Conecte-se conosco

Economia

Voa Brasil: reservas do programa movimentaram mais de 80 municípios em oito meses

De julho do ano passado até o momento, foram reservadas mais de 35 mil passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, do Ministério de Portos e Aeroportos

Voa Brasil: reservas do programa movimentaram mais de 80 municípios em oito meses

Nos oito primeiros meses de vigência do Programa Voa Brasil, o número de cidades procuradas pelos aposentados do INSS em busca de passagens aéreas oferecidas por meio da iniciativa passou de 80. Em março, ingressaram na lista os aeroportos de Fernando de Noronha (PE), Guanambi (BA) e Teófilo Otoni (MG), chegando a um total de 82 municípios.

Desde julho do ano passado, foram reservadas 35.419 passagens no primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

Tecon Santos 10: projeto de terminal de contêineres prevê acesso rodoviário amplo e expande capacidade do porto em 50%

Entre os 20 principais destinos, somente três não são capitais: Campinas (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Porto Seguro (BA). São Paulo segue como a cidade mais procurada pelos aposentados, já que responde por quase 30% dos bilhetes, com um total de 10.261. Na sequência aparecem:

  • Rio de Janeiro (3.050)
  • Recife (2.745)
  • Fortaleza (2.453)
  • Brasília (2.268)

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, a medida permite a ampliação dos grupos usuários e contribui para o fortalecimento do Turismo. “O objetivo do programa, de incluir novos usuários no transporte aéreo, de permitir que grupos como os aposentados do INSS possam encontrar passagens mais acessíveis, sem subsídio, este objetivo está plenamente atingido”, destaca.

O Secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Tomé Franca, afirma que o programa não utiliza recursos públicos e conta com a parceria das empresas aéreas que disponibilizam vagas ociosas em datas, horários ou período de pouca demanda. Ele reforça, ainda, que a iniciativa tem boa adesão.

“Neste período, cerca de 150 mil beneficiários acessaram o sistema, resultando em 35 mil bilhetes, ou 24% dos interessados. No site das companhias aéreas, este percentual fica entre 1% e 3%, ou seja, o número de reservas confirmadas no Voa Brasil tem um percentual muito superior”, pontua.

Voa Brasil: como se cadastrar

O aposentado do INSS interessado em participar do Voa Brasil deve acessar o programa pelo site www.gov.br/voabrasil e escolher data, origem e destino. Vale lembrar que passagens de até R$ 200 serão oferecidas a quem não tenha viajado de avião nos últimos 12 meses. Cada aposentado só pode adquirir até dois trechos por ano.

Para a segunda fase do Voa Brasil, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), vai utilizar a base de dados do ProUni, Fies e Sisu para relacionar os estudantes que poderão participar do programa.

Lista: confira a lista das cidades contempladas pelo Voa Brasil nos últimos 8 meses (Fonte: MPOR)

h2 {
text-align: center;
font-family: Arial, sans-serif;
}
table {
width: 100%;
border-collapse: collapse;
}
th {
border: 1px solid black;
padding: 8px;
text-align: center;
font-weight: bold;
}
td {
border: 1px solid black;
padding: 8px;
}
td:nth-child(1), td:nth-child(2), td:nth-child(3) {
text-align: left;
}
td:nth-child(4), td:nth-child(5) {
text-align: right;
}

