Conecte-se conosco

Esportes

Banco da Amazônia promove debate sobre maternidade e acolhimento entre colaboradoras

Evento em celebração ao Dia das Mães reuniu mulheres para compartilhar experiências sobre maternidade solo, tardia, precoce e atípica; encontro também destacou apoio do Banco a projetos culturais por meio do Rouanet Norte

Banco da Amazônia promove debate sobre maternidade e acolhimento entre colaboradoras

Às vésperas do Dia das Mães, comemorado em 10 de maio, o Banco da Amazônia promoveu um evento entre colaboradoras destinado à escuta, acolhimento e troca de experiências sobre maternidade. Realizado no auditório Rio Amazonas, em Belém (PA), o encontro abordou temas como maternidade solo, tardia, precoce e atípica, além dos desafios da dupla jornada enfrentada pelas mulheres.

A programação especial em homenagem ao Dia das Mães celebrou diferentes experiências da maternidade e promoveu reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no cotidiano, como as dificuldades de conciliar trabalho, família e cobranças sociais.

A coordenadora de Qualidade de Vida do Banco da Amazônia, Thaís Gomes, destacou a importância de criar espaços de diálogo voltados às mulheres.

“Nós temos algo em comum, que é a dupla jornada, que é sermos as melhores gestoras dentro das nossas casas, com os nossos filhos, na contramão de uma sociedade que, lá atrás, dizia que a gente não podia sair de casa para trabalhar. Então, esse espaço foi construído por nós e para nós”, disse Gomes.

O evento foi realizado pela Gerência de Gestão de Pessoas em parceria com o Centro Cultural Banco da Amazônia. 

Um dos destaques do encontro foi a participação da escritora e cantora rondoniense Carol Terra. A artista é autora do livro “Mãe aos 15 – Maternidade, Música e Resiliência” – um dos 28 projetos selecionados pelo edital do programa Rouanet Norte, que apoia projetos na Região Norte e tem o Banco da Amazônia como um dos patrocinadores.

Carol Terra enviou um vídeo para as participantes do evento relatando a experiência de ser mãe na adolescência e a importância do patrocínio do Banco da Amazônia, por meio do programa Rouanet Norte.  “Em que outra oportunidade eu poderia ter levado toda uma equipe, toda uma estrutura, para uma turnê, onde a gente pôde fazer o lançamento do meu primeiro livro, como escritora?”, disse Carol.

A gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, destacou o papel do suporte ao lançamento do livro. “Eu fico muito feliz de ter participado de um projeto que conseguiu que uma jovem publicasse seu livro e falasse da sua história de resiliência para as colaboradoras do Banco”, salientou Fadul.

O Programa Rouanet Norte é implementado pelo Ministério da Cultura e busca equilibrar a distribuição de investimentos em projetos culturais no Brasil. 

Maternidade e propósito

A programação contou, ainda, com a participação em vídeo da diretora Comercial e de Distribuição do Banco, Joana Lima, que abordou a temática da maternidade e propósito. O debate teve a mediação da criadora de conteúdo digital Isis Vieira, com momentos de descontração e emoção. Durante a conversa, Isis compartilhou reflexões sobre maternidade afetiva e adoção.

Pixel Brasil 61

Continue Lendo
Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esportes

Senado adia votação de projeto que permite renegociação de dívidas de estados e municípios no fim de mandato

Projeto de Resolução do Senado (PRS) 50/2026 autoriza governadores e prefeitos a contratar operações de crédito para reestruturar dívidas nos últimos 120 dias de gestão; Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) concedeu vista coletiva e retomará a discussão nesta quarta-feira (4)

Senado adia votação de projeto que permite renegociação de dívidas de estados e municípios no fim de mandato

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado adiou a votação do Projeto de Resolução do Senado (PRS) 50/2026, que permite a governadores e prefeitos contratar operações de crédito para reestruturar dívidas nos últimos 120 dias de mandato. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou relatório favorável ao projeto. 

Após debate, foi concedida vista coletiva e a reunião deve ser retomada nesta quarta-feira (4). A previsão da nova reunião consta na agenda legislativa no site oficial do Senado Federal.

De autoria do senador Renan Filho (MDB-AL), a proposta altera a Resolução do Senado 43, de 2001, que proíbe a contratação de operações de crédito nesse período, com algumas exceções.

O projeto acrescenta uma nova possibilidade: operações destinadas exclusivamente à reorganização e à recomposição de dívidas. A medida não poderá resultar em aumento do endividamento nem permitir a liberação de recursos para outras despesas.

