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Cotidiano

O TEMPO E A TEMPERATURA: calor intenso e pancadas de chuva marcam a quarta-feira (16) na Região Norte

Temperaturas alcançam 40°C em Palmas, enquanto a instabilidade predomina sobre o Amazonas, Rondônia e Acre

O TEMPO E A TEMPERATURA: calor intenso e pancadas de chuva marcam a quarta-feira (16) na Região Norte

A quarta-feira (16) será de calor expressivo e tempo abafado em toda a Região Norte, com as temperaturas máximas chegando aos 40°C. Enquanto a instabilidade associada ao calor e à umidade espalha pancadas de chuva e trovoadas por grande parte do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, o tempo firme com céu encoberto predomina no extremo leste regional, entre o Amapá e o litoral do Pará.

No Amazonas, o dia segue abafado e com instabilidade generalizada. No oeste e noroeste do estado, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Já na faixa central, leste e sul amazonense, o quadro é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Manaus, os termômetros oscilam entre 27°C e 37°C, sob muitas nuvens com pancadas de chuva.

No Pará, as condições climáticas variam entre as regiões. No centro, leste, nordeste e no Arquipélago do Marajó, o céu fica com muitas nuvens, sem registro de chuva. No sudoeste e oeste paraense, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Belém, os índices ficam entre 24°C e 35°C, com muitas nuvens.

No Acre, a previsão aponta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território estadual. Na capital, Rio Branco, a mínima registrada é de 20°C e a máxima alcança 34°C, com muitas nuvens com chuva isolada.

Em Rondônia, o ar quente favorece pancadas de chuva em todo o estado. No norte e centro rondoniense, o tempo apresenta muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, padrão observado em Porto Velho, onde a temperatura varia de 24°C a 35°C. Já no sul e sudeste do estado, ocorrem muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

No Tocantins, as altas temperaturas ditam o ritmo do dia, com predomínio de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na maior parte das áreas. Em Palmas, a tarde registra o maior pico térmico da região, com mínima de 24°C e máxima de 40°C, sob muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada.

Em Roraima, o dia transcorre com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas cobrindo o estado. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima chega aos 37°C, com muitas nuvens com chuva isolada.

No Amapá, o padrão meteorológico segue uniforme, marcado apenas pela presença de muitas nuvens e ausência de precipitações. Em Macapá, a temperatura mínima é de 25°C e a máxima alcança os 33°C.

 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira de tempo frio e úmido com máxima de 20°C em Curitiba

Inmet alerta para ventos costeiros e declínio de temperatura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira de tempo frio e úmido com máxima de 20°C em Curitiba

A Região Sul enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro de 2026, dominada pelo ar frio e úmido trazido por um sistema de alta pressão de origem polar na costa do país. A nebulosidade densa e os ventos do quadrante sul mantêm a sensação térmica baixa, exigindo agasalhos nas serras e no planalto. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Declínio de Temperatura e Ventos Costeiros para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Em Curitiba (PR), o dia será frio com chuva isolada: a mínima fica em 15°C e a máxima não supera os 20°C, sob umidade entre 55% e 95%. Em Florianópolis (SC), o litoral catarinense terá variação de nuvens e vento frio, com mínima de 18°C e máxima de 24°C. Em Porto Alegre (RS) e no interior gaúcho, o dia será de poucas a muitas nuvens, com ventos de até 50 km/h na costa, registrando mínima de 16°C e máxima de 27°C.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Litoral do RS, SC e PR, e áreas de serra/planalto.

  • Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.

  • Principais riscos: Ventos fortes no litoral, mar agitado, pistas escorregadias e queda de temperatura de até 5°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

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O TEMPO E A TEMPERATURA: alerta de tempestades e calor de 37°C atinge o Centro-Oeste na sexta (6)

Inmet publica aviso de perigo potencial para tempestades em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: alerta de tempestades e calor de 37°C atinge o Centro-Oeste na sexta (6)

A Região Centro-Oeste enfrenta uma sexta-feira, 6 de novembro, com elevado dinamismo atmosférico. O forte aquecimento da tarde atua como combustível para a formação de núcleos de tempestades isoladas por toda a região. O INMET emitiu um Aviso Meteorológico de Tempestades (Alerta Amarelo de Perigo Potencial) válido para Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. As pancadas de chuva virão acompanhadas por trovoadas, descargas elétricas e rajadas de vento entre 40 e 60 km/h.

