Conecte-se conosco

Esportes

Resultado da Loteria Federal 6105 de hoje (30/09/2026): bilhetes sorteados

A Loteria Federal 6105 é sorteada nesta quarta-feira (30/09/2026), às 20h, e o resultado sai nesta página minutos depois.

Resultado da Loteria Federal 6105 de hoje (30/09/2026): bilhetes sorteados

O sorteio da Loteria Federal concurso 6105 acontece nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 6105.

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.

O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação

Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.

O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

Último resultado da Loteria Federal (concurso 6104)

Veja o resultado da Loteria Federal 6104.

Redação Brasil 61

Pixel Brasil 61

Continue Lendo
Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esportes

Resultado da Lotofácil 3793 de hoje (30/09/2026): números sorteados

A Lotofácil 3793 é sorteada nesta quarta-feira (30/09/2026), às 21h, e o resultado sai nesta página minutos depois.

Resultado da Lotofácil 3793 de hoje (30/09/2026): números sorteados

O sorteio da Lotofácil concurso 3793 acontece nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3793.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Último resultado da Lotofácil (concurso 3792)

Veja o resultado da Lotofácil 3792.

Redação Brasil 61

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Esportes

Campina Grande (PB): 92 famílias receberam unidades do Minha Casa, Minha Vida

Apartamentos beneficiam paraibanos da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, com renda familiar de até R$ 2.640; investimento no Residencial Belvedere chega a R$ 16,1 milhões

Campina Grande (PB): 92 famílias receberam unidades do Minha Casa, Minha Vida

O governo federal entregou, nesta quarta-feira (30), 92 unidades habitacionais do Residencial Belvedere, em Campina Grande (PB). O investimento no residencial chega a R$ 16,1 milhões e os apartamentos beneficiam famílias da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, com renda familiar de até R$ 2.640.

A cerimônia foi realizada no bairro Serrotão e teve a participação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, que representou o governo federal.

Durante a entrega, o ministro ressaltou que o programa habitacional tem o papel de mudar a realidade das famílias beneficiadas.

​“Nada dignifica mais uma pessoa, uma família, do que a conquista do seu lar, sua moradia. 92 famílias vão ter um lar novo, uma casa nova, vão ter onde abrigar sua família melhor e onde realizar seus sonhos”, afirmou Gustavo Feliciano.

O ministro também destacou as ações do Ministério do Turismo (MTur) com enfoque no potencial turístico de Campina Grande, especialmente o São João, considerado um dos principais eventos culturais e econômicos da cidade.

​”O país tem vivido o melhor momento do turismo, batendo todos os recordes. Com a contribuição da nossa Campina Grande, aportamos aqui no Maior São João do Mundo R$ 2 milhões do Governo Federal, para que vocês pudessem curtir o Maior São João do Mundo”, mencionou o chefe da pasta.

Beneficiários 

​Entre as famílias que receberam as chaves no Residencial Belvedere está Elaine Maria da Silva, de 43 anos. Ela morou de aluguel por mais de 15 anos e, agora, recebeu o apartamento próprio nesta quarta-feira (30).

Elaine conta que pagava R$ 800 de aluguel, R$ 100 de energia e R$ 100 de água e que agora a realidade dela vai mudar. “Para mim, a casa própria é a realização de um sonho que parecia impossível”, disse.

A beneficiária destacou, ainda, a importância do suporte do programa federal para conquistar o próprio imóvel. “Esse subsídio é uma ajuda gigantesca. Assim como eu consegui, outros também podem conseguir”, completou.

Elaine Maria compartilhou, ainda, que o período em que morou de aluguel resultou em perdas econômicas e de bens materiais. No entanto, comemorou a nova conquista como o início de uma nova etapa. 

“É um novo caminho. Daqui para a frente, só espero melhorias. Aluguel, nunca mais. Já mandei fazer toda a mobília. Vou deixar do jeito que eu quero. Porque quem vive de aluguel sabe que a gente perde muito. Tanto em valor, como em bens materiais. E agora eu vou fazer a mobília do meu gosto. Vou deixar do jeito que eu quero”, mencionou a beneficiária.

Na última terça-feira (29), o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, também participou da entrega de apartamentos no Residencial Villa Bela, em João Pessoa (PB).

    

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Esportes

Mediação busca acordo; arbitragem termina em decisão: entenda a diferença

Pequenas e médias empresas podem recorrer aos mecanismos para resolver conflitos fora do Judiciário; CEMAAC, da ACSP, registrou 42 arbitragens e 328 mediações entre 2022 e 2025

Mediação busca acordo; arbitragem termina em decisão: entenda a diferença

A Lei nº 9.307/1996, conhecida como Lei de Arbitragem, completou 30 anos neste mês. Apesar da idade, a norma segue sendo considerada uma das mais modernas do mundo sobre o tema, servindo de referência e modelo para outros países. Ao longo dessas três décadas, no entanto, a ferramenta se consolidou majoritariamente como instrumento voltado para grandes empresas e contratos de alto valor, o que pode ser uma visão limitante e distante da realidade.