Pelo texto, os chefes do Executivo em fim de mandato poderão contratar operações de crédito para reestruturação e recomposição de dívidas nos 120 dias anteriores ao término de seus mandatos.

Relator da proposta, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) destacou a necessidade de cumprir os prazos estabelecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional e defendeu a análise rápida do texto.

Durante a discussão, a senadora Leany Lemos (PSB-DF) considerou a proposta importante, especialmente para estados com alto nível de endividamento.

O pedido de vista foi apresentado pela senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL). A reunião foi presidida pelo senador Esperidião Amin (PP-SC).

A reunião de terça-feira (3) foi suspensa e deve ser retomada nesta quarta-feira (4).
 

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Esportes

Projeto facilita recusa de contribuição sindical pelos trabalhadores

O PL 2.830/2019 prevê que o trabalhador poderá se opor ao pagamento por e-mail ou aplicativos de mensagens; proposta aguarda conclusão de análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

Projeto facilita recusa de contribuição sindical pelos trabalhadores

A recusa da contribuição sindical pelos trabalhadores poderá ser simplificada, como prevê o projeto de lei (PL 2.830/2019). Pela proposta, os trabalhadores poderão se opor ao pagamento por e-mail ou por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. O texto aguarda conclusão de análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

A redação original, apresentada pelo senador Styvenson Valentim (Pode-RN) em 2019, previa redução do prazo para execução de dívidas trabalhistas de 45 para 15 dias. Porém, na CCJ, a proposta ganhou do relator, senador Rogério Marinho (PL-RN), dispositivos para regulamentar a possibilidade de recusa da contribuição assistencial devida a sindicatos.

No parecer, Marinho destacou que a oposição ao pagamento será simplificada, podendo ocorrer até mesmo via e-mail ou mensagem instantânea, como por WhatsApp, além de pessoalmente, desde que por escrito.

O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou um pedido para suprimir as regras sobre a recusa à contribuição assistencial e manter apenas a parte processual das execuções trabalhistas. A emenda apresentada por Paim foi rejeitada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e agora a CCJ precisa votar o relatório relacionado à emenda para retornar a proposta à pauta do Plenário.

Em Plenário, em votação final, os senadores decidirão o texto que seguirá para a Câmara dos Deputados. 

Ausência de regras claras sobre o direito de recusa

No voto, Marinho ressaltou que o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu como constitucional a cobrança até mesmo de não sindicalizados, desde que assegurado o direito de oposição. Apesar disso, o parlamentar salientou no relatório a ausência de regras claras de como exercer esse direito.

O senador tambpem defendeu que as normas propostas no projeto devem propiciar segurança jurídica para que os trabalhadores, inclusive os membros não associados, tenham o direito individual de oposição respeitado.

O texto está pronto para integrar a pauta na CCJ.
 

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Esportes

Custo da construção sobe 0,35% em outubro, aponta FGV

INCC-M acelera em relação a setembro, quando avançou 0,25%, e acumula alta de 6,75% em 12 meses

Custo da construção sobe 0,35% em outubro, aponta FGV

O custo da construção no país subiu 0,35% em outubro, mais do que os 0,25% de setembro, de acordo com o INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 27 de outubro. O índice acumula alta de 6,75% em 12 meses e de 6,23% no ano.

Materiais e serviços puxam a alta

O avanço do índice veio dos materiais, equipamentos e serviços, grupo que subiu 0,40% em outubro, ante 0,17% em setembro. Dentro dele, materiais e equipamentos passaram de 0,17% para 0,41%, com destaque para os materiais para estrutura, que saltaram de 0,07% para 0,72%. Os serviços também aceleraram, de 0,15% para 0,31%, com o item projetos subindo de 0,10% para 0,44%.

A mão de obra seguiu caminho contrário e perdeu força: o grupo avançou 0,27% em outubro, depois de 0,37% em setembro.

Itens que mais subiram

Entre os itens de maior impacto de alta no mês estão vidros (2,96%), massa de concreto (2,16%), salário de engenheiro (0,73%), bloco de concreto (0,54%) e salário de pedreiro (0,31%).

Cinco de sete capitais aceleram

Das sete capitais pesquisadas, cinco registraram aumento no custo da construção em outubro: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Recife desacelerou, e o Rio de Janeiro repetiu a taxa do mês anterior, de 0,20%.

Em São Paulo, o custo da construção subiu 0,34% em outubro. A capital paulista acumula alta de 6,88% no ano e de 7,60% em 12 meses, acima da média nacional no período.

Pixel Brasil 61

Continue Lendo

Destaques