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Economia

Dólar hoje: moeda abre em alta a R$ 5,15, com exterior e cenário eleitoral no radar

Divisa avança 0,15% nesta segunda-feira (24), enquanto investidores acompanham novas sanções dos Estados Unidos contra o Irã e pesquisas eleitorais

Dólar hoje: moeda abre em alta a R$ 5,15, com exterior e cenário eleitoral no radar

O dólar à vista abriu os negócios desta segunda-feira (24) em leve alta, devolvendo parte da queda registrada no fim da semana passada.

Às 10h45, no horário de Brasília, a moeda norte-americana era cotada a R$ 5,15, com avanço de 0,15%, após chegar a tocar R$ 5,16 no início dos negócios.

No cenário internacional, os investidores acompanham a expectativa pelo anúncio de um novo conjunto de sanções econômicas dos Estados Unidos contra o Irã.

No mercado doméstico, a atenção permanece voltada para as pesquisas eleitorais divulgadas na sexta-feira, após o fechamento dos mercados. Os levantamentos Datafolha e BTG/Nexus apontaram redução da diferença nas intenções de voto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

O cenário político e as movimentações internacionais seguem entre os principais fatores observados pelos investidores para a definição do comportamento do câmbio.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código     BRL     USD     EUR     GBP     JPY     CHF     CAD     AUD
    BRL 1 0,1941 0,1665 0,1425 30,8981 0,1558 0,2688 0,2716
    USD 5,1508 1 0,8574 0,7336 159,15 0,8025 1,3845 1,3987
    EUR 6,0060 1,1664 1 0,8557 185,62 0,9360 1,6147 1,6313
    GBP 7,0170 1,3631 1,1687 1 216,93 1,0939 1,8871 1,9066
    JPY 3,23641 0,628339 0,53875 0,460979 1 0,5043 0,86990 0,87885
    CHF 6,4176 1,2460 1,0683 0,9142 198,31 1 1,7250 1,7429
    CAD 3,7203 0,7223 0,6193 0,5299 114,96 0,5797 1 1,0104
    AUD 3,6815 0,7149 0,6130 0,5245 113,78 0,5738 0,9898 1

Os dados são da Investing.com.

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Economia

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,14

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00

Dólar fecha o último pregão cotado a R$ 5,14

O dólar encerrou a sessão desta terça-feira (25) cotado a R$ 5,14. A moeda operou próxima da estabilidade no fim da manhã, cotada a R$ 5,15, depois de abrir o pregão em leve alta. O movimento ocorreu em meio à queda dos preços do petróleo e a um cenário mais favorável nos mercados internacionais. 

No exterior, investidores avaliam que as sanções dos Estados Unidos contra o Irã têm como objetivo ampliar a pressão por negociações, sem indicar, neste momento, uma intensificação do conflito. A percepção reduz parte das preocupações com uma escalada das tensões no Oriente Médio e contribui para um ambiente de maior busca por risco nos mercados.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 99,01 pontos.

 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,04.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1944 0,1664 0,1423 30,9390 0,1557 0,2689 0,2711
USD 5,1423 1 0,8564 0,7325 159,18 0,8011 1,3834 1,3951
EUR 6,0096 1,1676 1 0,8553 185,87 0,9354 1,6153 1,6290
GBP 7,0212 1,3653 1,1692 1 217,32 1,0937 1,8886 1,9048
JPY 3,23203 0,628239 0,53804 0,460162 1 0,5033 0,86908 0,87650
CHF 6,4221 1,2483 1,0691 0,9143 198,70 1 1,7268 1,7416
CAD 3,7189 0,7229 0,6190 0,5295 115,07 0,5791 1 1,0085
AUD 3,6890 0,7168 0,6139 0,5250 114,09 0,5741 0,9916 1

 

Os dados são da Investing.com.
 

