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Economia

Café hoje: confira cotações para esta sexta-feira (19)

O café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24

Café hoje: confira cotações para esta sexta-feira (19)

O preço do café arábica inicia esta sexta-feira (19) com recuo de 0,67%. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.495,05 na capital paulista.

Já o café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 1.495,05 -0,67% -3,90% 288,79
17/06/2026 1.505,10 2,10% -3,25% 294,25
16/06/2026 1.474,18 3,26% -5,24% 289,74
15/06/2026 1.427,63 0,77% -8,23% 281,53
12/06/2026 1.416,69 0,32% -8,93% 279,81

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 1.018,24 1,30% 6,90% 196,68
17/06/2026 1.005,16 1,69% 5,52% 196,51
16/06/2026 988,50 1,48% 3,77% 194,28
15/06/2026 974,12 -0,10% 2,26% 192,10
12/06/2026 975,12 0,80% 2,37% 192,60

O açúcar cristal apresenta redução no mercado de São Paulo. A saca de 50 quilos está cotada a R$ 90,75, após queda de 0,80%.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ – SÃO PAULO

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 90,75 -0,80% -2,42% 17,53
17/06/2026 91,48 -0,67% -1,63% 17,88
16/06/2026 92,10 -1,63% -0,97% 18,10
15/06/2026 93,63 0,85% 0,68% 18,46
12/06/2026 92,84 0,72% -0,17% 18,34

Em Santos (SP), houve alta de 1,03%, com a mercadoria negociada a R$ 102,71, considerando a média de preços sem impostos.

Indicador Açúcar Cristal – Santos (FOB)

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 102,71 1,03% -0,13% 19,90
17/06/2026 101,66 0,45% -1,15% 20,08
16/06/2026 101,20 1,12% -1,59% 19,93
15/06/2026 100,08 -0,73% -2,68% 19,85
12/06/2026 100,82 -1,59% -1,96% 19,83

O milho também registra leve desvalorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 62,89, após diminuição de 0,16%.

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 62,89 -0,16% -3,11% 12,15
17/06/2026 62,99 -0,10% -2,96% 12,31
16/06/2026 63,05 0,13% -2,87% 12,39
15/06/2026 62,97 -1,93% -2,99% 12,42
12/06/2026 64,21 0,28% -1,08% 12,68

Os valores são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.     
  

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Economia

Quase metade dos industriais prevê aumento do endividamento nos próximos três meses, aponta CNI

Empresários esperam recorrer mais ao financiamento para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa

Quase metade dos industriais prevê aumento do endividamento nos próximos três meses, aponta CNI

Cerca de 45% dos empresários industriais esperam aumento do endividamento bancário nos próximos três meses. É o que mostra uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a tendência é de crescimento do passivo das empresas diante da maior necessidade de recorrer ao crédito para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa

A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, explica que a demanda por financiamento reflete a pressão sobre o capital de giro em um ambiente de juros ainda elevados

“Mesmo com um corte da Selic (taxa básica de juros) para 14,25% ao ano, o juro real ainda está em torno de 10% ao ano. Então, isso ainda é uma política monetária bastante restritiva”, afirma.

Segundo a especialista, uma parcela significativa das empresas espera precisar de mais recursos para financiar o ciclo operacional, manter estoques e obter mais prazo junto aos fornecedores

“Isso indica que essas empresas precisam de mais recursos para sustentar o intervalo entre vender e receber. O problema é que essa necessidade de crédito vem acompanhada de uma expectativa de ter que tomar esse crédito a um custo mais caro”, destaca.

Para Colusso, a reversão desse cenário depende de uma redução sustentável do custo do crédito

“A principal medida para mudar esse quadro é uma redução sustentável do custo do crédito, e isso precisa vir acompanhado de uma condição de acesso ao crédito para capital de giro e investimentos, para que o financiamento volte a cumprir a sua função produtiva”, recomenda.

Financiamento de contas a receber

Mais da metade (51%) das empresas consultadas projeta aumento da necessidade de recorrer a financiamentos com contas a receber como garantia nos próximos três meses. Segundo a CNI, o movimento está associado, principalmente, ao risco de inadimplência ou de atrasos nos pagamentos por parte dos clientes. 

Além disso, 45% dos industriais esperam alta nos juros cobrados pelos bancos nessas operações

Financiamento de estoques

A pesquisa mostra ainda que 48% dos empresários preveem maior necessidade de financiamento para manter estoques de insumos e mercadorias nos próximos três meses, enquanto apenas 9% esperam redução

Para a CNI, fatores como aumento do tempo de venda e maiores custos de carregamento podem exigir mais recursos para sustentar os estoques no curto prazo. 