Segundo Guilherme Giussani, diretor técnico da Câmara Empresarial de Mediação e Arbitragem (CEMAAC), vinculada à Associação Comercial de São Paulo (ACSP), não existe qualquer restrição quanto a quem pode recorrer à arbitragem. “Toda pessoa física e toda pessoa jurídica pode utilizar do procedimento de arbitragem. Não existe nenhuma limitação em relação à classificação da empresa ou tipo empresarial”, afirma. 

O único requisito técnico é que o conflito trate de direitos patrimoniais disponíveis. Ou seja, qualquer questão que tenha valor econômico e possa ser negociada entre as partes. Na prática, isso abrange praticamente toda a cadeia contratual de um empresário: contratos de locação, prestação de serviços, contrato social da empresa e acordos entre sócios, entre outros.

Uma das principais diferenças entre a arbitragem e o processo judicial tradicional está no tempo de tramitação. Para o advogado Roberto Mateus Ordine, presidente da CEMAAC e vice-presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp), essa é uma das vantagens decisivas para viabilizar o acesso de pequenas empresas ao instrumento. “Hoje, se o pequeno recorrer ao Judiciário, seja ele em qual escala for, a demora processual é de 5 a 10 anos, porque você tem as várias instâncias e elas são morosas. Na questão da arbitragem, você reduz esse prazo de conflito para 1 ano”, explica.

Procedimento

A forma mais recomendada de acesso à ferramenta é a inclusão de uma cláusula de arbitragem já no nascimento do contrato, no mesmo trecho reservado à eleição de foro. A CEMAAC disponibiliza um modelo de cláusula pronto para uso, o que evita discussões futuras sobre a forma de resolução de eventuais conflitos. Quando o contrato não prevê essa cláusula e o conflito já existe, ainda é possível recorrer à arbitragem por meio de um compromisso arbitral, documento assinado pelas partes em conflito que formaliza a escolha pela via arbitral mesmo após o problema ter surgido.

Para dar entrada em um procedimento, a câmara exige a apresentação de um requerimento de arbitragem, que deve reunir documentos pessoais e da empresa, procuração do advogado responsável, um breve relato sobre o conflito, o contrato relacionado à disputa, o valor da demanda e a cláusula que elege a câmara, quando existente — peça equivalente a uma petição inicial. Embora a lei não exija formalmente a presença de um advogado, a CEMAAC recomenda o acompanhamento profissional, já que o procedimento envolve discussões jurídicas, produção de provas e definição de obrigações entre as partes. Dúvidas sobre o processo podem ser esclarecidas pelo e-mail cemac@ccsp.com.br ou pelo telefone (11) 3180-3434.

A câmara da ACSP também se diferencia pelo modelo de custos: diferentemente das grandes câmaras internacionais, historicamente estruturadas para litígios de alto valor, a CEMAAC desenhou sua estrutura para aproximar a arbitragem de pequenas e médias empresas com preços e prazos compatíveis com a realidade desses negócios.

Mediação

A lei sancionada em 1996 também trouxe outra forma de resolução de conflitos contratuais e que comumente é confundido com a arbitragem: a mediação. Segundo Giussani, a mediação costuma ser indicada para conflitos em que existe uma relação duradoura a ser preservada, como disputas societárias em empresas familiares ou contratos de locação e prestação de serviço de longa data, já que busca um consenso entre as partes com o auxílio de um mediador. Já a arbitragem funciona de forma mais próxima a um processo judicial, sem necessariamente buscar uma solução amigável.

“A mediação é a busca de um consenso e a arbitragem, via de regra, não busca uma solução amigável. Ela finaliza o procedimento com uma sentença arbitral, que tem força judicial, é reconhecida como um título executivo judicial, mesmo poder que uma sentença dada pelo Estado, e é dada por um árbitro que é escolhido pelas partes. Ou seja, a mediação é a busca de um acordo e a arbitragem é uma decisão definitiva”, resume Giussani.

A CEMAAC

Com quatro anos de atuação, a CEMAAC já soma 79 unidades de atendimento pelo país. Entre 2022 e 2025, a câmara registrou 42 procedimentos de arbitragem, com valores envolvidos que ultrapassam R$ 16 milhões no período, além de 328 procedimentos de mediação, somando mais de R$ 1,3 milhão. Entre os temas mais recorrentes nas arbitragens estão contratos imobiliários, agronegócios, contratos empresariais e conflitos societários; já nas mediações, predominam contratos empresariais, assuntos societários e questões imobiliárias.

A trajetória da arbitragem na Associação Comercial de São Paulo antecede em décadas a própria lei: em 1927, a entidade já havia criado, em parceria com câmaras de comércio estrangeiras, uma Câmara de Arbitragem Internacional, iniciativa pioneira que não prosperou à época por falta de reconhecimento do Judiciário. Após a promulgação da Lei de Arbitragem, a ACSP criou a CEMAAC, justamente com o objetivo de tornar o modelo mais ágil, acessível e menos oneroso para as pequenas e médias empresas.

Três décadas depois de sancionada, a Lei de Arbitragem segue como um marco de segurança jurídica para as relações privadas no país. O desafio que permanece, segundo os especialistas da CEMAAC, não está mais na legislação em si, mas em levar o conhecimento sobre a ferramenta a quem mais pode se beneficiar dela: o pequeno e o médio empresário.

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Destaques