Região UF Cidade Destino Origem
Centro-Oeste DF Brasília 2.268 2.251
Centro-Oeste GO Goiânia 242 250
Centro-Oeste MS Campo Grande 100 94
Centro-Oeste MT Cuiabá / Várzea Grande 68 74
Centro-Oeste MT Sinop 16 12
Centro-Oeste GO Caldas Novas 12 2
Centro-Oeste MS Bonito 6 7
Centro-Oeste MT Rondonópolis 2 2
Norte PA Belém 447 432
Norte AM Manaus 373 377
Norte RO Porto Velho 85 89
Norte TO Palmas 64 61
Norte PA Santarém 42 35
Norte AC Rio Branco 32 32
Norte PA Marabá 29 31
Norte AP Macapá 18 26
Norte RR Boa Vista 17 20
Norte PA Parauapebas 9 11
Norte AM Tabatinga 6 2
Norte AM São Gabriel da Cachoeira 5 1
Norte PA Altamira 4 2
Norte AC Cruzeiro do Sul 1  
Nordeste PE Recife 2.745 2.650
Nordeste CE Fortaleza 2.453 2.283
Nordeste BA Salvador 2.024 2.020
Nordeste PB João Pessoa/Bayeux 1.324 1.082
Nordeste AL Maceió/Rio Largo 1.130 1.132
Nordeste RN Natal 1.040 1.003
Nordeste MA São Luís 708 719
Nordeste SE Aracaju 647 611
Nordeste CE Juazeiro do Norte 553 522
Nordeste BA Porto Seguro 500 491
Nordeste PI Teresina 404 342
Nordeste PE Petrolina 289 257
Nordeste BA Ilhéus 227 220
Nordeste BA Vitória da Conquista 176 181
Nordeste MA Imperatriz 88 76
Nordeste CE Cruz 26 23
Nordeste BA Barreiras 3 6
Nordeste PE Fernando de Noronha 3 3
Nordeste RN Mossoró 3 1
Nordeste PB Campina Grande 2 7
Nordeste BA Guanambi   1
Sul RS Porto Alegre 582 618
Sul PR Curitiba 354 359
Sul SC Florianópolis 297 328
Sul PR Foz do Iguaçu 212 193
Sul SC Navegantes 85 73
Sul RS Passo Fundo 46 52
Sul SC Chapecó 37 46
Sul PR Maringá 37 35
Sul PR Cascavel 30 24
Sul RS Caxias do Sul 30 37
Sul PR Londrina 27 22
Sul SC Joinville 12 12
Sul RS Pelotas 12 10
Sul RS Santa Maria 3 3
Sul PR Pato Branco 2 1
Sul PR Ponta Grossa 2 2
Sul SC Jaguaruna 1 4
Sul PR Umuarama 1 1
Sul RS Santo Ângelo   2
Sul PR Guarapuava   1
Sudeste SP São Paulo 10.261 10.569
Sudeste RJ Rio de Janeiro 3.050 3.286
Sudeste MG Belo Horizonte/Confins 997 1.044
Sudeste SP Campinas 657 733
Sudeste ES Vitória 373 404
Sudeste MG Montes Claros 34 31
Sudeste MG Uberlândia 29 35
Sudeste SP São José do Rio Preto 22 22
Sudeste SP Ribeirão Preto 14 14
Sudeste SP Presidente Prudente 6 3
Sudeste MG Goianá 3 2
Sudeste MG Uberaba 3 1
Sudeste SP Araçatuba 2 2
Sudeste MG Santana do Paraíso/Ipatinga 2 4
Sudeste SP São José dos Campos 2 2
Sudeste SP Bauru 1  
Sudeste MG Governador Valadares 1 2
Sudeste MG Teófilo Otoni 1  
Sudeste MG Varginha   1

Pixel Brasil 61

Continue Lendo
Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Café hoje: confira cotações para esta segunda-feira (14)

Cotações agrícolas abrem o dia com oscilações entre café, açúcar e milho no estado de São Paulo

Café hoje: confira cotações para esta segunda-feira (14)

O preço do café arábica abre esta segunda-feira (14) com recuo de 1,36%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.596,87 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 0,69%, sendo comercializado a R$ 992,96.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
11/09/2026 1.596,87 -1,36% -8,67% 311,64
10/09/2026 1.618,91 -1,72% -7,41% 317,31
09/09/2026 1.647,29 0,72% -5,79% 322,43
08/09/2026 1.635,57 -1,47% -6,46% 321,20
04/09/2026 1.659,93 -0,74% -5,06% 323,57

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
11/09/2026 992,96 0,69% -2,85% 193,79
10/09/2026 986,16 -1,08% -3,52% 193,29
09/09/2026 996,90 1,64% -2,47% 195,13
08/09/2026 980,78 0,42% -4,05% 192,61
04/09/2026 976,71 -0,34% -4,44% 190,39

 

O preço do açúcar cristal apresenta leve alta na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 119,18. 

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
11/09/2026 119,18 0,06% 4,77% 23,26
10/09/2026 119,11 0,70% 4,71% 23,35
09/09/2026 118,28 0,80% 3,98% 23,15
08/09/2026 117,34 0,47% 3,16% 23,04
04/09/2026 116,79 0,59% 2,67% 22,77

 

Em Santos (SP), houve recuo de 3,80%, e a mercadoria é negociada a R$ 126,44 na média de preços sem impostos.

 

Indicador Açúcar Cristal – Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
11/09/2026 126,44 -3,80% -1,13% 24,83
10/09/2026 131,43 2,11% 2,77% 25,70
09/09/2026 128,72 0,93% 0,65% 25,25
08/09/2026 127,53 0,77% -0,28% 25,08
04/09/2026 126,56 0,26% -1,04% 24,69

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,77 após recuo de 0,60%.

