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Educação

Inova Talentos oferece 174 vagas em inovação e tecnologia com bolsas de até R$ 12 mil

Oportunidades são para graduandos, mestres e doutores atuarem em empresas como Vale, Nestlé, Braskem e Cargill. Inscrições gratuitas pelo IEL

Inova Talentos oferece 174 vagas em inovação e tecnologia com bolsas de até R$ 12 mil

O programa Inova Talentos do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) está com 174 vagas abertas para profissionais interessados em desenvolver projetos de inovação e tecnologia em empresas nacionais e multinacionais. Há oportunidades para diferentes formações, com destaque para engenharias, ciência da computação, estatística, farmácia, administração e marketing. As bolsas variam de acordo com o perfil e podem chegar a R$ 12 mil.

A superintendente nacional do IEL, Sarah Saldanha, destaca que o programa aproxima academia e setor produtivo, qualificando profissionais para a nova indústria. “Uma das atividades que o IEL realiza no programa Inova Talento é sua atuação no processo de recrutamento e seleção. Nesse contexto, é nosso papel identificar bons candidatos, selecioná-los e capacitá-los para atuar em sinergia com as empresas, contribuindo para uma nova visão da indústria, dos projetos de inovação e da aceleração da gestão da inovação das empresas. O Programa Inova Talentos é um dos principais mecanismos disponíveis à inovação no país”, afirma.

O programa de bolsas do IEL conecta universidades e empresas em projetos de inovação que vão desde pesquisas de ponta até a solução de desafios específicos da indústria. Para a superintendente do instituto, essa integração gera benefícios concretos tanto para as empresas quanto para os estudantes. “Uma parte importante desses bolsistas, após o término do projeto, é contratado pela indústria, o que garante também a continuidade do mindset, da visão de inovação dentro da indústria. No fundo, ganha a universidade, que conecta o seu estudante a uma realidade clara, diária e vivencial da indústria, e ganha o próprio bolsista, que desenvolve as suas pesquisas no âmbito de um ambiente real, podendo inclusive, ao final do projeto de inovação, ser incorporado pela empresa”, comenta.

Os projetos abrangem áreas como ciência de dados, inteligência artificial, manufatura inteligente, biotecnologia, energia e sustentabilidade. Entre as empresas participantes estão Vale, Nestlé, Braskem, Cargill, Suzano e ArcelorMittal.

Inova Talentos: vagas em destaque

  • Banco Bradesco – Modelo híbrido, projeto de 12 meses, 40h semanais, voltado a mestrandos e doutorandos com experiência em ciência e engenharia de dados. Formação em engenharias, estatística, matemática, desenvolvimento de sistemas, sistemas de informação, ciências da computação, economia ou áreas correlatas. Bolsas entre R$ 4,9 mil e R$ 7 mil.
  • Globe Química – Presencial, 12 meses, 40h semanais, para otimização de produtos e atualização regulatória. Formação e bolsas: técnico em química (R$ 2 mil), graduando em química/farmácia (R$ 3,5 mil), mestrando em química analítica (R$ 4,5 mil) ou doutorando em química orgânica (R$ 4,5 mil).
  • Instituto Itaú de Ciência, Tecnologia e Inovação – Remoto, 12 meses, 40h semanais, com oportunidades para diversas formações, incluindo projeto de modelagem de redes de influência em Big Data para personalização de assessoria de investimentos. Aberto a graduandos, mestrandos e doutorandos. Bolsas de R$ 5 mil a R$ 11 mil.
  • Elekeiroz – Presencial, 12 meses, 40h semanais, para desenvolvimento de monômeros verdes e polímeros. Formação e bolsas: doutorando em síntese orgânica/polimerização (R$ 6,3 mil) ou graduado em química/engenharia química (R$ 3,5 mil).

Para participar, o candidato deve acessar o site do programa Inova Talentos, selecionar a vaga desejada e seguir as etapas indicadas. As inscrições são gratuitas. Confira as oportunidades disponíveis na página do Inova Talentos, no Portal da Indústria.

