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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 206.825 pontos

Volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 206.825 pontos

O Ibovespa fechou esta terça-feira (13) em queda de 1,07%, aos 206.825,31 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira interrompeu a sequência após o recorde histórico de 209.066,90 pontos registrado na sexta-feira (9), em meio à cautela dos investidores com o cenário eleitoral brasileiro e às tensões geopolíticas no exterior.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3) +73,31%
  • Viver Incorporadora e Construtora S.A. (VIVR3F) +62,39%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) -40,00%
  • Porto Sudeste VM SA (PSVM11F) -25,93%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

 

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,02

O euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,02

O dólar comercial registrou valorização de 0,69% nesta terça-feira (13), fechando o dia vendido a R$ 5,02.

De acordo com o Investing.com, a moeda americana abriu a sessão em alta frente ao real, após uma pesquisa eleitoral indicar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

Por volta das nove e meia da manhã, a moeda norte-americana registrava alta de 0,60%, cotada a R$ 5,02 para venda. No mercado futuro, o contrato com vencimento em novembro avançava 0,41%, negociado a R$ 5,03.

O levantamento do instituto Nexus, em parceria com o BTG Pactual, apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os candidatos estavam tecnicamente empatados. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,32 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1990 0,1777 0,1501 31,5013 0,1657 0,2829 0,2850
USD 5,0263 1 0,8931 0,7545 158,33 0,8328 1,4219 1,4323
EUR 5,6282 1,1197 1 0,8448 177,29 0,9325 1,5921 1,6037
GBP 6,6616 1,3253 1,1837 1 209,85 1,1037 1,8845 1,8983
JPY 0,0317 0,0063 0,0056 0,0048 1 0,5260 0,0090 0,0090
CHF 6,0354 1,2008 1,0725 0,9060 190,13 1 1,7074 1,7198
CAD 3,5349 0,7033 0,6280 0,5306 111,35 0,5857 1 1,0072
AUD 3,5088 0,6982 0,6236 0,5268 110,55 0,5814 0,9928 1

 

Os dados são da Investing.com. 

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Economia

Temporais afetam 2,2 milhões de pessoas no Sul; 419 municípios decretam situação de anormalidade

CNM estima R$ 1,8 bilhão em prejuízos e registra ocorrências de inundações, vendavais, granizo e deslizamentos entre julho e setembro

Temporais afetam 2,2 milhões de pessoas no Sul; 419 municípios decretam situação de anormalidade

Chuvas intensas e temporais afetaram 2,2 milhões de pessoas na Região Sul do Brasil entre julho e setembro de 2026. No mesmo período, 419 municípios decretaram situação de anormalidade. Os prejuízos chegaram a R$ 1,8 bilhão. As informações foram divulgadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Os dados constam da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, referente ao período de 1º de julho a 30 de setembro. O levantamento registra ocorrências de deslizamentos, alagamentos, inundações, vendavais e granizo, além de um tornado na região.

No Paraná, o documento aponta impactos em áreas do norte e do noroeste do estado. O Vale do Ribeira também registra ocorrências. Em Santa Catarina, houve danos no Planalto Norte e o Meio-Oeste. Já no Rio Grande do Sul, o boletim menciona registros em diferentes áreas do território estadual, sem especificar os municípios.

O Sul apresentou o terceiro maior volume de prejuízos entre as regiões brasileiras, atrás do Nordeste, com R$ 5,7 bilhões, e do Sudeste, com R$ 4 bilhões.

Considerando os valores arredondados divulgados pela CNM, o R$ 1,8 bilhão estimado para o Sul representa aproximadamente 14% do total nacional, de R$ 12,6 bilhões.

As 2,2 milhões de pessoas afetadas na região correspondem a cerca de 32% do total de 6,9 milhões registrado em todo o país. Esse indicador não deve ser confundido com o número de pessoas que precisaram deixar suas casas, estimado em 87,7 mil no balanço nacional.

O resumo regional não detalha a distribuição dos prejuízos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nem informa quantas moradias foram atingidas exclusivamente na Região Sul. 

Para melhorar a preparação diante de novos desastres, a CNM recomenda revisar os planos municipais de contingência, organizar abrigos e definir rotas de evacuação.

A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, também orienta os gestores a mapear áreas de risco e aprimorar a comunicação com a população.
 

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Nordeste tem 319 municípios em emergência e R$ 5,7 bilhões em prejuízos com desastres

Seca e estiagem afetaram cerca de 1,4 milhão de pessoas na região; agricultura concentrou R$ 3,4 bilhões em perdas

Nordeste tem 319 municípios em emergência e R$ 5,7 bilhões em prejuízos com desastres

O Nordeste registrou 319 municípios com decretos de situação de emergência e cerca de 1,4 milhão de pessoas afetadas pela seca e pela estiagem entre julho e setembro de 2026. No período, os prejuízos provocados por desastres na região foram estimados em R$ 5,7 bilhões. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

As informações fazem parte da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, que abrange o período de 1º de julho a 30 de setembro. Segundo a CNM, os decretos de emergência foram registrados em municípios dos nove estados nordestinos.

A agricultura concentrou a maior parte das perdas regionais, com R$ 3,4 bilhões em prejuízos. 

Entre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste apresentou o maior volume de prejuízos. Os R$ 5,7 bilhões estimados representam cerca de 45% dos R$ 12,6 bilhões registrados em todo o país. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 4 bilhões, enquanto o Sul contabilizou R$ 1,8 bilhão.

VEJA MAIS:

A CNM relaciona o cenário regional à intensificação da seca e da estiagem no contexto do El Niño. O resumo do levantamento, porém, não detalha quais são os 319 municípios em situação de emergência, como as perdas se distribuem entre os estados nem quantos produtores rurais foram afetados.

Em todo o Brasil, os desastres registrados no trimestre afetaram 6,9 milhões de pessoas em 1.035 municípios. O balanço também contabiliza 25 mortes e 87,7 mil pessoas que tiveram de deixar suas casas. Esses números abrangem diferentes tipos de ocorrência e, portanto, não correspondem exclusivamente aos efeitos da seca e da estiagem no Nordeste.

Para preparar os municípios para possíveis impactos do El Niño, a CNM recomenda revisar os planos de contingência, mapear áreas de risco e organizar a comunicação com a população. As orientações constam da Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, sobre os possíveis efeitos do fenômeno nos anos de 2026 e 2027.
 

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