 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
11/09/2026 69,77 -0,60% -0,65% 13,62
10/09/2026 70,19 -0,47% -0,06% 13,76
09/09/2026 70,52 -0,54% 0,41% 13,80
08/09/2026 70,90 -0,04% 0,95% 13,92
04/09/2026 70,93 -0,18% 1,00% 13,83

 

Os dados são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Economia

Alíquota do Simples Nacional segue indefinida a menos de 20 dias para fim do prazo da escolha

Empresas têm até o dia 30 para definir se farão parte do regime e formas de recolhimento do IBS e da CBS

Alíquota do Simples Nacional segue indefinida a menos de 20 dias para fim do prazo da escolha

Empresas optantes ou que desejam ingressar no Simples Nacional têm até o dia 30 de setembro para se posicionar sobre o regime tributário de 2027. Um dos principais entraves para a tomada de decisão dos gestores e cumprimento do prazo, aberto em 1º de setembro, persiste: a ausência de uma alíquota definitiva para os novos tributos que incidem no enquadramento.

Em julho, o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) passou a trabalhar, para fins exclusivamente de projeção, com uma alíquota conjunta estimada de 27,91% — sendo 18,70% de IBS e 9,21% de CBS —, percentual que já supera a referência de 26,5% prevista em lei para a soma dos dois tributos.

A definição é cobrada há meses por entidades empresariais, como a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No período de testes deste ano foi definido 0,9% para a CBS e 0,1% do IBS, sem recolhimento efetivo para quem cumpre as obrigações acessórias. A partir de 2027, a CBS passa a ter cobrança efetiva, enquanto o IBS permanece inicialmente em 0,1%.

Contra o tempo

As companhias que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem ingressar no regime em 2027 precisam formalizar a intenção em menos de 20 dias, com efeitos a partir de 1º de janeiro do ano seguinte. Até este ano, a decisão deveria ser tomada em janeiro do ano fiscal vigente, o que acaba reduzindo a margem de planejamento das empresas na transição para o novo sistema tributário. 

Já as que estão no regime não precisam fazer nova opção para continuar nele, mas têm até o fim do mês para decidir como vão recolher os dois novos tributos da Reforma Tributária: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Os gestores podem escolher entre o modelo “puro”, em que os dois tributos seguem na guia única do Simples, ou o “híbrido”, em que são recolhidos separadamente, pelo regime regular.

Paralelamente, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar 108/2021, que atualiza os limites de faturamento do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). Atualmente, o teto anual é de R$ 81 mil para o MEI, R$ 360 mil para microempresas e R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte — valores que, segundo entidades do setor, estão defasados há mais de 8 anos em relação à inflação e ao aumento de custos.

O texto em discussão prevê elevar o limite do MEI para R$ 110 mil em 2026 e R$ 140 mil a partir de 2027. A CACB pressiona para que a atualização também alcance as demais faixas, com correção de cerca de 83% nos valores — o que levaria o teto das microempresas a aproximadamente R$ 869,4 mil e o das pequenas empresas a R$ 8,69 milhões. 

O principal impasse está no impacto fiscal da medida. Enquanto o reajuste para os microempreendedores individuais custaria R$ 8,1 bilhões até 2029, o Ministério da Fazenda estima que todo o pacote pode causar rombo de R$ 50 bilhões nas contas públicas.

Sem consenso entre Congresso e governo, a expectativa é de que a votação do PLP 108/2021 só avance depois das eleições de outubro — o que deixa o prazo de opção deste mês sem qualquer perspectiva de mudança tanto nos limites de faturamento quanto na alíquota definitiva do IBS e da CBS.

A CACB alerta que essa dupla indefinição — de limites e de alíquota — pode levar empresas a migrarem de regime tributário ou até a fechar as portas, num cenário em que o aumento nominal do faturamento, puxado pela própria inflação, nem sempre reflete crescimento real do negócio, mas pode ser suficiente para tirar a empresa do Simples Nacional.

IBS e CBS

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) — novos tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo — compõem o Imposto sobre Valor Agregado (IVA-Dual). Eles já estão sendo recolhidos desde  1º de janeiro de 2026, mas ainda em período e alíquotas testes.

O IBS substitui dois tributos antigos: 

  • o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual, 
  • e o Imposto sobre Serviços (ISS), de âmbito municipal. 