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Educação

El Niño 2026: Cemaden alerta para impactos do fenômeno nas escolas

Nota técnica orienta gestores estaduais e municipais a adotarem medidas preventivas para reduzir riscos associados a eventos climáticos extremos previstos para 2026/2027

El Niño 2026: Cemaden alerta para impactos do fenômeno nas escolas

Escolas estaduais e municipais de todo o país devem se preparar para os possíveis impactos do El Niño 2026-2027. O alerta integra uma nota técnica elaborada por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em parceria com o Instituto Alana. As recomendações são destinadas aos gestores estaduais e municipais das redes de ensino.

O objetivo da iniciativa é contribuir para o fortalecimento das estratégias de adaptação às mudanças climáticas em escolas e comunidades escolares. A ideia também é estimular a gestão na redução de riscos de desastres, considerando os possíveis impactos associados ao El Niño 2026/2027.

A análise indica que o planejamento e a adoção de medidas de preparação para possíveis impactos do fenômeno climático devem integrar as estratégias de gestão de riscos das redes de ensino. 

Segundo o Cemaden, eventos climáticos como ondas de calor, secas, inundações, alagamentos, tempestades, vendavais e outros eventos extremos podem afetar a saúde, o bem-estar, a segurança e o direito à educação.

Nota técnica

O documento “El Niño 2026-2027: Orientações para a preparação das redes de ensino brasileiras” orienta estados e municípios a adotarem medidas preventivas para reduzir os riscos relacionados aos efeitos do fenômeno climático nas unidades escolares.

Segundo o Cemaden, a preparação das redes de ensino é importante para reduzir os impactos de desastres e garantir maior segurança e continuidade das atividades escolares.

O documento lista uma série de ações sobre como as redes de ensino podem se preparar e reduzir os riscos nas unidades escolares. 

Entre as recomendações estão: 

  • Planejamento antecipado;
  • Destino de recursos orçamentários para adaptação climática em diferentes escalas:;
  • Integração da gestão de riscos de desastres, da Educação Ambiental e do letramento climático ao Projeto Político-Pedagógico (PPP);
  • Realização de formações periódicas às equipes da área da educação, considerando as particularidades de cada território; 
  • Identificação de áreas e escolas mais vulneráveis, orientação e adequação da infraestrutura escolar.

A publicação destaca que, embora as Secretarias de Educação sejam responsáveis por orientar e viabilizar parte das ações, a efetividade das medidas depende da articulação com as escolas e as comunidades. 

Escolas como abrigo temporário 

A nota orienta, ainda, que as prefeituras evitem usar as escolas como abrigos temporários. De acordo com o Cemaden, o planejamento municipal deve identificar previamente os locais para acolher a população em situações de desastre.

Pela nota técnica, as escolas devem ser consideradas apenas em caráter excepcional e temporário, para garantir o direito à educação dos estudantes.

Segundo o Cemaden, a adoção das medidas, considerando as características de cada território, pode fortalecer a capacidade local de prevenir e reduzir riscos, preparar as redes para situações de emergência, coordenar ações e enfrentar possíveis impactos.

A nota técnica foi elaborada por pesquisadores especialistas em Educação para Redução de Riscos e Desastres (ERRD) do Cemaden. 

A ERRD busca desenvolver, nas comunidades escolares, conhecimentos, habilidades e atitudes que contribuam para prevenir e responder a situações de emergência.

El Niño

O Cemaden informou que o monitoramento da temperatura do Oceano Pacífico Tropical mostrou que o El Niño apresentou rápido fortalecimento, e alcançou anomalia de cerca de 1,8 °C, em agosto de 2026. As projeções da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) indicam que o fenômeno poderá atingir intensidade muito forte no período de setembro a novembro. 

Além disso, o período de máxima intensidade deve ocorrer antes do esperado, atualmente, previsto para o trimestre de outubro a dezembro de 2026. “Esse cenário reforça a necessidade de implementação imediata de ações de prevenção e preparação nas redes de ensino”, reforçou o Cemaden, em nota oficial.
 

