Brasil e Bolívia ampliam diálogo para impulsionar comércio agropecuário
Reunião com participação do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reforça cooperação técnica, defesa sanitária e ampliação do comércio bilateral
Brasil e Bolívia avançaram, nesta terça-feira (3), na construção de uma agenda estratégica para ampliar o comércio agropecuário e aprofundar a cooperação técnica entre os dois países. A reunião entre o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o ministro de Desenvolvimento Produtivo e Economia Plural da Bolívia, Óscar Mario Justiniano, também serviu de preparação para o próximo encontro bilateral entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o chefe de Estado boliviano.
O encontro ocorreu na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e antecedeu a 51ª Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS). Na ocasião, Fávaro parabenizou a Bolívia pela presidência pro tempore do colegiado e ressaltou o ambiente construtivo que marca as relações diplomáticas e comerciais bilaterais.
Na avaliação do ministro brasileiro, o diálogo permitiu avanços em pautas de interesse comum que poderão ser consolidadas nos próximos dias. “Tratamos de temas estratégicos e de oportunidades concretas para aprofundar as relações de amizade e ampliar o comércio entre Brasil e Bolívia. Já avançamos em pautas de interesse comum que poderão ser consolidadas nos próximos dias”, destacou Fávaro.
Entre os principais pontos discutidos esteve o interesse boliviano em firmar um termo de cooperação técnica com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com foco no desenvolvimento de culturas estratégicas para a Bolívia.
Além disso, houve intercâmbio de informações sobre o Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) – política brasileira voltada à proteção da renda do produtor e à estabilidade de mercado. A experiência poderá subsidiar a estruturação de mecanismo semelhante no país vizinho.
Influenza aviária e doença de Newcastle
Na área sanitária, o Mapa defendeu a aplicação do princípio da regionalização em casos de influenza aviária e doença de Newcastle, em conformidade com parâmetros internacionais. O intuito é mitigar impactos comerciais decorrentes de focos localizados. As delegações também trataram do andamento dos processos de abertura de mercado para manga, cana-de-açúcar e soja brasileiras.
Cooperação em biotecnologia
Outro eixo central da reunião foi a cooperação em biotecnologia. Justiniano destacou o interesse boliviano em avançar na homologação de eventos biotecnológicos no âmbito do Mercosul, com intercâmbio de critérios técnicos e aprendizado a partir da experiência brasileira.
“Isso é essencial, principalmente para os nossos pequenos e médios produtores, que poderão produzir mais com menos. Vamos tratar de como o Brasil avançou na ciência, com a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), na regulamentação de biotecnologias e transgênicos, algo que a Bolívia também deseja”, afirmou.
Ao final do encontro, Fávaro destacou que será preparado um instrumento de cooperação entre a Embrapa e o instituto de pesquisa agropecuária boliviano, com a expectativa de formalização durante a agenda presidencial. Segundo ele, a iniciativa permitirá fortalecer a produção boliviana e consolidar os laços de amizade e prosperidade entre os dois países.
Para o Mapa, a reunião reforça o compromisso do Brasil e da Bolívia com a ampliação do comércio agropecuário, a previsibilidade sanitária e a integração produtiva na América do Sul, com foco em inovação e desenvolvimento sustentável.
Insegurança patrimonial encarece produção da indústria e piora competitividade, diz CNI
Segundo pesquisa, 62% dos industriais apontam aumento dos custos finais devido às despesas com segurança no transporte e 45% com investimentos gerais em proteção
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Empresários da indústria brasileira afirmam que aviolência e os gastos com proteção patrimonial têm elevado os custos de operação no país. Segundo pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 62% das empresas do setor apontam aumento dos custos finais devido às despesas com segurança no transporte, enquanto 45% afirmam que os investimentos gerais em segurança encarecem o preço dos produtos.
Além disso, 81% dos industriais consideram que a insegurança contribui para agravar o chamado Custo Brasil — conjunto de entraves burocráticos, estruturais e econômicos que elevam os custos de produção e reduzem a competitividade do país.
Segundo o assessor especial da CNI, Cássio Borges, os recursos destinados à proteção patrimonial acabam substituindo investimentos na indústria.
“Ao invés de fazer investimentos em tecnologia e inovação, o empresário brasileiro precisa destinar parte de seus recursos para a prevenção de ilícitos, como contratação de seguros, segurança armada privada, escoltas. Além disso, há a própria perda da mercadoria e dos insumos que são utilizados na produção”, destaca.
De acordo com o especialista, os gastos adicionais com segurança comprometem a competitividade da indústria nacional no mercado internacional.