Ao todo, 45% dos respondentes acreditam que os juros cobrados nessas operações também vão subir

Financiamento das contas a pagar

Entre os industriais consultados, 59% esperam aumento da procura por crédito para financiar contas a pagar nos próximos três meses. Segundo a CNI, o resultado sinaliza uma maior necessidade de alongar prazos de pagamento de insumos e mercadorias, em razão das pressões sobre o fluxo de caixa e da dificuldade de compatibilizar os pagamentos aos fornecedores com o ritmo de recebimento pelas vendas

Mais da metade das empresas (52%) acredita que os juros dessas operações deverão subir

“O endividamento mais elevado e o encarecimento do crédito afetam a economia por diferentes canais. Para as empresas, isso aumenta as despesas financeiras, comprime a rentabilidade, reduz a capacidade de investir, inovar, ampliar a produção e modernizar o parque industrial”, afirma Colusso. 

Margens menores e repasse aos preços

O estudo também revela que 64% dos industriais esperam redução da margem líquida dos negócios — indicador que mede a relação entre lucro e faturamento.

Para compensar a perda de rentabilidade, 51% das empresas pretendem elevar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto apenas 7% devem reduzi-los, indicando que parte das pressões de custos tende a ser repassada ao consumidor. Outros 43% dos industriais esperam manter os preços atuais.

“Quando a empresa não consegue repassar esse custo financeiro mais elevado para os preços de venda — seja pelo medo de perder mercado ou pela concorrência —, a consequência é a redução das margens, menos investimento e risco de perder competitividade”, explica.

Na avaliação da analista da CNI, a manutenção de juros elevados por um período prolongado reduz o dinamismo da indústria, enfraquece a geração de emprego e renda e limita o crescimento da economia

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Boi gordo hoje: confira cotações para esta sexta-feira (19)

Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54

Boi gordo hoje: confira cotações para esta sexta-feira (19)

O preço do boi gordo registra recuo nesta sexta-feira (19). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,15, após queda de 0,47%.

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
18/06/2026 347,15 -0,47% -0,73% 67,06
17/06/2026 348,80 -0,19% -0,26% 68,19
16/06/2026 349,45 -0,99% -0,07% 68,68
15/06/2026 352,95 -0,13% 0,93% 69,60
12/06/2026 353,40 -0,11% 1,06% 69,80

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,31.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
17/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
16/06/2026 7,29 -0,55% 3,70%
15/06/2026 7,33 0,69% 4,27%
12/06/2026 7,28 0,00% 3,56%

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ – ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 7,31 0,00% 3,69%
17/06/2026 7,31 0,00% 3,69%
16/06/2026 7,31 -0,41% 3,69%
15/06/2026 7,34 0,55% 4,11%
12/06/2026 7,30 0,00% 3,55%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra estabilidade na maioria das praças. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o animal ainda é comercializado a R$ 4,97.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 8,54 0,95% -1,04%
17/06/2026 8,46 0,00% -1,97%
16/06/2026 8,46 -0,12% -1,97%
15/06/2026 8,47 0,12% -1,85%
12/06/2026 8,46 1,20% -1,97%

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 MG – posto 5,95 0,00% 5,87%
18/06/2026 PR – a retirar 4,70 0,00% -0,42%
18/06/2026 RS – a retirar 4,97 0,00% -2,93%
18/06/2026 SC – a retirar 4,81 0,00% -1,64%
18/06/2026 SP – posto 5,27 -0,19% -0,57%

Os dados são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.     

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Economia

SOJA E TRIGO: confira os preços dos grãos nesta sexta-feira (19)

O trigo registra alta de preços nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul.

SOJA E TRIGO: confira os preços dos grãos nesta sexta-feira (19)

A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (19) em alta tanto no interior do Paraná quanto na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta valorização de 0,62%, com a saca negociada a R$ 124,68. Especificamente em Paranaguá, a elevação é de 1,77%, levando a cotação para R$ 133,39.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 124,68 0,62% 0,36% 24,08
17/06/2026 123,91 0,01% -0,26% 24,22
16/06/2026 123,90 0,99% -0,27% 24,35
15/06/2026 122,68 -1,61% -1,25% 24,19
12/06/2026 124,69 -0,83% 0,37% 24,63

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ – PARANAGUÁ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 133,39 1,77% 2,51% 25,77
17/06/2026 131,07 -0,90% 0,73% 25,62
16/06/2026 132,26 2,34% 1,64% 25,99
15/06/2026 129,24 -0,47% -0,68% 25,49
12/06/2026 129,85 -1,46% -0,21% 25,65

Trigo

Já o trigo registra alta de preços nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.377,64. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.321,16.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
18/06/2026 1.321,16 0,35% -0,91% 255,20
17/06/2026 1.316,54 -0,30% -1,25% 257,39
16/06/2026 1.320,44 -0,37% -0,96% 259,52
15/06/2026 1.325,40 0,01% -0,59% 261,37
12/06/2026 1.325,29 0,00% -0,60% 261,76

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ – PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
18/06/2026 1.377,64 0,07% 1,33% 266,11
17/06/2026 1.376,72 0,54% 1,26% 269,15
16/06/2026 1.369,37 -0,34% 0,72% 269,14
15/06/2026 1.374,06 -0,21% 1,06% 270,96
12/06/2026 1.376,98 -0,07% 1,28% 271,97

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.        
 

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