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Educação

Congresso do IEL orienta estudantes sobre escolhas e futuro profissional

Programação abordou autoconhecimento, oportunidades de carreira, inovação e transformações no mercado de trabalho

Congresso do IEL orienta estudantes sobre escolhas e futuro profissional

O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) realizou, na última sexta-feira (11), o primeiro Congresso de Carreira. A iniciativa faz parte do programa Jornada de Carreira e busca apoiar estudantes do ensino médio na construção de projetos de vida e de carreira

Realizado em formato digital, o evento foi transmitido para 25 escolas da rede do Serviço Social da Indústria (SESI) em 23 estados. A programação incluiu palestras e conversas sobre escolhas profissionais, mercado de trabalho, indústria, inovação e novas carreiras

A proposta foi ampliar o contato dos jovens com diferentes possibilidades profissionais e aproximá-los de experiências de profissionais que já atuam no mercado. Os palestrantes participaram presencialmente na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. 

Para contemplar os estudantes dos dois turnos, o congresso teve duas transmissões, uma pela manhã e outra à tarde, com o mesmo conteúdo. 

Segundo a gerente de Carreiras e Educação Executiva do IEL, Michelle Queiroz, a programação foi pensada para ampliar o repertório dos estudantes e ajudá-los a refletir sobre as próprias escolhas

“Nós trouxemos especialistas para falar sobre autoconhecimento, diferentes possibilidades de carreira, tanto no setor privado quanto na universidade, soft skills e tendências sobre profissões futuras. Falamos também sobre construir uma carreira e, ao longo do tempo, poder mudar os rumos, independentemente da formação. A nossa ideia era trazer uma visão de inspiração, para que os alunos pensem e comecem a se conectar com as suas escolhas, trilhar o seu caminho, para depois pensar no desenvolvimento profissional”, afirmou. 

Talentos, sonhos e escolhas

A programação foi aberta pela mentora de carreira e criadora de conteúdo Camila Croz, com a palestra “Talentos, sonhos e escolhas: como começar a construir seu caminho”. Ela abordou temas como identidade, interesses e potencialidades e ressaltou que uma escolha profissional não precisa determinar toda a trajetória de uma pessoa

“Hoje, no congresso, foi muito importante mostrar para os estudantes como funciona a vida real. Mostrar, através de histórias reais, que a jornada pode ser muito divertida, com muitos desafios, principalmente quando o estudante entende que não é hoje que ele vai escolher qual é o futuro. Porque o futuro não se escolhe, o futuro se constrói”, disse. 

Segundo Camila, planejar o futuro não significa definir uma única profissão, mas conhecer possibilidades e entender que os caminhos podem mudar ao longo da trajetória. A partir de exemplos e experiências, a palestra mostrou que uma carreira pode ser construída por etapas, com espaço para testes, mudanças de direção e novas descobertas

Nesse processo, a experimentação contribui para ampliar o repertório dos jovens e ajudá-los a identificar interesses, habilidades e ambientes nos quais podem se desenvolver. 

“Hoje, temos estudantes com uma visão muito deturpada da realidade. Estão muito ligados às redes sociais. Precisamos fazer esse papel de orientar e proporcionar opções de visão de futuro, para que eles possam articular o que existe no mundo e o que encaixa no perfil pessoal”, destacou. 

Indústria, inovação e futuro

Na sequência, o talk show “Indústria, inovação e futuro: as novas possibilidades de carreira para jovens” promoveu uma conversa sobre as transformações no mundo do trabalho, as oportunidades na indústria e os caminhos de formação para as profissões do futuro

A superintendente nacional do IEL, Sarah Saldanha, mediou o debate com Ana Lúcia Vargas Arigony, responsável pelas áreas de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa e Científica e de Pesquisa & Inovação da L’Oréal na América Latina, e com a professora e pesquisadora em Administração da Universidade de Brasília (UnB) Helena Costa

As convidadas compartilharam experiências profissionais e apresentaram aos estudantes diferentes possibilidades de atuação. Ana Lúcia também falou sobre a própria trajetória e sobre as diferentes frentes de atuação da L’Oréal, incluindo indústria, serviços, pesquisa e desenvolvimento

Durante o debate, Sarah destacou que a Jornada de Carreira oferece atividades estruturadas para o desenvolvimento de competências e a preparação dos estudantes para as escolhas profissionais. Ao abordar a insegurança que pode surgir diante da primeira experiência no mercado de trabalho, a superintendente pediu às convidadas orientações para os jovens que ainda não se sentem preparados para ingressar no ambiente profissional. 