“Isso acaba por onerar demasiadamente o produto nacional, tornando pouco competitivo frente a produtos estrangeiros, além de dificultar a inserção das empresas brasileiras no mercado internacional”, avalia.
Os resultados do levantamento foram apresentados nesta terça-feira (9), durante audiência pública da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, na Câmara dos Deputados.
Mercado ilegal
Além de elevar os custos operacionais e o preço final dos produtos, a insegurança patrimonial também fortalece o mercado ilegal. Para 53% dos empresários entrevistados, ameaças ao patrimônio das empresas impulsiona significativamente a circulação de mercadorias roubadas e a expansão da economia informal. Como consequência, 32% avaliam que os impactos negativos sobre a competitividade são muito elevados.
“O roubo de cargas só acontece porque há quem compre mercadoria ilegal decorrente do ilícito. E, a partir dessa compra, há necessariamente uma revenda gerando esse mercado ilegal”, afirma Borges.
“No final das contas, há uma concorrência desleal, porque esses produtos são colocados no mercado com preços reduzidos, obviamente, porque não pagam impostos, taxas, contribuiçõese todos os encargos que são típicos de produtos vendidos regularmente”, acrescenta.
Perigo nas estradas
O estudo também revela que uma em cada cinco indústrias (20%) foi vítima de roubo ou furto de cargas rodoviárias nos últimos cinco anos. As rodovias concentram a maior parte das ocorrências: 68% dos casos aconteceram nas estradas, percentual muito superior ao registrado em áreas urbanas ou em armazéns.
Entre os itens mais visados pelos criminosos estão:
fios e cabos (60%);
ferramentas (31%);
máquinas e equipamentos de produção (23%).
Segurança cibernética
A pesquisa também acende um alerta para a segurança digital. Um em cada seis empresários industriais relatou ter sofrido algum incidente cibernético — como vazamento de dados ou ataques de ransomware (sequestro de dados) — nos últimos cinco anos. Entre as empresas afetadas, 30% registraram prejuízos financeiros decorrentes de fraudes ou do pagamento de resgates de dados.
Para proteger dados sensíveis e reforçar a segurança digital, as empresas têm adotado diferentes medidas. Entre elas:
75% realizam backups periódicos dos dados;
67% investem em softwares de segurança;
45% adotam políticas de controle de acesso e senhas mais robustas;
38% promovem treinamento para funcionários;
34% contratam equipes internas ou externas especializadas em cibersegurança
Para Cássio Borges, a segurança cibernética deixou de ser apenas uma questão tecnológica e passou a ocupar posição estratégica dentro dos negócios.
“Diante de sistemas de produção inovadores e tecnológicos, que podem ser paralisados a partir do ataque de hackers e o furto de dados pessoais, a questão deixou de ser vista meramente sob o ponto de vista técnico e passou a ser estratégico”, afirma.
Percepção sobre insegurança
A pesquisa também investigou a percepção dos industriais em relação às políticas públicas voltadas para a segurança. Apenas 4% dos entrevistados afirmaram ter percebido melhora no cenário de segurança nos últimos cinco anos.
Diante desse contexto, 54% dos empresários defendem o aumento do policiamento em áreas industriais como principal medida governamental, enquanto 53% cobram reforço da segurança ostensiva em rodovias e no transporte de cargas.
Resultado da lotofácil 3706 de terça-feira (09/06/2026)
O sorteio da Lotofácil 3706 ocorre na noite desta terça-feira (09), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
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O concurso 3706 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (09/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 5 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 341.029,77. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Senador Canedo (GO), Luisburgo (MG), Rondonópolis (MT), Curitiba (PR) e Ibiuna (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3707, que será realizado na quarta-feira, 10 de junho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
Quantidade de números jogados
Valor da aposta
15
R$ 3,50
16
R$ 48,00
17
R$ 408,00
18
R$ 2.448,00
19
R$ 11.628,00
20
R$ 46.512,00
Quando acontecem os sorteios da Lotofácil
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta terça-feira (09), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)
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O sorteio da Mega-Sena concurso 3016 acontece nesta terça-feira, 09 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Números sorteados Mega-Sena 3016
55 – 52 – 19 – 33 – 11 – 60
Como jogar na Mega-Sena
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
Probabilidades de acerto
Números apostados
Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números
1 em 50.063.860
7 números
1 em 7.151.980
8 números
1 em 1.787.995
9 números
1 em 595.998
10 números
1 em 238.399
15 números
1 em 10.003
Bolão
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
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