Aeroportos: Super feriado coloca quase 300 voos extras no ar
Entre a Semana Santa e Tiradentes, de 18 a 21 de abril, mais de 35 mil assentos adicionais foram comprados por viajantes de todo o país; Nordeste é a região mais procurada
Para quem esperava um bom motivo para arrumar as malas e cair na estrada — ou melhor, nos céus — abril chegou com presente duplo. A combinação dos feriados da Semana Santa e de Tiradentes vai formar um raro feriadão estendido e o turismo nacional já sente os ventos favoráveis. Entre os dias 17 e 21 de abril, companhias aéreas como Azul, GOL e LATAM vão operar 288 voos extras, com mais de 35 mil novos assentos disponíveis.
O destino mais disputado? O Nordeste, é claro — com sua mistura irresistível de sol, mar e cultura. Mas não são apenas os que buscam descanso que vão embarcar: o período também atrai devotos e fiéis em busca de cidades com forte tradição religiosa, como Juazeiro do Norte (CE), que deve receber milhares de visitantes durante a Semana Santa.
A Azul lidera a expansão, com 121 voos adicionais para cidades como Recife, Natal, Maceió e Fortaleza. A LATAM reforça sua operação com 76 voos extras, mirando destinos como Florianópolis, João Pessoa e Aracaju. Já a GOL vai adicionar 80 novas rotas, incluindo Salvador, Vitória e Goiânia na lista.
Movimentação nos destinos mais procurados
Centro-Oeste: Brasília
A Inframerica, concessionária que administra o aeroporto de Brasília, maior hub do país, estima que entre os dias 16 e 22 de abril circulem pelo terminal aproximadamente 285 mil passageiros. Para atender à demanda, as companhias aéreas pediram 19 voos extras, que somarão, nos dias de feriado, cerca de 2 mil pousos e decolagens.
Nordeste: Recife, Maceió e João Pessoa
Administrados pela concessionária Aena, os aeroportos de Recife, Maceió e João Pessoa esperam movimentação extra no feriado. Segundo a Aena, a capital pernambucana tem 1.138 voos previstos e 182.194 assentos ofertados. Na capital de Alagoas serão 300 pousos e decolagens, com uma oferta de 52.208 assentos. Já em João Pessoa, passarão 182 voos com 32.648 passageiros.
Sudeste: São Paulo (Guarulhos) e Rio de Janeiro (Galeão)
Recordista de voos no país, o aeroporto de Guarulhos deve receber, de quinta a segunda, 700 mil passageiros. Desses, 440 mil devem embarcar em voos domésticos, como para Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Outros 260 mil passageiros devem circular pelo terminal, conectando-se a 54 destinos ao redor do mundo, entre eles Santiago, Buenos Aires e Madrid.
No Rio de Janeiro o feriado vai durar ainda mais — 6 dias no total — por conta do feriado de São Jorge, na quarta-feira (23). Sendo assim, o aeroporto Tom Jobim, administrado pelo RIOGaleão, deve ter uma movimentação de 364 mil passageiros embarcando e desembarcando em 2.293 voos.
Sul: Porto Alegre
O principal aeroporto do sul do Brasil, de Porto Alegre, terá 449 voos durante o feriado prolongado, sendo 8 extras. A movimentação de passageiros por lá deve chegar a 57.673. Turistas que ficam na capital ou seguem para destinos da serra, como Gramado e Bento Gonçalves.
Orientações
Em todos os aeroportos do país, as concessionárias orientam os passageiros a chegarem ao aeroporto com antecedência de, no mínimo, duas horas para voos nacionais e três para internacionais. Eles também reforçam o uso de aplicativos das companhias aéreas para facilitar o check-in. Além disso, é importante que o passageiro fique atento ao status dos voos nos monitores espalhados pelos terminais.
Insegurança patrimonial encarece produção da indústria e piora competitividade, diz CNI
Segundo pesquisa, 62% dos industriais apontam aumento dos custos finais devido às despesas com segurança no transporte e 45% com investimentos gerais em proteção
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Empresários da indústria brasileira afirmam que aviolência e os gastos com proteção patrimonial têm elevado os custos de operação no país. Segundo pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 62% das empresas do setor apontam aumento dos custos finais devido às despesas com segurança no transporte, enquanto 45% afirmam que os investimentos gerais em segurança encarecem o preço dos produtos.
Além disso, 81% dos industriais consideram que a insegurança contribui para agravar o chamado Custo Brasil — conjunto de entraves burocráticos, estruturais e econômicos que elevam os custos de produção e reduzem a competitividade do país.