Para Ana Lúcia, a experimentação faz parte do processo de construção de uma carreira. “O que fazer e o que não fazer, é esse o questionamento. Se ainda não existe uma certeza ou convicção, não tem problema, é possível ter a fase do experimento. Se aquela é a primeira experiência, o importante é dialogar, buscar relações, inspirações em pessoas e trajetórias, se engajar em projetos, e isso pode dar uma nova segurança e aumentar o repertório”, explicou. 

Já Helena Costa incentivou os estudantes a buscarem oportunidades de forma ativa e a não terem receio de apresentar seus interesses. Segundo ela, atitudes como enviar e-mails, buscar contatos e se apresentar podem ajudar a abrir portas. 

“Dar valor ao tempo que cada um tem. O tempo é limitado e a forma como o usamos é importante para o crescimento e para as perspectivas de futuro, para bater em novas portas, para dizer: olha, eu estou aqui, e me mostrar presente em um mundo de oportunidades”, destacou. 

Jovens compartilham experiências

No encerramento, as alunas da rede SESI Júlia Mezzari, de Santa Catarina, e Ayla Fernanda Leal, de Manaus (AM), participaram do Painel Jovem “Nossa geração, nosso futuro: conversas reais sobre caminhos profissionais”

As estudantes compartilharam experiências de autoconhecimento, planejamento e descoberta de possibilidades profissionais, além de relatarem como a Jornada de Carreira tem contribuído para esse processo. 

Júlia destacou o impacto das mentorias no desenvolvimento pessoal e acadêmico. “Eu acho muito interessante as mentorias que fazemos e tudo que aprendemos dentro do programa Jornada de Carreira, como estudante e como pessoa também, porque é o que vamos levar para a nossa vida”, relatou. Segundo ela, o programa também tem ajudado a aprimorar competências que já possui, como a comunicação, que pode contribuir para sua escolha profissional

Para Ayla, as atividades ajudam a lidar com as incertezas em relação ao futuro. “Esse é meu segundo ano no programa Jornada de Carreira e isso tem me auxiliado muito a controlar meus medos com relação ao futuro, com relação às minhas escolhas. Participar do congresso também me traz expectativas para novas opções para o meu futuro e para a carreira que vou escolher”, disse. 

Jornada de Carreira

O Congresso de Carreira integra o programa Jornada de Carreira, desenvolvido pelo IEL em parceria com o SESI. A iniciativa atende alunos do 1º e 2º ano do ensino médio da rede SESI e oferece atividades como mentorias, testes vocacionais, visitas a indústrias e ações voltadas ao autoconhecimento e ao planejamento profissional

O programa é estruturado em três eixos: olhar para si, olhar para o mundo e olhar para o futuro. As etapas propõem atividades que estimulam o autoconhecimento, a compreensão das oportunidades de carreira e o planejamento de trajetórias profissionais diante das transformações tecnológicas e sociais

“O programa não é apenas um projeto: é uma bússola para orientar os jovens na travessia da adolescência para a vida adulta, com clareza, confiança e propósito”, conclui Sarah Saldanha. 

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Brasil prepara delegação para disputar a WorldSkills Shanghai 2026

Mais de 200 competidores e integrantes da equipe participaram de encontro técnico antes do embarque para a China

Brasil prepara delegação para disputar a WorldSkills Shanghai 2026

A delegação brasileira que participará da WorldSkills Shanghai 2026 está na reta final de preparação para a maior competição de educação profissional do mundo. A pouco mais de três semanas do início do evento, mais de 200 competidores, experts, intérpretes e outros integrantes da equipe estiveram reunidos em Aracruz (ES), entre 31 de agosto e 4 de setembro, para o 3º Encontro Técnico da Delegação Brasileira

