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Economia

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após alta de 0,35%

Moeda norte-americana avançou com a queda do petróleo e repercussão do resultado da produção industrial brasileira

Dólar fecha o último pregão aos R$ 5,13, após alta de 0,35%

O dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,13, após alta de 0,35%.

A moeda norte-americana ganhou força frente ao real em um dia marcado pela queda dos preços internacionais do petróleo. O barril do Brent recuou para abaixo de US$ 80, refletindo a expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Como o Brasil é um importante exportador da commodity, o movimento pressionou a moeda brasileira.

No mercado doméstico, os investidores também repercutiram o resultado da produção industrial de junho. O setor registrou queda de 1,8% no mês, desempenho pior que o esperado pelos analistas, reforçando as expectativas em torno dos próximos passos da política monetária.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,93.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

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Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1951 0,1687 0,1445 30,7815 0,1579 0,2744 0,2760
    USD 5,1263 1 0,8674 0,7435 157,81 0,8094 1,4068 1,4196
    EUR 5,9277 1,1529 1 0,8573 181,92 0,9330 1,6214 1,6369
    GBP 6,8972 1,3449 1,1665 1 212,22 1,0885 1,8915 1,9097
    JPY 0,0325 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,5129 0,0089 0,0090
    CHF 6,3335 1,2355 1,0716 0,9187 194,98 1 1,7378 1,7542
    CAD 3,6445 0,7109 0,6167 0,5287 112,19 0,5755 1 1,0094
    AUD 3,6209 0,7043 0,6110 0,5238 111,13 0,5700 0,9907 1

Os dados são da Investing.com

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Economia

Ibovespa fecha último pregão aos 177.726 pontos

O volume total negociado na B3 foi de R$ R$ 18.200.000.000, em meio a 3.853.463 negócios

Ibovespa fecha último pregão aos 177.726 pontos

O Ibovespa fechou esta segunda-feira (3) aos 177.726 pontos.

O mercado financeiro reagiu com cautela após o anúncio da composição da chapa presidencial que terá o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O volume de negócios ficou paralisado no pregão de hoje, com os investidores evitando grandes apostas antes de o Banco Central anunciar a nova taxa básica de juros.

 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3F) +54,17%
  • Infracommerce CXAAS SA (IFCM3) +52,35%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) −55,56%
  • Wetzel S.A. Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (MWET4) −19,89%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 18.200.000.000, em meio a 3.853.463 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  
 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.   

 

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,12

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,12

O dólar fechou esta quarta-feira (5) cotado a R$ 5,12. Após duas sessões consecutivas de ganhos, o dólar comercial voltou a recuar frente ao real, encerrando o dia com ligeira baixa de 0,06%. 

O movimento acompanhou o enfraquecimento global da moeda norte-americana perante divisas de países emergentes. 

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, recuou 0,15% e fechou aos 99,71 pontos. 
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1953 0,1684 0,1445 30,8109 0,1576 0,2736 0,2757
USD 5,1201 1 0,8655 0,7426 157,76 0,8072 1,4010 1,4169
EUR 5,9383 1,1554 1 0,8580 182,27 0,9325 1,6187 1,6370
GBP 6,8929 1,3466 1,1655 1 212,45 1,0869 1,8866 1,9080
JPY 3,24547 0,633894 0,54864 0,470733 1 0,5116 0,88809 0,89815
CHF 6,3438 1,2390 1,0724 0,9201 195,46 1 1,7358 1,7555
CAD 3,6543 0,7138 0,6178 0,5301 112,61 0,5761 1 1,0114
AUD 3,6275 0,7058 0,6109 0,5241 111,34 0,5697 0,9888 1

 

Os dados são da Investing.com
 

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Economia

CNI: industriais projetam aumento da dívida bancária e crédito mais caro

Juros elevados e necessidade de financiar despesas operacionais pressionam o caixa das empresas do setor

CNI: industriais projetam aumento da dívida bancária e crédito mais caro

Quatro em cada dez empresas industriais (39%) projetam aumento da dívida bancária nos próximos três meses, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A expectativa é influenciada pelos juros altos e pela necessidade de financiar despesas do dia a dia, como compra de matérias-primas, pagamento de salários e tributos

Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, apesar dos três cortes de juros realizados em 2026, a taxa Selic — atualmente em 14,25% ao ano — permanece em nível elevado e continua pressionando a atividade industrial

“Uma boa parte dessas empresas que esperam ter que buscar mais crédito, também esperam ter que fazer essa operação a um custo mais elevado. Isso mostra uma maior pressão, não só sobre o caixa, mas também para que elas consigam honrar seus compromissos financeiros e operacionais. Esse cenário tende a se refletir no endividamento e na rentabilidade das empresas”, avalia.

Crédito mais caro

Segundo o levantamento, mais da metade das empresas consultadas (53%) acredita que precisarão aumentar a busca por crédito para financiar contas a pagar. A estratégia é utilizada para cumprir compromissos com fornecedores, pagar tributos e outras despesas operacionais. Além disso, 38% dos empresários esperam contratar esses recursos a juros mais elevados

A pesquisa também avaliou a necessidade de financiamento de contas a receber, situação que ocorre quando a empresa vende produtos a prazo, mas precisa de recursos imediatos para manter as despesas em dia. Nos próximos três meses, 47% dos empresários ouvidos devem ampliar a tomada de crédito para cobrir essa diferença no fluxo de caixa. Para 42% dos industriais consultados, esses recursos deverão ser obtidos a um custo mais elevado

Em relação ao financiamento de estoques, 42% das empresas preveem aumentar a tomada de crédito para comprar, produzir ou manter mercadorias e insumos. Apenas 13% esperam reduzir a necessidade desse tipo de financiamento. No total, 42% dos respondentes também projetam aumento dos juros cobrados pelos bancos para financiar os estoques. 

Segundo o gerente de Política Econômica da CNI, Kleber de Castro, embora os juros tenham começado a cair, a política monetária ainda é bastante restritiva, o que ajuda a explicar a percepção dos empresários

“A percepção empresarial de custos financeiros elevados e viés de alta nos juros das operações de crédito é consistente com o ciclo de política monetária em curso: o ritmo de flexibilização é gradual, a taxa de juros real ex-ante segue próxima a dois dígitos e a transmissão da política monetária ao custo do crédito produtivo opera com defasagens que limitam qualquer alívio dentro do horizonte de três meses coberto pela consulta”, aponta.

Margens de lucro apertadas e preços em alta

A pesquisa também revela uma percepção predominantemente negativa dos empresários em relação à rentabilidade no curto prazo. Mais da metade dos entrevistados (58%) estima uma redução da margem de lucro líquida nos próximos três meses.

“Além de as empresas estarem esperando um maior endividamento, quase 58% delas também estão esperando um achatamento da sua rentabilidade. Elas estão imaginando, então, uma compressão na sua margem financeira e isso pode se refletir nos próprios preços de vendas”, afirma Maria Virginia Colusso. 

Diante desse cenário, 37% das empresas pretendem aumentar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto 51% esperam mantê-los estáveis

O levantamento completo está disponível na aba de Publicações do site da CNI

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