A CBS substitui os seguintes impostos federais:

  • a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), e;
  • a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Um dos últimos passos que faltam é em relação ao Imposto Seletivo (IS), que vai incidir sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A regulamentação está definida na Lei Complementar 214/25, mas as alíquotas, no entanto, dependem do envio de uma proposta pelo governo e aprovação pelo Congresso.

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Economia

Indústria naval brasileira busca negócios em ciclo de investimentos de US$ 120 bilhões

Com apoio da ApexBrasil, 20 empresas brasileiras participam da SMM 2026 em busca de investidores, fornecedores de tecnologia e parceiros para o novo ciclo do setor

Indústria naval brasileira busca negócios em ciclo de investimentos de US$ 120 bilhões

A indústria naval brasileira busca ampliar sua participação em um ciclo de investimentos que pode movimentar US$ 120 bilhões em exploração e produção de petróleo e gás entre 2026 e 2030. No mesmo período, a Petrobras prevê US$ 9,7 bilhões para a construção naval.

Para disputar parte desse mercado, uma delegação com mais de 30 representantes de 20 empresas brasileiras participou, em Hamburgo, na Alemanha, da SMM 2026, uma das principais feiras internacionais do setor marítimo.

A missão faz parte do Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore, iniciativa da Associação Brasileira das Empresas da Economia do Mar (ABEEMAR), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL). O objetivo é aproximar empresas brasileiras de investidores, fornecedores de tecnologia e potenciais parceiros internacionais.

Durante a feira, a delegação teve acesso a uma programação voltada à geração de negócios. O grupo contou com um estande brasileiro, que serviu para apresentar as empresas e projetos do setor, além de participar de reuniões com companhias internacionais, visitas técnicas e encontros com investidores e possíveis parceiros.

Para o presidente executivo da ABEEMAR, João Azeredo, a participação brasileira na SMM busca transformar a retomada da indústria em contatos comerciais e investimentos.

“Queremos apresentar a nova realidade da indústria naval e offshore brasileira e colocar nossas empresas frente a frente com quem pode investir, fornecer tecnologia, estabelecer uma joint venture ou desenvolver negócios no Brasil”, destaca

Indústria naval busca novos parceiros no exterior

A participação brasileira ocorreu em meio à retomada das encomendas e à ampliação da demanda relacionada à construção naval e às atividades offshore no país. O intuito foi apresentar esse mercado a empresas estrangeiras interessadas em estabelecer parcerias comerciais e tecnológicas, criar joint ventures, realizar investimentos produtivos ou iniciar operações no Brasil.

O estande brasileiro na SMM foi utilizado como ponto de encontro da delegação e para a apresentação das empresas participantes. A relação completa das companhias que integraram a missão e estiveram no espaço brasileiro está disponível neste link.

VEJA MAIS:

A programação incluiu ainda visitas a empresas e instalações do setor, além de reuniões previamente organizadas. A ideia foi aproximar os representantes brasileiros de tecnologias, modelos industriais e possíveis parceiros no mercado europeu e em outros mercados internacionais.

Missão dá sequência ao projeto

A ida à Alemanha é a segunda grande ação do Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore. O projeto foi apresentado durante a Navalshore 2026, realizada no Rio de Janeiro, quando foram promovidas 37 reuniões B2B entre empresas brasileiras e 15 companhias estrangeiras de sete países.

Na ocasião, os participantes indicaram uma expectativa de mais de US$ 18 milhões em negócios e investimentos nos 12 meses seguintes.

Agora, a estratégia foi levar as empresas brasileiras diretamente aos mercados internacionais. Na Navalshore, o projeto buscou trazer representantes estrangeiros para conhecer o mercado nacional. Na SMM, a proposta foi apresentar a indústria brasileira em um dos principais eventos mundiais do setor marítimo.

“A lógica é criar continuidade. Começamos conectando empresas internacionais ao Brasil durante a Navalshore e agora vamos ao encontro do mercado global na SMM. Queremos que cada ação gere relacionamentos que continuem sendo trabalhados depois do evento”, pontua Azeredo.

O Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore prevê ainda missões empresariais, participação em eventos internacionais, reuniões B2B, matchmaking, visitas técnicas e ações de promoção e inteligência de mercado.

Sobre o Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore

O Invest in Brasil – Shipbuilding & Offshore é voltado à promoção internacional da indústria naval e offshore brasileira e à atração de investimentos, tecnologias e parcerias. O projeto busca aproximar estaleiros, fornecedores e empresas brasileiras de investidores e parceiros internacionais, por meio de ações realizadas no Brasil e no exterior.
 

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Destaques