Segundo o assessor especial da CNI, Cássio Borges, os recursos destinados à proteção patrimonial acabam substituindo investimentos na indústria.
“Ao invés de fazer investimentos em tecnologia e inovação, o empresário brasileiro precisa destinar parte de seus recursos para a prevenção de ilícitos, como contratação de seguros, segurança armada privada, escoltas. Além disso, há a própria perda da mercadoria e dos insumos que são utilizados na produção”, destaca.
De acordo com o especialista, os gastos adicionais com segurança comprometem a competitividade da indústria nacional no mercado internacional.
“Isso acaba por onerar demasiadamente o produto nacional, tornando pouco competitivo frente a produtos estrangeiros, além de dificultar a inserção das empresas brasileiras no mercado internacional”, avalia.
Os resultados do levantamento foram apresentados nesta terça-feira (9), durante audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, na Câmara dos Deputados.
Mercado ilegal
Além de elevar os custos operacionais e o preço final dos produtos, a insegurança patrimonial também fortalece o mercado ilegal. Para 53% dos empresários entrevistados, ameaças ao patrimônio das empresas impulsiona significativamente a circulação de mercadorias roubadas e a expansão da economia informal. Como consequência, 32% avaliam que os impactos negativos sobre a competitividade são muito elevados.
“O roubo de cargas só acontece porque há quem compre mercadoria ilegal decorrente do ilícito. E, a partir dessa compra, há necessariamente uma revenda gerando esse mercado ilegal”, afirma Borges.
“No final das contas, há uma concorrência desleal, porque esses produtos são colocados no mercado com preços reduzidos, obviamente, porque não pagam impostos, taxas, contribuiçõese todos os encargos que são típicos de produtos vendidos regularmente”, acrescenta.
Perigo nas estradas
O estudo também revela que uma em cada cinco indústrias (20%) foi vítima de roubo ou furto de cargas rodoviárias nos últimos cinco anos. As rodovias concentram a maior parte das ocorrências: 68% dos casos aconteceram nas estradas, percentual muito superior ao registrado em áreas urbanas ou em armazéns.
Entre os itens mais visados pelos criminosos estão:
fios e cabos (60%);
ferramentas (31%);
máquinas e equipamentos de produção (23%).
Segurança cibernética
A pesquisa também acende um alerta para a segurança digital. Um em cada seis empresários industriais relatou ter sofrido algum incidente cibernético — como vazamento de dados ou ataques de ransomware (sequestro de dados) — nos últimos cinco anos. Entre as empresas afetadas, 30% registraram prejuízos financeiros decorrentes de fraudes ou do pagamento de resgates de dados.
Para proteger dados sensíveis e reforçar a segurança digital, as empresas têm adotado diferentes medidas. Entre elas:
75% realizam backups periódicos dos dados;
67% investem em softwares de segurança;
45% adotam políticas de controle de acesso e senhas mais robustas;
38% promovem treinamento para funcionários;
34% contratam equipes internas ou externas especializadas em cibersegurança
Para Cássio Borges, a segurança cibernética deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ocupar posição estratégica dentro dos negócios.
“Diante de sistemas de produção inovadores e tecnológicos, que podem ser paralisados a partir do ataque de hackers e o furto de dados pessoais, a questão deixou de ser vista meramente sob o ponto de vista técnico e passou a ser estratégico”, afirma.
Percepção sobre insegurança
A pesquisa também investigou a percepção dos industriais em relação às políticas públicas voltadas para a segurança. Apenas 4% dos entrevistados afirmaram ter percebido melhora no cenário de segurança nos últimos cinco anos.
Diante desse contexto, 54% dos empresários defendem o aumento do policiamento em áreas industriais como principal medida governamental, enquanto 53% cobram reforço da segurança ostensiva em rodovias e no transporte de cargas.
Resultado da lotofácil 3706 de terça-feira (09/06/2026)
O sorteio da Lotofácil 3706 ocorre na noite desta terça-feira (09), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
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O concurso 3706 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (09/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 5 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 341.029,77. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Senador Canedo (GO), Luisburgo (MG), Rondonópolis (MT), Curitiba (PR) e Ibiuna (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3707, que será realizado na quarta-feira, 10 de junho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta terça-feira (09), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)
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O sorteio da Mega-Sena concurso 3016 acontece nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Números sorteados Mega-Sena 3016
55 – 52 – 19 – 33 – 11 – 60
Como jogar na Mega-Sena
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
Probabilidades de acerto
Números apostados
Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números
1 em 50.063.860
7 números
1 em 7.151.980
8 números
1 em 1.787.995
9 números
1 em 595.998
10 números
1 em 238.399
15 números
1 em 10.003
Bolão
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
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