O evento marcou a última etapa de preparação antes do embarque para a China, previsto para 13 de setembro. A competição será realizada em Xangai, de 22 a 27 de setembro

Ao longo dos cinco dias de preparação, os integrantes da delegação participaram de atividades voltadas aos últimos ajustes técnicos e à integração da equipe. Foram apresentadas orientações sobre a viagem e o acesso ao evento, incluindo documentação e aplicativos necessários, itens permitidos e proibidos, organização das bagagens de mão e despachadas, além de outras informações para a chegada e a permanência em Xangai

Os participantes também receberam os kits com os uniformes da nova edição da WorldSkills. A programação contou ainda com dinâmicas de grupo, rodadas de troca de experiências e uma caminhada por trilha, para fortalecer a integração e a convivência entre os integrantes da delegação. 

Durante a abertura do encontro, o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Leone de Andrade, destacou a parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) na composição da delegação brasileira e ressaltou a expectativa para a competição. “A gente sente, a cada dia que passa, que a WorldSkills está perto. Temos orgulho de fazer parte de algo tão relevante”, reforçou.

Para o gerente de Tecnologias Educacionais do SENAI, Luiz Eduardo Leão, o encontro representa o encerramento de um ciclo de preparação que, para muitos competidores, começou há mais de dois anos

“É o momento de unir todo o time, trocar essa energia que existe, fazer os ajustes finos nessa preparação, falar um pouco mais da viagem, descontrair um pouco mais. Isso é importante. Eu acho que a gente leva uma delegação grande, mas que representa a grandiosidade do nosso país. Eu entendo que o SENAI e o SENAC vão fazer um excelente trabalho em Xangai”, afirmou. 

O competidor Luiz Fernando Barbosa também destacou a importância dos encontros presenciais para aproximar os integrantes da equipe, que treinam em diferentes estados. 

“A gente sabe que cada um treina em vários estados diferentes. Então, muitas vezes, a gente não conhece todo mundo da delegação. E, quando a gente tem esses momentos, é muito legal, porque a gente consegue interagir com eles, fazer dinâmicas, conversar bastante e, sem dúvidas, é algo que fortalece muito a nossa confiança na delegação, nossa confiança no Brasil”, disse. 

Maior competição de educação profissional do mundo

Esta será a 48ª edição da WorldSkills. O evento reunirá mais de 1.400 competidores de mais de 70 países, que concorrerão a medalhas em 64 ocupações, em uma competição que reúne profissionais e estudantes considerados referências em suas áreas. 

Brasil e China são os únicos países com delegações completas, participando de todas as ocupações

Após três décadas de participação na WorldSkills, o Brasil chega à edição de Xangai consolidado entre os três melhores países no histórico da competição. Para Leone de Andrade, o desempenho brasileiro é resultado do trabalho desenvolvido ao longo de todo o ciclo de preparação. 

“Nessa etapa final, temos procurado ter o máximo de empenho e dedicação. Não é um encontro apenas de alinhamento técnico, mas também de fortalecer o nosso propósito, nossa união, esse algo maior, que é representar o nosso país”, afirmou. 

Preparação emocional

Além da preparação técnica, os participantes também participaram de atividades voltadas ao preparo emocional para a competição. O psicólogo especializado em performance e competição, Lucas Rosito, explicou que o objetivo é ajudar os competidores a chegarem à reta final mais preparados para lidar com as pressões e os desafios do evento. 

“Nesse momento, existe um misto de excitação, preocupação, mas também muito orgulho de representar o Brasil na maior competição técnica do mundo”, afirmou o psicólogo, que acompanhará a delegação durante a viagem à China. 

As atividades lúdicas realizadas durante o encontro buscaram trabalhar a motivação e, ao mesmo tempo, proporcionar momentos de descontração após meses de preparação intensa

O encerramento da programação contou com uma palestra de Paulo Storani, antropólogo, policial e consultor do filme Tropa de Elite. O especialista abordou temas como missão, trabalho em equipe, desempenho, performance e esforço, além do papel de cada integrante na representação do Brasil durante a competição. 

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