Em Cuiabá (MT) e no Pantanal, o dia será abafado e quente: a mínima fica em 28°C e a máxima encosta nos 37°C, com umidade entre 60% e 70% e pancadas com trovoadas no período vespertino. Em Campo Grande (MS), o tempo varia de muitas nuvens a tempestades isoladas, registrando mínima de 24°C e máxima de 34°C, com umidade atingindo 100% no amanhecer. Em Goiânia (GO) e no interior goiano (como Rio Verde e Jataí), a temperatura varia entre 25°C e 33°C, sob pancadas com trovoadas. No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 20°C e máxima de 30°C, sob nuvens carregadas e chuva forte localizada à tarde.

Alertas e Riscos do INMET:

  • Áreas afetadas: Todo DF, GO, MT e MS.

  • Validade: Sexta-feira, 06/11/2026.

  • Principais riscos: Rajadas de vento fortes, queda de pequenos galhos, risco de corte temporário de energia elétrica e alagamentos rápidos em áreas urbanas.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

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Chuva acelera plantio da soja em MT e GO, mas prejudica trigo e arroz no Sul, aponta Conab

Boletim de monitoramento divulgado no último dia 23 mostra condições favoráveis às lavouras de verão no Centro-Oeste e efeitos negativos do excesso de umidade nas culturas de inverno da Região Sul

Chuva acelera plantio da soja em MT e GO, mas prejudica trigo e arroz no Sul, aponta Conab

A chuva foi a principal variável das lavouras brasileiras na primeira quinzena de outubro, com efeitos opostos em cada região. É o que mostra o Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em 23 de outubro, com dados de 1º a 21 de outubro. O documento foi elaborado em parceria com o Inmet, Inpe e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (GLAM).

Centro-Oeste: umidade acelera a semeadura

No Centro-Oeste, a recuperação da umidade do solo favoreceu os cultivos de verão. Em Mato Grosso, a semeadura da soja avança em todas as macrorregiões e já ultrapassou 60% da área prevista, com os produtores aproveitando as condições favoráveis para acelerar o trabalho. Em Goiás, as condições variam: no sudoeste, o plantio avança e deve terminar em outubro; no sul, alguns municípios intensificaram os trabalhos, enquanto outros pararam porque o solo secou rápido após o preparo.

Em Mato Grosso do Sul, a situação foi diferente: a alta umidade do solo obrigou a paralisação temporária da semeadura da soja na maior parte das regiões produtoras. A exceção foi o norte e o nordeste do estado, onde a chuva mais esparsa permitiu a continuidade dos trabalhos.

Sul: excesso de chuva prejudica trigo e atrasa outras lavouras

Na Região Sul, o excesso de umidade teve efeito negativo sobre as lavouras de inverno. No Paraná, a colheita do trigo chegou a 75% da área plantada, mas a qualidade foi prejudicada pelo excesso de chuva, com peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado.

A soja, já plantada, tem boa aparência na maior parte das lavouras, mas o excesso de umidade pode causar falhas de germinação, plantas daninhas, pragas e doenças. Em lavouras de milho primeira safra, granizo e ventos causaram desfolha em pontos específicos, e aumentou a presença de pragas como lagartas e tripes.

No Rio Grande do Sul, a colheita do trigo está lenta por causa da chuva intensa e da menor luminosidade, e a maior parte das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fase sensível a doenças da espiga. Os produtores de soja aguardam a redução do encharcamento e dias secos para acelerar o plantio.

O arroz tinha cerca de 40% da área prevista semeada na primeira quinzena de outubro, com chuva forte e solo saturado elevando custos e prejudicando o desenvolvimento inicial. Mais de 80% da área de milho primeira safra já foi plantada, mas a nebulosidade persistente, as temperaturas amenas e a alta umidade aumentam a pressão de doenças.

Em Santa Catarina, o segundo maior produtor nacional de arroz, a semeadura chegou a pouco mais da metade da área prevista, com o clima atrapalhando o plantio e o crescimento inicial. A chuva contínua também aumenta o risco de doenças fúngicas no trigo, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, principalmente nas lavouras mais adiantadas.

Outras regiões

Em São Paulo, a qualidade do trigo colhido está abaixo do padrão da indústria moageira em boa parte do grão, e o excesso de umidade dificulta o acesso das máquinas às lavouras. Em Minas Gerais, a semeadura da soja avança em áreas de sequeiro. Em partes do Norte e do Nordeste, a chuva baixa atrasou o plantio da soja. Segundo a Conab, os índices de vegetação estão acima da média histórica em todas as regiões monitoradas.

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