1

 

Os dados são da Investing.com
 

 

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