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Economia

Gasto Brasil: diferença entre despesas e receitas públicas supera R$ 1 trilhão

Poucos dias após lançamento da plataforma no Congresso, marca reforça aceleração dos gastos públicos em 2026

Gasto Brasil: diferença entre despesas e receitas públicas supera R$ 1 trilhão

O Gasto Brasil, plataforma que monitora as despesas públicas da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, superou o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em R$ 1 trilhão na noite do último sábado (22). A diferença considera, de um lado, as despesas públicas primárias registradas pelo Gasto Brasil e, de outro, a arrecadação de impostos, taxas e contribuições acompanhada pelo Impostômetro.

A marca ocorre poucos dias depois do lançamento nacional do Gasto Brasil na Câmara dos Deputados, em Brasília, realizado em 11 de agosto pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A apresentação reuniu parlamentares, lideranças empresariais e representantes do associativismo de diferentes regiões do país.

Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais paulistas (FACESP), acredita que uma das necessidades que o painel já indica é a revisão estrutural dos gastos públicos.

“O que nós queremos com essa iniciativa é alertar os parlamentares da importância de uma reforma administrativa urgente, principalmente considerando que em 2027 inicia-se uma nova gestão ou a continuação desta, mas de modo que a gente tem que iniciar a gestão com a reforma administrativa, senão vamos ter problemas na sequência do futuro do Brasil”, declarou o dirigente.

Ritmo acelerado

A distância de R$ 1 trilhão ganha relevância também pelo ritmo de crescimento das despesas em 2026. O Gasto Brasil atingiu R$ 3 trilhões em 15 de julho, cerca de 20 dias antes do que havia ocorrido em relação à referência de 2025. Na ocasião, a plataforma apontava aceleração das despesas públicas em relação ao ano anterior.

No lançamento em Brasília, em 11 de agosto, o Gasto Brasil já registrava mais de R$ 3,4 trilhões em despesas públicas desde o início do ano. Desse total, quase R$ 1,6 trilhão (46,5%) correspondia à União, enquanto os estados somavam R$ 926,2 bilhões e os municípios, R$ 908,1 bilhões.

“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. É o desequilíbrio das contas públicas. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, alertou Cotait Neto.

Transparência

Criado pela CACB em parceria com a ACSP, o Gasto Brasil foi lançado em 2025 como uma ferramenta complementar ao Impostômetro. Os dois painéis passaram a compartilhar a estrutura instalada na sede da ACSP, permitindo visualizar, lado a lado, a arrecadação tributária e o ritmo das despesas públicas.
 
A plataforma reúne dados oficiais e permite consultar as despesas por esfera de governo, além de recortes econômicos, valores por população e informações sobre a qualidade dos dados. A ferramenta foi desenvolvida para ampliar a transparência e facilitar o acompanhamento das contas públicas por cidadãos, empresários, jornalistas, parlamentares e entidades da sociedade civil.
 
“Qual é a nossa grande preocupação? Trazer uma ferramenta que qualquer um pode olhar e analisar, com o mesmo conceito. Não precisa ser economista, não precisa ser advogado, não precisa ser nada. Precisa simplesmente olhar não só para um número, olhar para um gráfico e dizer assim: ‘está subindo e algo está errado’. É a plataforma ser user friendly, no sentido que você possa mostrar e demonstrar isso para todos”, afirmou Cláudio Queiroz, coordenador do Gasto Brasil.
 
O lançamento em Brasília ampliou o alcance institucional da iniciativa. A exposição do Painel Gasto Brasil na Câmara dos Deputados levou a ferramenta para o centro do debate sobre orçamento e gestão pública no Congresso.
 
Já o Impostômetro foi criado pela ACSP em 2005 e registra, em tempo real, o total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes aos governos federal, estadual e municipal.

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Economia

Bolsa Família: CAIXA inicia o pagamento para beneficiários com NIS terminado em 6

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Bolsa Família: CAIXA inicia o pagamento para beneficiários com NIS terminado em 6

A CAIXA inicia nesta terça-feira (25), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de agosto para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular. 

O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA. 

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito. 

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

 

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